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Atriz afirmou que fãs vão ser surpreendidos na última temporada (Foto: Reprodução/Instagram)

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A atriz inglesa Nathalie Emmanuel, que interpreta Missandei em Game of Thrones, disse em entrevista para o jornal Hindustan Times que o final da popular série da HBO vai surpreender e partir o coração dos fãs que acompanharam a produção nos últimos oito anos. "Eu acho que podemos esperar um verdadeiro empurrão na última temporada de Game of Thrones", afirmou Nathalie. "O ritmo da série foi aumentando cada vez mais nas últimas temporadas com o enredo ficando mais sério. Há tantas h ...

Cantora completa 60 anos como um dos maiores nomes da história da música (Foto: Reprodução/Instagram)

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Nas últimas horas, a mesma pergunta martelou na cabeça: como iniciar um texto sobre os 60 anos de Madonna, ou Madonna Louise Ciccone, como está descrito na sua certidão de nascimento em Bay City, no Estado norte-americano de Michigan, em 16 de agosto de 1958, exatos 60 anos atrás. Enumerar algumas polêmicas, talvez? Seria uma solução que garantiria a atenção de quem curte os babados dos famosos. Poderia, é claro, dizer que a rainha do pop, aquela que é dona de um dos nomes mais co ...

Roberval vai ceder prontamente à chantagem de Laureta (Foto: João Miguel Júnior/TV Globo)

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O embate entre um vilão e um mocinho é sempre aguardado pelo público das telenovelas. Quando dois antagonistas descobrem segredos um do outro e se chantageiam, a trama pega ainda mais fogo. Com a ajuda de Katiandrea (Camila Lucciola), a cafetina Laureta (Adriana Esteves) finalmente saberá de onde Roberval (Fabricio Boliveira) tirou sua fortuna. Isso porque a prostituta será contratada por um funcionário de confiança do milionário, Arthur (Aldri Anunciação). Ela vê a foto dele no celu ...

Já adulto, Christopher Robin vai se reencontrar com Pooh (Foto: Divulgação)

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Quem espera ir aos cinemas para ver um filme colorido e com muita alegria e diversão, como se via nos desenhos do Ursinho Pooh, pode mudar de ideia. O filme Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível, que estreia na quinta-feira, 16, nos cinemas, é uma adaptação do animado para o real e traz um lado mais sombrio e até doloroso sobre a vida adulta. Na trama, que mistura animação com live-action, o protagonista Christopher Robin (Ewan McGregor) lutou na Segunda Guerra Mundial e agora ...

Você pode ver a performance de sete bailarinos na rua, levar seu filho para ouvir um conto ou conhecer uma casa histórica no Higienópolis. Não importa a sua escolha. O que importa é que não pagará nada por isto!

Programa tem a sua pior audiência em dois anos (Foto: Reprodução/Instagram)

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Hoje eu inicio a minha coluna comentando a falha da direção do SBT de ter ignorado o apresentador do jornalístico Primeiro Impacto, Marcão do Povo, no seu álbum de figurinhas para celebrar os 37 anos da emissora. Haverá uma grande festa no final do mês para celebrar a data. O apresentador, que responde a um processo de racismo movido pela cantora Ludmilla por tê-la chamado de “macaca”, é o único profissional de vídeo da emissora ausente do livro ilustrado, em razão do processo ...

Igor Guimarães faz o Boneco Josias (Foto: Reprodução/Youtube)

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O humorista Igor Guimarães, que participa do programa Pânico, na Rádio Jovem Pan, revelou na edição da terça-feira, 14, que se assumiu gay perante sua família e amigos durante o Dia dos Pais, que aconteceu no domingo, 12. Ele aproveitou para fazer o anúncio publicamente no programa e agradeceu o apoio dos integrantes da atração. "No Dia dos Pais, eu rompi com a minha vaidade. Estávamos falando do Rodela, que é a pessoa menos vaidosa do mundo porque arrancou os dentes para ser engra ...

Cantora não revelou o nome do agressor, mas afirmou que vai falar sobre tema em seu filme (Foto: Reprodução/Instagram)

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Durante entrevista no Programa do Porchat da terça-feira, 14, a cantora Gretchen revelou ter sido vítima de violência doméstica durante um dos seus casamentos. Sem revelar quem foi o marido que a agrediu, Gretchen explicou que o caso aconteceu antes da vigência da Lei Maria da Penha, aprovada em 2006, e que trouxe maior proteção jurídica para as vítimas desse crime. "Naquela época não tinha a Lei Maria da Penha. Eu tinha vergonha, minha mãe chegava em casa e eu estava de braço rox ...

Cantora usou as redes sociais para se explicar aos fãs na semana passada (Foto: Reprodução/Instagram)

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A overdose de Demi Lovato começou no dia 24 de julho às 4 da manhã, quando ela enviou uma mensagem para um traficante de drogas ir até a casa dela, de acordo com informações divulgadas pelo TMZ. Fontes próximas à cantora dizem que ela estava numa festa em West Hollywood, e depois foi para casa. O traficante teria deixado um papel alumínio com oxicodona. Pelas informações do site, e sem Demi saber, o lote também teria fentanil (outro opiáceo), a mesma droga que matou Prince e Lil P ...

Família noticiou a morte nas redes sociais (Foto: Reprodução/Youtube)

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O diretor, ator e dramaturgo José Pimentel morreu nesta terça-feira, 14, aos 84, no Hospital Esperança, no Recife (PE). Ele estava internado por causa de um enfisema pulmonar. As informações foram divulgadas pela família do artista nas redes sociais. Ele era mais conhecido por interpretar Jesus nas apresentações da Paixão de Cristo na capital e na cidade de Nova Jerusalém. 2018 marcou o primeiro ano que o ator não fez o papel em mais de 40 anos. Nascido em Garanhuns, Pimentel també ...

Betina não desiste de retomar o romance com Samuca (Foto: João Miguel Júnior/TV Globo)

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A vilã de O Tempo Não Para, novela das 19h da Globo, Betina (Cleo Pires) terá uma nova ideia para destruir o relacionamento de Marocas (Juliana Paiva) e Samuca (Nicolas Prattes). Ela vai firmar uma aliança com Emilio (João Baldasserini) e jogar sujo nos próximos capítulos da trama. Além de armar uma aparição de toalha no quarto do empresário, a megera vai pedir para que o advogado beije a ex-congelada à força. O romance de Samuca com Marocas vai ficar mais firme quando ele aceitar ...

Dupla anunciou a volta nas redes sociais (Foto: Reprodução/Instagram)

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O último domingo, 12, foi um dia de alegria para os fãs de Rick e Renner. Após três anos separados, os dois anunciaram a volta da dupla. A novidade foi revelada no Instagram dos dois, com uma série de fotos. "Voltamos, Brasil", comemorou Renner em um post no Instagram, e depois divulgou as novas redes sociais da dupla. Os dois estavam separados desde 2015, mas essa não foi a primeira vez que os dois decidiram seguir caminhos distintos na música. Em 2010, Rick e Renner se separaram pela ...

Internautas não entenderam a piada de Fernando Rocha (Foto: Reprodução/TV Globo)

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O apresentador do programa Bem-Estar, da Globo, Fernando Rocha, chamou atenção nas redes sociais após uma piada inusitada - e até um tanto quanto constrangedora - contada por ele no início da edição da última terça-feira, 24. Logo de cara, na introdução do programa, começou: "Todo mundo sabe, desde que o mundo é mundo, que a vida é feita de encontros e despedidas. Despedidas são mais tristes, emocionantes, né? Fiquei sabendo de uma história de despedida tão emocionante, tão sofrida". "Sabe qual? A despedida da clara com o ovo", disse, começando a rir, antes de complementar: "Mas aí ela só não é tão triste porque a clara chega pro ovo e fala assim: 'Não fica triste, não. A gente se vê dentro do bolo!". Neste momento, Fernando começou a gargalhar. "'A gente vai se encontrar dentro do bolo!' Agora você imagina o encontro da clara com o ovo dentro do bolo!" Os comentários do apresentador pareciam fazer cada vez menos sentido, tentando encontrar uma forma de ligar a brincadeira ao tema do programa, que eram exames modernos que antecipam problemas no coração: "Infelizmente o homem ainda não foi capaz de inventar uma câmera que mostre esse encontro da clara e o ovo dentro do bolo!" A câmera do programa focou no médico Roberto Kalil, outro participante do programa, com feição séria, parecendo não achar muita graça na piada. "Doutor Kalil, já imaginou esse encontro? ... A gente hoje tem imagens impressionantes que a gente vai mostrar, que podem salvar vidas. Doutor Kalil tá com essa cara de um encontro com clara com ovo dentro de um bolo..." "Não gostei muito, não foi muito legal esse começo de programa... Não deu muito certo", disse o médico Roberto Kalil, ainda em tom sério, tentando emplacar algum sorriso. "É porque eu não dei parabéns pra ele no dia 7 de julho porque ele tava viajando, não deu certo", disse Rocha, na sequência. Alguns internautas comentaram sobre o constrangimento: Fernando Rocha loucão no começo do Bem Estar...E o médico, na lata: "não foi muito legal esse começo de programa" pic.twitter.com/rIMjPwIlTT — Ren (@RenatoJG) 25 de julho de 2018 A cara do doutor com a piadinha sem graça eu ri Mas eu ri muitooo kkkkk #BemEstar — Sucodemaracuja (@mebejaaaaaa) 24 de julho de 2018 tão crucificando o cara do bem estar só por causa da piada ruim — ???? ?????? (@magnetocyclops) 25 de julho de 2018 Se eu sou a produtora desse negócio eu dava um tiro de calmante aos 40 segundos no Fernando Rocha e pedia o break https://t.co/Uz3vKkUdvB — Beatriz Fiorotto (@FiorottoBeatriz) 25 de julho de 2018 Aposto que no sabadao o Fernando Rocha tava la chapadasso no sofa criando essa fic, ficou emocionado e disse pra si mesmo "tenho certeza que as pessoas vao achar engraçado, vou contar no bem estar" https://t.co/iW82ja0YiG — vinao klöppel (@vinikloppel) 25 de julho de 2018 E a diretora do programa gritando com o Diretor de Corte perguntando pq ele não deixou o Fernando Rocha doidão no ar — ßragoni (@fbragoni) 25 de julho de 2018

Emílio Surita terá que se reinventar para retornar à TV (Fotos: Divulgação Band e SBT)

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Hoje eu inicio a minha coluna comentando a negociação entre Emílio Surita e Silvio Santos para retornar à TV o programa Pânico. Caso ele consiga acertar com o SBT, terá dois desafios: montar o programa com novos personagens e reunir humoristas com talento capaz de reviver os bons tempos da atração. É público e notório que boa parte dos que compuseram a última formação, incluindo os veteranos, não suportou a falta de alternativa ao fim do programa e saiu em debandada para a Globo e Record. Eles não quiseram permanecer desempregados e aproveitaram as oportunidades que apareceram. Emílio Surita não quer dar detalhes de seu acerto com Silvio Santos. A grande verdade é que a renovação do Pânico já estava prevista desde os tempos da TV Bandeirantes. Do elenco anterior, poderão voltar, se o programa for para o SBT, os humoristas que não foram aproveitados por outras emissoras. Rodrigo Scarpa (Vesgo), Marcelo Picon (Bolinha) e Leandro Firmino (Zé Pequeno), entre outros, estão totalmente desligados. Márvio Lúcio (Carioca) deve ser o próximo a esquecer o antigo programa. Ele está na mira da Globo. Emílio Surita terá de se reinventar. Será necessário renovar grande parte do elenco do programa. A Record estreou ontem a novela bíblica Jesus, e tem a difícil missão de brecar o crescimento constante do SBT, principalmente da novela infantil As Aventuras de Poliana, que tem atingido até 18 pontos de audiência na grande São Paulo. O clima no setor de teledramaturgia da Record não é dos melhores. O Tempo não Para, a próxima novela das 19h da Globo, será marcada por flagras, falsa morte, casamento desfeito com noivo abandonado no altar e o naufrágio que congelará a família Sabino Machado para despertar nos dias atuais. O folhetim promete ser diferente no contexto da história. Os desentendimentos entre o elenco tumultuaram as gravações do Vai que Cola, humorístico do Multishow, atualmente na quarta temporada. Fontes bem informadas alegam que os atores não decoram os textos e se desentendem o tempo todo. Uma reunião com a direção está marcada para resolver a questão.  Gaya, a nova minissérie da Globo, escrita por Marcos Nisti e Estrela Renner, terá como principais protagonistas Taís Araújo, Leandra Leal e Débora Falabella. A história será um drama, em torno de três mulheres, idealizado pela escritora Glória Perez. O seriado deve ir ao ar em novembro. Frase Final: “Os animais são bons amigos, não fazem perguntas e tampouco criticam.” (George Eliot).

Possível agressão de Victor à mulher prejudicou dupla (Foto: Reprodução/Instagram)

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Hoje eu inicio a minha coluna comentando a separação da dupla sertaneja Victor e Leo. Os dois anunciaram o fim da parceria nos palcos. Os irmãos estavam sofrendo as consequências da suposta agressão de Victor para com a esposa grávida, no início do ano passado, que causou muita polêmica em todo o Brasil. Os shows foram reduzidos, cachês foram caindo e até a Globo decidiu tirá-los do júri do The Voice Kids. Eles se reuniram e resolveram parar com a parceria, reduzindo drasticamente os shows, porém cumprindo todas as datas de apresentação vendidas pelo seu empresário. A bem da verdade era uma situação insustentável. Havia pressão de todos os lados, inclusive dos familiares, por conta da mídia inerente à agressão de Victor que, naquele momento, não respeitou a gravidez da sua esposa. Victor nega, mas é sabido que sua mulher, para amenizar a situação, tirou o boletim de ocorrência da delegacia. Eles encerrarão a dupla em setembro lançando o último álbum da carreira. A partir daí, Leo passará a investir na carreira de escritor palestrante, após o lançamento do livro No Colo dos Anjos, na semana passada, em São Paulo. Essa separação, segundo eles, será para o descanso da imagem de cada um. Mesmo com um programa próprio na Rede TV!, Edu Guedes está articulando a sua volta à Record TV. O cozinheiro demonstra interesse em integrar novamente a equipe da antiga casa de onde saiu há três anos. O negócio pode ser rentável para o canal, considerando o apoio comercial que Edu Guedes possui. Regina Casé está fora do ar desde que o programa Esquenta saiu da grade de programação da Globo. Mas fontes bem informadas garantem que, antes de qualquer projeto, ela será escalada para a próxima novela das 21h, na emissora, que terá o título de Troia, prevista para entrar no ar apenas no próximo ano. Houve um tempo no qual trabalhar na Globo era o maior sonho do ator. Hoje, muitos artistas pensam além. Não enxergam mais a permanência na emissora carioca como o auge da carreira. Rodrigo Santoro, Sônia Braga e Marcello Antony foram alguns que tomaram essa decisão e não se arrependem. O programa Hora do Faro, na Record TV, exibido no último domingo, bateu recorde de audiência no ano, com a média de 12 pontos e com picos de 18 na Grande São Paulo. Com esse excelente índice, a atração comandada por Rodrigo Faro garantiu a vice-liderança no horário mais uma vez em 2018. Paulo Polli, diretor executivo do canal Clima Tempo, exibido na SKY em todo o Brasil pelo 170 da grade da operadora, vem realizando um excelente trabalho em todos os aspectos. A emissora vem crescendo paulatinamente e sua grade é uma boa opção para os telespectadores. Frase final: “Cultura é o que fica depois de se esquecer tudo o que foi aprendido.” (André Maurois).

Filme conta a história de Freddie Mercury, que liderou a banda Queen (Foto: Reprodução/YouTube)

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A cinebiografia de Freddie Mercury, Bohemian Rhapsody, só chega aos cinemas em 1º de novembro deste ano, mas já ganhou um trailer de arrepiar todos os fãs do cantor. O vídeo foi lançado nesta semana e mostra o ator Rami Malek com bastante semelhanças em relação ao artista morto em 1991. Durante a pequena mostra do filme, é possível ver os bastidores das gravações de suas músicas, assim como o processo criativo da banda Queen, além de discussões com empresários e gravadoras, preparo para shows e a vida pessoal do artista durante a fama. O vocalista também ficou mundialmente conhecido por suas composições, como We Are the Champions (1977), Love of my Life (1975), Somebody to Love (1976) e a própria Bohemian Rhapsody (1975). Mas o ponto principal de sua fama era a postura no palco: ele tinha uma performance bastante energética e envolvia a plateia, conquistando cada vez mais fãs. Prova disso é que, com o Queen, ele já vendeu mais de 150 milhões de discos em todo o mundo. Mercury faleceu vítima de broncopneumonia, agravada pela AIDS. Ele era bissexual e sua relação com Mary Austin, interpretada por Lucy Boynton, é um dos destaques do trailer. O companheiro de Freddie, o cabeleireiro Jim Hutton, vivido por Aaron McCusker, tem aparição mais tímida e não se sabe ainda como o romance será retratado nas telonas. O filme tem direção de Bryan Singer, famoso por Os Suspeitos (1995) e X-Men (2000).

Casal tem uma filha: Brenda, de cinco anos (Foto: Reprodução/Instagram)

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A ex-dançarina do É O Tchan Sheila Mello usou seu perfil no Instagram na noite desta quarta-feira, dia 1º, para anunciar o fim de seu casamento de oito anos com o ex-nadador Fernando Scherer, o Xuxa. Os dois haviam se conhecido na segunda edição do reality show "A Fazenda", em 2009, e começaram o relacionamento logo após o fim do programa. "Tenho uma notícia nada boa, mas prefiro que saibam por mim, do que a coisa seja propagada com inverdades. A parceria de homem e mulher acabou entre o Fernando e eu. Ficam o amor e o respeito para sermos os melhores parceiros e cuidarmos do bem mais precioso da nossa vida, que é a Brendinha", escreveu Sheila no post."Só peço a Deus sabedoria! Obrigada, Xuxa, por tudo, sempre amarei o que construímos", completou. O casal tem uma filha, Brenda, de cinco anos. Scherer ainda é pai da atriz Isabella Scherer, que participou da 25ª temporada da novela "Malhação", fruto do seu relacionamento com Vanessa Medeiros. A reportagem entrou em contato com Fernando Scherer, mas até o momento da publicação desta matéria não havia obtido retorno. Só peço a Deus sabedoria! ?? Obrigada @xuxanatacao por tudo, sempre amarei o que construímos! Uma publicação compartilhada por Sheila Mello♌️ (@sheilamello) em 1 de Ago, 2018 às 6:34 PDT

Apresentador brincou que estava feliz com a saída de Sebá (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fora dos Trilhos

O apresentador Fausto Silva surpreendeu um dos seus assistentes de palco durante o "Domingão do Faustão" deste dia 29 de julho. Durante um dos intervalos do quadro "Ding Dong", Faustão chamou Sebá, que trabalha como auxiliar de câmera no programa desde 2014 e anunciou ao vivo que ele seria promovido a cinegrafista e vai trabalhar no jornalismo da Globo. "Eu sou obrigado a falar para você, em nome de Raymundo de Barros e Paulo Rabello (diretores de tecnologia da Globo), que você foi promovido a câmera e vai trabalhar no jornalismo!", exclamou o apresentador. Com a novidade, Sebá foi aplaudido de pé pela plateia e pelos atores que participavam do "Ding Dong". "Depois de quatro anos, todos os cursos ele fez. Não foi indicação de ninguém!", disse Faustão ao emocionado membro da produção do programa. "Bigode, estamos livres do Sebá! Olha a alegria de nós aqui", brincou o apresentador com o folclórico caboman do Domingão.

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O PT foi omisso em relação à falta de democracia na Venezuela, enquanto Temer não tem dado o suporte necessário para Roraima (Foto: Reprodução/Rede TV/Fotos Públicas)

Opinião

O lamentável episódio na remota cidade de Pacaraima, um dos pontos mais ao Norte do território brasileiro, serviu não apenas para desnudar a crise que representa a imigração venezuelana para o Estado de Roraima e para o País como um todo. Mas também para alinhar o discurso de boa parte dos presidenciáveis. De Geraldo Alckmin (PSDB) a Guilherme Boulos (Psol), de João Amoêdo (Novo) a Marina Silva (Rede), houve um chamamento ao bom-senso e da lembrança da tradição brasileira de acolher os mais diversos povos que aqui chegaram, deixando para trás uma dura realidade de sua nação natal. “Temos uma tradição humanitária no Brasil, de receber as pessoas que estão fugindo, na realidade, do desastre econômico venezuelano”, lembrou Alckmin.  Amoêdo destacou que 87% da população da Venezuela vive na pobreza e que “o Brasil, como nação, tem o dever de ajudar”. Boulos repudiou o que chamou de “atos movidos por ódio e xenofobia” e, na mesma linha, seguiu Álvaro Dias, que considerou ainda que “o Governo federal deveria enviar força-tarefa ao Estado.” Já Marina lembrou que são dois grupos de “desvalidos” que precisam de ajuda: os venezuelanos e os habitantes de Roraima. Por um aspecto, a visão da ex-senadora está precisa. Foi ela quem lembrou que o Brasil negligenciou duplamente a situação da Venezuela, e este silêncio contribuiu, ainda que indiretamente, para o quadro que hoje se assiste. Primeiro, o governo do PT, em função de seu alinhamento político e ideológico fez vistas grossas à situação de falta de democracia no país vizinho, desde a época de Hugo Chávez, se deteriorando ainda mais com Nicolás Maduro. Como a grande potência regional, o Brasil foi omisso e não usou de sua então privilegiada condição para denunciar e tentar dar novos rumos àquela realidade. Agora, sob Temer, lavaram-se simplesmente as mãos e pouco se fez para ajudar o paupérrimo Estado da região Norte, que está longe demais da capital federal. É nítido que Roraima não tem condições de lidar com o problema. A questão é complexa. Mas, certamente, fechar fronteiras, atear fogo em acampamento de imigrantes e expulsá-los a chutes, tiros e pontapés não representa a solução.

Maria Aparecida Pinto é a única negra candidata ao Senado por São Paulo (Foto: Alesp/Divulgação)

Cidade

A média de candidatos negros no Estado de São Paulo é menor do que a média nacional. Entre os paulistas, 72,52% dos 3.737 candidatos são brancos, enquanto os negros são apenas 26,2% dos postulantes paulistas a cargos eletivos. Na análise do Brasil inteiro, 52,78% dos candidatos são brancos, enquanto pretos (como é denominado na pesquisa) e pardos sobem para 46,13%. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral. A maioria dos candidatos paulistas é formada por homens, com 68,1% de representatividade, e exercem as funções de empresário (12,34%) e advogado (7,89%), com índice de curso superior de 54,88%.  Segundo Jacqueline Quaresemin, especialista em opinião pública, o Congresso tem um perfil de branco, rico e conservador, mas não se deve usar isto para um embate entre o branco rico e o negro pobre. Ela avalia que isso se trata de uma questão histórica, com grandes famílias que sempre tiveram recursos e que continuam a se perpetuar no poder, e do interesse de outras classes, como as empreiteiras citadas na Lava Jato, que criam este cenário. “Continuamos em uma visão colonial de classe. Se esse ciclo não for rompido, nada vai mudar”, argumentou. A opinião da especialista vai ao encontro a um estudo dos doutores em Ciência Política Luiz Augusto Campos e Carlos Machado, que concluíram, com base em dados das eleições de 2012 e 2014, que a raça não é o valor determinante para o voto. “A origem da classe [econômica], combinada aos critérios de recrutamento partidário, explicam em grande medida a ausência de não brancos no Parlamento”, afirmam. A Justiça Eleitoral não divulga dados sobre classe econômica.  Mulheres ainda têm menor representatividade A concorrência por uma das 94 cadeiras na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) é de 22 candidatos para cada vaga. Mas, na atual Legislatura, apenas dez mulheres conseguiram votos suficientes para obter o diploma de deputada estadual, sendo que somentes duas são negras. Para muitas candidatas, o problema maior é consolidar as tarefas familiares, a campanha e o trabalho, uma espécie de tripla jornada, que dificulta a participação feminina na Alesp. Pelo menos é isso que ocorre com a candidata Rute Barbosa (PCdoB), que é mulher e autodeclarada negra. Ela não acha que o fato de ter mais brancos impeça a criação de políticas públicas, mas avalia que existe uma diferença de pensamento. “Quando você tem um entendimento real da situação de um grupo social você tem mais condição de defender as necessidades destas pessoas”, disse. Segundo Rute, o principal problema é a representatividade e, mesmo em um partido de esquerda, é difícil para uma mulher conseguir recursos para financiar a campanha. Já na disputa por uma das vagas no Senado, a psicóloga Maria Aparecida Pinto (MDB), conhecida como Cidinha, é a única negra candidata paulista. 

Candidato do Novo acredita que a máquina pública brasileira está inchada (Foto: Reprodução/Instagram)

Nacional

O Partido Novo foi criado em 2011 com um alinhamento liberal, o que significa menor tamanho da máquina pública, redução de privilégios e de números de políticos e uma maior liberdade para empreender. Apesar de apresentar medidas que muitos eleitores elencam como essenciais, a sigla ainda não conseguiu transformar este ideal em voto, segundo João Amoêdo, pré-candidato à Presidência da República, porque “ainda são desconhecidos”. Na última eleição que participou, em 2016, o Novo elegeu quatro vereadores em cinco cidades que disputou vagas ao Legislativo. Este ano, a sigla, que recusa a utilizar o fundo partidário e eleitoral – que deve esvaziar em R$ 2,5 bilhões os cofres públicos –, concorre com cerca de 300 nomes ao pleito de deputado federal e 130 ao estadual. Seis senadores devem se candidatar pela legenda, que conta ainda com seis postulantes à função de governador. Estes políticos se comprometem em reduzir o número de cargos e até da verba utilizada com despesas pessoais. Os 22 mil filiados do Novo, que passam por uma espécie de processo seletivo, contribuem com R$ 29,90 por mês. Para Amoêdo, a meta é conseguir eleger 30 deputados federais para que o partido tenha corpo e “consiga avançar com propostas de renovação da sigla”. Carioca, executivo do setor bancário e com 55 anos, Amoêdo acredita que a alta burocracia e a falta de competitividade complicam a vida do brasileiro, que arca com uma máquina pública inchada e custosa que pesa cada vez mais no bolso do brasileiro. Com 55 anos, João Amoêdo tem como bandeira a facilitação da vida do empreendedor brasileiro (Foto: Reprodução Instagram) Qual o principal diferencial do Novo para com os outros partidos? Tem vários aspectos: o único partido ficha limpa, o único partido que não utiliza dinheiro público, nem fundo partidário, nem fundo eleitoral. Entendemos que temos que ter mais liberdade econômica para o cidadão brasileiro, que hoje paga impostos demais. Nós queremos desburocratizar, para deixar os pequenos e médios empreendedores crescerem e gerarem empregos. Uma diferença é justamente a defesa que a gente faz mais do cidadão, e não do governo. A privatização de todas as empresas estatais. Nós entendemos que seria um bom sistema para reduzir a corrupção, aumentar concorrência e a qualidade dos produtos. Apesar de falar em cortar gastos, o eleitor brasileiro espera assistência do governo em praticamente todas as áreas. Como o senhor pretende atrair o eleitor? O eleitor brasileiro começou a notar que o Estado cresceu muito sobre a justificativa de que iria nos dar muita coisa e foi ficando menos eficiente, tirando nossa poupança. O Estado deveria se concentrar nas áreas essenciais: saúde, educação básica e segurança. Qual seria o número ideal de ministérios para vocês? A gente trabalha com a ideia de dez a doze ministérios. O Estado brasileiro foi sendo inchado pela necessidade dos políticos de se perpetuarem no poder em troca de cargos, indicações política, e toda essa conta acabou indo para o cidadão brasileiro.  Como você faria para reduzir a dívida pública? A primeira coisa é equilibrar as contas. Mais responsabilidade fiscal, Reforma da Previdência, redução do Estado. Algo que tem que estar claro é que o equilíbrio das contas tem que ser via corte de custos, sem aumento de impostos. No liberalismo do Novo, existe espaço para agências reguladoras? Eu entendo que as principais agências reguladoras são os consumidores em um ambiente de livre mercado. Mas, como não temos este modelo, as agências podem ter o seu papel em alguns setores. No entanto, no período em que existirem, tem que ter uma indicação de cargos técnicos. Nós vimos, recentemente, que elas são aparelhadas politicamente. O MDB lidera estas indicações e as agências acabam se desvirtuando, viram um local de atendimento de demandas e negociações políticas. Amoêdo afirma que agências reguladoras não podem ser balcões de negócios (Foto: Reprodução/Instagram) Mas este comportamento traria um descontentamento de muitos políticos. Como você faria para governar neste meio? O nosso principal desafio é ter um grande aliado: a população. Hoje, existem três grandes grupos que precisamos cortar privilégios e benefícios que são pagos pelo povo cujos recursos deviam ir para áreas essenciais. O primeiro grupo é dos políticos. Tem que acabar com dinheiro público para partidos políticos, reduzir em um terço o número de congressistas e diminuir muito a verba de gabinete e o número de assessores. Quando elegemos quatro vereadores, eles cortaram 39 assessores, ficaram apenas com seis, e cada um faz uma economia de R$ 4 milhões por ano. Interessante lembrar que são quase 58 mil vereadores. Um dado que eu gosto de deixar claro é que o Congresso custa, hoje, R$ 29 milhões por dia. E quais seriam os demais grupos? O segundo grupo é a elite do funcionalismo público que recebe, especialmente, pensões muito elevadas. Um estudo feito pelo Banco Mundial mostrou que funcionários federais recebem 67% a mais que o setor privado. Enquanto na área privada não tem reajustes, na iniciativa pública tem sempre reajuste salarial, pressão dos funcionários e outro ponto, na área privada, se você não tem bom desempenho pode ser demitido, mas no serviço público, não. E o terceiro grupo são setores empresariais que têm grandes benefícios do governo, como taxas de juros subsidiadas e isenção de impostos. Tudo isso cria uma distorção na economia e uma transferência de renda. O Estado brasileiro acaba, no fundo, sendo um grande concentrador de renda, fomentando a desigualdade quando se espera o contrário.   Os bancos hoje cobram juros exorbitantes em seus empréstimos, mas pagam valores risíveis nos rendimentos de investimentos. Como mudar isso? O que eu entendo é que a burocracia e a falta de concorrência favorecem os grandes bancos. Vários bancos estrangeiros que estiveram no Brasil decidiram ir embora, fecharam sua operação. Com mais oferta e mais concorrência você vai conseguir baixar os spreads bancários. E como seria a sua relação com o Judiciário? Eu entendo que temos grandes desafios. Aumentar a independência das instituições para que uma não aumente seu poder sobre a outra. O Judiciário, em alguns casos, age de forma correta, mas no Brasil tudo tem sido muito judicializado.  Este é um problema que tem que ser resolvido. Perdemos produtividade, atrasam processos e acaba trazendo instabilidade quando as regras não são muito claras. Deste jeito é difícil atrairmos investimentos. O Judiciário tem autonomia nos seus salários, então temos que começar dando o exemplo, cortando 50% de assessores, verba de políticos eleitos. Pretendo cortar vários gastos do presidente da República, que custa R$ 560 milhões por ano. Candidato se diz a favor da união homoafetiva e contra o Estatuto do Desarmamento (Foto: Reprodução/Facebook) Você acredita no conceito de meritocracia? Eu entendo que as pessoas têm que ter o reconhecimento pelo trabalho que entregam, independentemente do ponto de largada que elas têm. Pessoas com o mesmo ponto de largada podem ter resultados diferentes. O que falta no Brasil, fundamental na educação básica, é permitir que todas as pessoas tenham alguma formação inicial que as permita ter oportunidades, mas o Estado tem deixado muito a desejar neste quesito. Tem que ter uma avaliação meritocrática que valorize os bons funcionários e substitua os maus. Em temas como união entre casais homoafetivos, liberação de armas e aborto, como você se posiciona? Nos dois primeiros temas sigo o entendimento do partido. Sou favorável à união homoafetiva e contra o Estatuto do Desarmamento. O aborto o partido deixa como uma questão pessoal. Eu, particularmente, sou contra, mas não travaria a pauta no Congresso. O que você melhoria no Sistema Único de Saúde (SUS)? O que precisa fazer é melhorar a gestão. O SUS é importante, tem uma estrutura montada, agora a gente quer melhorar a gestão, melhorar a responsabilidade, incluir tecnologia, marcação de consultas, prontuário eletrônico, tudo sendo integrado. E como seria na questão habitacional? A gente tem que melhorar a renda das pessoas para que elas possam ter a capacidade de comprar suas casas, ter uma estabilidade para financiamento em longo prazo. Existem programas de habitação, mas a gente acaba vendo que eles não funcionam.    

Bolsonaro atraiu filiações ao PSL (Foto:Fernando Frazão/ABR/Fotos Públicas)

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Apenas partidos pequenos aumentaram o número de candidatos nas eleições deste ano em relação a 2014. Enquanto siglas tradicionais como PT, PSDB, MDB, PDT e PSB reduziram a quantidade total de registrados, houve um aumento expressivo entre as siglas de menor porte. O partido de Jair Bolsonaro, o PSL, é o que mais apresentou candidatos - 1.451, um aumento de 74,4% em relação a 2014. Das 35 siglas existentes, 12 vão ter mais postulantes neste ano do que nas últimas eleições gerais - PSL, PROS, Avante, Podemos, PRB, Solidariedade, PMN, PCO, PSOL, Patriota, PRTB e PPL. Há ainda três partidos que vão estrear nas urnas em âmbito nacional: Rede, Novo e PMB, que, juntos, somam 1.606 candidaturas. Os números têm como base os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É possível que haja pequenas alterações até o dia 20, quando as informações estarão 100% atualizadas. A legenda que registrou a maior variação porcentual no número de candidaturas foi o PCO (142,8%). A sigla, no entanto, é um ponto fora da curva - tinha apresentado somente 49 candidatos em 2014 e, agora, lançou 119. Em seguida, vem o PROS, com 1.018 candidatos, ante 485 em 2014 (aumento de 109,9%, mais que o dobro de um pleito para o outro). Entre os que mais reduziram candidatos, estão PCB (diminuição de 45,2%), PTB (-33,4%) e PSTU (-31,9%). Entre as siglas maiores, PSB (-31,4%), PSDB (-18,3%) e PDT (-16,4%) tiveram os maiores índices de diminuição de candidatos. O PT registrou queda de 6,8% e o DEM, de 5,5%. Segundo o cientista político Marco Antônio Teixeira, da FGV-SP, uma das explicações para este cenário pode ser a cláusula de barreira, que, a partir de 2018, impõe aos partidos desempenho mínimo para que sejam autorizados a ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de TV no horário eleitoral. "Os pequenos estão em busca de capilaridade", disse Teixeira. A nova regra exige, para este ano, que as legendas tenham 1,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação e com 1% em cada uma dessas unidades. A cláusula aumenta gradativamente até 2030 e busca afunilar o sistema partidário brasileiro, altamente fragmentado. Para a cientista política Luciana Veiga, professora da UNI-Rio, a estratégia faz sentido e pode servir à sobrevivência. "Mesmo que não elejam muitos nomes, os partidos com várias candidaturas têm chance de alcançar a cláusula com uma votação mais pulverizada." Um caso mais específico é o do nanico PSL, que, com a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, atraiu deputados na janela partidária e, agora, busca se consolidar com a ampliação da bancada no próximo pleito. "O PSL não tinha nada, arranjou meia dúzia de deputados e agora precisa crescer (para se manter vivo)", afirmou Teixeira. Conforme o Estado mostrou na quarta-feira, a nova casa de Bolsonaro registrou mais de 13,6 mil filiações em 2018, impulsionadas pela figura do presidenciável. Trata-se de número quatro vezes maior que o dos partidos adversários na disputa pelo Palácio do Planalto. Concentração Quanto aos partidos tradicionais, o motivo da diminuição de candidaturas passa por um uso mais direcionado dos recursos do fundo eleitoral. Com as regras inéditas de financiamento de campanha, as siglas apostam mais em candidaturas viáveis, com pouca abertura à renovação. É o caso do PSB, a legenda tradicional que mais reduziu o número de postulantes. A estratégia, segundo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, é concentrar os recursos em campanhas com grandes chances de vitória. "O novo fundo não facilita a renovação", afirmou ele. O PSB não tem candidatura própria à Presidência da República e não compõe nenhuma coligação, mas conta com nomes fortes em eleições regionais. "O fundo eleitoral concentra muitos recursos nos grandes. O problema dos maiores não é dinheiro, não é sobrevivência. É otimizar os cargos que já têm", afirmou Luciana Veiga. 
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