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Ter, Out

App também indica popularidade de usuários de acordo com a região (Foto: Divulgação)

Tecnologia

Vivemos a era da comunicação digital. Só no Brasil, são 116 milhões de pessoas conectadas, o que nos garante o 4º lugar no ranking mundial (atrás apenas de China, Índia e Estados Unidos). Dentro disso, as redes sociais se destacam. Quando falamos de Instagram, o Brasil já pula para o 2º país com mais usuários no mundo.


Por isso, é natural que novos aplicativos surjam com atrativos diferentes. É o caso do Status, que está sendo desenvolvido há mais de 1 ano, com o objetivo de deixar o usuário livre para escolher o que quer visualizar na sua linha do tempo. Disponível para IOS e Android desde Fevereiro, o app nasceu do desejo de seus idealizadores em criar uma rede social que permita a personalização além do perfil.


“Com base em estudos mundiais de crescimento de usuários na internet, principalmente em redes sociais, o Status foi criado para atender a necessidade dos usuários em se conectar com pessoas e comunidades de diversos locais (cidades, estados e países) que possuam os mesmos interesses”, conta Oziel Figueiredo, CEO da Plug Apps, empresa idealizadora e desenvolvedora do aplicativo.


O Status é uma rede social que se adapta aos interesses e à localização de cada um, ou seja, o usuário tem a liberdade de ver no seu feed apenas o que quiser e de onde quiser, sem ser bombardeado por informações que não são relevantes para ele. Mas a customização do app vai além disso:

Cor do feed – o processo já começa na hora que o usuário se cadastra na rede e pode escolher entre 15 cores a que mais lhe agrada para o feed.

Interesses – sem dúvida, é um dos principais diferenciais do app. O usuário pode selecionar os preferidos entre mais de 30 temas disponíveis, que vão desde Fé até Política. O formato da ferramenta é inteligente e entrega sugestões de perfis a serem seguidos de acordo com o interesse cadastrado pela pessoa.

“Mesmo que o usuário siga um perfil, ele só visualizará o post se tiver registrado dentro de sua área de interesse”, explica Oziel, que acrescenta: “O formato ajuda a valorizar os produtores de conteúdo, geram identificação e engajamento de seus seguidores porque são direcionadas para seu público-alvo”.

Localização - a rede permite que seja criada conexão em determinado bairro, cidade, estado ou país. Para isso, basta que o usuário altere a localização para a área.


O CEO da Plug Apps afirma que esse formato irá promover turismo, aproximar culturas e entregar ao usuário opções de pessoas e eventos com os mesmos interesses na região em que ela estiver. Por exemplo: uma pessoa que sai de São Paulo e vai para Belém do Pará pode fazer sua programação de passeios pelo próprio aplicativo. E o melhor: não é necessário que esteja no local para visualizar os conteúdos da área.


“A ferramenta tem uma proposta incrível para as prefeituras”, conta Oziel. “O governante pode expor ações de seu mandato, informações sobre feiras culturais, entre outros temas e o usuário irá receber de acordo com seu interesse”, finaliza.
Além disso, o Status traz outros grandes diferenciais, como:

Ligações - os usuários podem fazer ligações por áudio e vídeo sem sair da ferramenta e com uma qualidade superior a apps mais tradicionais, como Skype e WhatssApp. Na aba configurações é possível alterar a privacidade de quem pode falar com você dentro do aplicativo, evitando ligações indesejadas;

 Ordem cronológica de posts - a visualização dos conteúdos é sempre em ordem cronológica

Conteúdo multimídia – a plataforma permite publicações não apenas de foto ou vídeo, mas de texto e áudio. Assim como os comentários podem ser respondidos nesses formatos também

Moments - O nome em inglês traduz exatamente o objetivo deste tipo de conteúdo: registrar o momento que está sendo vivido. Os vídeos somem em 24 horas.

 Top Stars - Permite que os perfis com mais seguidores sejam consagrados como os mais populares do Status. A lista muda de acordo com a localização indicada pelo usuário.


O idealizador da ferramenta indica que essa opção facilita marcas no momento da escolha do influenciador que as representará. “É um incentivo a mais para os influencers produzirem conteúdos de qualidade, já que podem ter concorrência justa, com visibilidade local”, expõe o CEO. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente pela App Store ou pela Play Store. Já está disponível em português, inglês, francês, italiano, russo, espanhol e alemão.

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App facilita comunicação entre empresas e consumidores

Tecnologia

O WhatsApp, um dos aplicativos mais utilizados nos celulares dos brasileiros, liberou, na semana passada, a versão Business do mensageiro para usuários do País. O app está disponível para celulares Android e permite a criação de um perfil com endereço físico, horário de funcionamento, e-mail e expõe até  informações de site.

Não é necessário possuir CNPJ ou pagar taxas, já que os recursos pagos e opcionais serão adicionados futuramente. O WhatsApp Business é uma versão voltada para a comunicação entre empresas de pequeno e médio porte com seus clientes..

Para que o estabelecimento entre em contato com o usuário, é necessário que a pessoa forneça o número de celular ou tenha acionado primeiro a empresa por meio do aplicativo.

O WhatsApp Business permite respostas rápidas para perguntas frequentes, saudações apresentando a empresa e avisos automáticos, caso o estabelecimento esteja fora do horário de atendimento.

Ainda não se sabe quando será liberada uma versão para iPhone. O app funciona também no computador, similar ao que ocorre hoje com o WhatsApp Web. Além do Brasil, o aplicativo também funciona nos Estados Unidos, Reino Unido, Indonésia, Itália e México.

Criador da rede social admite desafio de combater fake news (Foto: APEC PERU 2016)

Mundo

 O Facebook decidiu encerrar, na quinta-feira passada, 1º, uma experiência chamada Explorer, no qual tentava combater a ampliação das fake news em seis países que apresentavam índices elevados deste tipo falcatrua. A experiência começou em 19 de outubro, no ano passado, em Sri Lanka, Bolívia, Guatemala, Camboja, Sérvia e Eslováquia. 

A experiência consistia em criar duas abas do feed de notícias dos usuários nas quais uma ficava voltada apenas para postagem dos amigos e publicidade, enquanto a outra seria destinada para notícias. A ideia era evitar a propagação de conteúdo falso na internet, algo que tem sido levado em discussão de forma mais séria por conta de informações mentirosas fortemente propagadas por russos durante as eleições presidenciais dos Estados Unidos, em 2016.

A medida desagradou empresas de comunicação, que alegaram que a mudança dificultou que fontes verdadeiras de informação chegassem ao público. Editora do jornal on-line Los Tiempos, Fabíola Chambi afirmou que o fluxo do site caiu até 60%. No Brasil, a Folha de S.Paulo decidiu deixar a rede social.

O diretor Adam Mosseri, responsável pelo feed de notícias da rede social, afirmou que “as pessoas nos disseram que (...) ter dois murais separados realmente não as ajudavam a se conectar mais com familiares e amigos”

Publicações pessoais viram prioridade

No dia 11 de janeiro deste ano, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou que irá fomentar mais as publicações pessoais e reduzir o fluxo de notícias, vídeos e outros links na linha do tempo de seus usuários. “Isso reforça a tendência do usuário a consumir cada vez mais conteúdo com o qual tem afinidade, favorecendo a criação de bolhas de opiniões e convicções, e a propagação das fake news”, informou a Folha de S.Paulo, em um comunicado aberto, após deixar o Facebook.

O Internet para Todos, lançado na segunda-feira, 6, visa a cumprir o mesmo que o Programa Nacional de Banda Larga, criado em 2010 e encerrado em 2016 e que foi um tremendo fracasso (Foto: Reprodução/Facebook)

Opinião

O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, como tantos outros integrantes do atual governo federal, deve deixar, até 7 de abril, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), de olho no seu futuro político. Sua meta é ocupar a cadeira de vice-governador do Estado de São Paulo, tendo João Doria como majoritário.

Mas, antes disso, planeja deixar sua marca no MCTIC. Sob seu comando, se poderá dizer que foi modernizado o setor de radiofusão brasileiro, com a migração de todas as rádios da faixa AM para FM ou que houve o desligamento do sistema analógico de televisão, que passou para o modelo digital.


Mas, a aposta do ministro recai sobre o programa Internet para Todos, que foi lançado ontem pelo governo federal e que deve conectar quase 3 mil cidades à internet com velocidade “algo 40 vezes superior ao que existe hoje” – segundo o próprio Kassab – a um custo abaixo do mercado. Tudo isso foi possível com o lançamento do Satélite Geostacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), que exigiu investimento de R$ 3 bilhões. A operação do serviço ficará por conta da Viasat, empresa norte-americana contratada pela estatal Telebras.


Evidentemente, o programa tem relevância e atende principalmente um grupo de brasileiros que fica alijado dos processos tecnológicos. Mas, como é tradição no Brasil, uma coisa é o lançamento e outra é o funcionamento. Kassab vai deixar tudo isso para trás em breve, e, logo depois, também o próprio Temer. E assim, as iniciativas vão ficando pelo caminho, pois, aqui se aposta mais nas políticas de governo (transitórias) e não nas políticas de Estado (perenes). Por isso, de tempos em tempos, boas ideias saem de cena, junto com os governos que as conceberam.

Enquanto não há continuidade, o País se mantém preso a uma ciranda de avanços, retrocessos e eternos recomeços. Qual será o destino do Internet para Todos? Talvez o mesmo do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), lançado em 2010 com propósito idêntico, mas que foi finalizado em 2016 como um tremendo fracasso. Afinal, não cumpriu o que foi prometido e manteve milhões de pessoas no mesmo hiato digital, cuja lacuna o programa de Kassab agora se compromete a resolver.

Projeto de lei define o campo de atuação dos motoristas de aplicativos de transportes (Foto: Reprodução/Flickr)

Opinião

A Constituição de 1988 incluiu, dentre suas cláusulas pétreas, a liberdade ao exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, autorizando, contudo, ao legislador infraconstitucional a criação de regras limitadoras voltadas às qualificações profissionais. A crise econômica que assola o Brasil, somado ao crescente índice de desemprego, obrigou os profissionais das mais diversas áreas a aderir às novas alternativas de mercado, como os aplicativos de transportes.

O maior obstáculo para esta nova atividade profissional no Brasil sempre foi a ausência de regras legais que a regulamentassem, criando, assim, enormes entreveros com os taxistas. A lei 12.468/11, que regulamentou a profissão de taxista, dispõe que é privativa deste profissional a atividade de transporte individual remunerado de passageiros. Com a edificação desta nova profissão de motorista, surgiu a extrema necessidade da criação de uma nova legislação que abarcasse esses milhares de profissionais e os tirassem da clandestinidade.

Atendendo aos anseios dos motoristas dos aplicativos, das empresas e dos clientes, a Câmara dos Deputados, na semana passada, aprovou o projeto de lei que define o campo de atuação destes profissionais, aguardando tão somente a sanção presidencial para se tornar lei. Assim que sancionada pelo presidente da República, a nova legislação exigirá a contratação de seguro de acidentes pessoais a passageiros e que o motorista tenha a CNH da categoria B ou superior, com a informação de que exerce atividade remunerada. Caberá aos municípios e ao Distrito Federal a criação de normas regulamentadoras, cobrando os tributos, exigindo a contratação do DPVAT e que o motorista esteja inscrito como contribuinte individual no INSS.

Com a regulamentação da legislação federal, cabe agora aos motoristas se unirem ao Sindicato dos Trabalhadores com Aplicativos de Transporte de São Paulo (Stattesp) e às diversas associações para exigirem do poder público municipal a criação de regras que acolham a seus anseios, bem como para lutarem por melhores condições junto à Uber, Easy Taxi, 99 Taxi, Cabify e outras, que hoje lhes impõem regras contratuais muitas vezes leoninas, por meio de contratos de adesão.

*Cristiano Medina da Rocha é advogado e professor universitário 

Alguns modelos de drones até parecem brinquedos. Os veículos aéreos não tripulados foram desenvolvidos originalmente para funções militares, mas hoje são usados principalmente por fotógrafos e cinegrafistas para, graças às câmeras acopladas a estas máquinas, conseguirem imagens aéreas. Em São Paulo, existem 4.500 destes aparelhos, sendo 24 mil em todo País. No entanto, embora possam ser confundidos com as peças de aeromodelismo, que tanto atraem as crianças, os drones são coisa séria, como demostrou o incidente de domingo no aeroporto de Congonhas, na Capital. O ato resultou em 34 voos cancelados e desviados, superlotação e impactos sentidos até ontem de manhã.

Se foi o primeiro incidente do tipo em um grande aeroporto brasileiro, pode-se esperar que não será o último. No Reino Unido, foram reportados 70 casos de drones sobrevoando a região do aeroporto de Heathrow em situação de quase-acidente, em 2016. Nos EUA, os números são mais assombrosos. Segundo a Federal Aviation Administration (FAA) foram avistados 1.274 destes aparelhos próximo às instalações de tráfego aéreo, apenas entre fevereiro e setembro do ano passado. Portanto, é preciso se precaver e buscar medidas que se interponham a práticas irresponsáveis ou mal-intencionadas.

Legislação já existe desde maio deste ano, quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou o regulamento para o uso de drones, que sujeita aqueles que o desrespeitam a processo administrativo, civil e penal. Nos Estados Unidos e Reino Unido também têm leis sobre a questão e lá, apesar da seriedade do Judiciário e da dureza das punições, não faltam infratores, como os números demonstram. Portanto, lei não é o problema. O que falta é investir em um sistema de defesa antidrone, que permita eliminar estes aparelhos, que, quando usados irresponsavelmente, podem colocar em risco centenas de vidas. Lá fora, já vêm sendo testados faz algum tempo aparelhos que enviam sinais de interferência evitando a aproximação de drones aos aeroportos. Portanto, que nossas autoridades competentes não esperem o pior para se mexerem.

Ação atrai pessoas apaixonadas por moda e tecnologia (Foto: Divulgação)

Cidade

A segunda edição do evento Galeria Pagé Brás Experience, que começou nesta segunda-feira, 5, no Shopping Galeria Pagé Brás, vai reunir grandes lançamentos e nomes famosos das redes sociais e dos blogs para dar dicas de moda.

Neste ano, a ação terá dois espaços diferentes: um showroom focado nas principais novidades do setor de moda, e o espaço tecnologia, onde os clientes e visitantes poderão interagir e conhecer de perto cada lançamento.

Estão confirmados os nomes das influenciadoras digitais Amanda Djehdian, Dai Macedo, Fenny Calipy, entre outras. Todas as blogueiras vão dar sugestões de looks para a próxima estação com as novidades trazidas pelo evento. Os visitantes ainda terão a oportunidade de ganhar uma maquiagem feita pelos convidados. Além disso, os clientes ainda terão acesso a um fashion bar com drinks performáticos.

Já os apaixonados por tecnologia encontrarão um espaço todo dedicado ao tema. Com foco nas novidades do mercado, ilhas serão montadas para demonstração de produtos como multimídia, games, iluminação e muito mais.

Durante os dois dias de evento, das 7h às 15h, todos os consumidores serão recebidos por robôs de led com mais de 2,5 metros de altura.  Sorteios e brindes agitarão os dois dias de evento.

Serviço

Galeria Pagé Brás Experience

Data: 5 e 6 de Março

Horário: das 7h às 15h

Shopping Galeria Pagé Brás

Rua Hannemann, 415 – Brás – São Paulo – SP

Mais informações: www.galeriapagebras.com.br

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