Doença já tinha índices altos em 2010, segundo pesquisa (Foto: Carlos Ezequiel Vannoni/ AE)

Saúde

A microcefalia passou a ser destaque nos noticiários brasileiros após a epidemia de zika, em 2015, quando foi constatado que o vírus é fator de risco para a anomalia. Entretanto, ao analisar a prevalência da microcefalia, em 2010, pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) consideram que a doença já era endêmica e passou para o status de surto com o vírus zika. Os resultados foram publicados na revista Pediatrics Official Journal, periódico oficial da Academia Americana de Pediatria. O estudo avaliou 6.174 crianças nascidas em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, e 4.220 em São Luís, capital do Maranhão, de janeiro a dezembro de 2010. Desses, 3,5% dos recém-nascidos de São Luís e 3,2% de Ribeirão Preto nasceram com microcefalia.

 “Desequilíbrio” no cérebro de autistas é tema de pesquisa

A dificuldade de interação social é uma das principais características do autismo, transtorno que afeta milhares de crianças no País e que, atualmente, é alvo de dois estudos que buscam uma abordagem terapêutica inédita para o problema. As novas linhas de pesquisa apontam para a possibilidade de que o cérebro do autista produza substâncias em desequilíbrio e que isso poderia ser corrigido com medicamentos. Nenhum dos estudos indica ou promete cura, mas revela novos caminhos de tratamento associados às terapias comportamentais já indicadas. Um desses estudos obteve, em fevereiro, autorização da agência de vigilância sanitária norte-americana, a FDA, para ter seus testes avaliados pelo órgão de forma prioritária, dada a inovação do trabalho e o ineditismo da droga proposta. Desenvolvida pela farmacêutica Roche, a pesquisa identificou que a vasopressina, um dos hormônios associados ao medo, funciona de forma diferente nos autistas, prejudicando a interação social.

Fonoaudiologia melhora comunicação na esquizofrenia

A dificuldade de comunicação é um dos principais sintomas que atinge as pessoas com diagnóstico positivo para a esquizofrenia. No entanto, uma intervenção fonoaudiológica em grupo se mostrou um recurso eficiente para melhorar a situação de pessoas com a doença, segundo estudo da pesquisadora Ariana Elite dos Santos, realizado na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP. Segundo especialistas, esses indivíduos podem apresentar um discurso desorganizado, sem sentido e até mesmo incompreensível, com respostas curtas e, geralmente, sem desenvolvimento dos assuntos. “Medidas que auxiliem no sentimento de pertencimento, de inserção no meio onde vivem, podem ser fundamentais para essas pessoas, pois o abalo da comunicação afeta as relações de tal forma que elas deixam de ir em festas, visitar os familiares e podem, inclusive, abandonar o trabalho e os estudos”, disse Ariana.

*Com informações da Agência Estado

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Há 11 anos, data celebra luta contra preconceito em relação ao autismo (Foto: Divulgação/Facebook)

Saúde

Criado oficialmente pela Organização das Nações Unidas (ONU) em dezembro de 2007, o Dia Mundial da Conscientização do Autismo é celebrado anualmente em 2 de abril, com o intuito de acabar com os preconceitos em relação ao transtorno, também conhecido Transtorno do Espectro Autista (TEA). 

Pensando na importância desta data, o Metrô News mostra cinco ações listadas no livro da escritora norte-americana Ellen Notbohm, autora de Dez Coisas que Toda Criança com Autismo Gostaria que Você Soubesse.

São atitudes que colaboram com o desenvolvimento de jovens autistas, sem que eles se sintam excluídos da sociedade. Para tanto, Ellen escreveu um texto dando voz a uma pessoa com autismo. Confira cinco coisas que todos devem saber sobre o transtorno. 

1- A minha percepção sensorial é desordenada. Interação sensorial pode ser o aspecto mais difícil para se compreender o autismo.

2- Por favor, lembre-se de distinguir entre não poder (eu não quero fazer) e eu não posso (eu não consigo fazer). Receber e expressar a linguagem e vocabulário pode ser muito difícil para mim.

3-  Por favor, tenha paciência com o meu vocabulário limitado. Dizer o que eu preciso é muito difícil para mim, quando não sei as palavras para descrever o que sinto.

4- Tente encontrar o que provoca a minha perda de controle. Perda de controle, “chilique”, birra, malcriação, escândalo, como você quiser chamar, eles são mais horríveis para mim do que para você.

5-  Se você é um membro da família me ame sem nenhuma condição. Elimine pensamentos como “Se ele pelo menos pudesse…” ou “Porque ele não pode…”, você não conseguiu atender a todas as expectativas que os seus pais tinham para você e não gostaria de ser sempre lembrado disso. Eu não escolhi ser autista.

Para a presidente do Centro de Inclusão e Apoio ao Autista de Guarulhos (CIAAG), Alexandra Oniki, as recomendações listadas pela escritora descrevem exatamente o que todo autista sente, independente do seu grau de transtorno. Ela ainda afirmou que a verdadeira inclusão só ocorre quando pessoas próximas compreendem estas dificuldades expostas por Ellen. 

“Todos são capazes de aprender e se desenvolver. Cada um no seu tempo, de acordo com suas habilidades e superando suas dificuldades. Só precisam de paciência, amor e persistência”, disse Alexandra. 

Justamente por causa do Dia da Conscientização do Autismo, o CIAAG organiza uma caminhada no centro de Guarulhos, neste sábado, 7, para chamar a atenção em relação ao transtorno. As pessoas devem vestir camisetas de cor azul, pois ela simboliza o autismo.

Inclusive, em outros anos, vários monumentos pelo mundo foram iluminados com esta cor. Até o Cristo Redentor já teve a sua iluminação azulada. 

Serviço

8ª Caminhada Pela Conscientização sobre o Autismo .

Data: 07 de abril de 2018, às 14h.

Local: Concentração da Praça Getúlio Vargas – Centro de Guarulhos (SP).

Informações adicionais: Vista azul- cor que representa o autismo.

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Criada em 2010, a Caminhada pela conscientização sobre o Autismo terá sua 8ª edição no próximo sábado em Guarulhos (Foto: Divulgação)

Vacina pode ajudar a imunizar as pessoas contra o zika vírus (Foto: Divulgação)

Saúde

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP está recrutando voluntários para testar vacina contra o vírus da zika, desenvolvida pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos.

O estudo terá duração de dois anos. Os voluntários não receberão pagamentos, só reembolso para alimentação e transporte nos dias de consulta. Para participar é preciso ter entre 15 e 35 anos, não ter tido zika, ser saudável e residente em área endêmica ou potencialmente endêmica. As mulheres não podem engravidar no período. Inscrições pelo Tel. 2661-7214

Dieta rica em proteínas pode causar osteoporose

Pesquisa da USP de Ribeirão Preto identificou que mulheres em período de menopausa, diferente das mulheres mais jovens, têm sofrido perda óssea com dietas que focam em proteína.

A pesquisa, feita com ratas, tem aplicabilidade humana. Mesmo com a associação de exercícios nos animais que tiveram ovários removidos e cessaram a produção de hormônio, ficou demonstrado que a combinação da dieta hiperproteica e exercícios não minimizaram os efeitos da osteoporose.  “No máximo, o exercício físico impacta na força”, explicou Roberta Carminati Shimano, doutora pela USP.    

Higiene bucal exige cuidados especiais

A atividade da boca está conectada ao funcionamento de diversos órgãos do corpo humano. Segundo a dentista Isabella Mendes, existem quatro dicas que certamente facilitarão a vida de quem busca uma plena saúde bucal e evitar problemas no futuro. A primeira é limpar o espaço entre os dentes com produtos específicos. Outra é escovar os dentes três vezes por dia. “O ideal é escovar os dentes durante dois minutos, três vezes por dia, com uma escova macia e de cabeça arredondada, capaz de remover a placa e não machucar os dentes e gengivas.” Manter a limpeza da língua e ingerir alimentos com fibras também contribuem.

Rinite atinge até 25% da população mundial. Alimentos ingeridos podem aliviar sintomas (Foto: Divulgação)

Saúde

Difícil encontrar alguém que nunca tenha tido uma crise de rinite na vida. Coriza, obstrução nasal, coceira intensa no nariz e espirros constantes são alguns dos sintomas típicos que, muitas vezes, demoram a passar e causam grandes incômodos.

Para muitos, a doença só passa após tratamento médico e auxílio de medicamentos específicos. Contudo, existem outras atitudes que podem minimizar o incômodo que acomete de 20% a 25% da população mundial, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Além de hábitos de vida saudáveis e higiene básica, a alimentação exerce um papel primordial. E quem explica o porquê é o otorrinolaringologista Marcelo Mello, do Hospital Cema, especializado no tratamento de olhos, ouvidos e garganta. “Pessoas com rinite têm uma resposta exagerada a certos alimentos ou aditivos neles contidos”, afirma.

A dica, de acordo com o especialista, é fortalecer o sistema imunológico e consumir comida de verdade, evitando a ingestão de produtos industrializados, como fast-food, enlatados e embutidos. Estes contêm substâncias que podem deflagrar os sintomas. Comidas muito quentes ou muito temperadas também devem ser evitadas, pois ativam a resposta alérgica por meio da histamina, que tem ação vasodilatadora. “Prefira sempre alimentos naturais a refeições prontas ou industrializadas. Utilize temperos caseiros ao invés de realçadores de sabor”, reforça.

A dieta ideal para quem possui este problema deve contar com vitaminas, enzimas, óleos e minerais presentes em determinados alimentos. Muitos deles também contam com propriedades anti-inflamatórias, bactericidas e descongestionantes.

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Pelos de animais domésticos, poeira e mofo provocam reação da doenaç (Foto: Newhealthguide / divulgação)

É o caso de produtos como alho, cebola e mel. A maçã e o gengibre também entram na lista com o papel de adstringentes. Por isso, estão presentes em remédios para gripes e resfriados. Também vale destacar as frutas cítricas, ricas em vitamina C. Já os peixes de água fria – caso do salmão, atum e sardinha – têm em sua composição ômega 3, substância que protege as vias aéreas e ajuda a combater inflamações.

“Os peixes contam com  vitaminas e minerais do complexo A, B, D e E,  fósforo e potássio, essenciais para o bom funcionamento do organismo”, ressalta Mariana Staut Zukeran, nutricionista do Hospital Israelita Albert Einstein.

Entre as bebidas, água é sempre a melhor pedida. Também estão liberados chás e sucos naturais. A recomendação é evitar bebidas cafeinadas, achocolatados, leite, bebidas alcoólicas e refrigerantes.

Rinite na mesa

Alimentos liberados
Grãos e sementes: castanhas, sementes de linhaça e de girassol
Peixes: atum, salmão e sardinha
Frutas cítricas: laranja e limão
Vegetais e frutas: vegetais verde escuros, cenoura, acerola, manga, abóbora, abacaxi

Outros: Alho, cebola, gengibre e mel

Alimentos que devem ser evitados

Trigo e cereais, derivados do glúten, doces, leite e derivados
Alimentos industrializados: enlatados, embutidos e fast­food

Crianças e adolescentes na mira da doença

Considerada a moléstia de maior prevalência entre as doenças respiratórias crônicas, a rinite alérgica é bastante conhecida entre os brasileiros. Principalmente entre crianças e adolescentes. O estudo International Asthma and Allergies in Childhood (Isaac) strou que, junto a este púbico, a prevalência média de sintomas relacionados à rinite alérgica foi de 25,7% a 29,6%, que deixa o Brasil no grupo de países com as maiores taxas mundiais de rinite.

Geralmente, o diagnóstico da rinite alérgica é clínico, baseado no histórico do paciente e no exame físico. “O tratamento sempre abrange a conscientização do paciente sobre a importância da higiene ambiental. Em alguns casos, se faz necessário o tratamento medicamentoso com antialérgicos via oral e sprays nasais e, em situações especiais, é possível o uso de vacinas antialérgicas. Porém, quando não há boa resposta ao tratamento indicado, vale procurar novamente o otorrinolaringologista, para exames e investigação detalhada”, descreve o Dr. Marcelo Mello.

Jovem teria sofrido maus tratos da mãe, mas tal informação nunca foi confirmada (Foto: Reprodução/Facebook)

Mundo

Nikolas Cruz, o autor dos disparos na escola de ensino médio Stoneman Douglas High School, em Parkland, na Flórida, sofria de depressão e já havia sido diagnosticado com autismo e déficit de atenção. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (19) pelo Departamento de Crianças e Famílias daquele estado do sul dos Estados Unidos. Segundo relatório do órgão, o rapaz de 19 anos, recebia tratamento psiquiátrico e usava remédios controlados desde 2016.

Na última quarta-feira (14), o garoto entrou na escola de onde havia sido expulso por mau comportamento e matou 17 pessoas com um rifle AR-15 e vários carregadores automáticos, deixando ainda 14 feridos, alguns seriamente. Ele havia sido expulso da escola no ano passado e não tinha permissão para entrar no prédio com mochilas.

Além da revelação sobre o tratamento psiquiátrico de Cruz, grandes emissoras americanas, como a NBC e CBS, apuraram que o Serviço de Proteção a Adultos na Flórida foi notificado em 2016 de que Nikolas Cruz vinha sendo vítima de abusos de sua mãe, morta em novembro do ano passado. Mas segundo as redes de TV, a denúncia foi considerada falsa, porque as investigações concluíram que ele não sofria maus tratos.

“Demônios”

A ficha sobre o rapaz o descrevia como uma pessoa vulnerável. Quando começou o tratamento psiquiátrico, Nikolas Cruz não possuía nenhuma arma. Ao comparecer à Corte, o jovem e seus advogados afirmaram que Cruz disse estar arrependido e que “algo ruim" se apoderou dele quando atirou contra os colegas. Ele disse à polícia ter ouvido vozes dentro de sua cabeça, que ele descreveu como “demônios”.

Após o massacre, foi registrada uma onda de protestos na Flórida e em vários estados americanos pedindo mudanças nas leis para promover maior rigor no controle de armas no país. O presidente Donald Trump, contudo, não defendeu a ideia do controle, mas aceitou discutir com professores e alunos sobre a segurança nas escolas. Só este ano, pelo menos 19 incidentes com armas de fogo foram registrados dentro de escolas de ensino médio nos Estados Unidos.

Estima-se que 2,5 milhões de brasileiros sejam autistas (Foto: Reprodução/Facebook)

Opinião

No dia 2 de abril celebramos o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo. O mês inteiro é dedicado às discussões e ao debate sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. A data é lembrada com vários desafios a serem superados, que vão desde o diagnóstico complicado até mesmo a garantia dos direitos fundamentais das pessoas com o transtorno.

O autismo tem como símbolo mundial a cor azul. Foi descrito pela primeira vez em 1943, nos Estados Unidos, e até hoje o seu principal obstáculo é fazer com que o mundo saiba que ele existe. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) existe um caso de autismo a cada 110 pessoas. Desta forma, estima-se que no Brasil, com seus 220 milhões de habitantes, existam em torno de 2,5 milhões de pessoas com o problema.


Todavia, independentemente de qualquer dado oficial, temos o dever de buscar e criar políticas públicas que possam efetivamente promover a inclusão social destas pessoas. Em todo o Brasil existe uma vasta gama de leis que defendem as pessoas com deficiência, incluindo neste rol também os autistas. No Estado de São Paulo, temos defendido esta causa com o afinco e a coragem que a questão exige, principalmente na conscientização e na promoção da inclusão social do autista.


No final de 2017 protocolei, na Assembleia Legislativa de São Paulo, um pedido para a criação da Frente Parlamentar em Defesa do Autista, justamente com o objetivo de debater e levar o tema para toda a nossa sociedade. Trilhar caminhos que permitam elucidar possíveis direções para pessoas com o espectro do autismo é um desafio constante para todos nós.


Juntos podemos conhecer melhor o trabalho das instituições que assistem e educam as nossas crianças autistas e suas famílias, criando mecanismos para definir as linhas de ação na perspectiva de garantir os direitos constitucionais de todos.
A verdadeira inclusão passa obrigatoriamente pelo respeito à diversidade, pelo redimensionamento do nosso olhar sobre o “diferente”. E acima de tudo, a inclusão passa pelo amor, ingrediente indispensável para a superação de qualquer barreira.

*Célia Leão é deputada estadual pelo PSDB/SP

Mudanças impostas pelo Estado de São Paulo prejudicaram crianças autistas (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

Opinião

A insensibilidade do governo estadual ao impor exigências sem diálogo prejudicou mais de 2,5 mil alunos autistas de escolas conveniadas. Ao alterar edital às vésperas do início do ano letivo, o governador Geraldo Alckmin condicionou o repasse de recursos sem garantir o devido tempo para estabelecimentos se readequarem.


As mudanças desrespeitaram e afetaram alunos, pais e unidades credenciadas. Publicado no final de janeiro, algumas escolas não puderam retomar as atividades. Entre as justificativas para melhorar a estrutura e cumprir orientação do Tribunal de Contas do Estado, ficou a dúvida sobre o propósito em cortar o atendimento às crianças especiais.


Pais, educadores e apoiadores se manifestaram contra as medidas e a interrupção de aulas e atividades multidisciplinares e pediram a revogação do decreto. Decisão da Justiça determina que o Governo garanta o transporte e pagamento às conveniadas, entre R$ 1,2 mil e R$ 1,7 mil por aluno, conforme o tempo de permanência.


São apenas 25 escolas conveniadas e o Governo não pode prejudicar o atendimento. Ninguém é contra o avanço da qualidade. Mas aulas adequadas, atividades individuais, rotina escolar e a contínua preparação de autistas para sua autonomia são fundamentais. Não podem ser interrompidas abruptamente sob qualquer pretexto.


A necessidade de educadores especializados, uniforme, alimentação, material escolar e de higiene precisa de um repasse justo. Exigir, sem contrapartida do Estado, só deixa o aluno autista desassistido. Todo tratamento tem métodos e procedimentos específicos elaborados por uma equipe multidisciplinar para o desenvolvimento progressivo.


O Governo mostra a visão rasa sobre os aspectos socioeducativos. Como sempre, apega-se às questões burocráticas para se justificar e interdita e viola direitos, sem propor um sistema educacional público e inclusivo, com o qual educação, terapias e convivência universal com as diferenças sejam garantidas a todos alunos.

*Edmilson Souza é professor de História, educador e vereador em Guarulhos

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