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Sex, Nov

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Mais presente entre o público masculino, a alopecia androgenética – popularmente conhecida como calvície – pode atingir homens e mulheres de diferentes faixas etárias. Dados da academia Americana de Dermatologia apontam que, em âmbito mundial, cerca de 2 bilhões de pessoas convivem com o problema, que é ocasionado por fatores genéticos, hormonais e hereditários. Outro levantamento sobre o tema ressalta que, por ano, mais de US$ 3,5 milhões são gastos em busca de soluções para o assunto. No Brasil, a alopecia androgenética faz parte do cotidiano de mais de 25 milhões de homens. O processo se inicia ainda na adolescência, junto com o despontar dos hormônios e costuma ficar mais evidente na faixa dos 25-30 anos. Neste caso, os fios vão ficando cada vez mais finos até, finalmente, caírem. Nos homens, a queda ocorre com maior frequência na região frontal e na coroa. Já nas mulheres a parte central da cabeça é a mais atingida. “O maior determinante da calvície é a predisposição genética, a herança familiar. Um estudo dos fios de cabelo, tricologia, é sugerido para quem tem parentes de primeiro grau com calvície. O quanto antes o problema for percebido, melhor. Por isso, a indicação é procurar o dermatologista para um tratamento precoce”, afirma Karine Simone, dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Laser e microagulhamento ajudam no tratamento Se a calvície é uma preocupação, os muitos tratamentos são uma esperança. A médica Karine Simone, da SBD, explica que os métodos mais efetivos consistem na associação de comprimidos, como a finasterida, com o minoxidil tópico e a intradermoterapia. “Na intradermoterapia é feita a aplicação direta no couro cabeludo de substâncias que bloqueiam a queda e estimulam o crescimento. Os ativos são aplicados através de pequenas agulhas próximo aos folículos pilosos”, descreve a especialista, que ressalta que o procedimento é feito por dermatologistas quinzenalmente, com tempo de aplicação de 20 a 30 minutos. Dentre as inovações, em termos de tratamento, encontram-se também as novas vias de aplicação – como laser e microagulhamento – e novos recursos terapêuticos. Em 2016, uma das novidades sobre o assunto foi o surgimento do smo4554, desenvolvido pela startup Samumed, de San Diego (EUA). Ainda em estudo, a substância, de acordo com a empresa, pode, se utilizada devidamente, melhorar a qualidade dos fios e recuperar o bulbo capilar. Já o minoxidil, que tem como característica principal fortalecer os fios, também pode ganhar novas formas terapêuticas. Hoje receitado como uso tópico, já existem estudos com a versão oral, que tem apresentado bons resultados.   Implante deve ser aliado no combate à perda capilar Bastante procurado, o implante é a solução vista por muitas pessoas para combater a calvície. Contudo, para que o procedimento tenha o resultado adequado, é necessário, primeiramente, avaliar se o paciente possui uma boa área doadora de fios. Além disso, vale lembrar que, após o implante, é primordial que se continue o tratamento clínico. “Os fios que foram implantados vão permanecer sem afinar. Porém, é necessário cuidar dos outros, para que eles não afinem e acabem sofrendo o processo de queda. O implante é um complemento ao tratamento clínico”, conclui Dra. Bruna Duque Estrada, da SBD. Mulheres e calvície Apesar de serem acometidas em menor número, as mulheres também podem sofrer com a calvície. Segundo a Dra. Karine Simone, dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), cerca de 25% das mulheres ficarão calvas após os 65 anos. Isso não quer dizer que mulheres jovens não sofram com o problema. “Existem mulheres calvas aos 20 anos”, afirma a médica, que ressalta que o tratamento para uma mulher em idade fértil não é o mesmo dado para uma mulher acima de 50 anos. Por conta disso, cada caso deve ser avaliado de forma particular. A principal diferença no tratamento da calvície feminina em relação à masculina está na dose dos medicamentos e principalmente na idade do paciente. “A feminina não segue o padrão de entradas. Ela começa no topo de forma mais difusa e mantém uma linha fechada. Geralmente, aparece mais tardiamente, no período da menopausa, e o tratamento costuma ser mais eficaz nos homens do que nas mulheres. O minoxidil é um ótimo tratamento tópico”, diz a Dra. Bruna Duque Estrada, coordenadora do Departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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"Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo?", questionou Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos - não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC). O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é "praticamente de escravidão" e questionou a qualidade dos serviços prestados. "Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano", disse Bolsonaro. O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. "O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas", resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos. O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. "Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte", afirmou.

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.
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Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

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O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

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Osasco Brazil Principalmente nuvem (dia), 21 °C
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75%     37.0 km/h     31.016 atm
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