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Seg, Out

Vários fatores podem aumentar as chances de ataque cardiovascular; consulta ao médico é recomendada (Foto: Divulgação)

Saúde

As doenças cardiovasculares ainda são as que mais matam no mundo, segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS).  São mais de 17,5 milhões mortes por ano, sendo o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC) as patologias mais frequentes dentro desse contexto. No Brasil, as estatísticas também não são animadoras.

Dados da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI) revelam que, só entre os meses de janeiro e agosto de 2018, 260 mil pessoas morreram por conta de algum tipo de doença cardiovascular, número que, até o final do ano, deve chegar a 400 mil.

Entre as patologias relacionadas ao coração que mais atingem os brasileiros está a insuficiência cardíaca. A doença afeta quase 3 milhões de pessoas, mata até três vezes mais que os casos de câncer avançado e 50% dos acometidos não sobrevivem após cinco anos do diagnóstico. Aumento da expectativa de vida, sedentarismo, obesidade, estresse e uma má alimentação estão entre os fatores para o surgimento do problema, que costuma vitimar pessoas acima de 60 anos, mas também pode ocorrer em crianças e adolescentes, em situações mais raras.

“A insuficiência cardíaca é a condição onde o músculo cardíaco passa a não ser capaz de estabelecer um bombeamento adequado de sangue para os outros órgãos. Ela tem várias causas e uma delas é a necrose de parte desse músculo devido ao infarto. Quanto maior o infarto, maior o grau de comprometimento muscular e maior a chance de se desenvolver a insuficiência cardíaca pós-infarto”, diz César Rocha Medeiros, cardiologista intervencionista e diretor de comunicação da SBHCI.

 A insuficiência cardíaca não é uma doença única e pode ser ocasionada por vários problemas. A principal causa ainda são as doenças coronarianas, seguida das doenças ligadas a pressão alta (hipertensão) e não tratadas, além de cardiomiopatias dilatadas idiopáticas que podem ocorrer devido a infecções, por exemplo. “No Brasil, especificamente, cerca de 10% dos casos de insuficiência cardíaca também ocorre por conta da doença de Chagas”, relata Paulo Bertini, doutor em cardiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e fellow pelo Colégio Americano de Cardiologia. 

Segundo ele, entre os sintomas mais frequentes estão a sensação de cansaço aos pequenos esforços, falta de ar (mais acentuada durante a noite, quando se está deitado), pernas inchadas e coração acelerado. O diagnóstico é realizado por intermédio de exame clínico e de exames laboratoriais como eletrocardiograma, ecocardiograma, um exame de sangue para medir o BNP (peptídeo natriurético cerebral) e, em alguns casos, raios X de tórax, para averiguar se existe líquido nos pulmões.

Em casos mais específicos, cateterismo e ressonância magnética também são solicitados. “Primeiramente, é necessário tratar as causas e descobrir o que está causando a insuficiência cardíaca, para realizar o tratamento adequado. No que se refere a medicação, geralmente o tratamento é feito com betabloqueadores, espironolactona e inibidores da enzima de conversão. Recentemente, outro medicamento, Sacubitril/Valsartana (cujo nome comercial é Entresto), tem sido indicado para o tratamento da doença com excelentes resultados”, afirma Bertini. 

Insuficiência cardíaca: como prevenir 

Atividade física e alimentação adequada são primordiais para reduzirem as chances do acometimento de doenças cardiovasculares, já que essas ações reduzem diretamente os fatores de risco para esse evento. Uma alimentação balanceada (contendo mais produtos naturais e menos produtos industrializados), aliada a exercícios físicos regulares e redução do consumo de sal ajudam a controlar pressão arterial, diabetes, colesterol, obesidade e o estresse. César Rocha Medeiros, cardiologista intervencionista e diretor de Comunicação da SBHCI, esclarece algumas dúvidas no que se refere às doenças cardíacas. 

Mulheres com problemas cardíacos podem tomar pílula anticoncepcional?
Sob supervisão médica, sim. Há que se avaliar individualmente a medicação e a gravidade do problema cardíaco. 

Amamentar faz a mulher ter menos chances de ter uma doença cardiovascular?
A mulher em período fértil está relativamente protegida das doenças cardiovasculares pelos hormônios comuns nessa fase, o que não quer dizer que os fatores de risco não devam ser controlados. 

É possível limpar naturalmente artérias do coração que estão ficando entupidas?
É possível retardar ou mesmo frear o processo de aterosclerose com o controle dos fatores de risco. Alimentação adequada e atividade física podem ser encaradas como métodos naturais de fazê-lo. Remover placas de gordura que já estão estabelecidas não é possível senão por métodos invasivos.

 

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Quando o câncer de rim é descoberto muito tarde, pode haver metástase e indicação de tratamento com imunoterápicos (Foto: Divulgação)

Saúde

Nem sempre a descoberta de uma doença vem acompanhada com dores, incômodos e mal-estar generalizado. Em alguns casos, ela se desenvolve de forma silenciosa, sem apresentar grandes sintomas, e acaba vindo à tona somente durante um exame de rotina. Isto é o que geralmente costuma ocorrer entre os portadores de câncer renal (câncer de rim). Essa patologia atinge 3% da população brasileira, sendo a maioria composta por adultos na faixa dos 40 a 60 anos.

Geralmente, os indícios de que algo não vai bem incluem sangue na urina, dor nas costas e no abdome (mais precisamente na região dos flancos) e até mesmo o surgimento de um nódulo ou massa palpável na região abdominal. “Em 80% dos casos, a doença é diagnosticada não por conta do sintoma, mas sim devido à realização de exames que o paciente está fazendo por alguma outra razão”, descreve o urologista Alexandre Cesar, diretor da Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo e médico do Hospital de Amor de Barretos.

O exame que costuma detectar alterações é o ultrassom de abdome total e o ultrassom de rins. O exame de urina também é indicado para averiguar se o rim está funcionando devidamente. Caso seja visibilizada qualquer anormalidade, são realizados novos exames e, se confirmada a presença do tumor, o paciente é submetido a avaliações mais específicas para detectar onde a doença está confinada, quais regiões foram afetadas e se houve metástase para outros órgãos.

“O tratamento vai depender muito do caso. Quando a doença está localizada em um rim, o tratamento na maior parte das vezes é cirúrgico, com a remoção do tumor e preservação do rim. Em determinadas situações, contudo, não é possível manter o rim afetado e a remoção do órgão é total”, explica o Dr. Cesar. Após a cirurgia, o tratamento vai depender se existem sinais da doença em outros locais do corpo ou não. “Se for localizado e só a cirurgia resolver, o paciente, após o procedimento, é submetido a acompanhamento constante, a cada seis meses”, diz. Vale lembrar que o corpo humano consegue sobreviver com somente um rim, caso este esteja em perfeito estado.

Fatores de risco – Entre as condições que favorecem o desenvolvimento deste tipo de tumor estão as doenças renais, pressão alta, hipertensão, tabagismo, obesidade, uso abusivo de diuréticos e determinadas doenças genéticas. Pessoas que fazem hemodiálise (por conta do mau funcionamento dos rins) também têm maior risco de desenvolver nódulos renais. “O grande desafio é descobrir cedo e tratar cedo. Quando descoberto muito tarde pode haver metástase e indicação de tratamentos imunoterápicos. Por isso, é importante pensar na saúde preventivamente, fazer o checape e tomar iniciativas buscando sempre a busca pela saúde e não só ir ao médico quando fica doente”, afirma o Dr. Marcos Alexandre Vieira, nefrologista e presidente da Fundação Pró-Rim. Segundo ele, em casos mais avançados, é importante que o paciente seja acompanhado por uma equipe multidisciplinar composta por nefrologista, urologista, oncologista, além de profissionais como psicólogos e nutricionistas. “É importante que o paciente encontre o equilíbrio para tratar e enfrentar esta situação”, diz

Da Vida Real Para Ficção

Recentemente, o assunto câncer renal veio à tona, devido ao drama enfrentado por Adriana, personagem interpretada por Julia Dalavia em O Outro Lado do Paraíso, novela das 21h da Globo. Na trama, ela foi diagnosticada com a doença após exames realizados por conta de um acidente automobilístico. Nos próximos capítulos, além da hemodiálise, ela terá de realizar um transplante de rim, pois, só assim, sobreviverá. Na vida real, no entanto, o procedimento não pode ser feito tão rapidamente. “O paciente tem de estar bem e sem evidência de câncer por, no mínimo, dois anos para realizar o transplante. Ele tem de ser tratado primeiro. Ninguém opera, tira o rim e já coloca outro”, enfatiza o Dr. Alexandre Cesar.

Doença já tinha índices altos em 2010, segundo pesquisa (Foto: Carlos Ezequiel Vannoni/ AE)

Saúde

A microcefalia passou a ser destaque nos noticiários brasileiros após a epidemia de zika, em 2015, quando foi constatado que o vírus é fator de risco para a anomalia. Entretanto, ao analisar a prevalência da microcefalia, em 2010, pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) consideram que a doença já era endêmica e passou para o status de surto com o vírus zika. Os resultados foram publicados na revista Pediatrics Official Journal, periódico oficial da Academia Americana de Pediatria. O estudo avaliou 6.174 crianças nascidas em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, e 4.220 em São Luís, capital do Maranhão, de janeiro a dezembro de 2010. Desses, 3,5% dos recém-nascidos de São Luís e 3,2% de Ribeirão Preto nasceram com microcefalia.

 “Desequilíbrio” no cérebro de autistas é tema de pesquisa

A dificuldade de interação social é uma das principais características do autismo, transtorno que afeta milhares de crianças no País e que, atualmente, é alvo de dois estudos que buscam uma abordagem terapêutica inédita para o problema. As novas linhas de pesquisa apontam para a possibilidade de que o cérebro do autista produza substâncias em desequilíbrio e que isso poderia ser corrigido com medicamentos. Nenhum dos estudos indica ou promete cura, mas revela novos caminhos de tratamento associados às terapias comportamentais já indicadas. Um desses estudos obteve, em fevereiro, autorização da agência de vigilância sanitária norte-americana, a FDA, para ter seus testes avaliados pelo órgão de forma prioritária, dada a inovação do trabalho e o ineditismo da droga proposta. Desenvolvida pela farmacêutica Roche, a pesquisa identificou que a vasopressina, um dos hormônios associados ao medo, funciona de forma diferente nos autistas, prejudicando a interação social.

Fonoaudiologia melhora comunicação na esquizofrenia

A dificuldade de comunicação é um dos principais sintomas que atinge as pessoas com diagnóstico positivo para a esquizofrenia. No entanto, uma intervenção fonoaudiológica em grupo se mostrou um recurso eficiente para melhorar a situação de pessoas com a doença, segundo estudo da pesquisadora Ariana Elite dos Santos, realizado na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP. Segundo especialistas, esses indivíduos podem apresentar um discurso desorganizado, sem sentido e até mesmo incompreensível, com respostas curtas e, geralmente, sem desenvolvimento dos assuntos. “Medidas que auxiliem no sentimento de pertencimento, de inserção no meio onde vivem, podem ser fundamentais para essas pessoas, pois o abalo da comunicação afeta as relações de tal forma que elas deixam de ir em festas, visitar os familiares e podem, inclusive, abandonar o trabalho e os estudos”, disse Ariana.

*Com informações da Agência Estado

Rinite atinge até 25% da população mundial. Alimentos ingeridos podem aliviar sintomas (Foto: Divulgação)

Saúde

Difícil encontrar alguém que nunca tenha tido uma crise de rinite na vida. Coriza, obstrução nasal, coceira intensa no nariz e espirros constantes são alguns dos sintomas típicos que, muitas vezes, demoram a passar e causam grandes incômodos.

Para muitos, a doença só passa após tratamento médico e auxílio de medicamentos específicos. Contudo, existem outras atitudes que podem minimizar o incômodo que acomete de 20% a 25% da população mundial, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Além de hábitos de vida saudáveis e higiene básica, a alimentação exerce um papel primordial. E quem explica o porquê é o otorrinolaringologista Marcelo Mello, do Hospital Cema, especializado no tratamento de olhos, ouvidos e garganta. “Pessoas com rinite têm uma resposta exagerada a certos alimentos ou aditivos neles contidos”, afirma.

A dica, de acordo com o especialista, é fortalecer o sistema imunológico e consumir comida de verdade, evitando a ingestão de produtos industrializados, como fast-food, enlatados e embutidos. Estes contêm substâncias que podem deflagrar os sintomas. Comidas muito quentes ou muito temperadas também devem ser evitadas, pois ativam a resposta alérgica por meio da histamina, que tem ação vasodilatadora. “Prefira sempre alimentos naturais a refeições prontas ou industrializadas. Utilize temperos caseiros ao invés de realçadores de sabor”, reforça.

A dieta ideal para quem possui este problema deve contar com vitaminas, enzimas, óleos e minerais presentes em determinados alimentos. Muitos deles também contam com propriedades anti-inflamatórias, bactericidas e descongestionantes.

rinite Newhealthguide divulgação

Pelos de animais domésticos, poeira e mofo provocam reação da doenaç (Foto: Newhealthguide / divulgação)

É o caso de produtos como alho, cebola e mel. A maçã e o gengibre também entram na lista com o papel de adstringentes. Por isso, estão presentes em remédios para gripes e resfriados. Também vale destacar as frutas cítricas, ricas em vitamina C. Já os peixes de água fria – caso do salmão, atum e sardinha – têm em sua composição ômega 3, substância que protege as vias aéreas e ajuda a combater inflamações.

“Os peixes contam com  vitaminas e minerais do complexo A, B, D e E,  fósforo e potássio, essenciais para o bom funcionamento do organismo”, ressalta Mariana Staut Zukeran, nutricionista do Hospital Israelita Albert Einstein.

Entre as bebidas, água é sempre a melhor pedida. Também estão liberados chás e sucos naturais. A recomendação é evitar bebidas cafeinadas, achocolatados, leite, bebidas alcoólicas e refrigerantes.

Rinite na mesa

Alimentos liberados
Grãos e sementes: castanhas, sementes de linhaça e de girassol
Peixes: atum, salmão e sardinha
Frutas cítricas: laranja e limão
Vegetais e frutas: vegetais verde escuros, cenoura, acerola, manga, abóbora, abacaxi

Outros: Alho, cebola, gengibre e mel

Alimentos que devem ser evitados

Trigo e cereais, derivados do glúten, doces, leite e derivados
Alimentos industrializados: enlatados, embutidos e fast­food

Crianças e adolescentes na mira da doença

Considerada a moléstia de maior prevalência entre as doenças respiratórias crônicas, a rinite alérgica é bastante conhecida entre os brasileiros. Principalmente entre crianças e adolescentes. O estudo International Asthma and Allergies in Childhood (Isaac) strou que, junto a este púbico, a prevalência média de sintomas relacionados à rinite alérgica foi de 25,7% a 29,6%, que deixa o Brasil no grupo de países com as maiores taxas mundiais de rinite.

Geralmente, o diagnóstico da rinite alérgica é clínico, baseado no histórico do paciente e no exame físico. “O tratamento sempre abrange a conscientização do paciente sobre a importância da higiene ambiental. Em alguns casos, se faz necessário o tratamento medicamentoso com antialérgicos via oral e sprays nasais e, em situações especiais, é possível o uso de vacinas antialérgicas. Porém, quando não há boa resposta ao tratamento indicado, vale procurar novamente o otorrinolaringologista, para exames e investigação detalhada”, descreve o Dr. Marcelo Mello.

Consumo de alimentos processados aumenta em 34% risco da doença (Foto: Reprodução/Pixabay)

Saúde

 Segundo o Instituto de Câncer (Inca), o câncer colorretal é o segundo mais prevalente em mulheres, e o terceiro mais comum em homens.

Um estudo publicado na revista científica Jama Oncology detectou que o alto consumo de alimentos inflamatórios aumenta em 32% o risco da doença.

O Índice de Massa Corporal (IMC) e o consumo de álcool também foram levados em consideração. Para Marcos Belotto, gastro-oncologista dos Hospitais Oswaldo Cruz e Sírio Libanês, a descoberta preocupa.

Prezados amigos, recentemente li um magnífico artigo do Dr. Fernando Maluf, oncologista clínico, sobre o câncer de próstata, que segue abaixo.

“O desenvolvimento do câncer de próstata está relacionado, sobretudo, ao envelhecimento masculino. Embora a doença possa ser diagnosticada em homens jovens, inclusive com menos de 40 anos, o risco aumenta significativamente após os 50, correspondendo a 40% dos tumores nessa faixa etária. A idade média dos homens diagnosticados é de 69 anos.

Depois do câncer da pele, ele é o tumor maligno mais comum no sexo masculino, representando cerca de 10% de todos os cânceres diagnosticados no mundo. Felizmente, apesar da incidência crescente, observa-se um declínio das taxas de mortalidade, que diminuíram 40% nos últimos 15 anos nos países desenvolvidos. Essa redução se deve, principalmente, ao diagnóstico precoce e ao aperfeiçoamento das formas de tratamento.

Cantor está internado desde ano passado (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

O cantor Arlindo Cruz, internado desde março de 2017 por conta de um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico, foi transferido de hospital nesta quinta-feira, dia 1º, para continuar o seu tratamento de reabilitação.

"A Casa de Saúde São José informa que o cantor Arlindo Cruz foi transferido, na tarde desta quinta-feira, para o Hospital Placi, em Botafogo, Rio de Janeiro. Nesta etapa, o foco será a reabilitação motora, representando uma fase de transição entre o tratamento médico e o retorno para domicílio", diz o boletim médico obtido pela reportagem da Agência Estado.

A longa recuperação do sambista vem sendo divulgada pelo seu filho, Arlindinho, nas redes sociais. "Meu pai está um gato de cabelo cortado. Não estou conseguindo me conter de tanta felicidade", escreveu o também cantor quando postou a primeira foto do seu pai desde a sua internação, em janeiro deste ano.

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.

Ex-capitão lidera em todas as pesquisas (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Nova pesquisa do BTG/FSB, divulgada nesta segunda-feira, 22,  mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aumentou sua vantagem dentro da margem de erro contra Fernando Haddad (PT). Segundo o levantamento, o ex-capitão conta com 60% dos votos válidos, contra 40% do adversário. A margem de erro continua sendo de dois pontos percentuais. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é dito ao entrevistado, o ex-militar caiu um ponto percentual, ficando com 48%, enquanto Haddad cresceu um ponto, chegando a 31%. Os votos brancos e nulos atingem 6%, enquanto 5% responderam “nenhum” e 11% não souberam opinar. Na intenção de voto estimulada, porém, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois. A pesquisa também abordou a decisão definitiva de votos de cada eleitor. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. A rejeição dos candidatos ficou em 52% para Fernando Haddad e 38% para Bolsonaro. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro.

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 
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Apesar de constar no ordenamento jurídico pátrio, o Princípio da Isonomia quase não é observado e aplicado (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )

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Crescimento do número de suicídios revela que sociedade brasileira está doente. Campanha Setembro Amarelo alertou para os riscos (Foto: Leonardo Sá/Agência Senado)

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Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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