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Seg, Out

Segundo dados do Ministério da Saúde, 74% dos óbitos no Brasil acontecem por doenças associadas à obesidade (Foto: Reprodução/Pixabay)

Saúde

 Considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) uma doença em epidemia, a obesidade está longe de ser apenas um desafio individual a ser superado - estudos indicam que o excesso de peso já é a segunda maior causa de mortes no mundo. Segundo dados do Ministério da Saúde, 74% dos óbitos no Brasil acontecem por doenças associadas à obesidade. Apesar disto, ela não é vista como doença por grande parte das pessoas, incluindo os próprios pacientes.

Para atrair atenção sobre a gravidade da situação e fortalecer o olhar sobre a obesidade enquanto doença crônica, a ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), em conjunto com a empresa global de saúde Novo Nordisk, lança a terceira edição da campanha Saúde não se pesa. O movimento está alinhado ao Dia Mundial da Obesidade, 11 de outubro.

Este ano, com o mote "Obesidade é o que você não vê: chegou a hora de colocar uma luz sobre ela", a intenção é fazer um alerta, colocando foco também nos perigos das doenças associadas ao excesso de peso, como diabetes e problemas cardiovasculares, e conscientizar que obesidade também é o que não aparece no espelho ou não se mede na balança. A campanha se propõe, ainda, a desconstruir o uso de clichês, evitar estigmas e esclarecer a definição de obesidade mostrando que, como qualquer patologia, ela requer acompanhamento médico.

"A obesidade diminui a expectativa de vida em até dez anos e necessita de tratamento a longo prazo, mas ainda é uma doença negligenciada", afirma a endocrinologista e presidente da ABESO, Dra. Maria Edna de Melo. Estudos indicam que uma perda de 5% a 10% do peso em pessoas com obesidade traz benefícios expressivos à saúde, incluindo melhora dos níveis de glicemia, da pressão arterial, dos níveis de colesterol e da apneia obstrutiva do sono.

“Precisamos mostrar as verdades por trás da doença e que a obesidade pode ser controlada. Muito além de questões estéticas, a perda de peso traz mais saúde e pode, inclusive, significar mais tempo de vida a uma pessoa", complementa. Segundo a OMS, o excesso de peso é uma epidemia acometendo mais de 1,9 bilhão de adultos em todo mundo. No Brasil, o Ministério da Saúde calcula que mais de 100 milhões de pessoas estão acima do peso.

As ações da campanha não se encerram no Dia Mundial da Obesidade e devem acontecer ainda durante os meses seguintes. No site oficial do Saúde não se pesa é possível encontrar informações sobre a obesidade e as doenças relacionadas ao excesso de peso, além de conhecer os fatores que ajudam a determinar o peso de um indivíduo, entender como funciona o apetite de uma pessoa com obesidade e por que o organismo pode recuperar rapidamente os quilos perdidos. Também é possível calcular o IMC (Índice de Massa Corporal), ver os mitos mais comuns sobre a perda de peso e saber quais as ferramentas disponíveis para tratar a obesidade. Para saber mais, acesse www.saudenaosepesa.com.br.

 

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Bolsonaro teme ficar isolado na Câmara dos Deputados (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil)

Política

Prestes a se filiar ao PSL, o pré-candidato a presidente e deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), tenta formar uma bancada no Congresso para compensar a frágil estrutura partidária que construiu até o momento para a eleição deste ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A menos de dois meses do prazo final para novas filiações, o partido pelo qual Bolsonaro deve concorrer tem apenas três deputados federais, sendo que dois deles já declararam que vão deixar a legenda com a chegada do deputado.

Na mais recente pesquisa Datafolha, o deputado teve 16% das intenções de voto, atrás apenas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (37%)

A estratégia é atrair nomes que tenham ligação com as bandeiras do presidenciável, mesmo que não leve o apoio do partido com ele. Um dos integrantes da "bancada Bolsonaro" na Câmara é Alberto Fraga (DEM-DF), pré-candidato ao governo do Distrito Federal, que é próximo ao presidenciável desde o tempo em que fizeram curso na Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais, no Rio, no começo dos anos 1960.

O aliado avaliou que Bolsonaro precisa aumentar o diálogo com os colegas na Casa, pois a força das redes sociais é limitada. "Não adianta ser presidente se não tiver apoio aqui dentro", afirmou Fraga e completou: "Ele precisa ouvir mais os amigos deputados e menos assessores que não conhecem o processo político." Jair Bolsonaro também conta com o apoio do deputado – e seu amigo – Pr. Marco Feliciano (PSC-SP).

Os cristãos somam grande parte dos votos de Bolsonaro. Os parlamentares evangélicos consideram importante para seus redutos o debate sobre segurança pública, mas viram como "radical" o discurso do pré-candidato de que distribuiria fuzis para fazendeiros. Até agora, a única certeza da bancada é de que não há diálogo com a esquerda. 

“Jair Bolsonaro está construindo um grupo sem balcão de negócios", declarou um dos aliados de Bolsonaro de mais projeção na Câmara, o deputado Ônix Lorenzoni (DEM-RS). Procurado pela reportagem , Bolsonaro não quis se manifestar. 

 

Obesidade pode causar várias doenças, inclusive o câncer (Foto: Divulgação)

Saúde

Cerca de 15 mil casos de câncer no Brasil são atribuíveis ao excesso de peso e obesidade, segundo estudo realizado no Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP, em parceria com a Universidade de Harvard e a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer da Organização Mundial da Saúde. No País, mais de 400 mil casos de câncer são diagnosticados anualmente.

O excesso de peso está particularmente associado com o aumento no risco de neoplasias da mama (pós-menopausa), cólon e reto, corpo do útero, vesícula biliar, rim, fígado, mieloma múltiplo, esôfago, ovário, pâncreas, próstata, estômago e tireoide. A incidência desses 14 tipos de câncer corresponde à metade do total de casos de câncer diagnosticados por ano no Brasil.

 Diminuir consumo de açúcar não reduz possibilidade de desenvolvimento de células cancerígenas

Há anos se discute a relação entre os hábitos alimentares e o risco de câncer. O Memorial Sloan Kettering, referência para o estudo de câncer nos Estados Unidos, publicou um artigo que contesta o papel do açúcar no desenvolvimento das células cancerígenas, bem como a sua relação direta com as neoplasias.

Açúcar câncer Divulgação

Parar de consumir açúcar não faz com que células cacerígenas deixem de evoluir (Foto: Divulgação)

 

A publicação demonstra que, apesar de as células cancerígenas se alimentarem da glicose, diminuir a quantidade de açúcar ingerida não fará necessariamente que elas parem de se desenvolver, explica Marcos Belotto, cirurgião gastro-oncologista do Hospital Sírio Libanês. “Comer menos açúcar fará com que o corpo use seus recursos restantes para produzir a glicose sozinha e não impedirá o desenvolvimento das células cancerígenas”, disse. O estudo admite, por outro lado, o papel dessa substância na obesidade.

Cidades do interior da Bahia possuem vários outdoors de Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Nacional

O vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, apresentou recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que pede a retirada imediata de outdoors com suposta propaganda eleitoral antecipada em favor do deputado federal e pré-candidato à Presidência, Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

Os outdoors são veiculados nos municípios baianos de Paulo Afonso, Glória e Santa Brígida. O artigo 36 da Lei das Eleições impede expressamente a propaganda eleitoral antes de 15 de agosto. Já o artigo 39, veda a propaganda eleitoral mediante outdoors, inclusive eletrônicos, sujeitando-se a empresa responsável, os partidos, as coligações e os candidatos à imediata retirada da propaganda irregular e ao pagamento de multa no valor de R$ 5 mil a R$ 15 mil.

Segundo Humberto Jacques, os outdoors têm "o objetivo de massificar a imagem do pré-candidato para o pleito futuro, retirando o equilíbrio da disputa". No agravo interno, vice-procurador-geral eleitoral questiona decisão do ministro Luiz Fux, que, no exercício da presidência do TSE durante o período de recesso, negou liminar do Ministério Público Eleitoral que pedia a retirada dos outdoors, alegando não haver pedido expresso de votos nas peças. 

"Imaginar que peças publicitárias de um candidato em uma eleição não contenham pedido explícito de votos é subestimar a inteligência dos publicitários, de candidatos e eleitores", afirmou. De acordo com ele, o pedido explícito de votos exigido pela lei como caracterizador da irregularidade não está vinculado, necessariamente, à expressão "vote no candidato x".

Histórico

No documento enviado ao TSE, Humberto Jacques lembra que outros outdoors foram localizados em outros 33 municípios de 13 estados com mensagens de apoio a Bolsonaro. Segundo ele, ao admitir a prática, a decisão do TSE pode dar ensejo à utilização indiscriminada desse tipo de propaganda.

Após a decisão que manteve provisoriamente os outdoors em circulação, Bolsonaro publicou um vídeo na internet defendendo que o uso do artifício estaria liberado pela Justiça Eleitoral. "Ora, qual seria a finalidade de tantos outdoors espalhados pelo País, com escritos similares entre si, que não a eleitoral, especialmente tratando-se de notório pré-candidato? A busca explícita de votos, ainda que disfarçada de apoio ao candidato, levando à massificação de sua imagem, constitui propaganda duplamente irregular, tanto por sua extemporaneidade quanto pela utilização de meio vedado", sustenta Jacques.

Para ele, imaginar que mensagem positiva de pré-candidatos, exposta em outdoors - posteriormente replicada em redes sociais - não se configura em propaganda eleitoral antecipada "é fazer letra morta da legislação eleitoral que, como já reconhecido por essa Corte Superior Eleitoral, tem por escopo proteger o próprio processo eleitoral", afirma Jacques, no documento.

Campanha foi gravada em fevereiro e lançada nesta semana (Foto: Divulgação)

Futebol

O atacante Neymar está longe dos gramados, mas nunca fica afastado dos holofotes. Enquanto continua em recuperação, após a cirurgia no pé direito, o craque aparece em mais uma peça publicitária. Desta vez, ele é uma das estrelas da campanha feita pelo PSG e por uma de suas patrocinadoras, a Nivea Men.

Ao lado dos brasileiros Thiago Silva e Daniel Alves, além dos franceses Mbappé e Rabiot, o camisa 10 da seleção estrela a campanha #PRONTOPROJOGO.

“Estar pronto para o jogo, seja no esporte, com a família, no trabalho e nas conquistas diárias, faz com que os homens se sintam mais confiantes ", afirmou Andréa Bó, diretora de marketing da Nivea Brasil.

Para a executiva, a confiança e o esporte estão sempre relacionados aos cuidados corporais. Por isto, escolheu os jogadores para divulgar os seus produtos para o cuidado masculino.

“Sabemos que o futebol é uma paixão nacional e, por isso, queremos posicionar nossa marca e nossos produtos nesse ambiente, possibilitando um vínculo forte e emocional com nossos consumidores", concluiu Andréa.

Enquanto vê sua imagem em mais uma campanha, Neymar vive a expectativa de voltar aos treinos, o que deve só acontecer em maio, às vésperas da Copa do Mundo.

Já o PSG, sem poder contar com o craque, está muito perto de conquistar o título francês. Se vencer o Saint-Étienne, nesta sexta-feira, 6, fora de casa, e o Monaco perder para o Nantes em seus domínios, no sábado, 7, o clube de Paris volta a erguer a taça após ser surpreendido na última temporada pelo próprio Monaco.

Bruna Dealtry recebeu beijo inesperado, desabafou e é uma das participantes da campanha #DeixaElaTrabalhar (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

Enquanto falava para milhares de pessoas durante uma cobertura pré-jogo de futebol, ao vivo, pelo Esporte Interativo, a jornalista  Bruna Dealtry foi beijada, à força, por um torcedor do Vasco. Ela não demonstrou na hora, mas se sentiu enojada com a situação ocorrida no dia 14 de março. Continuou seu trabalho, mas já estava pensando em como combater o machismo na área em que atua. “Já sofri muito assédio, mas aquilo foi a gota d’água”, disse, em entrevista exclusiva ao Metrô News.

No último fim de semana, foi a vez da repórter Kelly Costa, da RBS TV (afiliada da Rede Globo), ser agredida. Durante um jogo entre São José e Brasil de Pelotas, no Rio Grande do Sul, um torcedor gritou frases de baixo calão para ela. Ao ser flagrado, disse que não estava fazendo nada. Ele foi retirado do estádio e levado a um posto policial.

No mesmo dia, em 25 de março, 52 jornalistas lançaram um manifesto, o #DeixaElaTrabalhar (Facebook: https://www.facebook.com/deixaelatrabalhar e Twitter: https://twitter.com/deixaelatrab). Como iniciativa, elas gravaram depoimentos e colocaram em um vídeo nas redes sociais, republicado por grandes clubes, como Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos. “Nós atingimos muito mais gente do que eu imaginei. Achei que os homens poderiam encarar de maneira negativa, mas recebi várias mensagens de apoio”, afirmou Bruna.

Bruna disse que teve uma força grande para continuar seu trabalho (Foto: Reprodução/Youtube)

“A gente viu que falar de casos isolados resultaria em um vídeo muito grande. Pensamos em um texto em que cada uma leria uma parte e, junto a isso, pegamos algumas ofensas que sofremos em redes sociais e formamos o vídeo”, explicou Ana Thaís Matos, repórter da Rádio Globo

"Só que a gente não quer deixar isto morrer. Não queremos que seja igual ao Dia da Mulher, que é celebrado só no dia 8 de março, e depois esquece. A gente já tem algumas ações direcionadas para um segundo momento", continuou a jornalista. 

 “Eu me lembro de uma vez ligar para um dirigente e ele me falar ‘só te atendo porque você é bonitinha’”, recordou Alinne Fanelli, repórter do Jornal Agora S. Paulo. “Não é só o assédio que nos incomoda. O fato também de quererem diminuir nosso trabalho, desmerecerem, isso chateia também”, afirmou.

“Um dos principais problemas é o assédio dentro das redações. O assédio não é cantada. O assédio é alguém direcionar o seu trabalho à sua sexualidade. Falar que conseguimos algo só por sermos mulher. Muitas não identificavam isto como machismo. Achavam que era normal. Agora percebem que passamos por provações todos os dias”, argumentou Ana, que também relatou que já sofreu muito em estádios.

“Torcedor já abaixou a calça olhando em minha direção. Um grupo de torcedores jogava coisas em mim. Ficava me xingando o tempo inteiro. Eram ofensas direcionadas. Já procurei os clubes e, alguns deles, não quiseram se indispor com seus torcedores”, recordou.

Apesar da situação vivida por várias mulheres, Bruna declarou que não desanima. “Nunca pensei em largar o jornalismo. Na hora, me senti muito mal, mas depois me veio uma força muito grande e isso abriu as portas para outras mulheres se manifestarem”, disse.

Soluções?

Todas falaram que há poucas ações concretas no combate ao machismo no futebol. “Os clubes e federações devem apoiar o projeto e ajudar a expor essas pessoas”, afirmou Alinne. Ela se lembrou que há um artigo no Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) sobre o ato de ‘praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência’. “Poderiam só começar a fazer valer mesmo, como no caso com a Kelly, que o torcedor foi retirado do estádio. Isto é só um começo”, disse.

Com uma opinião parecida à de Alinne, Ana afirmou que o Estado poderia pensar em criar um núcleo especializado para atender demandas relacionadas a assédio e a outros problemas encarados por mulheres que frequentam praças esportivas. Inclusive, ela citou o São Paulo como exemplo.

“O São Paulo formou um núcleo dentro do Morumbi com mulheres para ouvir e atender reclamações de torcedoras que sofram qualquer tipo de preconceito”, afirmou.

Alinne relatou que sofreu com machismo de dirigente: "Só te atendo porque você é bonitinha" (Foto: Reprodução/Facebook)

Problema social

Apesar de ainda se sentir constrangida com a situação vivida, Bruna se considera privilegiada por poder levar a mensagem de combate ao assédio e ao machismo a milhares de pessoas. “Podemos atingir muita gente. Comigo aconteceu em frente às câmeras, mas quantas mulheres passam por isso nas ruas? Temos que nos unir para impedir que isso continue. E eu falo no mundo todo: a gente não tem ideia da força que temos. É tão inédito e complexo falar sobre o assunto que pode ser muito maior do que a gente imaginava”, avaliou.

“O machismo não é brasileiro. Ele é mundial e é exposto da pior maneira possível. O machismo, a homofobia, a misoginia e todas as formas de exclusão são problemas sociais. Não são exclusivos do esporte”, comentou Ana.

“Os clubes fazem muitas campanhas nas redes sociais, mas atacam pouco as ofensas direcionadas. E não é só sobre o machismo. Falo também de homofobia. Os clubes pedem para seus torcedores pararem de gritar bicha? Quando fazem algo, acabam caindo para o marketing. Porém isto não pode ser encarado como uma ação de marketing. É um problema social. Enquanto os clubes não atacarem o problema como algo social, nada vai mudar”, finalizou a repórter da Rádio Globo.

Ana Thaís Matos (à dir.) ao lado de Fabíola Andrade. As duas participaram do vídeo (Foto: Reprodução/Facebook)

Gestão Alckmin/França deve entregar mais 15 estações em 2018 (Foto: Lucas Dantas)

Cidade

Em ritmo de despedida e rumo à campanha eleitoral, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) entrega  nesta quarta-feira, 4, a Estação Oscar Freire do Metrô, da Linha 4-Amarela, operada pela iniciativa privada. É a segunda parada do trajeto entregue este ano pelo agora presidenciável, uma vez que a estação Higienópolis-Mackenzie começou a funcionar em janeiro.

Ao todo, o Metrô de São Paulo pretende entregar 18 estações este ano, mas apenas mais uma para a Linha 4: a São Paulo-Morumbi, que deve ter a inauguração a cargo do atual vice-governador Márcio França (PSB).

Entre as outras 15 estações restantes, o tucano também abriu as operações da Estação Eucaliptos, da Linha 5-Lilás, e é possível que entregue a Estação Moema, segundo a Secretaria de Transportes Metropolitanos. Entretanto, a data pode sofrer alteração. No mesmo trajeto, serão entregues as estações Campo Belo, AACD-Servidor, Hospital São Paulo, Santa Cruz e Chácara Klabin.

O ápice da despedida deve ocorrer sexta-feira, com a entrega de um trecho do monotrilho da Linha 15-Prata. Não foram informadas quais estações devem ser entregues pelo governador, mas o Metrô já confirmou que, em 2018, deve entregar os pontos de embarque Camilo Haddad, Fazenda da Juta, Jardim Planalto, São Lucas, São Mateus, Sapopemba, Vila Tolstói e Vila União.

No fim de semana passado, Alckmin também inaugurou a Linha 13-Jade da CPTM, que liga o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos à Zona Leste da Capital. Sobre o atraso de 14 anos no trajeto, o governador disse se tratar de uma fake news, uma vez que a obra só foi licitada em 2013.

Operação começa em fase de testes

A Estação Oscar Freire vai operar no formato Operação Comercial Restrita, em fase de testes por um período de 15 dias. O horário de funcionamento será das 10h às 15h.

Depois passará a atender de domingo à sexta, das 4h40 à 0h, e aos sábados, das 4h40 à 1h, como nas demais estações da rede. A previsão é de que 24 mil pessoas utilizem diariamente a nova estação.

A Linha 4, operada pela empresa ViaQuatro, oferece integração com outros seis linhas: 7-Rubi, 1-Azul e 11-Coral, na Estação Luz; com a Linha 3-Vermelha, na Estação República, com a Linha 2-Verde, na Estação Paulista; e com a Linha 9-Esmeralda, na Estação Pinheiros.

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.

Ex-capitão lidera em todas as pesquisas (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Nova pesquisa do BTG/FSB, divulgada nesta segunda-feira, 22,  mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aumentou sua vantagem dentro da margem de erro contra Fernando Haddad (PT). Segundo o levantamento, o ex-capitão conta com 60% dos votos válidos, contra 40% do adversário. A margem de erro continua sendo de dois pontos percentuais. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é dito ao entrevistado, o ex-militar caiu um ponto percentual, ficando com 48%, enquanto Haddad cresceu um ponto, chegando a 31%. Os votos brancos e nulos atingem 6%, enquanto 5% responderam “nenhum” e 11% não souberam opinar. Na intenção de voto estimulada, porém, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois. A pesquisa também abordou a decisão definitiva de votos de cada eleitor. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. A rejeição dos candidatos ficou em 52% para Fernando Haddad e 38% para Bolsonaro. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro.

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 
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