21
Dom, Out

Primeiro passo é abandonar hábitos alimentares prejudiciais (Foto: Divulgação)

Saúde

Emagrecer de forma definitiva e manter o corpo dos sonhos é a meta de nove entre dez pessoas que buscam, por meio de dietas, exercícios e tratamentos da moda, chegar ao peso ideal. No entanto, a falta de uma rotina, que inclua reeducação alimentar, atividade física regular e a inserção de hábitos saudáveis, no dia a dia, atrapalham este processo. Tanto que grande parte daqueles que conseguem se submeter a um processo de emagrecimento e chegam ao peso desejado volta a engordar tempos depois. Não é à toa que mais de 50% dos brasileiros – cerca de 103,5 milhões – ainda estão acima do peso.

De acordo com Maria Edna de Melo, doutora em Endocrinologia pela Universidade de São Paulo (USP) e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), o brasileiro está exposto a uma ingestão calórica maior, ao mesmo tempo em que existe uma propensão ao sedentarismo. “Essa combinação faz a gente ganhar peso, pois comemos mais do que gastamos. A questão dos itens industrializados também conta, pois estes produtos contêm muita gordura e açúcar”, afirma.

Evitar o chamado “efeito sanfona” é o grande objetivo após um processo de emagrecimento. E a mudança de pensamento é a grande chave para garantir que os resultados sejam duradouros. Quem afirma é Gladia Bernardi, coach de emagrecimento e desenvolvedora do método “Emagrecimento Consciente”, baseado em neurociência, programação neurolinguística e coaching. “A única forma de tratar problemas como compulsão alimentar é por meio da mudança de mentalidade. A compulsão por comer deve ser vista como um vício. É preciso mudança de pensamento”, explica.

Nutricionista funcional e ortomolecular, Gladia é autora do livro Código Secreto do Emagrecimento. Ela ressalta que a principal causa do efeito sanfona está ligada a instabilidade emocional. E, com base em estudos e pesquisas, existem 23 sabotadores que contribuem para que as pessoas não percam peso e continuem a engordar. Entre os principais estão saber lidar com as emoções desconfortáveis; encarar a comida como padrão de afeto familiar sabotando, assim, o seu processo de emagrecimento; encarar a comida como maior prazer; e a crença contrária a uma dieta saudável.

“As técnicas de reprogramação da mente estão associadas à ativação das quatro atividades cerebrais: pensamento, sentimento, comportamento e hábito. O desafio é fazer com que estas engrenagens funcionem simultaneamente, pois, somente assim é possível transformar a mente gorda em uma mente magra”, afirma. 

Novos hábitos

Após o término de uma dieta restritiva, é preciso criar uma rotina com a adoção de novos hábitos saudáveis, pois a tendência é de se voltar a comer para compensar o período que foi visto como de privação. Entretanto, qualquer pessoa pode fugir deste problema ao incorporar, no dia a dia, alguns itens essenciais, como:

Mentalidade: a dieta não deve ser vista como castigo ou sacrifício. Importante seguir horários regrados para se alimentar e praticar exercícios físicos.

Atividade física: escolha atividades prazerosas e encare-as como novo estilo de vida. Os novos hábitos não devem ficar restritos a atividade física, pois o prazer pode se tornar uma obrigação e tudo volta a ser como antes.

Dietas de moda: o excesso de restrições, que é uma característica comum desses regimes, é prejudicial por deixar o organismo sem os nutrientes indispensáveis para o bom funcionamento do corpo e da mente. O cérebro deve estar equilibrado para que o processo de emagrecimento seja sustentável em longo prazo.  

BLOG COMMENTS POWERED BY DISQUS

Ao pegar produtos na prateleira do supermercado, consumidor deve verificar as informações contidas na etiqueta (Foto: Tânia Rêgo / ABR/Fotos Públicas)

Saúde

Se o leitor não tem costume de ler a etiqueta de informações nutricionais e a lista de ingredientes dos alimentos que consome, é melhor começar a mudar de hábito. Isto porque toda a embalagem de um alimento industrializado traz informações valiosas, como quantidade de vitaminas, açúcares, sódio (sal), gorduras, corantes, conservantes e outros componentes que mostram quão saudável (ou não) é o alimento em questão.

E estes dados são importantes não só para aqueles que procuram manter uma alimentação saudável, mas também para os que possuem determinados problemas de saúde e, necessariamente, devem seguir uma dieta personalizada para obter melhor qualidade de vida. “A nossa alimentação deve ter como base os produtos mais naturais possíveis. A dica é: desembale menos e descasque mais. Portanto, sempre que houver nos rótulos nomes muito estranhos e um excesso de ingredientes que não se reconhece, é sinal que o produto é altamente processado”, afirma Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da empresa Superbom.

A especialista explica que, na lista de ingredientes, os itens aparecem de acordo com a quantidade. Assim, o primeiro item é o que possui maior quantidade e o último, menor quantidade.  No entanto, em algumas situações, o mesmo ingrediente pode aparecer mais de uma vez, mas com nomes diferentes. É o caso do açúcar e do sódio, que possuem múltiplas designações e são vilões de diabéticos, hipertensos e portadores de doenças cardiovasculares. “O açúcar invertido, por exemplo, é um açúcar de fácil e rápida absorção, muito processado, que causa um pico de insulina muito maior no corpo. É um açúcar que está praticamente digerido”, afirma Cyntia. 

Outro item que está presente em quase todos os alimentos industrializados (sejam salgados ou doces) é o glutamato monossódico, um tipo de sal derivado do ácido glutâmico que tem como função realçar o sabor dos alimentos. Por isso, essa substância aparece em grande quantidade em temperos prontos, congelados, enlatados, macarrão instantâneo e biscoitos. Alguns estudos ligam o consumo exagerado do glutamato a doenças cerebrais e degenerativas da retina. “Na natureza, o glutamato pode ser visto em alimentos como tomate, cogumelos, soja, carnes e queijos e está associado ao sabor que chamamos de umami. Existe muita controvérsia sobre ele, porque não há estudos que digam exatamente os malefícios deste item ao consumidor. No entanto, sabemos que o excesso com certeza vai trazer algum problema. Muita gente fala de enxaqueca e enjoo”, comenta Matheus Motta, nutricionista do Vigilantes do Peso.  

 Corantes e gorduras

Responsáveis por deixar os alimentos com uma aparência mais atraente aos olhos, os corantes não devem ser vistos como meros coadjuvantes. O corante carmim, por exemplo, é proveniente de um inseto chamado cochonilha e faz parte da lista de ingredientes de diversos iogurtes, geleias e sobremesas, nas quais tem a função de dar uma cor avermelhada/rosada quando acrescentado. Como é muito pequeno e costuma ser utilizado em grande escala, são necessários mais de 70 mil destes insetos para fazer cerca de 500 gramas de corante carmim, que, para algumas pessoas, pode causar reação alérgica.

Outro corante bastante assíduo na mesa do consumidor brasileiro é o caramelo IV – presente em refrigerantes tipo cola. “Já é sabido que consumir muito desse corante pode causar doenças como o câncer. E diferente do que ocorre em outros países, no Brasil não há limite para a adição do caramelo IV”, explica Motta, do Vigilantes do Peso, que também faz ressalva à gordura vegetal hidrogenada. Originalmente, este componente está presente na natureza na forma líquida, assim como os óleos e os azeites.

No entanto, cotidianamente, a gordura vegetal hidrogenada é vendida na forma sólida, após ser modificada pela indústria. Dessa maneira, além de garantir um prazo maior de validade, confere uma consistência mais cremosa às receitas que utilizam este ingrediente, que aparece com frequência em sorvetes, congelados e biscoitos recheados.

“O excesso do consumo desse produto pode desencadear doenças cardiovasculares, doença no fígado e obesidade”, alerta o nutricionista. Vale lembrar que gordura vegetal hidrogenada é uma espécie de gordura trans, outro tipo prejudicial ao organismo por elevar o colesterol ruim. No dia a dia, a gordura trans pode ser encontrada em sorvetes, salgadinhos, bolos, biscoitos e margarinas. 

 

Os muitos nomes do açúcar

Glicose
Frutose
Lactose
Xarope de milho de alta frutose
Mel
Melado
Néctar de ágave
Xarope de arroz
Açúcar invertido
Suco de cana evaporado
Maltose
Maltodextrina
Galactose
Malte de cevada
Açúcar mascavo
Açúcar de coco
Açúcar de confeiteiro
Xarope de alfarroba
Dextrose
Etil maltol
Açúcar bruto orgânico
Açúcar de beterraba
Concentrado de suco de fruta
Frutose cristalina
Xarope de bordo
Açúcar dourado
Açúcar demerara

 

Antes de correr, é recomendado passar por exames médicos (Foto: Divulgação)

Saúde

Na hora de escolher qual exercício praticar, a maioria das pessoas se baseia nos níveis de queima de calorias, visando à eliminação dos indesejáveis quilinhos extras. Para esse objetivo, corrida e spinning (conhecido também como pedalada indoor) são ótimas opções.

Atividades aeróbicas rítmicas envolvem grande volume muscular. Segundo os cálculos gerais do American College of Sports Medicine, uma pessoa de 80 quilos queima cerca de mil calorias em uma hora de corrida. Já pedalando em uma velocidade constante de 18 a 25 km/h queima cerca de 850 calorias. “É claro que os dados são relativos. Apesar de existir um valor médio para a perda de peso, a intensidade é fator determinante”, comenta a Dra. Karina Hatano, médica do exercício e do esporte.

Entretanto, a corrida apresenta alguns aspectos negativos, pois oferece mais riscos de lesões que podem se tornar crônicas, principalmente no joelho, quadril e tornozelo. Já o spinning é mais suave por ser de baixo impacto, traz enormes benefícios ao sistema cardiovascular e ajuda a fortalecer pernas e coxas. Para produzirem resultados significativos, é fundamental a orientação de um especialista. A melhor atividade será aquela que a pessoa mais gosta e o recomendado pelo médico após avaliação. E, se liberado pelo especialista, pode, inclusive, associar as duas modalidades.  

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião

Desde 2013, o Ibope realiza a Pesquisa Brasileira de Mídia, a pedido do governo federal. O objetivo é saber por quais meios os brasileiros se informam. Desde o início, o estudo – que é feito nacionalmente e com uma amostra de cerca de 15 mil pessoas, distribuídas por todas as Unidades da Federação – revela a prevalência da TV sobre os demais meios. Mas, desde 2016 (último ano da análise, publicada em 2017) há evidências do avanço da Internet, que se consolidou como o segundo meio de comunicação mais usado (49% da amostragem), ameaçando inclusive a soberania televisiva (89%). A soma é superior a 100% porque se pode indicar mais de uma opção. E as eleições deste ano reforçam o poder da internet e dos meios digitais. Para o bem ou para o mal, estas formas se cristalizaram como o caminho preferido de muitos brasileiros para o consumo de notícias. E não são poucos aqueles que fazem isso de modo exclusivo, bebendo apenas na fonte de sites, blogues, aplicativos e redes sociais. E, ainda que estes não sejam maioria, dedicam mais tempo nestes acessos. Enquanto o tempo médio em frente à TV é de três horas e 21 minutos, entre aqueles que utilizam a web (segundo a mesma pesquisa Ibope) é de quatro horas e 40 minutos, superando seis horas entre o público de 16 a 24 anos. Mais importante que a quantidade de informação disponível na web e redes sociais são a relevância e qualidade do conteúdo oferecido. Evidentemente, no universo digital há muitas empresas e grupos sérios, que primam pela credibilidade do que oferta. No entanto, há um sem número de virulentos guetos, que servem de fábrica para as fake news. Assim, nunca é demais ressaltar que estar na internet, Facebook ou WhatsApp não representa selo de veracidade. Ainda são os meios tradicionais que têm o compromisso com a verdade, por não sair noticiando o que não foi confirmado. Falta isso nos rincões digitais. E até que se separe o joio do trigo, esta revolução representará não um avanço, mas um retrocesso. Nesta nova era, a verdade já não basta para a formação da opinião pública, nem é antídoto à manipulação. Agora se consome aquilo em que se quer acreditar, acriticamente e ainda que falso, desprezando o que vai contra as próprias convicções. A isso se convencionou chamar de “pós-verdade”.

Mais uma pesquisa dá empate técnico entre os dois oponentes (Fotos: Klaus Silva /TJSP/ Fotos Públicas e Reprodução/Twitter)

Cidade

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) estão tecnicamente empatados na disputa para o segundo turno, aponta a mais recente pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada nesta quarta-feira, 17. Doria tem 52% dos votos válidos - quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos - e Márcio França, 48%. A margem de erro é de três pontos porcentuais. É a primeira pesquisa Ibope para o governo de São Paulo neste segundo turno das eleições 2018. Se considerados os votos totais, Doria tem 46% das menções e França, 42%. Eleitores que declaram a intenção de votar em branco ou nulo são 10%; 2% não sabem ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 17 de outubro. Na intenção de voto espontânea, na qual os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista de candidatos, Doria aparece com 28% das intenções de voto, também empatado tecnicamente com França, que tem 26%. Neste caso, os indecisos são um quarto dos entrevistados. Outros 15% manifestam a intenção de votar branco ou nulo, e 6% disseram nomes diferentes, que não estão na disputa. A rejeição de Doria é a maior - 32% apontaram que não votariam nele de jeito nenhum. A de França, que vinha se mantendo baixa no primeiro turno - subiu e agora está em 20%. No dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, era de 9%. Também chama a atenção a quantidade de eleitores que não os conhecem - 18% disseram não conhecer Doria o suficiente para opinar. No caso de França, o número é de 28%. A pesquisa ouviu 1.512 votantes e a margem de erro estimada é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95% - esta é a chance de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo Nº SP-07777/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-BR-07265/2018.
or
or

Articulistas

Colunistas

Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Decisão do STF preserva direito de trabalho à grávida, mesmo se ela desconhecer a gestação (Foto: André Borges/Agência Brasília/Fotos Públicas)

Opinião

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião