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Seg, Out

Temos que preparar os jogadores para a vida, pois poucos vão conseguir fazer sucesso no futebol (Foto: Reprodução/Instagram)

Opinião

Se um de cada cem jogadores foi bem-sucedido em sua profissão, vale dizer também que de cada cem atletas, 99 falharam em seus objetivos. Temos de inverter isso. Precisamos mudar a meta do futebol.

Temos de nos esforçar para explicar para as pessoas que as luzes de Hollywood, do Santiago Bernabeú e do Camp Nou são somente luzes. A realidade é diferente para a maioria daqueles que buscam o sucesso.

Você tem de fazer as pessoas felizes, mas entender que vencer não é a única coisa importante na vida. As pessoas têm de saber que não ganham todos os domingos. Se fosse apenas isso, o futebol seria um esporte de pessoas frustradas.

O clube precisa do resultado imediato, sim, pela competitividade e dar respostas às suas torcidas. O empresário e a família também esperam isso. Muitas pessoas acabam se aproveitando de um jovem jogador e não esperam o processo de amadurecimento natural do menino. Tampouco aceitam entender que o sucesso do atleta profissional vai além das quatro linhas.

Hoje em dia, o Ministério Público do Estado de São Paulo fica em cima dos clubes pressionando que os jovens estudem, mas realmente é um negócio maquiado, não funciona, de fato, em sua totalidade.

Divulga-se apenas o garoto que subiu na vida, que foi em busca do sonho e deu certo. E aquele garoto que não conseguiu e não foi preparado para o futuro? Quem o prepara para os estudos e para o mercado de trabalho? Ou seja, quem o prepara para o sucesso como ser humano, fora do esporte?

A preocupação deve ser a formação do atleta como um ser humano para o futuro. A realidade, entretanto, é de que os jovens atletas cada vez mais precisam abandonar seus estudos cedo para poder dedicar-se ao futebol, e nem todos chegam a brilhar e viver do futebol. Então, mesmo sendo atletas de alto rendimento em âmbito profissional, devem estar preparados para a vida.

Martin Avenatti é educador e gestor esportivo da Livia Esportes*

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O técnico Levir Culpi apontou que o clima político do Santos, que passará por eleições presidenciais no fim do ano, vem afetando o desempenho do time dentro de campo. Essa foi a avaliação do treinador após o empate por 1 a 1 com o Sport, na Ilha do Retiro, na noite de quinta-feira, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro.

 

“Tenho certeza. Já trabalhei em vários clubes que tinham o mesmo problema. As eleições serão em dezembro e vocês já sabem o que vai acontecer”, afirmou Levir, que não tem permanência assegurada no Santos para 2018 e indicou pessimismo nas suas palavras sobre a possibilidade de seguir à frente do time.

 

Ao mesmo tempo, porém, o treinador assegurou que há boa relação entre jogadores e membros da comissão técnica do Santos, apontando que o time segue firme na briga por uma vaga na edição de 2018 da Copa Libertadores. “O ambiente está bom no elenco, mas nós queremos classificar o time para a Libertadores”, disse.

 

O empate com o Sport foi o terceiro consecutivo do Santos no Brasileirão e o impediu de se aproximar do líder Corinthians, o deixando com 50 pontos, na quarta colocação, a nove do primeiro colocado. Questionado se a equipe ainda tem chances de alcançar o rival, Levir se irritou na sua entrevista coletiva no Recife.

 

“É uma resposta boba. O que você quer que eu responda?. O Corinthians está muito na frente. A gente pode alcançar, é muito difícil, mas é possível. Temos que acreditar no trabalho e buscar a vitória. A pergunta foi inteligente, mas não existe resposta”, concluiu.

 

O Santos voltará a jogar pelo Brasileirão no domingo, quando vai receber o Atlético Goianiense, na Vila Belmiro, pela 30ª rodada.

O São Paulo acertou nesta quarta-feira o empréstimo do zagueiro Lucão ao Gil Vicente, de Portugal. O atleta ficará por um ano no time europeu, que poderá comprar o jogador ao final do empréstimo pelo valor de 2 milhões de euros (cerca de R$ 7,44 milhões).

Lucão saiu dos planos da equipe depois da derrota em casa do São Paulo para o Atlético Mineiro por 2 a 1, quando Rogério Ceni ainda comandava a equipe. Criticado pela torcida, o jogador disse depois do jogo que “para alegria de muitos”, já estaria indo embora.

O zagueiro carrega um histórico de falhas no São Paulo. A maior delas foi contra o Corinthians, no campo do adversário. Desde então, parte da torcida passou a pegar no pé do jogador.

Com as falhas contra o Atlético-MG, o zagueiro ficou em situação delicada e a diretoria decidiu afastá-lo da equipe. Desde então, Lucão treinava em separado do elenco. O atleta chegou a ser sondado pelo Atlético-PR, mas informou que uma negociação com um clube do exterior já estaria avançada.

Decisivo para a seleção brasileira se classificar antecipadamente à Copa do Mundo de 2018, Tite teve o seu bom começo à frente da equipe nacional reconhecido nesta quinta-feira pela Fifa, quando foi um dos 12 nomes indicados ao prêmio de melhor técnico do mundo.

Tite está à frente da seleção brasileira desde junho de 2016 e, nesse período, registrou 100% de aproveitamento nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018, com oito vitórias. Além disso, disputou três amistosos, com dois triunfos e um empate. E esse desempenho levou o Brasil a assumir a liderança do ranking de seleções da Fifa.

Agora, então, ele foi incluído entre os 12 indicados ao prêmio de melhor técnico do mundo por uma comissão da Fifa. Mas ele terá adversários que também realizaram grandes trabalhos nos últimos meses na disputa pela honraria, caso, principalmente, de Zinedine Zidane, campeão espanhol e da Liga dos Campeões pelo Real Madrid na última temporada.

A relação também conta com os italianos Massimiliano Allegri, campeão italiano e vice da Liga dos Campeões pela Juventus, Carlo Ancelotti, campeão alemão pelo Bayern de Munique, e Antonio Conte, campeão inglês pelo Chelsea. Os espanhóis Luis Enrique, que deixou o Barcelona ao término da última temporada, e Pep Guardiola, do Manchester City, foram indicados.

A lista também conta com os portugueses Leonardo Jardim, campeão francês pelo Monaco, e José Mourinho, campeão da Liga Europa pelo Manchester United. E a lista é completada pelos argentinos Mauricio Pochettino, do Tottenham, e Diego Simeone, do Atlético de Madrid, e por Joachim Löw, campeão da Copa das Confederações com a Alemanha e outro treinador indicado ao prêmio que está à frente de uma seleção, ao lado de Tite.

O vencedor do prêmio será escolhido através dos votos de treinadores de seleções nacionais, seus capitães, jornalistas e torcedores. A votação se encerrará em 7 de setembro e leva em consideração o período de 20 de novembro a 2 de julho. E os três finalistas serão anunciados ainda em setembro, assim como os dos outros prêmios distribuídos pela Fifa. A cerimônia de entrega está agendada para 23 de outubro, em Londres.

Um desses prêmios é o de melhor técnico de equipes femininas. E, nesse caso, a Fifa apontou nesta quinta-feira dez candidatos. São eles: Olivier Echouafni (seleção francesa), Emma Hayes (Chelsea), Ralf Kellermann (Wolfsburg), Xavi Llorens (Barcelona), Nils Nielsen (seleção dinamarquesa), Florence Omagbemi (seleção nigeriana), Gerard Precheur (Lyon), Dominik Thalhammer (seleção austríaca), Sarina Wiegman (seleção holandesa), Hwang Yong-Bong (seleção norte-coreana).

A Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região multou Neymar, seus pais e três empresas que administram a carreira do atacante do Paris Saint-Germain em R$ 3,8 milhões. O valor corresponde a 2% da causa que bloqueou R$ 192,7 milhões em bens da família do jogador para garantir o pagamento de dívidas com a Receita Federal do Brasil.

 

Na decisão em que aplicou a multa, o desembargador Carlos Muta alega que a conduta de Neymar no processo “caracteriza litigância de má-fé e ato atentatório à dignidade da Justiça”. Ainda de acordo com o desembargador, a multa foi aplicada “em razão do caráter manifestamente protelatório do recurso manejado” pela defesa do jogador. Em outro trecho da decisão, Muta afirma que Neymar buscou “embaraçar a continuidade do processamento”.

 

O Tribunal Regional Federal da 3.ª Região informou ao jornal O Estado de S.Paulo que a multa ainda não foi paga e que a defesa de Neymar não protocolou recurso contestando a cobrança. Advogado do jogador, Marcos Neder disse à reportagem que não poderia “comentar sobre o caso no momento”. A assessoria de imprensa do atleta foi procurada, mas optou por não se pronunciar.

 

Desde setembro de 2015, a Justiça mantém bloqueados R$ 192,7 milhões em bens do atacante do Paris Saint-Germain por causa de multas e impostos cobrados ao jogador pela Receita Federal. O valor inicial era de R$ 188 milhões, mas foi corrigido.

 

A acusação do Fisco é de que Neymar não quitou os seus tributos como pessoa física e teria usado empresas da família para pagar menos imposto. A alíquota do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) é de 27,5%, enquanto que a do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) varia entre 15% e 25%. Para a Receita Federal, inclusive, o jogador criou as empresas com o único objetivo de receber salário em forma de direitos de imagem e, assim, pagar menos tributos.

 

O bloqueio judicial abrange imóveis do jogador e de sua família em Santos, Guarujá, São Vicente, Praia Grande, São Paulo e Itapema (SC), além de um iate e um avião. O jogador pode usufruir dos bens, mas está impedido de negociá-los.

 

A Justiça vê riscos de Neymar e seus pais venderem o patrimônio e não pagarem os tributos. Por isso que os bens da família continuam indisponíveis por tempo indeterminado.

 

Em março deste ano, o jogador obteve vitória em processo fiscal julgado pelo Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), em Brasília, e seus advogados estimam que a decisão poderá reduzir a cobrança da Receita Federal entre 50% e 70%. A falta de comprovação dos efeitos práticos do julgamento do Carf, porém, fez com que a Justiça mantivesse indisponíveis os bens de Neymar.

 

Para evitar novos problemas com o Fisco, o contrato entre o atacante e o Paris Saint-Germain, assinado em agosto, prevê o pagamento apenas de salários, sem direitos de imagem. Neymar recebe 30 milhões de euros por ano (R$ 111,8 milhões pela cotação atual).

O Sul do Brasil pode voltar a fazer parte de uma Copa do Mundo. Organizadores da campanha para sediar a competição em 2030 admitiram ao Estado que estudam envolver a região Sul do País no projeto. O obstáculo, por enquanto, é político, com presidentes da região resistindo à ideia de usar o território brasileiro no torneio.

 

A campanha para 2030 começou com Uruguai e Argentina, como forma de celebrar os 100 anos dos Mundiais da Fifa – o primeiro foi realizado em 1930 em território uruguaio. Mas diante da constatação de que faltariam estádios e o custo para promover o torneio poderia ser pesado, foi fechado um entendimento para que o Paraguai também faça parte da candidatura. O acordo foi estabelecido entre os governos dos três países.

 

Ainda assim, existem dúvidas sobre a capacidade dos três países do Cone Sul em receber o novo modelo de Copa do Mundo. A partir de 2026, serão 48 seleções, em um evento que ganha uma nova dimensão e vai exigir dezenas de campos de treinamentos, hotéis e, claro, um número maior de estádios.

 

A reportagem apurou que entre integrantes da cúpula da Conmebol existe a ideia de que o Sul do Brasil poderia ser envolvido no projeto. Entre os cenários sob debate de alguns dirigentes estão o uso de campos de treinamento e bases para seleções ou até mesmo estádio para algumas partidas da primeira fase, ajudando a reduzir a pressão sobre o número limitado de arena nos três países.

 

Somente em Porto Alegre, capitão do Rio Grande do Sul, há duas arenas modernas em condições de receber uma Copa do Mundo. O estádio Beira-Rio, do Internacional, que aliás foi palco de partidas no Mundial de 2014, além da Arena Grêmio. Em Curitiba, no Paraná, a Arena da Baixada, do Atlético Paranaense, também se enquadra nos critérios da Fifa.

 

O que parte dos dirigentes defendem, porém, não é alvo de consenso político. No governo do Uruguai, a presidência é contrária à inclusão dos brasileiros na “festa”. Na CBF, um envolvimento é ainda considerado como prematuro. Além disso, colocar o Brasil em uma candidatura oficial poderia ser um obstáculo, já que se criaria questionamentos depois de pouco tempo de um Mundial no País.

 

O que a CBF espera é que seleções estrangeiras escolham o Sul do Brasil como eventuais sedes e que a região seja base para parte da organização.

 

O temor dos sul-americanos é de que, com uma candidatura frágil, poderão perder a ocasião, principalmente se tiverem de concorrer contra a China. Pequim já indicou que quer a Copa do Mundo e, desde já, começa a participar da Fifa como patrocinadora.

 

INCHAÇO – O que os sul-americanos também reconhecem é que a nova dimensão da Copa com 48 seleções tem criado um desafio até mesmo para México, Canadá e Estados Unidos, que querem o evento em 2026.

 

Pelo novo plano da Fifa, as 48 seleções serão repartidas em 16 grupos de três seleções cada. Se a entidade admite que o Mundial expandido vai garantir um aumento de renda de US$ 1 bilhão, ela também vai exigir uma nova estrutura para receber um número recorde de atletas e de torcedores.

 

Entre os três países candidatos para 2026, os dirigentes consideram que contam com 40 ou 50 estádios que poderiam sediar os jogos, a grande maioria deles nos Estados Unidos. De acordo com a Fifa, pelo menos 12 sedes serão necessárias.

 

A proposta de proliferar sedes, porém, vai contra a ideia de entidades do esporte que, diante de críticas, vêm tentando minimizar o impacto desses megaprojetos.

 

Uma decisão sobre a sede de 2026 será tomada em maio de 2020, ainda que os norte-americanos queiram antecipar uma votação. Para 2030, a decisão poderia ser tomada em quatro anos, ou seja, um ano antes da realização da Copa do Mundo do Catar.

O atacante Rhian Brewster tirou a seleção brasileira sub-17 da luta pelo seu quarto título mundial. Nesta quarta-feira, em Calcutá, na Índia, ele marcou todos os gols da Inglaterra no triunfo por 3 a 1 sobre o Brasil, garantindo a passagem da sua equipe para a decisão do torneio.

 

No próximo sábado, a seleção inglesa vai disputar a decisão do Mundial Sub-17 às 12h30 (horário de Brasília) contra o time que avançar na outro confronto das semifinais, entre Espanha e Mali. E a equipe que for derrotada será a adversária do Brasil no jogo que valerá o terceiro lugar no sábado, às 9h30, na preliminar da decisão em Calcutá.

 

Até está quarta-feira, o Brasil tinha campanha perfeita no Mundial Sub-17, com cinco vitórias e apenas dois gols sofridos, tentando repetir os títulos conquistados em 1997, 1999 e 2003. Mas acabou parando na seleção inglesa e em Brewster, jogador das divisões de base do Liverpool e que se tornou o artilheiro da competição com sete gols marcados.

 

Assim como nos dois confrontos anteriores com seleções europeias – Espanha, na estreia, e Alemanha, nas quartas de final -, o Brasil havia levado o primeiro gol da partida, mas depois obteve a virada, algo que agora não conseguiu concretizar nas semifinais.

 

A Inglaterra jamais havia estado entre os quatro primeiros colocados da competição de juvenis e acumulava quatro vitórias no tempo normal e uma nos pênaltis, nas oitavas de final, após empatar sem gols com o Japão, no Mundial Sub-17 realizado Índia. Agora, então, obteve o seu quinto triunfo.

 

A classificação à final confirma o bom momento das seleções de base da Inglaterra. Neste ano, a equipe sub-17, inclusive, foi vice-campeã do Europeu da categoria. Agora, então, tentará “unificar” os títulos das categorias de base, pois em junho levou o título do Mundial Sub-20.

 

O JOGO – Brasil e Inglaterra fizeram um confronto aberto desde os minutos iniciais em Calcutá, com a equipe europeia sendo mais perigosa no começo, logo abrindo o placar. Aos nove minutos, em jogada em que o sistema defensivo da seleção falhou, Brewster, livre, finalizou. O goleiro Brazão também bobeou ao espalmar para a frente, deixando o rebote para o atacante empurrar a bola às redes.

 

Liderada por Paulinho, o Brasil reagiu, aproveitando os espaços deixados pelos defensores ingleses e impondo pressão. E a equipe arrancou o empate aos 20 minutos. A revelação do Vasco tabelou com Wesley e finalizou de fora da área. O goleiro adversário espalmou e o próprio Wesley chegou antes para finalizar ao gol.

 

O Brasil desperdiçou uma grande chance em um chute colocado de Brenner e acabou sendo “punido” pouco depois, novamente por Brewster. Aos 38 minutos, Sessegnon fez cruzamento rasteiro, a defesa brasileira não conseguiu fazer o corte e o atacante finalizou às redes, levando a seleção inglesa a ir ao intervalo em vantagem de 2 a 1 no placar.

 

No segundo tempo, o Brasil tentou envolver a seleção inglesa e, mesmo com Lincoln bastante apagado, criou chances de gol. Brenner, Paulinho e Yuri, que iniciou o duelo no banco de reservas, tiveram oportunidades e deram trabalho ao goleiro Anderson, que fez boas defesas.

 

E a Inglaterra definiu a sua classificação e a passagem para a decisão aos 31 minutos, com mais um gol de Brewster e nova falha da defesa brasileira. Na jogada, Rowe cruzou para Brewster, que, livre, não teve dificuldades para fazer o seu terceiro gol na partida.

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Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.

Ex-capitão lidera em todas as pesquisas (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Nova pesquisa do BTG/FSB, divulgada nesta segunda-feira, 22,  mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aumentou sua vantagem dentro da margem de erro contra Fernando Haddad (PT). Segundo o levantamento, o ex-capitão conta com 60% dos votos válidos, contra 40% do adversário. A margem de erro continua sendo de dois pontos percentuais. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é dito ao entrevistado, o ex-militar caiu um ponto percentual, ficando com 48%, enquanto Haddad cresceu um ponto, chegando a 31%. Os votos brancos e nulos atingem 6%, enquanto 5% responderam “nenhum” e 11% não souberam opinar. Na intenção de voto estimulada, porém, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois. A pesquisa também abordou a decisão definitiva de votos de cada eleitor. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. A rejeição dos candidatos ficou em 52% para Fernando Haddad e 38% para Bolsonaro. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro.

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 
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Apesar de constar no ordenamento jurídico pátrio, o Princípio da Isonomia quase não é observado e aplicado (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )

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Crescimento do número de suicídios revela que sociedade brasileira está doente. Campanha Setembro Amarelo alertou para os riscos (Foto: Leonardo Sá/Agência Senado)

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Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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