Empresa estipulou meta para 2022 (Foto: Divulgação/McDonald's)

Saúde

O McDonald’s anunciou nesta terça-feira (20) um compromisso de reduzir as calorias do menu infantil McLanche Feliz em 120 países, incluindo o Brasil, até 2022. A ideia da empresa é oferecer refeições mais balanceadas para as crianças, com ingredientes mais saudáveis, obedecendo os novos critérios globais de nutrição: 600 calorias ou menos - sendo 10 % das calorias a partir de gordura saturada, 650mg de sódio e 10% de calorias a partir de açúcar adicionado.

“Nós reconhecemos a oportunidade que temos de ajudar famílias por sermos um dos restaurantes mais frequentados do mundo e continuamos comprometidos em avaliar nossa comida”, afirmou Steve Easterbrook, presidente e CEO do McDonald’s.

Atualmente, 28% das combinações do McLanche Feliz, em 20 países, atendem aos novos critérios. Para atingir a meta de 50% em 120 nações, até 2022, o McDonald’s já iniciou uma reformulação do cardápio em alguns países, como Itália, Austrália e França. Nestes locais, a empresa passou a oferecer opções com frango grelhado (proteína magra) e verduras.

Além disto, o McDonald’s pretende simplificar ingredientes, removendo aromas, corantes e conservantes artificiais. Nos EUA, na França e no Canadá, os nuggets já estão sendo preparados de uma maneira mais saudável.

A empresa ainda se comprometeu a ser mais transparente em relação às informações nutricionais de seu cardápio, bem como, realizar uma publicidade mais responsável para as crianças.

Em 2013, a empresa, num acordo com a ONG Alliance for a Healthier Generation, colocou alternativas ao refrigerante no McLanche Feliz nos EUA, o que resultou no aumento de 14% na quantidade de pedidos com água, leite ou suco como opção de bebida.

“Desde o começo, a Healthier Generation sabia que nosso trabalho com o McDonald’s poderia influenciar melhorias de larga escala para crianças de todo o mundo”, disse Howell Wechsler, diretor executivo da Alliance for a Healthier Generation.

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Boa alimentação da mãe reflete diretamente nos hábitos dos filhos (Foto:Reprodução/PX Here)

Saúde

A designer Camila Muffo, de 39 anos, sempre teve hábitos saudáveis e eles aumentaram depois de sua primeira gravidez. "Nunca bebi nem fumei. Quando a minha primeira filha nasceu, comecei a me alimentar melhor." A designer conta que já percebe o impacto da vida saudável nos hábitos da filha mais velha, Alice, de 7 anos. "Ela se acostumou a comer coisas diferentes. Na minha casa não tem refrigerante, nem 'junk food'."

As conclusões de um novo estudo feito por cientistas da Universidade Harvard (EUA) sugerem que a obesidade não deverá ser um problema para os filhos de Camila. Segundo a pesquisa, as crianças têm uma chance 75% menor de se tornarem obesas na infância ou na adolescência quando as mães, durante esse período, mantêm um conjunto de cinco hábitos: ter uma dieta saudável, manter o peso sob controle, fazer exercícios regularmente, consumir álcool com moderação e não fumar.

Publicado nesta quarta-feira, 4, na revista científica The BMJ, o estudo mostra que cada um dos bons hábitos da mãe reduz os riscos de obesidade dos filhos - e a maior queda acontece quando a mãe adota todos os cinco. "Nosso estudo foi o primeiro a demonstrar que para reduzir o risco de obesidade nas crianças um estilo de vida integralmente saudável das mães é mais importante que ter algum desses hábitos saudáveis de forma isolada", disse o autor principal do estudo, Qi Sun, do Departamento de Nutrição da Universidade Harvard.

Para estudar a associação entre o estilo de vida das mães e o risco de obesidade entre os filhos, os cientistas analisaram dados de dois grandes estudos nacionais que acompanharam, ao longo de 5 anos, cerca de 17 mil mulheres e seus mais de 24 mil filhos - crianças e adolescentes com idade entre 9 e 18 anos - nos Estados Unidos.

De acordo com Sun, identificar os fatores de risco para a prevenção da obesidade infantil se tornou uma prioridade de saúde pública nos Estados Unidos. Lá, um em cada cinco crianças e adolescentes de 6 a 19 anos de idade é obeso. "O problema é grave, já que a obesidade infantil está associada ao aumento dos riscos de vários distúrbios, incluindo diabete, doenças cardiovasculares e morte prematura na idade adulta", afirmou.

Segundo ele, os resultados destacam os potenciais benefícios de intervenções baseadas nos pais para reduzir os riscos de obesidade infantil. "Precisaremos agora fazer novas pesquisas para examinar o papel do pai no desenvolvimento da obesidade de seus filhos", disse.

De acordo com o estudo americano, 1.282 crianças e adolescentes - 5,3% das que foram avaliadas - desenvolveram obesidade durante o acompanhamento. O excesso de peso da mãe e o tabagismo, afirmam os pesquisadores, foram os fatores que influenciaram mais fortemente a obesidade das crianças.

Aquelas cujas mães mantiveram um peso saudável tiveram risco de obesidade 56% menor em comparação às crianças com mães que estavam acima do peso ou eram obesas. Entre os filhos de mulheres que não fumavam, o risco de obesidade foi 31% menor, em comparação aos filhos de fumantes.

Brasil

A preocupação com a obesidade infantil no País é a mesma - e a solução também é fazer com que os pais mudem seus hábitos, segundo Denise Lellis, pediatra da Liga de Obesidade Infantil do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). "Não há mais dúvidas de que os fatores ligados ao estilo de vida são centrais nessa epidemia de obesidade e é bastante evidente que os hábitos dos pais vão se refletir nas crianças", disse.

Para ela, a conclusão de que os bons hábitos da mãe reduzem substancialmente a chance de obesidade nos filhos é coerente com tudo o que se vê na clínica e na literatura médica. "Isso faz sentido em todos os aspectos, porque a criança está aprendendo com os pais. Se conseguirem melhorar seu estilo de vida, isso vai se refletir na saúde infantil. Por isso acreditamos que incentivar mudanças no estilo de vida é o futuro para prevenir doenças crônicas."

Segundo Denise, que participou há duas semanas, em Harvard, de um congresso que discutiu como médicos podem ajudar a mudar os hábitos da população, há um consenso de que a obesidade e as doenças crônicas estão mais associadas a um estilo de vida ruim do que à genética. "Nós sabemos hoje que a maior parte desses problemas vêm do estilo de vida - e isso é muito importante para os pediatras, porque os hábitos são adquiridos na infância", explicou ela. 

Jonny Evans é um dos atletas envolvidos no furto (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

Quatro atletas do West Bromwich, lanterna da Premier League, furtaram um táxi em Barcelona após comer no McDonald's, na última quarta-feira (14) segundo informações do site português Record. 

De acordo com a publicação, os jogadores pediram um táxi no hotel para ir até a lanchonete. Quando retornaram ao veículo, encontraram-no vazio e  com a chave na ignição, pois o motorista também havia saído para comer. Então, tiveram a ideia de dirigir o carro até o hotel.

O próprio clube identificou os quatro jogadores responsáveis pelo furto: Jonny Evans, Gareth Barry, Jake Livermore e Boaz Myhill.Eles utilizaram o site oficial do West Bromwich para pedir desculpas ao restante do elenco, à torcida, ao técnico e aos dirigentes pela atitude. 

A equipe é a última colocada do Campeonato Inglês, com 20 pontos, e volta a campo pela competição no dia 24 de fevereiro, quando recebe o Huddersfield. A delegação foi a Barcelona para uma semana de treinamentos.  

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