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Qua, Nov

Passo a Passo – Tutorial mostra como criar a sua própria figurinha (Foto: Reprodução)

O WhatsApp lançou, na semana passada, uma nova função em seu mensageiro: a possibilidade de enviar figurinhas, os “stickers”, para os contatos. Essa funcionalidade já estava presente há tempos em seu principal concorrente, o Telegram, e remete aos tempos do antigo MSN, em que também era possível encaminhar as figuras.

Com a novidade, outros aplicativos se aproveitaram do momento para dar espaço para usuários personalizarem suas figurinhas. A criação de “stickers” é bem simples. São duas opções: baixar imagens prontas na internet, sem fundo, ou recortar uma foto para que ela se enquadre nos padrões.

Basta acessar o Google Play, em celulares com Android, e fazer o download do app “Apagador de fundos”. Com ele instalado, clique em “load a photo”, conceda a permissão necessária e escolha a imagem. Em “crop”, recorte o máximo possível a área em que a imagem desejada aparece. Com a ferramenta “manual”, apague com cuidado o fundo da foto.

Depois de salvar a figura sem fundo, basta baixar e instalar o “Personal Stickers for WhatsApp”, procurar o recorte na memória interna do aparelho e clicar em “add”. Ao acessar o mensageiro, as imagens já aparecerão na tela de figurinhas e podem ser encaminhadas aos contatos.

Internet oferece uma série de opções para complementação dos conteúdos a serem aprendidos (Foto: Divulgação)

O uso da tecnologia nos estudos relativamente não é novo. Desde o começo dos anos 2000, quando o Ensino a Distância (EAD) se aliou à internet, o número de cursos oferecidos e de alunos cresce cada vez mais. E para quem está se preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e vestibulares, plataformas como o YouTube se tornaram parte da rotina.

É o caso da estudante Marcella Munhos, 18, que utiliza tanto ferramentas gratuitas quanto o Descomplica para treinar seus conhecimentos. “Eu assisto o DGP Mundo [canal voltado à Geografia] e o Se Liga Nessa História”, contou. Segundo ela, é possível adquirir conhecimentos que a escola ensina superficialmente. “Fico de duas a três horas por dia estudando”, disse.

De acordo com o coordenador pedagógico do cursinho on-line Descomplica, Eduardo Valladares, a ideia de criar a plataforma surgiu em 2011. “No Brasil, só entrava em universidade pública quem tinha dinheiro para pagar cursinho caro. Hoje, nossa proposta é oferecer conteúdo de qualidade para todos a um preço muito barato, independentemente de onde a pessoa esteja”, afirmou. A mensalidade do Descomplica é de R$ 19,90.

No caso do canal Redação e Gramática Zica, o conteúdo é totalmente gratuito pelo YouTube. Há também uma plataforma paga, mas a professora Pamella Brandão, conhecida como Pamba, criadora da ferramenta, disse que seu objetivo é democratizar o conhecimento. “Oferecemos uma qualidade bacana, não podemos perder essa essência. Pessoas que não teriam condições de ter acesso a cursos presenciais podem entrar no YouTube e ver as aulas, não ficam restritas”, concluiu.

Jogo estimula competição pela aprendizagem

Visando se aproximar mais do cotidiano dos adolescentes, o Grupo Ser Educacional também entrou na onda da tecnologia no preparo para o Enem. Neste caso, o conteúdo é apresentado via game, chamado Desafie-me, disponível gratuitamente para Android. A diretora acadêmica da instituição, Simone Bergamo, contou que a ideia de competição também é importante na aprendizagem. “Dá motivação, desperta interesse e o estudo se torna algo natural”, comentou a especialista.

Confira algumas ferramentas para estudar on-line

Descomplica (mensalidade de R$ 12,90) - http://bit.ly/2DbuLht

Redação e Gramática Zica - http://bit.ly/2Q3Pc2N

Blog do Enem - http://bit.ly/2DaKKMD

Desafie-me - http://bit.ly/2P0d3E7

A mã de Duda incentiva e supervisona o canal da filha (Foto: Divulgação)

As crianças trocaram os programas matinais de desenho pela telinha do computador para assistir aos influenciadores digitais, os famosos youtubers. O resultado não poderia ser outro: a influência deste novo universo faz com que as crianças cada vez mais se fascinem com o que pode ser considerado uma das mais novas profissões da era moderna.

Diante deste fato, muitos pais e mães têm se perguntado: “Como devo agir?”, “Devo ajudar meu filho?”, “Não é perigoso ele se expor nas redes?” e “Por que será que ele quer se tornar youtuber?”.

O pequeno Felipe Bacelar Arrais pode esclarecer parte das dúvidas. Aos seis anos, ele sonha em ter seu próprio canal para divulgar informações sobre seus brinquedos, mas o brilho dos olhos dele também revela uma pequena ambição: “Quero ser youtuber para ficar famoso e ganhar bastante dinheiro”, contou.

Felipe gosta tanto das câmeras que já gravou um vídeo para o programa "Mulheres", da TV Gazeta

Segundo a pedagoga Patrícia Bertachini Bissett, as crianças são imediatistas, o que as leva a pensar que ser um youtuber é algo fácil. “Os pais precisam conversar e mostrar para as crianças que ser youtuber é um trabalho, vai ter que estudar muito, se dedicar, ler muito, ficar por dentro de tudo”, explicou a professora.

Já o psicólogo Mario Alberto dos Santos Xavier afirmou que o desejo de se tornar youtuber é similar ao das gerações anteriores, por exemplo, de ser jogador de futebol. Ele disse, também, que muitos pais nem sabem o que quer dizer esta palavra. “A gente tem uma lacuna em questão de faixa etária e um conflito de idade, de gerações. O pai cresceu formado em outro contexto. Joje, se você colocar um celular na mão de uma criança, ela já sai teclando. O pai, muitas vezes, não tem acesso ao universo que o filho tem e fica muito receoso”, explicou. Para ele, uma grande sacada dos pais é, antes da negada, ouvir o filho. “O diálogo é fundamental”, ressaltou.

Em seu canal, Duda mostra toda a sua habilidade com trabalhos manuais e dá dicas para outras crianças

Foi isso que a mãe da Maria Eduarda Paioli, de 5 anos, decidiu fazer com a garota. Graziela Paioli, 32 anos, decidiu apoiar Duda, como chama a filha. “Acho que com 5 anos não dá para medir se realmente ela vai fazer isso da vida. Mas ela, de fato, é uma criança extremamente extrovertida. Ela ainda não tem maturidade para ver certas coisas, então aqui em casa tudo é bem supervisionado”, contou a mãe.

Piscina de bolinhas também é uma alternativa para tirar as crianças das "telas" (Foto: Arquivo pessoal)

O acesso à internet já é possível para 116 milhões de brasileiros, segundo dados divulgados pelo IBGE em fevereiro deste ano. Com 64, 7% da população online, as crianças entram no “mundo tecnológico” cada vez mais cedo.

Professora de Ensino Fundamental I na rede pública estadual de São Paulo, Sheila Pio Fávero afirmou que muitos de seus alunos, com 8 e 9 anos de idade, já possuem celulares com conexão à internet.

“Procuro mostrar a eles brincadeiras tradicionais, como amarelinha, jogo da velha, pega-pega, esconde-esconde, rouba bandeira, telefone sem fio, passa-anel e cantigas de roda. Um dia destes fiquei assustada porque alguns deles não conheciam a música Ciranda, cirandinha”, afirmou a professora, que já vê seu esforço dar alguns resultados. “Os alunos curtem quando falo destas brincadeiras mais antigas. Eles interagem bem. Brincam”, avaliou.

Para a pedagoga Gabrielle Garcia, a tecnologia é uma boa aliada no processo do desenvolvimento infantil, desde que não haja exageros. “As crianças acabam se socializando menos. Para evitar isto, proponho formação de rodas em que elas possam interagir umas com as outras. Desta forma, os alunos também lidam melhor com seus conflitos internos”, pontou.

Gabrielle também destacou a importância de um ambiente propício para a interação entre as crianças. “Na escola onde leciono, na hora do intervalo, os alunos compartilham brinquedos e usam o pátio para brincadeiras que exigem mais espaço. Tudo isto permite uma maior socialização”, completou.

Pais também se preocupam em casa

O funcionário público André Assao Hijo, pai de Mariana Miki Hijo, de 1 ano e 3 meses, afirmou que evita usar o celular perto de sua filha. “Não adianta eu falar para ela que é errado ficar grudado no aparelho e não largá-lo. Tenho que dar o exemplo. Sempre que pegava o celular, ela queria ver o que estava fazendo. Agora, no tempo em que ficamos juntos, tento interagir por meio de suas brincadeiras. Brincamos de bola também”, disse.

Já a financeira Luana Oliveira limita o tempo que sua filha Heloísa, de 5 anos, fica com o celular. “De 30 minutos a uma hora para desenhos e novelas infantis, como Carrossel e Chiquititas. Para aplicativos educacionais, deixamos mais de uma hora. Além disto, mostramos brincadeiras tradicionais. Brincamos de casinha, pega-pega, esconde-esconde, futebol, entre outras coisas”, salientou. 

 

Além de lançar nova ferramenta, FAM aumentou número de cursos EAD (Foto: USP Imagens/Fotos Públicas)

A FAM - Centro Universitário das Américas está com uma plataforma nova para os cursos EAD. Com a proposta de uma metodologia mais dinâmica, foi lançada a FAM Online. A plataforma de educação a distância da FAM Online possibilita aos alunos mais interação e aprendizado. E foi pensada para que o aluno fique mais próximo e se envolva com as atividades.

A nova ferramenta possibilita que o estudante tenha aula ao vivo, acompanhe aos fóruns e discussões, além de acesso ao material complementar como a biblioteca virtual.

Nessa nova plataforma, o estudante tem mais ferramentas, que proporciona um maior engajamento e, desta forma, possibilita um maior aprendizado e, consequentemente, maior sucesso acadêmico ao estar mais online. Dentre o novo organograma que foi implementado na FAM Online está o departamento de Tecnologia Educacional. Nele, um núcleo Analytics foi construído especialmente para analisar todos os dados com o propósito de fornecer aos gestores da FAM Online dados para a tomada de decisão, como o engajamento das atividades, acesso à plataforma, etc.

“Nesse novo sistema, o professor consegue dar mais atenção ao aluno, ele sabe mensurar a dificuldade de cada um. Antes era uma metodologia mais engessada, o aluno tinha o material, baixava e respondia as questões, quando tinha dúvida o tutor a tirava, agora haverá mais interação”, explica o professor Rogério Bandeira, que é também o Pró-Reitor de EAD da FAM Online e responsável pelo novo projeto.


A FAM Online aumentou o número de cursos de graduação de cinco para sete. Também foram criados seis cursos de pós-graduação ainda em 2018. Para 2019, a instituição lançará ainda mais cursos de graduação e pós-graduação. O ambiente virtual de aprendizagem que a FAM Online passa a utilizar é a mesma plataforma que as melhores universidades do mundo usam. 

“Nosso principal desafio é proporcionar uma excelente experiência aos nossos alunos, com alto grau de aprendizagem. Isso só irá acontecer se os alunos estiverem online, participativos, presentes em todos os momentos do curso. E o melhor indicativo que estamos cumprindo nossa missão será quando o aluno preferir entrar na nossa plataforma antes de qualquer outra rede social”, conclui.

A FAM Online é pautada em quatro pilares:

Tecnologia de Ponta: mesma tecnologia usada nas maiores universidades do mundo;
Ensino Humanizado: professores reais à disposição dos alunos, por meio de chats, fóruns aulas ao vivo.
Aulas ao Vivo: possibilidade de acompanhar a classe direto de casa ou de onde o aluno estiver; 
Economia e Conforto: flexibilidade para estudar onde quiser, sem precisar se deslocar até a faculdade, e preços acessíveis.

Mais informações acesse o site www.vemprafam.com.br

Publicitária chegou uma hora antes do previsto no Metrô Armênia (Foto: Reprodução/Facebook)

Clientes da operadora TIM, em sua grande maioria usuários de iPhone, acordaram uma hora mais cedo ontem. Isso porque os aparelhos adiantaram o relógio para o horário de verão, que só começa em novembro, sem qualquer explicação.

Pelo Twitter, vários usuários reclamaram por ter perdido uma hora de sono no retorno do feriado. A empresa informou que “alguns modelos de smartphones tiveram o relógio adiantado erroneamente em uma hora por uma ocorrência de sistema. As ações corretivas já foram tomadas para a normalização do relógio”. A TIM, também em nota, lamentou o ocorrido e pediu desculpas aos seus clientes pelo inconveniente.

Durante o programa Encontro com Fátima Bernardes,  a garota-propaganda da empresa Ludmilla também reclamou do problema. “Achei que era pegadinha”, disse, ao vivo. Questionada pelo Metrô News, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não respondeu. Ao G1, a assessoria de imprensa informou que “o tema não é objeto de regulamentação” e orientou os consumidores a entrarem em contato com a prestadora.

A publicitária Thais Cavalcante contou que normalmente acorda às 4h30. “Estranhei pegar um ônibus com motorista diferente, mas só fui perceber a confusão na Armênia”, disse. Isso porque ela questionou uma senhora se o transporte das 6h já tinha saído da estação. “Ela me disse que eram 4h57 e eu fiquei sem entender nada”, contou.

Adiamento para depois do Enem

No ano passado, o horário de verão começou justamente em 15 de outubro, o que pode explicar a confusão. Em 2018, o período foi adiado para o próximo mês: o início acontecerá em 4 de novembro.

Aparelhos são à prova d'água e possuem identificação facial (Foto: Divulgação)

Os fãs da Apple já têm data definida para investir suas economias. No próximo dia 26 de outubro começam a ser vendidos, nos Estados Unidos, os novos modelos XS, XS Max e XR do iPhone, conforme anunciado no mês passado.

Os novos equipamentos telefônicos são todos à prova d’água, contam com identificação facial e trazem a tela infinita, praticamente sem borda, similar ao iPhone X, uma espécie de modelo de luxo do aparelho.

O XS terá tela de 5,8 polegadas e o XS Max de 6,5 polegadas, ambas com modelo Oled. Os smartphones terão ainda um processor A12 Bionic, com capacidade de processar, segundo a emrpesa, 5 trilhões de operações por minuto, enquanto seu antecessor, o A11 Bionic, processava até 600 bilhões por minuto. Os custos destes aparelhos nos EUA são, respectivamente, de US$ 999 e US$ 1099, ou seja, no Brasil, ambos os aparelhos devem custar mais de R$ 4 mil.

Já o XR será uma versão econômica, com tela LCD, e deve chegar ao mercado americano por US$ 749. Os dois aparelhos mais caros já foram homologados na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). 

Os fãs da Apple já têm data definida para investir suas economias. No próximo dia 26 de outubro começam a ser vendidos, nos Estados Unidos, os novos modelos XS, XS Max e XR do iPhone, conforme anunciado no mês passado.

Os novos equipamentos telefônicos são todos à prova d’água, contam com identificação facial e trazem a tela infinita, praticamente sem borda, similar ao iPhone X, uma espécie de modelo de luxo do aparelho.

O XS terá tela de 5,8 polegadas e o XS Max de 6,5 polegadas, ambas com modelo Oled. Os smartphones terão ainda um processor A12 Bionic, com capacidade de processar, segundo a emrpesa, 5 trilhões de operações por minuto, enquanto seu antecessor, o A11 Bionic, processava até 600 bilhões por minuto. Os custos destes aparelhos nos EUA são, respectivamente, de US$ 999 e US$ 1099, ou seja, no Brasil, ambos os aparelhos devem custar mais de R$ 4 mil.

Já o XR será uma versão econômica, com tela LCD, e deve chegar ao mercado americano por US$ 749. Os dois aparelhos mais caros já foram homologados na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). 

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