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Rio Paraguai e seus afluentes formam a maior planície alagada do mundo entre outubro e março (Foto: Divulgação)

Turismo

Quem gosta de viajar pelo Brasil e pelo mundo pode até achar que ir a um destino repetido pode acabar enjoando. No entanto, segundo a plataforma colaborativa Lugares Pelo Mundo, existem locais que são “camaleões”, ou seja, mudam radicalmente dependendo da época do ano. Estes destinos podem agradar a todos.

O primeiro é o Pantanal, a maior planície alagada do mundo. Com muitas chuvas, como ocorre entre outubro e março, o Rio Paraguai e seus afluentes alagam ainda mais a região, formando “courichos”, ou pequenas lagoas. De abril a setembro, toda esta água escoa e é possível ver os pastos novamente. Duas paisagens completamente diferentes. O Pantanal fica, em sua maior parte, em território brasileiro, entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Outro local localiza-se no Nordeste: o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. As lagoas azuis entre as dunas de areia se formam em época chuvosa, de fevereiro a maio. Deste mês até setembro, encontram-se lindas lagoas no local. Durante o período de seca, elas também desaparecem.

Duas sugestões fora do Brasil são Noruega e Líbano. No primeiro caso, o verão faz com que, no norte do país, seja possível observar o sol da meia noite. No inverno, a Aurora Boreal é a vista mais esperada. Já no país asiático, badalado no verão, é possível também esquiar e praticar outros esportes de inverno entre dezembro e março.

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Bolt participou de treino do Borussia, da Alemanha, onde marcou gols e divertiu torcida (Foto: Reprodução/Youtube)

Esporte

Multicampeão olímpico e mundial e detentor dos recordes das provas dos 100m e 200m, Usain Bolt, de 31 anos, segue firme com a sua ambição de virar jogador profissional de futebol. O ex-velocista jamaicano, aposentado do atletismo desde o ano passado, se apresentou ao Stromsgodset, time que faz parte da elite do futebol da Noruega e no qual ele realizou um primeiro treinamento nesta quarta-feira, um dia depois de desembarcar no país nórdico.

Um dos maiores nomes da história do esporte, o ex-corredor é um amante da modalidade mais popular do planeta e conheceu as dependências do clube de Drammen, que fica a cerca de 40km a sudoeste de Oslo, a capital norueguesa. No local, conversou com jogadores, membros da comissão técnica e dirigentes da equipe.

Essa não foi, porém, a primeira vez que Bolt participou de um treinamento de um time profissional. Em março passado, ele participou de atividades no campo com o Borussia Dortmund. O clube alemão, assim como o Stromsgodset, tem como seu fornecedor de camisas a Puma. A empresa patrocina o astro desde 2003, quando ele tinha apenas 16 anos, e até hoje mantém acordo com a estrela jamaicana como principal nome atrelado à marca em todo o mundo.

"O homem mais rápido do mundo chegou a Drammen! Sim, você leu corretamente. Usain Bolt está pronto para treinar com o Stromsgodset", escreveu o clube em seu site oficial, no qual publicou uma foto do ex-velocista usando um uniforme de treino no time enquanto matava uma bola no peito.

O Stromsgodset assegurou que a presença de Bolt integrado a uma atividade da equipe profissional não é apenas uma jogada de marketing, mas é inegável a força promocional que a simples presença do jamaicano atrairá ao modesto clube, que terminou a última edição do Campeonato Norueguês na 12ª posição, dois postos à frente da zona de rebaixamento.

Neste treinamento de quarta-feira, o ex-corredor exibiu na camisa e no calção que vestiu a numeração 9.58, em alusão à marca que estabeleceu em 2009 e até hoje é o recorde mundial da prova dos 100 metros.

Por meio de nota em seu site oficial, o Stromsgodset informou que Bolt chegou à Noruega na noite de terça-feira ao lado do seu empresário Ricky Simms e do CEO da Puma, o norueguês Bjorn Gulden, que foi jogador deste mesmo time norueguês.

Nesta quarta, o jamaicano surpreendeu os jogadores da equipe com a sua visita, que havia sido mantida em sigilo, e o clube norueguês fez questão de destacar que o astro "repetidamente expressou o desejo de seguir uma carreira no futebol depois do atletismo". A equipe também lembrou que o ex-velocista participará de uma partida beneficente promovida pela Unicef, no dia 10 de junho, no Old Trafford, casa do Manchester United, do qual Bolt já se declarou um torcedor.

De acordo com o Stromsgodset, Bolt vai participar também dos treinos que serão realizados pelo time na próxima semana e tem a sua presença esperada em um jogo-treino que o time sub-19 do clube fará no dia 5 de junho.

O diretor esportivo do clube norueguês, Jostein Flo, afirmou nesta quarta-feira que Bolt é "um dos maiores atletas de todos os tempos" e que a "sua presença será, sem dúvida, uma grande inspiração para os jogadores, treinadores e todo o clube".

O dirigente ainda foi além ao falar sobre a condição técnica de Bolt como aspirante a profissional. "Queremos que ele tenha a oportunidade de atuar neste jogo-treino. Ele é um bom jogador de futebol, caso contrário ele não teria treinado conosco", completou.

O próprio Bolt deixou claro que espera poder ter uma chance de atuar profissionalmente, independentemente de qual time venha a defender. "Eu quero tentar melhorar, trabalhar o mais duro que eu puder, jogar tanto quanto eu puder. Talvez um clube veja algo em mim e decida me dar uma chance", afirmou o astro, em declarações reproduzidas nesta quarta-feira pelo jornal norueguês Verdens Gang.

Gerente do COB vê evolução na participação brasileira nos Jogos de Inverno (Foto: Reprodução/Twitter)

Esporte

Uma cena que até tempos atrás parecia impossível marcou a cerimônia de encerramento da Olimpíada de Inverno, neste domingo Desafetas históricas, as Coreias do Sul e do Norte entraram lado a lado no estádio em Pyeongchang, sinalizando a desejada paz que terminaria com longos anos de conflitos entre as nações.

A cena foi vista logo no início da cerimônia. As delegações de ambos os países desfilaram pelo estádio sob intensos aplausos, portando bandeiras das duas Coreias, além das cores da península coreana. Mesmo que houvessem muito mais atletas sul-coreanos, os símbolos de ambos os países foram divididos.

Na plateia, tudo era visto pelo presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, pelo vice-diretor no Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte, Kim Yong Chol, e pela filha e assessora do presidente dos Estados Unidos, Ivanka Trump. Foi antes da cerimônia, aliás, que Chol sinalizou que os norte-coreanos estão dispostos a abrir conversas com os norte-americanos em busca da diplomacia.

Foi sob este clima de paz que se transcorreu a cerimônia. Se o foco eram as duas Coreias, houve também lembranças sobre a China Afinal, o país receberá a próxima edição dos Jogos de Inverno, que acontecerão em Pequim, em 2022. Para homenagear a China, a organização sul-coreana preparou uma apresentação cheia de luzes, que formaram um panda que patinava no gelo.

Outro ponto alto da noite foi a exibição de drones iluminados que formaram o mascote da Olimpíada de Inverno no céu Houve também muita música. Foram dois shows de K-pop, o pop sul-coreano, gênero bastante apreciado no país e que tem muitos fãs no Brasil. No fim, um DJ fez a festa dos atletas com música eletrônica.

Noruega em primeiro e Brasil sem medalhas

A Noruega terminou os Jogos de Inverno como a grande campeã na Coreia do Sul. Ao todo, foram 39 medalhas: 14 de ouro, 14 de prata e 11 de bronze. 

Já o Brasil encerrou o torneio sem medalhas. No entanto, apesar de não ver nenhum atleta do País subir no pódio, o gerente geral de alto rendimento do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) ficou satisfeito com o resultado. 

"Nosso objetivo em participar dos Jogos de Inverno é buscar a melhor representatividade possível do País no evento. Neste contexto, o Brasil alcançou o seu objetivo diante da classificação da terceira maior delegação de um pais das Américas no evento, ficando apenas atrás delegações dos Estados Unidos e do Canadá", pontuou.

Mãe afirma que poderá visitar filha quando quiser (Foto: Arquivo pessoal)

Mundo

A menina Gabriella Boutros, 13, sequestrada em 2010 pelo próprio pai e levada ao Líbano, decidiu ficar no país asiático. A mãe, Claudia Dias de Carvalho Boutros, 39, ganhou, no ano passado, na Justiça a guarda da garota.

Em entrevista ao G1, ela disse que Gabriella só quer vir ao Brasil quando terminar os estudos. “Ficou acertado que minha filha passará as férias escolares comigo e depois retornará ao Líbano”, contou.

Desde 28 de dezembro, elas passaram por um processo de readaptação, já que ficaram distantes por sete anos. A menina fala árabe e inglês, o que dificulta a comunicação com a mãe. De acordo com Claudia, ela pode ir visitar Gabriella quando quiser.

Em 2010, o pai, Pedro Boutros, 42, se separou da mãe da menina, quando perdeu na Justiça a guarda da garota. Ele fugiu com Gabriella no mesmo ano e passou a ser procurado pela Interpol, mas o Líbano não é signatário da Convenção de Haia, o que impediu a prisão do homem e a repatriação da menina.

Em outubro de 2017, a Corte de Trípoli atendeu ao pedido feito pela defesa de Claudia e reconheceu que ela deveria ter a guarda de Gabriella. Ela viajou ao Líbano e ficou dois meses com a garota.

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