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Sex, Nov

AVC é mais perigoso para os jovens

Saúde

Engana-se quem imagina que o Acidente Vascular Cerebral (AVC) atinge majoritariamente idosos. De acordo com números levantados pela Rede de Reabilitação Lucy Montoro, até agosto de 2018, 69% das vítimas de AVC atendidas têm menos de 60 anos e fazem parte da População Economicamente Ativa, sendo que em 2017 esse número era de 54%.

Ainda nesse recorte, no ano passado 55% eram mulheres e neste ano, o público feminino chega a 59%. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 6 segundos, uma pessoa morre por conta da doença que atinge um sexto da população global.

Segundo o neurologista da Rede Lucy Montoro, Marcel Simis, fatores como hipertensão, diabetes, tabagismo, consumo frequente de álcool e drogas, estresse, colesterol elevado, doenças cardiovasculares, sedentarismo e doenças hematológicas configuram condições propícias para ocorrer o AVC. “A chamada prevenção primária, que é a observação e o tratamento desses fatores, pode ser decisiva para se evitar a doença. Por isso, a informação é fundamental”, disse o especialista.

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Proximidade com a família e amigos trouxe evoluções significativas para Arlindo Cruz (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos


Há quatro meses, Arlindo Cruz recebeu alta do hospital após ficar um ano internado por causa de um AVC. No tratamento em casa, o cantor está sendo acompanhado por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e fonoaudiólogos. A proximidade com a família e amigos trouxe evoluções significativas no quadro de saúde do sambista, que luta para recuperar movimentos básicos e comunicação.

Arlindinho, filho do músico, compartilhou alguns dos momentos de progressos de Arlindo durante o programa "Ritmo Brasil". Ele relatou um episódio em que o sambista reagiu ao cancelamento de um atendimento da fonoaudióloga porque, segundo informações de um médico, Arlindo não teria mais condições de voltar a falar ou mexer a boca.

"Minha mãe se negou: 'Não, mas não tem a possibilidade mínima. Ele vai voltar a falar sim, ele vai abrir a boca, ele vai comer'. Então, 20 dias atrás, ele voltou a mexer a boca. O médico pediu desculpas", revelou Arlindinho.

Sobre a situação do pai e o futuro no mundo da música, ele avaliou: "Tudo que ele podia fazer pelo samba e acho que por cada um, ele já fez. Agora é viver para ele, curtir, ver suas obras sendo regravadas e as inéditas apresentadas por outros artistas. Tudo o que ele fez não vai morrer, será eterno e acho que agora é ele voltar para entender que o mundo do samba ama ele e que ele é um artista incrível", concluiu.

Vários fatores podem aumentar as chances de ataque cardiovascular; consulta ao médico é recomendada (Foto: Divulgação)

Saúde

As doenças cardiovasculares ainda são as que mais matam no mundo, segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS).  São mais de 17,5 milhões mortes por ano, sendo o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC) as patologias mais frequentes dentro desse contexto. No Brasil, as estatísticas também não são animadoras.

Dados da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI) revelam que, só entre os meses de janeiro e agosto de 2018, 260 mil pessoas morreram por conta de algum tipo de doença cardiovascular, número que, até o final do ano, deve chegar a 400 mil.

Entre as patologias relacionadas ao coração que mais atingem os brasileiros está a insuficiência cardíaca. A doença afeta quase 3 milhões de pessoas, mata até três vezes mais que os casos de câncer avançado e 50% dos acometidos não sobrevivem após cinco anos do diagnóstico. Aumento da expectativa de vida, sedentarismo, obesidade, estresse e uma má alimentação estão entre os fatores para o surgimento do problema, que costuma vitimar pessoas acima de 60 anos, mas também pode ocorrer em crianças e adolescentes, em situações mais raras.

“A insuficiência cardíaca é a condição onde o músculo cardíaco passa a não ser capaz de estabelecer um bombeamento adequado de sangue para os outros órgãos. Ela tem várias causas e uma delas é a necrose de parte desse músculo devido ao infarto. Quanto maior o infarto, maior o grau de comprometimento muscular e maior a chance de se desenvolver a insuficiência cardíaca pós-infarto”, diz César Rocha Medeiros, cardiologista intervencionista e diretor de comunicação da SBHCI.

 A insuficiência cardíaca não é uma doença única e pode ser ocasionada por vários problemas. A principal causa ainda são as doenças coronarianas, seguida das doenças ligadas a pressão alta (hipertensão) e não tratadas, além de cardiomiopatias dilatadas idiopáticas que podem ocorrer devido a infecções, por exemplo. “No Brasil, especificamente, cerca de 10% dos casos de insuficiência cardíaca também ocorre por conta da doença de Chagas”, relata Paulo Bertini, doutor em cardiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e fellow pelo Colégio Americano de Cardiologia. 

Segundo ele, entre os sintomas mais frequentes estão a sensação de cansaço aos pequenos esforços, falta de ar (mais acentuada durante a noite, quando se está deitado), pernas inchadas e coração acelerado. O diagnóstico é realizado por intermédio de exame clínico e de exames laboratoriais como eletrocardiograma, ecocardiograma, um exame de sangue para medir o BNP (peptídeo natriurético cerebral) e, em alguns casos, raios X de tórax, para averiguar se existe líquido nos pulmões.

Em casos mais específicos, cateterismo e ressonância magnética também são solicitados. “Primeiramente, é necessário tratar as causas e descobrir o que está causando a insuficiência cardíaca, para realizar o tratamento adequado. No que se refere a medicação, geralmente o tratamento é feito com betabloqueadores, espironolactona e inibidores da enzima de conversão. Recentemente, outro medicamento, Sacubitril/Valsartana (cujo nome comercial é Entresto), tem sido indicado para o tratamento da doença com excelentes resultados”, afirma Bertini. 

Insuficiência cardíaca: como prevenir 

Atividade física e alimentação adequada são primordiais para reduzirem as chances do acometimento de doenças cardiovasculares, já que essas ações reduzem diretamente os fatores de risco para esse evento. Uma alimentação balanceada (contendo mais produtos naturais e menos produtos industrializados), aliada a exercícios físicos regulares e redução do consumo de sal ajudam a controlar pressão arterial, diabetes, colesterol, obesidade e o estresse. César Rocha Medeiros, cardiologista intervencionista e diretor de Comunicação da SBHCI, esclarece algumas dúvidas no que se refere às doenças cardíacas. 

Mulheres com problemas cardíacos podem tomar pílula anticoncepcional?
Sob supervisão médica, sim. Há que se avaliar individualmente a medicação e a gravidade do problema cardíaco. 

Amamentar faz a mulher ter menos chances de ter uma doença cardiovascular?
A mulher em período fértil está relativamente protegida das doenças cardiovasculares pelos hormônios comuns nessa fase, o que não quer dizer que os fatores de risco não devam ser controlados. 

É possível limpar naturalmente artérias do coração que estão ficando entupidas?
É possível retardar ou mesmo frear o processo de aterosclerose com o controle dos fatores de risco. Alimentação adequada e atividade física podem ser encaradas como métodos naturais de fazê-lo. Remover placas de gordura que já estão estabelecidas não é possível senão por métodos invasivos.

 

Arlindinho comentou que seu pai segurou um banjo e se emocionou (Foto: Reprodução/Instagram)

Fora dos Trilhos

Arlindinho, filho do cantor Arlindo Cruz, falou a respeito da situação de seu pai, que sofreu um AVC há mais de um ano e, apenas no começo de julho, pôde sair do hospital pela primeira vez.

"Além de voltar pra casa ele tá voltando a ser feliz, a ter os prazeres da vida. Ontem (segunda-feira) nós fizemos um ensaio pra ele, se emocionou, segurou o banjo, chorou, riu... Isso mostra que a fé, realmente, move montanhas", contou em entrevista ao Encontro com Fátima Bernardes desta terça-feira, 10.

Arlindinho ainda falou a respeito da forma como sua família acredita que a religião pode ter interferido no tratamento: "O médico chegou a desacreditar em vários momentos. Chegou até a cancelar a fono em um momento, porque ele teria dificuldade de se alimentar sozinho. Aí a gente começou a rezar na nossa religião, nós somos do candomblé. Com a permissão de Deus, de um dia pro outro, ele abriu a boca e engoliu a gelatina."

"Minha mãe fez um vídeo e mostrou: 'Olha, doutor!'. Ele disse: 'Olha, realmente, desculpe, vocês estavam certos. A fé está fazendo milagre'".

Cantor está internado desde ano passado (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

O cantor Arlindo Cruz, internado desde março de 2017 por conta de um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico, foi transferido de hospital nesta quinta-feira, dia 1º, para continuar o seu tratamento de reabilitação.

"A Casa de Saúde São José informa que o cantor Arlindo Cruz foi transferido, na tarde desta quinta-feira, para o Hospital Placi, em Botafogo, Rio de Janeiro. Nesta etapa, o foco será a reabilitação motora, representando uma fase de transição entre o tratamento médico e o retorno para domicílio", diz o boletim médico obtido pela reportagem da Agência Estado.

A longa recuperação do sambista vem sendo divulgada pelo seu filho, Arlindinho, nas redes sociais. "Meu pai está um gato de cabelo cortado. Não estou conseguindo me conter de tanta felicidade", escreveu o também cantor quando postou a primeira foto do seu pai desde a sua internação, em janeiro deste ano.

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"Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo?", questionou Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos - não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC). O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é "praticamente de escravidão" e questionou a qualidade dos serviços prestados. "Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano", disse Bolsonaro. O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. "O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas", resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos. O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. "Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte", afirmou.

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.
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Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

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Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

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Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

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O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

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