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sexta-feira, agosto 19, 2022

Qual o impacto da desvalorização das Criptomoedas no esporte

Desde o início do ano, o mercado de criptomoedas vem sofrendo com o que tem sido chamado de ‘inverno cripto‘. A desvalorização de tokens gigantes como o Bitcoin e o Ethereum, preocuparam a todos aqueles que investem no mercado ou são beneficiados de alguma forma por ele, como é o caso dos esportes.

Já a alguns anos, os criptoativos chegaram ao esporte principalmente por meio de patrocínios e investimento tendo desde então, um crescimento exponencial que causou uma verdadeira “contaminação” no mundo esportivo.

Acordos milionários com jogadores, ligas e torneios das mais variadas modalidades começaram a fazer parte do dia a dia.

Com a queda brusca das criptos após anos no topo, a tendência seria a preocupação, no entanto, segundo a Crypto.com, uma das principais exchanges do mundo, não tem por que se preocupar.

“A Crypto.com continua totalmente comprometida com seus patrocínios esportivos. Estamos bem financiados e são contratos plurianuais, que continuarão a desempenhar um papel crucial em nossa missão de acelerar a transição do mundo para a criptomoeda”, afirmou a empresa em comunicado.

A Crypto.com é responsável por um dos patrocínios no meio dos esportes mais impressionantes. A exchange fechou um acordo sobre os naming rigths do Staple Center,um dos ginásios mais famosos do mundo, lar do Los Angeles Lakers e Los Angeles Clippers, da NBA.

Durante os próximos 20 anos, a Crypto vai estampar a arena com seu nome, pela bagatela de 700 milhões de dólares, cerca de 4 bilhões de reais.

Nomes como LeBron James e Tom Brady, lendas do basquete e do futebol americano, respectivamente, fazem parte do time de patrocinados/parceria da Crypto.com.

A marca também está envolvida com a Copa do Mundo, F1 e UFC.

A responsabilidade das Criptomoedas sobre o esporte

Estando envolvida em tantas frentes no esporte de forma global, a preocupação sobre um colapso sobe quando se vê criptos como o Bitcoin cair em porcentagens consideráveis.

Bitcoin inclusive, que desde o início do ano já foi tido como “morto” diversas vezes. Mas, apesar de toda pressão em cima do assunto, a tendência é o mantimento desta colaboração.

Embora, Wall Street, principal local de negócios e transações do mundo, ainda se preocupe com os ativos ligados a criptomoedas.

Com times de futebol, por exemplo, estampando marcas e sistemas que investem na área, o risco da perda de dinheiro é grande segundo especialistas, que em casos mais graves, prevêem um colapso no meio.

Basquete pode ser esporte mais prejudicado

Além da Crypto.com, outra exchange de criptomoedas que sofreu com a queda das criptos e que pode refletir em suas parcerias, foi a FTX.

Patrocinadora oficial do Miami Heat, equipe da NBA, a FTX assim como a Crypto adquiriu os direitos do ginásio do seu parceiro.

O acordo de naming rigths será de 19 anos, com o valor pago pela marca de 135 milhões de dólares.

E a preocupação do mundo do basquete não para por aí. A Coinbase, mais uma empresa de criptomoedas, se tornou recentemente a plataforma exclusiva de cripto da NBA, WNBA e da G League, as principais ligas dos Estados Unidos.

Em franca queda a expectativa que a alguns dias foi de esperança após um leve crescimento dos ativos, volta a cair com uma nova queda brusca, que não se vê desde o colapso financeiro causado pela pandemia.

 

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