20
Sáb, Out

Futuras mamães devem se preocupar com a alimentação correta do bebê (Foto: Divulgação/Pixabay)

Saúde

“Como será que vai ser o rostinho dele? Será que vai parecer mais com o pai ou com a mãe? Não vejo a hora de nascer para esta dor acabar.” Estas são frases que começam junto com a gravidez e tomam um espaço ainda maior dentro da cabeça das futuras mamães por cerca de 40 semanas.

Cada mãe tem uma reação diferente e cada gravidez é única. De acordo com algumas mães, conforme a gravidez evolui a ansiedade cresce junto. “No meu caso ainda não caiu a ficha, a não ser quando o bebê mexe. Aí dá uma ansiedade infinita”, contou a professora Camila Galter, que espera por duas meninas gêmeas: Helena e Heloísa.

Danielle Rodrigues Pereira também espera o primeiro filho, Jorge.  “É um poder que não consigo explicar, um sentimento de sou capaz, sou mulher”, relatou a futura mãe. Já Cristiane Pires Muniz espera a primeira filha, mas já é mãe do menino Enzo, de quase dois anos. “Desta vez, é uma menina, então, é diferente. Estive sempre acostumada com menino”, contou. 

Segundo a obstetra Débora Oria, nestes momentos finais, dois fatores são importantes. “É preciso pensar no parto e na amamentação. O aleitamento correto é uma informação que as mães sempre deixam escapar”, alertou.  

 Clara Galter

“Foi num exame de rotina, num ultrassom, que descobri que estava grávida. A surpresa aumentou uma semana depois, quando soube que são gêmeas. Estou com meu marido há 16 anos, foi meu primeiro namorado, ele também é pura ansiedade.”

 Danielle Rodigues

“Tudo acaba sendo muito novo. Os sentimentos, medos, alegrias a cada chutinho, a cada ultrassom. Os hormônios não ajudam muito nesta fase. É tudo muito mágico e incrível. A vontade de ter ele nos braços com saúde é maior que tudo.”

 Cristina Pires Muniz

“Esta é minha segunda gravidez. Desta vez é uma menina e está sendo uma gestação totalmente diferente da primeira, com muito mais dores. Não vejo a hora de nascer. O meu filho parece muito com meu marido, mas quem sabe a menina não pareça mais comigo.”

BLOG COMMENTS POWERED BY DISQUS

Tenista teve problemas após dar à luz (Foto: Reprodução/ Facebook)

Esporte

A tenista norte-americana Serena Williams escreveu uma coluna para o site da emissora CNN sobre as dificuldades que teve no pós-parto da sua filha Alexis Olympia, que nasceu em setembro de 2017. Segundo Serena, ela teve uma gravidez tranquila, mas quando estava em trabalho de parto teve que fazer uma cesárea de emergência quando os batimentos cardíacos da sua filha caíram drasticamente.

Ela conta que aí começaram as complicações. Cerca de 24 horas após o parto, Serena foi diagnosticada com embolia pulmonar, que é quando um coágulo de sangue se aloja no pulmão, problema que ela já havia enfrentado anteriormente. A tosse recorrente por causa da embolia fez com que os pontos da cesárea dela estourassem e, por isso, foi necessária uma nova cirurgia para fechar o corte. Ela então fez uma segunda cirurgia para prevenir a formação de novos coágulos pulmonares e teve de ficar seis semanas de repouso para evitar que seu sangue ficasse grosso.

A tenista aproveitou a coluna para falar que ela é uma afortunada porque teve direito aos melhores médicos e hospitais, mas que mulheres negras nos Estados Unidos têm três vezes mais chances de morrer por conta de complicações no parto do que outras mulheres. Também mostrou um dado da Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) que mostra que 2,6 milhões de recém-nascidos morrem anualmente no planeta logo após o parto, e 80% dessas mortes poderiam ser prevenidas.

Serena pediu para que as pessoas façam doações para entidades que protegem mães e recém-nascidos e pressionem os governos locais para que criem condições melhores para que mulheres possam dar à luz de forma digna, assegurando que os bebês não morram precocemente.

Mãe afirma que poderá visitar filha quando quiser (Foto: Arquivo pessoal)

Mundo

A menina Gabriella Boutros, 13, sequestrada em 2010 pelo próprio pai e levada ao Líbano, decidiu ficar no país asiático. A mãe, Claudia Dias de Carvalho Boutros, 39, ganhou, no ano passado, na Justiça a guarda da garota.

Em entrevista ao G1, ela disse que Gabriella só quer vir ao Brasil quando terminar os estudos. “Ficou acertado que minha filha passará as férias escolares comigo e depois retornará ao Líbano”, contou.

Desde 28 de dezembro, elas passaram por um processo de readaptação, já que ficaram distantes por sete anos. A menina fala árabe e inglês, o que dificulta a comunicação com a mãe. De acordo com Claudia, ela pode ir visitar Gabriella quando quiser.

Em 2010, o pai, Pedro Boutros, 42, se separou da mãe da menina, quando perdeu na Justiça a guarda da garota. Ele fugiu com Gabriella no mesmo ano e passou a ser procurado pela Interpol, mas o Líbano não é signatário da Convenção de Haia, o que impediu a prisão do homem e a repatriação da menina.

Em outubro de 2017, a Corte de Trípoli atendeu ao pedido feito pela defesa de Claudia e reconheceu que ela deveria ter a guarda de Gabriella. Ela viajou ao Líbano e ficou dois meses com a garota.

Mãe é sinônimo de amor (Foto: Anya Colman/FEAES/Fotos Públicas)

Opinião

No próximo domingo, dia 13 de maio, vamos celebrar o Dia das Mães em todo o Brasil. Além das comemorações e das festividades tradicionais, a data é um momento extremamente importante para lembrar e fazer uma reflexão a respeito daquela que é a pessoa mais importante na vida de cada um de nós e o seu papel em nossa sociedade.


Sou do tempo em que tínhamos a sagrada virtude de pedir a bênção da mãe ao acordar e à noite, antes de dormir. Um costume que, infelizmente, vem perdendo o seu espaço em nossa sociedade, principalmente em razão dos modismos culturais de hoje em dia e do relativismo moral, que a todo momento tenta banalizar a família brasileira.


Todavia, o amor materno é muito superior às ciladas que nos cercam a todo instante. E neste domingo novamente teremos a oportunidade de declarar e sacramentar o nosso amor pelas nossas mamães. A família é a célula fundamental da nossa sociedade, e a mãe é um dos pilares da nossa existência. Sem ela não há vida, não há sociedade, não há amor verdadeiro sobre a terra.


A presença da mãe no seio das famílias, no centro da nossa sociedade, sempre foi e sempre será a maior demonstração do amor de Deus em nossa existência. Muitas são mães e pais ao mesmo tempo, trabalhadoras, guerreiras, esteio das famílias, exemplo de luta e de vitórias. Mãe é doação, o princípio de tudo, a expressão máxima do amor no mundo. Um sacrário de sabedoria onde o afeto e o perdão são onipresentes. Nesta data especial, abrace forte aquela que lhe deu a vida. Lembre-se de que o seu carinho, respeito e reconhecimento valem muito mais que mil presentes.


Ser mãe é uma das maiores dádivas que Deus também me concedeu ao me presentear com três maravilhosos filhos, Rodrigo, Diogo e Stephanie. Com isso, posso, com propriedade, afirmar que, desde a Criação, o amor materno permanece como a grande força que nos conduz e que nos ilumina com o seu exemplo, carinho e dedicação.


Deixo aqui registrado o meu mais profundo respeito, carinho e admiração às nossas queridas mamães. Desejo a todas um feliz Dia das Mães, sob as bênçãos e a proteção de Deus, sempre.

*Célia Leão é deputada estadual pelo PSDB/SP

Mãe da apresentadora sofria com Mal de Parkinson (Foto: Reprodução/Instagram)

Fora dos Trilhos

A mãe da apresentadora Xuxa Meneghel, Alda, morreu nesta terça-feira, 8, aos 81 anos. Ela sofria do Mal de Parkinson há pelo menos 10 anos. A informação foi confirmada pela assessoria da apresentadora.

Xuxa vinha compartilhando mensagens no Instagram com os fãs, pedindo energias positivas para a mãe. Alda lutava contra o Parkinson em estágio avançado e, em 2016 sofreu dois Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC).

Os fãs da apresentadora estão prestando solidariedade à Rainha dos Baixinhos nas redes sociais. No Twitter e no Instagram, diversas pessoas enviaram mensagens de força para a apresentadora, que vinha levando ao público o estado de saúde delicado da mãe. "Se pudesse, daria alguns anos da minha vida para vê-la sem dor", disse Xuxa em um vídeo postado em seu Instagram no início deste ano.

Bailarina afirma que está ansiosa para retornar ao trabalho (Foto: Neto Soares / MF Press Global)

Fora dos Trilhos

A bailarina Ivi Pizzott, do "Domingão do Faustão", fez seu primeiro ensaio fotográfico após o nascimento de sua filha Kali, fruto do relacionamento com o ator Luís Navarro, que, recentemente, participou da novela "Pega Pega", na Globo.

Exibindo uma ótima forma, mesmo dando à luz há apenas um mês, Ivi recusou o uso de Photoshop para melhorar a aparência. "Foi o meu primeiro ensaio depois da gravidez, um mês pós-parto, e não quis usar Photoshop e nenhuma edição", destacou. 

"Quero mostrar como estou, de verdade, sem mascarar nada. Mostrar a maternidade real", exaltou a bailarina.

Ivi declarou que agora pode dar uma atenção maior ao seu corpo. Porém, a prioridade é a bebê. Ela ainda admitiu que está ansiosa para voltar ao palco do programa dominical na Globo. 

"Agora já posso cuidar do corpo pois saí do resguardo, mas as prioridades mudam. Vou cuidar dela sempre em primeiro lugar. Não vou negar que estou ansiosa para voltar ao trabalho, mas agora penso mais em ter saúde do que ter corpão. Até porque ainda não posso fazer dietas pois estou amamentando", finalizou a bailarina que está de licença do "Domingão do Faustão".

Movimento #VoltaPinheiros quer conversar com autoridades (Foto: Guilherme Lara/A2 Fotografia/Fotos Públicas)

Cidade

Dois emojis infláveis simulando a escremento boiando no Rio Pinheiros chamaram a atenção das pessoas que passaram pela Marginal na última terça-feira, 6.  A iniciativa foi do movimento #VoltaPinheiros, liderado pelo publicitário Marcelo Reis. Segundo ele, a ideia surgiu durante uma viagem a Nova York e a ação foi feita na madrugada “para o dia clarear com a surpresa”. 

A intenção de Reis era chamar a intenção das autoridades para a situação do rio. Apesar da poluição e do odor nas águas do Pinheiros, o publicitário disse acreditar que ele possa ser navegável em três anos. 

“Falar que rio pode ser limpo a ponto de ficar sem cheiro e navegável em três anos é uma realidade. Por isso, acreditamos na criação de comitê gestor formado pelas autoridades responsáveis, ambientalistas, engenheiros, ONGs, empresas privadas, cientistas, universidades, afim de elaborar um projeto, com reuniões mensais e com informações abertas na internet, para que dê início a revitalização do rio”, afirmou Reis. 

Questionada pela reportagem sobre a possibilidade de o Pinheiros ser navegável em 2021, a Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), responsável pelo rio, declarou que criou um Grupo de Trabalho com a finalidade de propor alternativas para a despoluição do Rio Pinheiros.

"Foram testadas tecnologias capazes de promover melhoria da qualidade do rio. Seis tecnologias obtiveram resultados positivos, melhorando o nível de oxigênio nas águas e reduzindo substancialmente o odor. Devido à crise econômica, atualmente, está sendo estudada uma forma de viabilizar o projeto com a participação da iniciativa privada", respondeu a Emae. 

"Paralelamente, a Sabesp tem investindo na ampliação da coleta e tratamento de esgoto por meio do Projeto Tietê. Na região do Morumbi, já foram instalados os interceptores, margeando o rio Pinheiros, que enviam o esgoto para tratamento, evitando que o mesmo chegue ao rio", continuou. 

"Também faz parte da manutenção do Rio, o trabalho de desassoreamento realizado pela Emae. Somente em 2017, foram retirados 115 mil metros cúbicos de material assoreado. Esse trabalho é fundamental para que não haja acúmulo de sedimentos, contribuindo pra a fluidez da água e evitando transbordamentos", concluiu a empresa, sem deixar claro se o prazo estipulado por Reis é plausível. 

Repercussão

O ato de colocar os infláveis em forma de cocô no Rio teve muita repercussão entre os internautas. “Durante uma viagem a Nova York me deparei com diversas instalações pela cidade. Nem sempre protesto, mas obras de arte e provocações a reflexão. Isso ficou muito vivo na minha mente. E quando pensamos em alguma ação de mobilização social que tivesse impacto para as pessoas e que pudesse ser compartilhada pelas redes sociais, nenhuma imagem é melhor do que o emoji de cocô, que já está na cultura digital. Trouxemos ele para o rio e as pessoas o levaram para as redes”, explicou Reis.

Além dos cocôs, o movimento também expôs uma faixa na ponte Cidade Jardim, pedindo para o governador Geraldo Alckmin dar atenção à limpeza do rio.

No entanto, apesar da visibilidade das ações, nenhuma autoridade procurou o #VoltaPinheiros para comentar o protesto. “Não tivemos retorno nem procura de nenhuma autoridade após os infláveis. Mas conseguimos a atenção da população, que é de enorme importância para que consigamos pressionar ainda mais os políticos e autoridades responsáveis”, destacou Reis. 

Inclusive, ele acredita que, por ser um ano eleitoral, será mais difícil alguém se manifestar. “Estão se omitindo, mas é exatamente nesse momento que eles deveriam abraçar esta causa tão importante para São Paulo”, argumentou.

Não é a primeira vez que o movimento protesta contra a situação do Pinheiros. No mês passado, a ação foi enviar cerca de 50 kits para a Câmara Municipal, Prefeitura e ao Governo.

O kit tinha uma almofada de emoji de cocô e uma mensagem: “Esta almofada é um confortável presente para quem consegue dormir com o Rio Pinheiros desse jeito.”

Depois da provocação, o movimento conseguiu se reunir com autoridades da Sabesp, da Emae, Prefeituras Regionais e vereadores. Doria e Alckmin, no entanto, nada falaram sobre o assunto.

 

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião

Desde 2013, o Ibope realiza a Pesquisa Brasileira de Mídia, a pedido do governo federal. O objetivo é saber por quais meios os brasileiros se informam. Desde o início, o estudo – que é feito nacionalmente e com uma amostra de cerca de 15 mil pessoas, distribuídas por todas as Unidades da Federação – revela a prevalência da TV sobre os demais meios. Mas, desde 2016 (último ano da análise, publicada em 2017) há evidências do avanço da Internet, que se consolidou como o segundo meio de comunicação mais usado (49% da amostragem), ameaçando inclusive a soberania televisiva (89%). A soma é superior a 100% porque se pode indicar mais de uma opção. E as eleições deste ano reforçam o poder da internet e dos meios digitais. Para o bem ou para o mal, estas formas se cristalizaram como o caminho preferido de muitos brasileiros para o consumo de notícias. E não são poucos aqueles que fazem isso de modo exclusivo, bebendo apenas na fonte de sites, blogues, aplicativos e redes sociais. E, ainda que estes não sejam maioria, dedicam mais tempo nestes acessos. Enquanto o tempo médio em frente à TV é de três horas e 21 minutos, entre aqueles que utilizam a web (segundo a mesma pesquisa Ibope) é de quatro horas e 40 minutos, superando seis horas entre o público de 16 a 24 anos. Mais importante que a quantidade de informação disponível na web e redes sociais são a relevância e qualidade do conteúdo oferecido. Evidentemente, no universo digital há muitas empresas e grupos sérios, que primam pela credibilidade do que oferta. No entanto, há um sem número de virulentos guetos, que servem de fábrica para as fake news. Assim, nunca é demais ressaltar que estar na internet, Facebook ou WhatsApp não representa selo de veracidade. Ainda são os meios tradicionais que têm o compromisso com a verdade, por não sair noticiando o que não foi confirmado. Falta isso nos rincões digitais. E até que se separe o joio do trigo, esta revolução representará não um avanço, mas um retrocesso. Nesta nova era, a verdade já não basta para a formação da opinião pública, nem é antídoto à manipulação. Agora se consome aquilo em que se quer acreditar, acriticamente e ainda que falso, desprezando o que vai contra as próprias convicções. A isso se convencionou chamar de “pós-verdade”.

Mais uma pesquisa dá empate técnico entre os dois oponentes (Fotos: Klaus Silva /TJSP/ Fotos Públicas e Reprodução/Twitter)

Cidade

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) estão tecnicamente empatados na disputa para o segundo turno, aponta a mais recente pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada nesta quarta-feira, 17. Doria tem 52% dos votos válidos - quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos - e Márcio França, 48%. A margem de erro é de três pontos porcentuais. É a primeira pesquisa Ibope para o governo de São Paulo neste segundo turno das eleições 2018. Se considerados os votos totais, Doria tem 46% das menções e França, 42%. Eleitores que declaram a intenção de votar em branco ou nulo são 10%; 2% não sabem ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 17 de outubro. Na intenção de voto espontânea, na qual os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista de candidatos, Doria aparece com 28% das intenções de voto, também empatado tecnicamente com França, que tem 26%. Neste caso, os indecisos são um quarto dos entrevistados. Outros 15% manifestam a intenção de votar branco ou nulo, e 6% disseram nomes diferentes, que não estão na disputa. A rejeição de Doria é a maior - 32% apontaram que não votariam nele de jeito nenhum. A de França, que vinha se mantendo baixa no primeiro turno - subiu e agora está em 20%. No dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, era de 9%. Também chama a atenção a quantidade de eleitores que não os conhecem - 18% disseram não conhecer Doria o suficiente para opinar. No caso de França, o número é de 28%. A pesquisa ouviu 1.512 votantes e a margem de erro estimada é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95% - esta é a chance de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo Nº SP-07777/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-BR-07265/2018.
or
or

Articulistas

Colunistas

Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Decisão do STF preserva direito de trabalho à grávida, mesmo se ela desconhecer a gestação (Foto: André Borges/Agência Brasília/Fotos Públicas)

Opinião

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião