App facilita comunicação entre empresas e consumidores

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O WhatsApp, um dos aplicativos mais utilizados nos celulares dos brasileiros, liberou, na semana passada, a versão Business do mensageiro para usuários do País. O app está disponível para celulares Android e permite a criação de um perfil com endereço físico, horário de funcionamento, e-mail e expõe até  informações de site.

Não é necessário possuir CNPJ ou pagar taxas, já que os recursos pagos e opcionais serão adicionados futuramente. O WhatsApp Business é uma versão voltada para a comunicação entre empresas de pequeno e médio porte com seus clientes..

Para que o estabelecimento entre em contato com o usuário, é necessário que a pessoa forneça o número de celular ou tenha acionado primeiro a empresa por meio do aplicativo.

O WhatsApp Business permite respostas rápidas para perguntas frequentes, saudações apresentando a empresa e avisos automáticos, caso o estabelecimento esteja fora do horário de atendimento.

Ainda não se sabe quando será liberada uma versão para iPhone. O app funciona também no computador, similar ao que ocorre hoje com o WhatsApp Web. Além do Brasil, o aplicativo também funciona nos Estados Unidos, Reino Unido, Indonésia, Itália e México.

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Apesar do susto, não é possível instalar um vírus em um smartphone por meio de mensagens pelo WhatsApp (Foto: Reprodução/Facebook)

Tecnologia

Desde a semana passada, uma falha no WhatsApp para Android é utilizada para assustar usuários do Brasil. O “link do esquilo” utiliza uma vulnerabilidade em que o aplicativo não consegue interpretar um conjunto de caracteres ocultos, que é acionada quando o usuário toca no emoji.


A falha não é tão ofensiva quanto andou se espalhando. Não se trata de um supervírus, que poderia inutilizar o aparelho. Basta reiniciar o app que o celular volta ao normal. Para apagar a mensagem, é necessário utilizar o WhatsApp Web (por meio de um PC) ou excluir a conversa por inteiro.


Para evitar problemas com fraudes, porém, recomenda-se estar atento a links compartilhados, seja individualmente ou em grupo. Conforme o programador Ronaldo Prass relatou ao blog Tira-Dúvidas de Tecnologia, o “link do esquilo” não atinge todos os modelos Android e não oferece risco à segurança das informações dos usuários que caírem na brincadeira.

Situação piora para empresas que não têm proteção à variação do câmbio (Foto: Fernanda Carvalho/Fotos Públicas)

Economia

A disparada do dólar aumentou em R$ 115 bilhões o total que bancos e empresas terão de desembolsar para fazer frente às dívidas no exterior. Ainda que os empréstimos na moeda estrangeira não tenham crescido, a variação cambial faz com que sejam necessários mais reais para pagar o mesmo compromisso. O quadro pode gerar ainda mais preocupação com a informação do Banco Central de que 46,9% das empresas com dívida em dólar não contam com proteção à variação do câmbio.

Dados do BC mostram que a dívida externa de bancos e empresas somava US$ 471,2 bilhões no fim de março. Esse valor inclui empréstimos bancários, títulos de dívida, crédito comercial e operações intercompanhias. Em dólar, o montante não oscila expressivamente há três anos. Convertida para reais, a dívida passou do equivalente a R$ 1,556 trilhão no fim de março para R$ 1,672 trilhão na última quinta (dia 10) - uma diferença de R$ 115 bilhões.

O cenário pode trazer preocupação especialmente para empresas que eventualmente tomaram crédito em outros países, mas não estavam preparadas para o dólar mais caro. O tema tem surgido discretamente em análises de economistas, executivos e investidores e pode ganhar força à medida que o dólar avança ou com o passar das próximas semanas.

Isso porque a conta para quitar dívidas continua chegando às empresas e bancos, que têm compromissos de US$ 84,4 bilhões até dezembro. Maio é o segundo mês que mais concentra compromissos neste ano: US$ 12 bilhões em principal e juros. À frente, só dezembro com outros US$ 22,8 bilhões.

Tantas cifras podem despertar ainda mais atenção diante de duas informações. A primeira é a que indica que quase metade das companhias consultadas em 2014 pelo próprio BC não se protegia contra a oscilação do dólar com o chamado "hedge". "As empresas não exportadoras sem hedge representam quase metade da dívida total em moeda estrangeira", destaca um estudo do BC. O restante das firmas estava protegida no mercado ou porque tinha receita em dólar.

Uma dessas empresas é a estatal Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan). Em 30 de março, a empresa registrava dívida de US$ 30,6 milhões. Ela avalia que a recente disparada do dólar deve elevar o gasto no próximo vencimento, em julho, em R$ 747 mil. A Corsan não tem hedge, mas explicou em nota que o "caixa está preparado para esse desembolso adicional" e que a exposição cambial da empresa é relativamente baixa: 6,9% da dívida total.

Periodicamente, o BC estima o total da dívida externa das empresas sem proteção cambial. O dado mais recente, de dezembro de 2016, mostrava valor equivalente a 9% do Produto Interno Bruto (PIB). O patamar é maior que os 8% de 2014, primeira pesquisa. Ainda que parte dessa dívida desprotegida conte com algum tipo de resguardo indireto - como um ativo ou sede no exterior, essas companhias administram o caixa com compromissos futuros em moeda estrangeira sem seguro contra a disparada da moeda.

Com quase metade das empresas desprotegidas, o BC sugere atenção a eventuais mudanças na economia. O estudo da instituição diz que em um "hipotético cenário de reversão" há dois pontos a observar com cautela nas empresas com exposição ao câmbio: "potenciais impactos na capacidade de pagamento das empresas e no total do endividamento".

Economistas avaliam que as últimas semanas reforçam a percepção de que a mudança de cenário hipotética mencionada pelo BC está em curso. Desde março, o dólar subiu mais de 7% e já bateu em R$ 3,60, crescem as incertezas sobre as eleições no Brasil, o aperto do juro nos EUA pode ser mais intenso que o esperado e surgiu uma inesperada crise na Argentina com direito até ao FMI. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Organização Mundial da Saúde desmentiu a existência do caso de H2N3 no Brasil (Foto: Reprodução/ Facebook)

Saúde

Áudio que circula nas redes sociais e aplicativos de smartphones propaga informações inverídicas. O Ministério da Saúde informou que não existe um coletivo do vírus H2N3, um dos tipos do vírus influenza,  no Brasil. Os vírus influenza que circulam no País são o influenza A/H1N1pdm09, A/H3N2 e influenza B. A vacina contra gripe protege contra os três tipos de vírus.

O País possui uma rede de unidades sentinelas para vigilância do influenza, distribuídas em serviços de saúde. Com esta rede, é possível monitorar a circulação do vírus por meio da captação de casos de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave.

(Foto: Arquivo pessoal)

App estuda criar opção para usuário ouvir áudio antes de enviá-lo (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

Durante o mês passado, o WhatsApp, em atualizações de teste, mostrou que pretende realizar mudanças em alguns recursos e adicionar outros ao aplicativo. Um dos mais esperados é o aumento de tempo para deletar uma mensagem, pulando dos atuais sete minutos para oito minutos e 16 segundos. No iPhone, esta novidade já chegou.

Outra inovação é a integração com o Reply, do Google, que permite enviar respostas automáticas ao invés de digitar sua própria mensagem. O recurso usa inteligência artificial para ler mensagens e sugerir réplicas por diversos aplicativos, mas no WhatsApp a função fica bastante fluída.

Para quem gosta de conversar por áudio e não curte ficar com o dedo apertando o botão de gravação no aplicativo, essa mudança é bastante comemorada: em versão de testes, é possível travar o botão e tirar o dedo da tela. Mesmo assim, o aplicativo segue gravando sua voz e, no final, envia tudo ao destinatário. O WhatsApp também pretende adicionar um recurso para escutar seus áudios antes que eles cheguem no outro celular.

Os grupos também terão mudanças: será possível, em breve, pesquisar por membros, facilmente, e realizar uma descrição para as conversas. Além do nome e da foto, uma frase pode ser colocada neste espaço

Mande as suas dúvidas para a redação do Metrô News (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Nacional

A entrega da declaração de Imposto de Renda pode ser realizada a partir de hoje. A Receita espera receber mais de 3 milhões de documentos somente na Capital.

E você ainda tem dúvidas sobre algum assunto específico da declaração? Então envie para nós! 
Nossa reportagem vai analisar as perguntas e encaminhar para especialistas responderem na semana que vem.

Para encaminhar, basta escrever sua questão e colocar seu nome completo e profissão. Há vários canais em que é possível tirar dúvidas:

- WhatsApp: 9.4021-9397;
- E-mail: redacao@metronews.com.br;
- Telefone: (11) 2475-7824;
- Pelo página do Facebook, clicando em "enviar mensagem".

Aguardamos as suas perguntas!

Um dos principais focos do contrato está a troca das lâmpadas comuns por LED (Foto: Divulgação)

Cidade

O prefeito João Doria (PSDB) assinou, quinta, 08, o contrato de R$ 6,9 bilhões com o consórcio formado pelas empresas FM Rodrigues e Consladel para manutenção e modernização da iluminação pública da Capital por 20 anos.

Entre um dos principais focos do contrato está a troca das lâmpadas comuns por LED. A cidade de São Paulo tem 618 mil pontos de iluminação, dos quais 82,6 mil já tiveram a troca de equipamento realizado pela gestão anterior. A administração de Doria não quis entrar neste mérito para “não afrontar” a PPP (Parceria publico-privada).

A FM Rodrigues já é responsável pela manutenção do parque público desde 2011. O consórcio vencedor, ao qual a empresa integra, não foi o que apresentou a menor proposta. O Consórcio Walks, formado pelas empresas WPR, Quaatro Brasil e Led, se prontificou a assumir o serviço por R$ 5,5 bilhões, mas foi desclassificado porque a empresa Quaatro é controladora da Alumini, empresa citada na Operação Lava Jato e considerada inidônea pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União.

Com o novo contrato, a contraprestação mensal da Prefeitura será de R$ 29 milhões, além do custo aproximado de R$ 13 milhões para pagamento da conta mensal de luz pública.

Trabalhos começam imediatamente

Segundo a Secretaria de Serviços e Obras, os trabalhos terão início imediato nas avenidas Guarapiranga (Zona Sul), Morumbi (Zona Oeste), Luiz Dumont Villares (Zona Norte), Rio Branco (Centro) e Valdemar Tietz (Zona Leste).

Este trabalho poderá servir como um cartão de visitas, junto ao Corujão da Saúde e outras ações da atual gestão, ao prefeito João Doria (PSDB) em uma possível corrida ao Governo do Estado de São Paulo. 

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