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A cantora Daniela Mercury é uma das principais atrações nos blocos de SP (Foto: SECOM Salvador)

Cidade

A programação para o carnaval de rua na capital paulista traz, neste final de semana, 97 blocos oficiais (57 no sábado e 40 no domingo), segundo a prefeitura. Entre as principais atrações estão as cantoras Daniela Mercury, Cláudia Leitte, Gilmelândia e a Banda Falamansa.

No sábado, o ritmo de axé de Cláudia Leitte arrasta uma multidão estimada em 100 mil pessoas na Avenida 23 de Maio, a partir do meio-dia, da altura do Viaduto Santa Generosa até o Viaduto Pedroso. O uso da 23 de Maio para o circuito de carnaval é novidade neste ano, tendo reunido, entre domingo (11) e terça-feira (13), 2,6 milhões de pessoas em sete desfiles apenas nesta via.

No mesmo local, terá o Navio Pirata do Baiana System, trio elétrico que se apresenta pela primeira vez fora de Salvador, às 13h. O grupo usa a guitarra baiana na mistura de ritmos de afro-latinos como frevo, samba-reggae, pagode, groove arrastado, ijexá, kuduro, bass music e cumbia. São esperados até 50 mil foliões.

Em Pinheiros, bairro que concentra grande número de blocos, a Banda Falamansa leva o rastapé para um público estimado em 100 mil pessoas na Avenida Faria Lima, às 14h. O Bloco vai tocar os maiores sucessos do grupo, além de frevo e xote. No Largo da Batata, está programado o Bloco Xuca Feita, que tocará música POP e brasilidades, com blocos do Apego, DRE, Kaia na Gandaia, Se Joga, Desliga e Vem, Medpholia e Te Amo, Mas Só Como Amigo.

Domingo é dia do Bloco Pipoca da Rainha, com a cantora Daniela Mercury, que se apresenta na Rua da Consolação às 15h. A expectativa de público é 100 mil pessoas. Na Faria Lima, a cantora Gilmelândia anima o Bloco Se Te Pego, Não Te Largo às 14h. A Orquestra Voadora levará a fanfarra com mistura de ritmos como rock, funk, pop, jazz, frevo, samba e maracatu para a Praça da Republica, no centro. O coletivo de artistas deve atrair até 50 mil foliões.

Balanço

Desde o pré-carnaval, cerca de 9 milhões de pessoas se divertiram nos 387 blocos de rua de São Paulo. Apenas entre sábado (10) e terça-feira (13), o público foi estimado em 5,1 milhões de pessoas. Segundo pesquisa encomendada pela prefeitura, 35,3% dos foliões participaram, este ano, do carnaval paulistano pela primeira vez.

A organização dos eventos estava melhor do que no ano passado para 70% dos entrevistados. Aproximadamente 34% dos foliões eram de fora da capital paulista, um aumento de 66% em relação ao ano passado. Do total, 88,6% afirmaram que a prefeitura deve continuar apoiando o carnaval de rua da cidade.

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Foto: Eduardo Ogata / SECOM

Economia

Muitos dizem que o ano só começa depois do Carnaval, mas o que muitos não sabem é que, mesmo na Capital, o evento é responsável por movimentar milhões na economia. Este ano, segundo a São Paulo Turismo (SPTuris), as atrações do Sambódromo e do Carnaval de Rua devem movimentar R$ 500 milhões na cidade.

No ano passado, a festa injetou R$ 464 milhões, o que mostra uma espectativa de crescimento de 8% para 2018. Segundo a jornalista Bruna Antunes, que acompanha os blocos desde 2016, muita coisa mudou no Carnaval. Ela e o noivo Shelton Chagas estão em fase de economia para o casamento, portanto, vão curtir as atrações locais. “A gente aproveita para reunir os amigos e conhecer artistas que fazem poucos shows gratuitos, como é o caso do Alceu Valença e da Elba Ramalho”, contou.

Levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), aponta que cada brasileiro gasta, em média, R$ 847,35, valor que sobe para R$ 969,10 entre os homens e para R$ 1.185,42 entre as pessoas das classes A e B.

“É necessário estabelecer um limite para os gastos e planejá-los com antecedência”, orientou o educador financeiro José Vignoli.

Multidão no carnaval

Apresentadora criticou Daniela Mercury e elogiou Ivete Sangalo (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

A apresentadora Mara Maravilha alfinetou a cantora Daniela Mercury em entrevista ao canal de YouTube "Pingue-Pongue com Bonfá". "Tem uma cantora da Bahia... Ingrata, né... Quando eu fazia programa aqui, minha mãe vivia colocando ela, pedindo pro diretor colocar ela... Aí um dia ela encontrou comigo e fez que não me conheceu", relatou. Questionada sobre quem seria a pessoa, respondeu de forma indireta: "Uma Mercury aí qualquer."

Na sequência, Mara ainda fez questão de citar o comportamento de Ivete Sangalo, outra cantora baiana. "A Ivete foi, e (eu) nem lembrava que um dia apresentei a Ivete no meu programa lá na TV Itapoan. A Ivete falou: 'Foi Mara que me apresentou e mandou eu cantar a música de Nikka Costa'. Aí ela falou que mandei ela cantar, chorar, se jogar no chão. Que falei: 'Não, você vai ganhar, também. A outra já ganhou e você vai ganhar'. Todo mundo tem que ganhar, né?"

"Enquanto umas são ingratas, outras vão e lembram coisas que a gente nem lembra, tá entendendo como a vida é? Tudo que você faz um dia volta pra você", encerrou.

Martinho da Vila é um dos artistas retratados por Elifas Andreato (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

O Estação Cultura, espaço expositivo da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo localizado na sede do órgão (Rua Mauá, 51 – Luz), apresenta a exposição “Elifas Andreato - A Arte Negra na Cultura Brasileira”. A mostra traz doze obras do artista e reforça a importância do Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Ela fica em cartaz até o dia 29 de março e tem entrada gratuita.

A exposição, com curadoria do próprio artista e de seu filho, Bento Andreato, traz obras que representam o papel do negro na sociedade por meio da arte e da cultura. Além de “Menino e Bandeira”, uma de suas ilustrações mais icônicas, o público poderá conferir a visão de Andreato ao retratar personalidades como Adoniran Barbosa, Clementina de Jesus, Cartola, Martinho da Vila e Paulinho da Viola.

Com mais de 50 anos de carreira, Elifas Andreato se destacou como criador de capas de discos para os mais importantes nomes da MPB, produzindo em torno de 400 trabalhos ao longo de sua trajetória. Também participou da equipe de criação de inúmeras revistas, fascículos e coleções, além de elaborar programas televisivos dedicados ao resgate da memória do Brasil. Em 2011, pelo conjunto da obra, recebeu o Prêmio Especial Vladimir Herzog, concedido a pessoas que se destacam na defesa de valores éticos e democráticos e na luta pelos direitos humanos.

Serviço

“Elifas Andreato - A Arte Negra na Cultura Brasileira”

Lançamento da Bienal Afro-Brasileira do Livro (BienAfro)

Data: Até 29 de março

Local: Estação Cultura (Rua Mauá, 51, bairro da Luz, na sede da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo)

Horário de visitação: Das 10h00 às 18h00

Produção mostra a corrida pelo poder de uma grande empresa (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

Baseado em um livro de grande sucesso e de mesmo nome, o filme Jogador Nº 1, dirigido por Steven Spielberg, com certeza agradará o enorme público esperado para assisti-lo. E para quem gosta de cultura geek, melhor ainda: a obra tem referências por toda parte, desde a trilha sonora até a cenas icônicas do cinema.

A história se passa em 2045, quando o excêntrico James Halliday (Mark Rylance) morre após criar um universo paralelo em um jogo, em realidade virtual. Ele deixa vários enigmas a serem desvendados, e quem conseguir ganha o controle do mundo Oasis e a sua empresa multimilionária.

Wade Watts (Tye Sheridan) é um dos jogadores que luta para montar o quebra-cabeça e tem um rival de peso: Sorrento, dono da Innovative Online Industries (IOI), que tem uma equipe montada especialmente para conseguir comandar o universo paralelo.
Misturando a “vida real” com a “vida virtual”, o filme é bastante empolgante e (por que não?) hilário. O filme chega aos cinemas de todo o Brasil no próximo dia 29. 

Diretor é protagonista

Pode-se dizer que o diretor Steven Spielber é um dos grandes destaques da produção, apesar de não aparecer em cena. O cineasta já dirigiu filmes sérios, como A Lista de Schindler  e O Resgate do Soldado Ryan, vencendo, com os dois, o Oscar de Melhor Diretor, e também blockbusters: E.T. – O Extraterrestre, além de duas obras da série Indiana Jones, Jurassic Park e Prenda-me se for Capaz.

Para evitar ser acusado de vaidade, suprimiu grande parte das referências aos seus próprios filmes em Jogador Nº 1. Em cena,  os fãs terão nostalgia ao verem King Kong, Godzilla e Chucky.         

Teatro na zona oeste da Capital recebe show premiado na Turquia

Fora dos Trilhos

O espetáculo Mato Grosso Dançando Brasil chega ao Teatro J. Safra (Josef Kryss, 318, Barra Funda) nos dias 30, 31 e 1º de abril. A apresentação, de autoria do grupo cuiabano Flor Ribeirinha, foi campeã no festival turco Büyükçekmece, o maior evento sobre folclore do mundo, em 2017. À época, atrações de 97 países diferentes participaram da disputa.

Com ingressos a partir de R$ 12, 50, o show é uma homenagem às manifestações tradicionais do nosso País. Os bailarinos encenam danças tradicionais brasileiras, com várias nuances, personagens, ritmos e gestualidades, compondo um belíssimo repertório. Serão homenageados o Boi Bumbá de Parintins (Norte), a Dança Gaúcha (Sul), o Frevo (Nordeste), o Siriri Cuiabano (Centro-Oeste) e o Samba (Sudeste).


SERVIÇO

Mato Grosso Dançando Brasil
Apresentação: 30, 31 de março e 01 de abril de 2018
Horário: 21h30 (sexta-feira), 21h (sábado) e 20h (domingo)
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos

Ingressos
A partir de 12,50 (meia entrada)
Plateia Premium: R$ 50,00
Plateia VIP: R$ 40,00
Mezanino: R$ 30,00
Mezanino com visão parcial: R$ 25,00

Teatro J. Safra
Endereço: Rua Josef Kryss, 318 - Barra Funda - São Paulo - SP
Telefone: (11) 3611-3042
Abertura da Casa: 2 horas antes de cada horário de espetáculo, com serviço de lounge-bar no saguão do Teatro.
Capacidade da casa: 627 lugares
Acessibilidade para deficiente físico

Estacionamento
Valet Service (Estacionamento próprio do Teatro) - R$ 25,00
Horário de Funcionamento da bilheteria
Quartas – 14h às 21h
Quintas, Sextas, Sábados e Domingos – 14h até o horário dos espetáculos
Vendas on-line: www.teatrojsafra.com.br

Vendas por telefone: (11) 2626-0243
Aceita os cartões de débito e crédito: Amex, Dinners, Elo, Mastercard, Visa e Hipercard. Não aceita cheques.

Cantora fez show com discurso político na Avenida Paulista (Foto: Reprodução/Facebook)

Cidade

Na despedida do carnaval de São Paulo, a cantora Daniela Mercury agitou neste domingo (18) os foliões com um show com cara de carnaval, mas que também lembrou de importantes questões políticas. O bloco se apresentou por mais de cinco horas.

Na esquina entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação, na área central da capital, o trio Pipoca da Rainha começou a se apresentar às 15h30 com um público que cobria toda a extensão da via. Daniela começou o show dizendo que se considera "soteropaulistana" e que ama a cidade. 

Com a Paulista aberta neste domingo, a primeira música cantada por Daniela foi "O Canto da Cidade", que virou marca da ocupação dos espaços públicos de São Paulo. Foi ovacionada pelo público. Daniela também ressaltou que "o povo precisa se juntar e se conscientizar neste ano eleitoral" e cantou o lançamento do ano passado, "Samba Presidente". Era aplaudida e acompanhada em coro pela plateia.

A cantora continuou a apresentação debaixo de uma garoa fina, protegida por um guarda-chuva com as cores do arco-íris. Em cima do trio estava sua mulher, a jornalista Malu Verçosa. 

Ana Paula dos Santos, de 25 anos, acompanhou o pré, o carnaval e o pós e não quis perder Daniela. "O Pipoca da Rainha é uma tradição em São Paulo. Nosso carnaval está crescendo e cada vez melhor. Ainda não é como Salvador, mas chegamos lá."

A Secretaria das Prefeituras Regionais estimou neste domingo que 12 milhões de pessoas tenham participado do carnaval paulistano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

A solução dos problemas começa com um diálogo franco e aberto. Daí ser louvável a reunião agendada para hoje, em Brasília, entre o presidente eleito Jair Bolsonaro e os 27 novos governadores do País. Todos eles têm um grande desafio pela frente, mas, evidentemente, se trabalharem em parceria, e não boicotando o que pode ser bom para o Brasil, haverá grande chance de que os remédios necessários sejam encontrados e o trabalho seja bem feito. Os futuros chefes do Executivo estadual têm muito a contribuir com o presidente eleito. E, politicamente, também têm muito a ganhar, quando o projeto deste novo Brasil der certo. Percebe-se que, aos poucos, as nuvens negras de uma campanha desgastante vão se dissipando, a razão começa a prevalecer e, ao invés de torcer contra, é cada vez maior o número daqueles que preferem alimentar a esperança que a descrença. Aliás, uma célebre frase do escritor latino Públio Siro, diz que “quem perdeu a confiança não tem mais o que perder.” A hora não é para isso. Na verdade, o momento pede que se dê crédito aos novos condutores da Nação e que se guardem as pedras previamente preparadas para serem jogadas na vidraça. E muitos dos novos governadores estão dispostos a ajudar Bolsonaro, inclusive na aprovação da reforma da Previdência, essencial para o ajuste das contas públicas do País. Por sua vez, a maioria das Unidades da Federação também está com suas contas no vermelho, por gastarem mais do que arrecadam, e esperam suporte da União para manter a máquina funcionando. Relatório do Tesouro Nacional, por exemplo, apontou que 16 Estados mais o DF descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal no ano passado, ao destinar mais de 60% da receita para o pagamento de salários e aposentadorias. Assim, sobra cada vez menos para serviços básicos, como segurança e educação. Os problemas são complexos, daí a necessidade do diálogo e da busca por novas perspectivas. E a reunião de hoje em Brasília, com Bolsonaro e os governadores, oferece exatamente esta oportunidade. Desde agora, a capacidade de cada um deles estará colocada à prova, mas já começam bem, buscando o apoio e o entendimento mútuo, ao invés da divisão pura e simples. No final, quem ganha mesmo com isso é o Brasil e os brasileiros. Ainda bem!

Futuro do Ministério do Trabalho ainda é incerto (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Nacional

O ministro extraordinário da Transição, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), disse nesta quarta-feira, em entrevista à Rádio Gaúcha, que a equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) trabalha com duas propostas para o futuro do Ministério do Trabalho. Em uma delas, parte das atribuições da pasta será transferia para o futuro ministério da Produção, como deverá se chamar o atual Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Em outra, essas funções seriam herdadas pelo futuro ministério da Cidadania. No primeiro modelo, o atual MDIC, que deve ceder a parte de comércio exterior para o futuro ministério da Economia, abrigaria as funções do Trabalho e também a secretaria de politicas públicas para o emprego. Já a concessão das cartas sindicais, que têm sido um "foco permanente de corrupção", para o futuro ministério da Justiça e da Segurança Pública, que será assumido pelo juiz Sérgio Moro no ano que vem. No segundo modelo, as funções do Trabalho vão para o ministério chamado Cidadania, que vai congregar desenvolvimento social, direitos humanos e ações para recuperar os dependentes de drogas. "Para sair de 30 ministérios para 15 ou 17, tem que fazer essa estruturação, e isso é bem complexo", comentou Lorenzoni.

"Não foi uma indicação de Toffoli. Eu ouço nessa área o general Heleno", disse Bolsonaro (Foto: Jose Cruz /Agencia Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), disse na tarde desta terça-feira, 13, que não consultou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, sobre a escolha do general da reserva Fernando Azevedo e Silva para ocupar a vaga de ministro da Defesa. Azevedo e Silva é um dos assessores de Toffoli no Supremo. "Não foi uma indicação de Toffoli. Eu ouço nessa área o general Heleno", disse Bolsonaro, referindo-se ao general Augusto Heleno Ribeiro, que será chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Bolsonaro anunciou Azevedo e Silva para a Defesa hoje cedo pelo Twitter. O novo indicado é amigo do presidente eleito desde os tempos do Exército. Governadores O presidente eleito confirmou presença amanhã no encontro que reunirá governadores dos Estados em Brasília. "Vou amanhã ao encontro dos governadores. O que eles querem eu também quero: dinheiro", disse ao chegar nesta tarde ao Tribunal Superior do Trabalho (TST). Bolsonaro, no entanto, reclamou que o convite para a reunião não foi acertado com ele. "Essa reunião não foi tratada comigo e nem com Paulo Guedes (futuro ministro da Economia). Não sei quem teve a ideia. Acho que foi o governador Doria (João Doria, governador eleito do Estado de São Paulo), mas nós não vamos decepcionar os governadores". O presidente eleito disse que a equipe econômica de seu governo trabalhará pedidos de renegociação de dívida dos Estados, porém destacou que a situação é difícil. "O Orçamento está complicado, mas vamos ver o que for possível fazer nessa questão de renegociação", disse.

Célia será a secretária da Pessoa com Deficiência (Foto: Roberto Casimiro/Fotoarena/AE)

Cidade

O governador eleito de São Paulo João Doria (PSDB) anunciou ontem o primeiro nome tucano de seu secretariado: a deputada estadual Célia Leão (PSDB), da região de Campinas. Ela será secretária da Pessoa com Deficiência na administração estadual a partir de 2019. Célia foi colunista do Metrô News no ano passado, mas se afastou devido à Legislação Eleitoral. Além dela, que encerra seu sétimo mandato na Assembleia Legislativa de São Paulo (não foi reeleita), Doria anunciou que o desembargador Paulo Dimas Mascaretti, ex-presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, será o secretário de Justiça. Dos nomes escolhidos até então para o secretariado de Doria, nenhum era do PSDB, o que gerou críticas do presidente da sigla em São Paulo, Pedro Tobias. “Acho estranho ele não ter indicado ninguém do PSDB. Doria precisa tratar o partido com mais carinho. O PSDB esteve ao lado dele na campanha”, disse o presidente estadual da legenda. Vinte e quatro anos depois de o PSDB chegar ao poder em São Paulo, o governador eleito está montando sua equipe sem consultar o partido, que já está fora dos principais cargos políticos do Palácio dos Bandeirantes.  A sigla tucana deixará de comandar, a partir de 2019, pastas estratégicas como a Casa Civil, que terá como titular Gilberto Kassab, presidente do PSD, e Secretaria de Governo, que terá suas atribuições absorvidas por Rodrigo Garcia (DEM). Na semana passada, Doria anunciou o médico José Henrique Germann, diretor Superintendente do Instituto de Consultoria e Gestão Albert Einstein, como secretário de Saúde, e Gustavo Junqueira, presidente da Sociedade Rural Brasileira, para Agricultura. *Com informações da Agência Estado
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Colunistas

Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

Opinião

O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

Opinião