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domingo, junho 23, 2024

Caso Leandro Lo: PM tem caso de agressão contra mulher em 2020

Principal suspeito de atirar no lutador de jiu-jítsu Leandro Lo e executar o desportista, Henrique Velozo tem no currículo uma agressão a uma mulher em Caraguatatuba, no litoral paulista, em fevereiro de 2020.

O policial militar, de acordo com informações da SSP (Secretaria da Segurança Pública), teve o caso registrado como lesão corporal pela Delegacia de Caraguatatuba, além de calúnia no 2º Distrito Policial de São Sebastião, também no litoral.

“Na ocasião, as partes envolvidas na ocorrência não ofertaram representação criminal”, comunicou por meio de nota.

Há três anos, mais precisamente em 2019, o tenente idealizou um projeto da corporação, denominado Segunda Força. A proposta tinha como enredo ensinar artes marciais para o público feminino em busca da autodefesa em casos de violência doméstica.

Velozo foi condenado a cumprir nove meses em regime aberto, após passar por audiência de custódia na última segunda-feira (08). O evento aconteceu no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste da capital.

Para o juiz, ele precisaria continuar preso pela morte do lutador. Dessa maneira, o tenente foi encaminhado ao presídio Romão Gomes. Lo teve morte cerebral diagnosticada depois de ter sido baleado na cabeça pelo PM durante um show no Esporte Clube Sírio.

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