Protagonista do game tem temperamento frio e impiedoso (Foto: Divulgação)

Previsto para ser lançado em 26 de outubro, com legendas em português, o game Red Dead Redemption 2 ganhou mais detalhes de sua trama durante esta semana. A Rockstar, desenvolvedora do jogo que estará disponível para PS4 e Xbox One, revelou os principais personagens da história. O retorno de John Marston, o anti-herói da edição anterior, está confirmado.

O protagonista, desta vez, no entanto, será Arthur Morgan, pertencente à gangue de Dutch van der Linde. Ele é o homem mais competente do grupo. A empresa o descreve como um homem tranquilo, mas sem piedade.

O líder do bando é um idealista, anarquista, carismático, estudado e bem vivido. Ele adotou John Marston quando este ficou órfão. Seu melhor amigo, Hosea Matthews, é um cavalheiro e ladrão, muito inteligente, que pode sair de qualquer situação usando sua lábia. Outro personagem importante é Leopold Strauss, responsável por manter o dinheiro do bando intacto.

O amor de Dutch é Molly O’Shea, que sempre o seguiu na vida de fuga. Porém, ela demonstra sinais de cansaço com a rotina. Outro destaque é Susan Grimshaw, chefe de um acampamento, que mantém a ordem do grupo. A gangue ainda recebe Charles Smith, membro novo, que é quieto e reservado, e até o reverendo Swanson, um ex-membro da igreja que se perdeu na vida bandida.

Entrega de produtos comprados de sites internacionais pode sofrer com furtos e extravios indesejados (Foto: Divulgação)

Preço baixo e variedade são algumas das principais vantagens que fazem um consumidor brasileiro tentar importar um produto da China por meio da internet. Mas nem tudo é tão fácil, e o barato pode acabar saindo caro, como diz o velho ditado.

Segundo Almir Neves, conselheiro de tecnologia em comércio eletrônico, embora exista uma popularização das importações pela internet, principalmente por sites de venda chineses, é necessário levar em consideração alguns fatores essenciais. “Se você tem urgência em adquirir o produto não tente importar. A mercadoria precisa de no mínimo 45 dias para chegar”, argumentou.

Mas se não há urgência, existem outras questões que o consumidor deve se atentar. Segundo Edu Neves, CEO do Reclame Aqui no Brasil, é preciso verificar se o site é idôneo, cumpre com o que é prometido e se possui reclamações. “Além da demora na entrega, o produto pode ser roubado ou extraviado, e muitas vezes o lojista tem a informação de que ele chegou no Brasil, o que torna difícil uma devolução de valores. É essencial pesquisar sobre o site antes de comprar”, explicou.

Segundo Neves, muitas lojas on-line trabalham com estoque de terceiros, o que dificulta ainda mais o comércio. Outro problema é a logística reversa. “Esta logística praticamente não existe no Brasil. Se o produto chega com a cor errada ou quebrado, por exemplo, o processo de troca pode ser muito devagar e custoso”, ressaltou.

Taxas podem tornar produto mais caro

O varejista Renan Dias começou a importar produtos para o uso pessoal e até mesmo para alguns colegas, mas desistiu depois de algumas complicações. “Eu tive mais de R$ 1,6 mil em mercadorias barradas. Na hora que fui ver as taxas que tinha de pagar para retirá-las desisti”, explicou.

Ambos os especialistas ressaltaram ainda que é preciso levar todas as taxas em consideração. O site da Amazon, por exemplo, já cobra todas as taxas do cliente na hora da compra, garantindo a entrega do produto, mas em outros casos que não trabalham com a mesma política empresarial a mercadoria pode ficar presa até que o consumidor pague os impostos e as multas necessárias.

Testes de qualidade são essenciais, diz especialista

Presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, Rodrigo Bandeira Santos acrescentou que além deste tipo de problema, a diferença entre um produto importado e outro que seja vendido no Brasil está também na manutenção e no fato de que o produto vendido aqui passou por testes que se comprometam a cumprir normas de segurança e qualidade. “Pode parecer uma questão simples, mas um produto sem qualificação pode causar uma alergia, no caso de roupas, até um incêndio, quando se trata de equipamentos eletrônicos”, afirmou.

Para Bandeira, outro agravante é que as importações não favorecem o mercado nacional. “Quando você compra fora, você está aquecendo a economia de outro país”, concluiu.

 

Principal ferramenta de vídeos na internet, o YouTube oferece boas opções para estudantes (Foto: Divulgação)

É cada vez mais comum brasileiros usarem o Youtube para as mais diversas funções. Seja para ouvir música, ver notícias ou até estudar, a plataforma é acessada mensalmente por 95% da população online do País, segundo o relatório YouTube Insights. Entre os pesquisados, 79% afirmam que preferem assistir a tutoriais a ler instruções escritas.  Além disto, 31% das pessoas entrevistadas consideram o YouTube como uma fonte de aprendizado. 

Pensando nisto, professores e alunos recorrem à plataforma na preparação para vestibulares. Como é o caso da estudante Marina Munhos, de 20 anos.  Ela chegou a fazer um cursinho presencial, mas depois que descobriu o canal “Descomplica”, sua nota na redação subiu mais de cem pontos.  

“O ‘Descomplica’ até ensina técnicas de relaxamento para o vestibulando não surtar na hora da prova. Sem falar que os professores são muito bons e a abordagem que eles usam é mais divertida, o que facilita a aprendizagem”, argumentou. 

Responsáveis pelo “Vlog Mediários”, que possui 79, 8 mil inscritos no YouTube, Bianca Gabriela e Fabio Yuji, estudantes do 6º ano da Faculdade de Medicina da USP, ressaltam que hoje é difícil encontrar um vestibulando que não veja aulas pela plataforma. 

“Isto acontece porque os vídeos estão cada vez melhores. Antes, estudar apenas pela internet era considerado "loucura". Hoje é uma possibilidade real e bem razoável. Conhecemos muitos estudantes que foram aprovados em cursos concorridos e em ótimas universidades apenas utilizando recursos online”, declarou o casal de 25 anos. 

Para Tatiany Leite e Augusto Assis, do Canal “Vá ler um Livro”, com 97 mil inscritos, a dedicação que dispensam aos vestibulandos não dá retorno financeiro e, ainda, causa um desgaste psicológico. 

“Porém, quando recebemos mensagens de gente que mudou de opinião e/ou que começou a amar os livros por nossa causa, tudo se compensa. É a melhor parte do nosso trabalho. É sempre muito emocionante saber que, de alguma maneira, ajudamos pessoas dos mais distintos lugares e classes”, salientaram.  

Diferenças para uma sala de aula 

Professor de História do Brasil e Sociologia no Sistema Anglo de Ensino, Jucenir da Silva Rocha, de 64 anos, leciona em salas de aula há mais de quatro décadas. Para ele, o vídeo é um recurso rico aos estudantes, mas que não substitui a interatividade gerada por encontros presenciais. 

“A aula presencial dá mais prazer e permite uma interação muito maior entre alunos e professores. O vídeo, evidentemente, é algo mais frio. O recurso tecnológico é abrangente e veio para ficar, porém não vai acabar com a sala de aula. É um complemento que enriquece a aprendizagem”. 

Jornalista e responsável pelo Canal “Ler Antes de Morrer”, que tem 203 mil inscritos, Isabella Lubrano concorda com Rocha. “O máximo que podemos fazer é complementar o ensino de sala de aula com nossos comentários mais livres e fáceis de entender, mas não iremos jamais substituir o trabalho dos professores de Literatura, História ou qualquer outra matéria”, opinou. 

Para a estudante Marina Munhos, o estudo por meio de vídeos exige mais determinação do vestibulando. “É mais fácil se distrair em casa”, justificou

Usuária ameaça cancelar assinatura (Foto: Reprodução/Flickr)

Uma novidade na plataforma de streaming Netflix não foi muito bem recebida pelos usuários na semana passada. Isso porque a empresa começou a testar vídeos promocionais entre episódios de séries, como o Youtube implantou entre um vídeo e outro. No Reddit e no Twitter, os utilizadores reclamaram bastante.

Apesar de serem propagandas, o conteúdo mostra, por enquanto, imagens de outros títulos disponíveis na própria Netflix. Ao TechCrunch, a empresa disse que está tentando descobrir se mostrar recomendações entre episódios ajuda assinantes a descobrirem mais rápido novos programas que eles possam gostar.

Apesar das reclamações, a plataforma não informou se isso se trata de um teste ou se, de fato, a novidade deve abranger todos os usuários em breve. “É só a primeira propaganda aparecer no meu feed, que cancelo o serviço”, escreveu Neyara Barroso, no Twitter. “Daqui a pouco estamos vendo um filme e vai parar no meio só para passar anúncio”, reclamou Taís Félix.

Clientes poderão utilizar o pacote por três meses (Foto: Divulgação)

Clientes TIM que possuem o plano Controle B Plus têm até o dia 30 deste mês para ativar a degustação do pacote “Apps Redes Sociais”. Com ele é possível utilizar, sem consumir o serviço de dados, os aplicativos Facebook, Instagram e Twitter, por três meses, além de também contarem com o mesmo benefício para apps de comunicação (WhatsApp, Messenger e Telegram) e de mobilidade (Easy Taxi e Waze).

“Identificamos nos novos hábitos de consumo dos usuários o desejo pela utilização dos principais aplicativos de comunicação sem descontar da franquia de dados, o que reafirma nosso compromisso com a melhor experiência para os clientes”, afirma Gustavo Serra, gerente de Trade Marketing da TIM São Paulo.

Para começar a testar o benefício, basta ir a uma loja da operadora ou entrar em contato pelos canais de atendimento. Com o fim da degustação, o cliente poderá contratar o pacote ou optar pela oferta TIM Controle Redes Sociais.    

Apps permitem agendar horário em salões e clínicas ou levar o serviço estético até a casa da cliente (Foto: Divulgação)

Depois dos aplicativos de transporte individual e de alimentação entrarem no cotidiano dos brasileiros, chegou a vez de outro nicho começar a utilizar a tecnologia a seu favor. Trata-se do mercado da beleza, que também ganhou aplicativos que permitem solicitar um profissional da área, que vai até o (ou a) cliente, ou mesmo escolher o salão ou clínica e agendar serviços.  No Brasil, o mercado ainda engatinha, mas já existem opções bastante consolidadas que têm garantido comodidade e economia ao freguês e lucro para os profissionais e empresários.

Dois aplicativos beauty delivery que saíram na frente foram o Singu e a Faci.ly. Em ambos, o usuário informa o local, a data e o horário que necessita de atendimento, a plataforma busca um profissional e pronto: basta aguardar. Eles oferecem serviços como manicure, pedicure e depilação. O primeiro tem ainda a opção de massagem, enquanto o segundo tem no leque o design de sobrancelhas.

Se depender do histórico de seus líderes, as empresas têm bastante a crescer. Enquanto a Faci.ly é atualmente comandada por Diego Dzodan, vice-presidente do Facebook para a América Latina, o criador do Singu é Tallis Gomes, que fundou também o Easy Taxi, aplicativo que chegou a 35 países em apenas quatro anos e que, em 2017, foi adquirido pela Cabify.

Gomes, o empreendedor de apenas 31 anos e fala mansa, teve a ideia de criar o dispositivo no fim de 2015. “Eu quis ajudar os profissionais do segmento e vi que não havia nenhuma inovação neste sentido. Eles podem ganhar até três vezes mais do que se trabalhassem em um salão”, explicou.  

Faturamento turbinado 

De acordo com a manicure Elaine Cristina Geraldi, 37, uma das “artistas” do Singu, a média de faturamento mensal é de R$ 3 mil. “Eu trabalho com isso há sete anos e, com o aplicativo, há um ano e meio. Entrei porque vi um anúncio no Facebook e me surpreendi, pois eu mesma faço meus horários. Quanto mais trabalho, mais consigo faturar”, disse. Atualmente, a plataforma fica com 30% do valor pago pelos clientes e os profissionais com o restante.

Nos dois aplicativos, há processos seletivos para os profissionais que oferecerão serviços por meio das plataformas. “Temos um processo criterioso de aprovação, no qual checamos qualidade e experiência de todos os parceiros”, disse Luciano Freitas, CMO da Faci.ly.

Na outra ponta do negócio, a relações públicas Fernanda Fernandes, de 32 anos, moradora do Itaim, é cliente “de carteirinha” da tecnologia. “Uso há pouco menos de dois anos. Uma amiga minha me indicou e eu não larguei mais. Posso marcar, por exemplo, um atendimento de domingo, coisa que no salão é mais difícil”, afirmou. E o melhor, segundo ela, é que o preço costuma ser menor do que o encontrado nos estabelecimentos físicos. 

Agendamento em salões pelo celular é tendência

Outros aplicativos que têm pouca concorrência no mercado de beleza são o Trinks.com e o Beauty Date. A proposta destes é de agendar atendimento nos próprios salões e ainda oferecer um software para os empresários gerirem seus estabelecimentos.

O Trinks.com foi pensado por Carina Gewerc. “Ele surgiu de uma necessidade pessoal. Eu viajei para Goiânia, em 2011, e tive muitas dificuldades em conseguir agendamento. Quando voltei, pensei que o setor precisava de uma mudança com inovação”, argumentou. Só no Estado de São Paulo, já são quase 8 mil estabelecimentos de beleza cadastrados. Para os consumidores, o aplicativo é gratuito e está disponível no Sistema Android e iOS.

Já o Beauty Date, criado pelos jovens curitibanos Giovanni Bonetti, Fabrizzio Zampieri e Alexandre Kleis, recebeu um investimento de R$ 28 milhões do Valor Capital Group, em 2016, para começar a operar.

Serviço

Singu – Atendimento todos os dias, das 7h às 19h,

na Grande São Paulo e no Rio de Janeiro.

Faci.ly – Atendimento todos os dias, das 8h às 20h,

na cidade de São Paulo.

Trinks.com – Horários de atendimento dos salões de beleza. Presente em todo o território nacional. 

Beauty Date – Horários de atendimento dos salões de beleza. Presente nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Santa Catarina, Pernambuco, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Maranhão, Paraíba, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Alagoas, Espírito Santo, Ceará, Rondônia, Mato Grosso, Piauí, Sergipe, Pará, Tocantins, Roraima e Amapá.

Lei obriga sites a informarem se armazenam dados pessoais (Foto: Cecilia Bastos/USP Imagens)

Publicada na quinta-feira, 16, no Diário Oficial, a Lei de Proteção de Dados Pessoais, sancionada no dia anterior pelo presidente Michel Temer (MDB), é um avanço importante para o Direito Digital, segundo especialistas escutados pelo Metrô News. O texto obriga empresas a terem maior zelo no tratamento de dados pessoais, inclusive na internet.

O Brasil era um dos poucos países do mundo que não tinha uma legislação semelhante. “Os dados se tornaram valiosos”, explicou Marcelo Chiavassa de Mello Paula Lima, professor de Direito Digital da Universidade Presbiteriana Mackenzie Campinas.

O nome completo, os números do CPF ou do RG, ou até mesmo o endereço de uma pessoa, se tornaram "ouro" tanto para empresas de publicidade – que podem saber, por exemplo, quais são os seus costumes de navegação -, quanto para criminosos, já que estes podem planejar e aplicar golpes com mais facilidade.

E foi justamente para isso que a lei foi criada, segundo o engenheiro da computação João Carlos Lopes Fernandes, professor do Instituto Mauá de Tecnologia. “Muitas empresas vendem os dados pessoais dos cadastrados e, com o novo texto, isso é proibido sem que haja estrita autorização deles”, afirmou o especialista. “Essa lei vem para regulamentar onde nossos dados andam e é muito positiva”, completou Lima.

Uso ou venda de dados: só com consentimento

A lei determina que o uso ou venda de dados pessoais só pode ser feito com consentimento do titular. As empresas têm, agora, um ano e meio para se adequarem às novas regras. O presidente Temer vetou a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) por vício de iniciativa, já que cabe ao Executivo propor essa concepção.

Outros pontos de interesse que passaram por mudança são: o uso de dados de menores de idade só pode ser feito com consentimento dos pais; ao término de uma relação, a empresa deve apagar os dados pessoais de seu antigo cliente; e os titulares das informações poderão corrigir dados que estejam com empresas.

Os valores de multas para empresas que descumprirem a legislação vão até 2% do faturamento da empresa, limitados a R$ 50 milhões por infração. “Teremos maior segurança na coleta de informações e menor risco de vazamentos”, concluiu Fernandes

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