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Sáb, Nov

Distúrbio pode causar até incapacidade física (Foto: Reprodução/ Facebook)

Saúde

A Chiesi, empresa farmacêutica internacional, recebeu autorização da Comissão Europeia para introdução da Lamzede® (velmanase alfa) no mercado. Essa é a primeira terapia de substituição enzimática para o tratamento não neurológico em pacientes com Alfa Manosidose leve a moderada. No Brasil, ainda não há previsão para a liberação.

Alfa Manosidose é um distúrbio ultrarraro causado pela ausência genética ou mau funcionamento da alfa-manosidase, uma enzima envolvida na quebra celular de moléculas complexas de açúcar. A deficiência leva ao acúmulo tóxico progressivo nas células de muitos tecidos e órgãos. Os sintomas mais frequentes incluem traços faciais irregulares, deficiência intelectual, distúrbios da função motora progressiva e incapacidade física, deficiência auditiva, entre outros. Velmanase alfa é administrado por meio de infusões intravenosas semanais para substituir a enzima que está em falta ou não funciona.

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Ondas sonoras podem tranquilizar hipertensos (Foto: Reprodução/SMS/Fotos Públicas)

Saúde

Além de se programar para tomar corretamente os medicamentos anti-hipertensivos prescritos pelos cardiologistas nos horários indicados e adotar hábitos e estilos de vida saudáveis, os pacientes com hipertensão arterial podem incluir uma atividade prazerosa – e benéfica – na rotina do tratamento da doença: ouvir música logo após a medicação.

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) constatou que a música intensifica os efeitos benéficos de anti-hipertensivos em um curto prazo de tempo após a medicação.

Os resultados do estudo, realizados no âmbito de um projeto apoiado pela Fapesp, foram publicados na revista Scientific Reports. Uma das constatações que fizeram é que principalmente a música erudita tem o efeito de diminuir a frequência cardíaca.

Refluxo pode causar problemas, como tosse e lesões (Foto: Divulgação)

Saúde

O refluxo ocorre quando o ácido do estômago retorna ao esôfago e, em alguns casos, pode chegar até a garganta, laringe ou faringe, causando lesões e sintomas como tosse seca, pigarro, dor de garganta, regurgitação do alimento e dificuldade para deglutir. O diagnóstico é dado por meio da história clínica, exame físico e exame de nasofibrolaringoscopia (ou laringoscopia).

O otorrinolaringologista e professor da Santa Casa de São Paulo, Dr. Ricardo Landini Lutaif Dolci, explicou que o tratamento é realizado por meio de medicações, principalmente por meio de dietas e mudanças de hábitos, e em casos mais graves, a cirurgia.

Para evitar a crise, deve-se evitar consumir alimentos gordurosos, condimentados, doces e bebidas gasosas, controlar o peso corporal, comer devagar e em pequenas porções e elevar a posição do leito ao deitar-se, colocando a cabeça mais alta que os pés.

Obesidade pode causar várias doenças, inclusive o câncer (Foto: Divulgação)

Saúde

Cerca de 15 mil casos de câncer no Brasil são atribuíveis ao excesso de peso e obesidade, segundo estudo realizado no Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP, em parceria com a Universidade de Harvard e a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer da Organização Mundial da Saúde. No País, mais de 400 mil casos de câncer são diagnosticados anualmente.

O excesso de peso está particularmente associado com o aumento no risco de neoplasias da mama (pós-menopausa), cólon e reto, corpo do útero, vesícula biliar, rim, fígado, mieloma múltiplo, esôfago, ovário, pâncreas, próstata, estômago e tireoide. A incidência desses 14 tipos de câncer corresponde à metade do total de casos de câncer diagnosticados por ano no Brasil.

 Diminuir consumo de açúcar não reduz possibilidade de desenvolvimento de células cancerígenas

Há anos se discute a relação entre os hábitos alimentares e o risco de câncer. O Memorial Sloan Kettering, referência para o estudo de câncer nos Estados Unidos, publicou um artigo que contesta o papel do açúcar no desenvolvimento das células cancerígenas, bem como a sua relação direta com as neoplasias.

Açúcar câncer Divulgação

Parar de consumir açúcar não faz com que células cacerígenas deixem de evoluir (Foto: Divulgação)

 

A publicação demonstra que, apesar de as células cancerígenas se alimentarem da glicose, diminuir a quantidade de açúcar ingerida não fará necessariamente que elas parem de se desenvolver, explica Marcos Belotto, cirurgião gastro-oncologista do Hospital Sírio Libanês. “Comer menos açúcar fará com que o corpo use seus recursos restantes para produzir a glicose sozinha e não impedirá o desenvolvimento das células cancerígenas”, disse. O estudo admite, por outro lado, o papel dessa substância na obesidade.

Psoríase causa doenças na pele por problemas emocionais ou hereditários (Foto: Divulgação)

Saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, na semana passada, um tratamento inédito para psoríase, doença imunológica na pele, que atinge cerca de 5 milhões de brasileiros.

O Guselcumabe é o primeiro medicamento biológico que atua especificamente na proteína interleucina (IL) 23 – um dos principais mediadores inflamatórios da doença.

Desenvolvida pela Janssen, empresa farmacêutica da Johnson & Johnson, a terapia demonstrou potencial de proporcionar controle do tipo mais comum da doença. Sete em cada dez pacientes tratados tiveram melhora de 90% dos sinais após seis meses.

O medicamento é um anticorpo monoclonal, aplicado por injeções subcutâneas, a cada oito semanas, após duas doses iniciais. Agora, o produto passará por processo de aprovação de preço na Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).   

Doença já tinha índices altos em 2010, segundo pesquisa (Foto: Carlos Ezequiel Vannoni/ AE)

Saúde

A microcefalia passou a ser destaque nos noticiários brasileiros após a epidemia de zika, em 2015, quando foi constatado que o vírus é fator de risco para a anomalia. Entretanto, ao analisar a prevalência da microcefalia, em 2010, pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) consideram que a doença já era endêmica e passou para o status de surto com o vírus zika. Os resultados foram publicados na revista Pediatrics Official Journal, periódico oficial da Academia Americana de Pediatria. O estudo avaliou 6.174 crianças nascidas em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, e 4.220 em São Luís, capital do Maranhão, de janeiro a dezembro de 2010. Desses, 3,5% dos recém-nascidos de São Luís e 3,2% de Ribeirão Preto nasceram com microcefalia.

 “Desequilíbrio” no cérebro de autistas é tema de pesquisa

A dificuldade de interação social é uma das principais características do autismo, transtorno que afeta milhares de crianças no País e que, atualmente, é alvo de dois estudos que buscam uma abordagem terapêutica inédita para o problema. As novas linhas de pesquisa apontam para a possibilidade de que o cérebro do autista produza substâncias em desequilíbrio e que isso poderia ser corrigido com medicamentos. Nenhum dos estudos indica ou promete cura, mas revela novos caminhos de tratamento associados às terapias comportamentais já indicadas. Um desses estudos obteve, em fevereiro, autorização da agência de vigilância sanitária norte-americana, a FDA, para ter seus testes avaliados pelo órgão de forma prioritária, dada a inovação do trabalho e o ineditismo da droga proposta. Desenvolvida pela farmacêutica Roche, a pesquisa identificou que a vasopressina, um dos hormônios associados ao medo, funciona de forma diferente nos autistas, prejudicando a interação social.

Fonoaudiologia melhora comunicação na esquizofrenia

A dificuldade de comunicação é um dos principais sintomas que atinge as pessoas com diagnóstico positivo para a esquizofrenia. No entanto, uma intervenção fonoaudiológica em grupo se mostrou um recurso eficiente para melhorar a situação de pessoas com a doença, segundo estudo da pesquisadora Ariana Elite dos Santos, realizado na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP. Segundo especialistas, esses indivíduos podem apresentar um discurso desorganizado, sem sentido e até mesmo incompreensível, com respostas curtas e, geralmente, sem desenvolvimento dos assuntos. “Medidas que auxiliem no sentimento de pertencimento, de inserção no meio onde vivem, podem ser fundamentais para essas pessoas, pois o abalo da comunicação afeta as relações de tal forma que elas deixam de ir em festas, visitar os familiares e podem, inclusive, abandonar o trabalho e os estudos”, disse Ariana.

*Com informações da Agência Estado

Apesar de ficar contrariada no início, cantora aprovou resultado do tratamento no final (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

Iggy Azalea contou, em entrevista à Billboard, que teve de lidar com problemas psicológicos no ano passado, antes de gravar seu novo álbum, Surviving the Summer, e seus amigos fizeram uma intervenção para ela procurar tratamento adequado. O álbum está em fase de produção e será lançado ainda neste ano. 

Ela foi convidada para ir até o Arizona, nos Estados Unidos, pensando que iria gravar o CD com a gravadora Philymack, que é liderada por artistas como Demi Lovato e Nick Jonas.

"Eu pensei que eu estava indo para lá para falar sobre uma outra coisa. Eles ficaram tipo, 'nós precisamos sair desse lugar'", disse Iggy. 

Ela disse que o convite na verdade era uma intervenção, para que ela lidasse com seus problemas de raiva e saúde mental.

"Eles disseram: 'Nós achamos que você é muito talentosa e pode ir para o estúdio e fazer hits o dia todo, mas nós não sabemos se, caso alguma pessoa fale algo de você, você falaria alguma coisa e teria uma reação que poderia arruinar um acordo com alguma marca. Nós precisamos que você vá e fala com essas pessoas e tenha certeza de que você está mentalmente preparada para sair com músicas novas'. Eu não queria ir, eu não gostei da ideia de ser mandada para algum lugar. Eu fiquei p**a", relembra Iggy.

Os amigos dela realmente insistiram para que ela fosse para uma clínica, e ainda ofereceram que parte do programa de tratamento fosse realizada em Los Angeles, cidade onde Iggy mora. Após muita insistiência, ela percebeu que o pedido de sua equipe poderia fazer bem para ela. A cantora inclusive se espelhou em Demi Lovato, sua amiga de longa data, e pensou em como os tratamentos haviam lhe feito bem.

A artista então concordou em fazer o tratamento, e passou duas semanas no Arizona passando por diversos médicos. Iggy conta que passar por isso ajudou-a a manter mais controle sobre suas reações e sobre seu humor e ela garante que não vai mais comprar brigas nas redes sociais, como ela já havia feito antes.

"Eu realmente nunca me sentei e tive uma conversa honesta com pessoas profissionais. Foi bom falar algo para alguém que poderia me dar ferramentas e informação sobre como eu poderia administrar melhor a minha vida quando eu estou sentindo essas coisas. Então foi muito útil, eu fiquei feliz por ter ido", concluiu.

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"Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo?", questionou Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos - não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC). O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é "praticamente de escravidão" e questionou a qualidade dos serviços prestados. "Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano", disse Bolsonaro. O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. "O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas", resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos. O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. "Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte", afirmou.

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.
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Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

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Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

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Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

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O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

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