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Seg, Nov

Neste projeto assinado pela arquiteta Juliana Freitas, da JF Arquitetos, a cor amarelo açafrão dá personalidade ao lavabo (Foto: Divulgação)

Imóveis

Se você está pensando em mudar o seu ambiente residencial ou corporativo, mas está sem ideias e por fora das atuais tendências, o Metrô News mostra dicas de especialistas para a criação do seu espaço.

Confira as sugestões da arquiteta Juliana Freitas, da JF Arquitetos, e da designer de interiores Lu Boschi. Depois é só escolher as que se adequam melhor ao seu imóvel e à sua personalidade. 

Paleta de cores

Segundo Juliana, atualmente, as principais cores utilizadas pelos designs são azul marinho, vinho, verde petróleo, amarelo açafrão e rosa claro.  “Todas estas cores se reportam aos estudos de Le Corbusier, que são sofisticados e ousados para a época, entre os anos 30 e 60. É uma paleta de 63 tons, que vão do escuro ao claro, pensados para ter harmonia quando usados em conjunto”, pontuou a especialista.

Móveis e objetos retrô

A arquiteta destacou que além das cores, objetos e mármores também remetem aos estudos de Le Corbusier. “O resgate das ideias e padrões estão em alta. Hoje, fazemos uma releitura inspirada no século passado, com uma enorme variedade de formas e uma linguagem moderna”, explicou.

Combinação de estampas e texturas

Juliana também afirmou que muitas pessoas têm combinado as estampas dos móveis com o revestimento das paredes. “O que mais temos visto são aplicações de cores em tecidos e em superfícies de madeira, sempre mesclando as diversas variações num mesmo cômodo”, salientou a arquiteta.

Quarto assinado pela designer Lu Boschi- na parede foram aplicados rodameios que são sustentáveis e fáceis de aplicar (Foto: Livia Conti/Divulgação)

A ideia do “fatto a mano”

De acordo com a designer de interiores Lu Boschi, o conceito de objetos e móveis feitos à mão ou, em italiano, “fatto a mano”, também está em alta. “Foi muito visto nos últimos anos na feira de Milão. Tem o princípio de reaproveitar objetos e materiais existentes, transformando-os em novas peças”, afirmou.

Estilo industrial e tijolinhos expostos

Para Lu Boschi, o estilo industrial já é bastante utilizado há alguns anos e assim continuará. “Pode-se, por exemplo, usar canos de PVC retirados de uma obra e fazer uma luminária. A design também apostou que os tijolinhos expostos continuarão como uma tendência. “Os tons terrosos virão com tudo em 2019. Muitas vezes, basta descascarmos uma parede para encontrar embaixo, esquecidos, lindos tijolinhos”, finalizou.

 

 

 

 

 

 

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Morar em uma casa que possua seu estilo pode ser mais barato do que se imagina (Foto JF Arquitetos/ Divulgação)

Imóveis

Com a atual situação econômica do País, cada centavo economizado na hora de construir ou reformar uma casa pode fazer uma grande diferença no final do mês. Por isto, o Metrô News ouviu especialistas para reunir dicas aos leitores que estão dispostos a realizar obras em seus imóveis ou, até mesmo, iniciar uma construção do zero.

1 –Sempre procure um profissional

É comum as pessoas recorrerem àquele conhecido que “faz tudo” e cobra um valor menor em relação ao mercado para realizar serviços relativamente simples. Mas esta nem sempre é a melhor opção, como avaliou o engenheiro civil Samuel Nascimento, da empresa R. Nascimento Construtora e Empreendimentos Ltda.

 “O barato sai caro e ninguém faz milagre.  É sempre bom fazer cotações e buscar informações sobre o profissional para evitar dores de cabeça no futuro. O serviço mais barato é o serviço que é concluído com qualidade e no prazo combinado”, argumentou.

 2 – Não tenha preguiça de fazer cotação

 Construções e reformas sempre geram impactos, por menor que seja o serviço. Então é importante se dedicar com atenção a todas as etapas do processo.

 Às vezes, por comodidade, as pessoas compram materiais em uma loja mais próxima, sem levar em consideração o preço. De acordo com o docente do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNG – SP, Evandro Pereira da Silva, isto é um erro.

 “As cotações e negociações devem ser realizadas junto a vários fornecedores, a fim de se obter os melhores preços, qualidade, prazos e taxas de entrega. Geralmente, no final de cada semestre, o consumidor consegue descontos maiores”, alertou.

Para a arquiteta Juliana Nogueira Freitas, do escritório JF Arquitetos, o cliente, sempre que possível, deve evitar intermediários na hora de comprar materiais.

“É muito importante saber se as empresas consultadas estão orçando o mesmo produto, com a mesma qualidade. Essa negociação final é o cliente quem deve fazer diretamente com os fornecedores”.

Sempre procure profissionais. O barato, muitas vezes, sai caro (Foto: JF Arquitetos/Divulgação)

 3 – Evite desperdícios

 Segundo o professor Evandro Pereira da Silva, o desperdício sempre foi o “calcanhar de Aquiles” na construção civil. “Vale a estratégia de solicitar a lista de materiais necessários à atividade e o tempo em que se pretende utilizar, pois alguns se deterioram quando armazenados de forma incorreta, como o cimento tipo Portland”, pontou.

 4 – Cuidado com as condições climáticas

Com as nocivas intervenções humanas no meio ambiente, é cada vez mais difícil fazer uma previsão do tempo com precisão. No entanto, apesar desta imprevisibilidade, ainda é seguro dizer que o período de dezembro a março é o mais chuvoso no Brasil.

“Chove praticamente todos os dias nestes meses. Se a obra for externa, a chance de haver atrasos é maior. Agora se o trabalho for em uma área interna, as precipitações não interferem em nada”, analisou o arquiteto Caio Milan.

 5 – Preocupe-se com o design interior

Morar em um imóvel aconchegante e que tenha a sua cara pode ser mais barato do que se imagina. Há incontáveis opções para se mudar completamente um ambiente sem que haja gastos excessivos.

“Uma das opções para transformar totalmente o espaço é o papel de parede, com diferentes cores e texturas. Com certeza, é uma boa saída e com forte poder estético. Outra opção mais econômica é a pintura, que apesar de ser uma ideia simples e mais convencional, pode-se obter um resultado diferenciado”, disse a arquiteta Juliana Nogueira Freitas.

Outra alternativa apontada por Juliana é a utilização de espelhos nas paredes. “Salas pequenas ficam amplas e espaços escuros ficam mais leves. Deve-se tomar cuidado em dois pontos: o primeiro é a qualidade do material, pois corre o risco de a imagem ficar distorcida caso a fabricação seja ruim. Outro ponto é a utilização em excesso, pois pode estragar o ambiente, deixando-o desconfortável”, destacou.

Para Ali Mohamed Arabi, da BY Arabi Móveis Planejados, escolher o piso certo e comprar alguns adereços para a casa são medidas que também fazem toda a diferença.

“Existem diversas maneiras e produtos de baixo custo que destacam o ambiente: quadros, almofadas, revestimentos, um piso adequado e artigos exclusivamente decorativos. Estes itens vão fazer com que sua casa seja única e sem que seja necessário um alto investimento para tal”.

 

 

 

 

 

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