Ações gratuitas vão ser realizadas até o fim do mês (Foto: Reprodução/Facebook)

Opinião

Nos dias de hoje, ouvimos tanto sobre a nossa saúde. E os nossos olhos? Eles são preciosos. Quem enxerga perfeitamente desde o nascimento, talvez não dê o devido valor a eles. Já foi dito que muitas doenças oculares, quando diagnosticadas cedo, têm tratamento e até cura. Foi pensando nisso que profissionais da saúde lançaram, em 2016, o projeto “Abril Marrom”. Desde então, o projeto tem ações de diagnósticos, tratamentos e prevenção da cegueira.


O “Abril Marrom” visa a alertar a população a cuidar dos olhos, fazendo exames de rotina com o oftalmologista. A atenção deve vir desde o nascimento com o teste do reflexo vermelho, que identifica catarata congênita ou problemas na retina.


A partir dos seis meses até os cinco anos, as consultas devem ser anuais, pois a alerta nesse período é para o estrabismo. Dos oito aos 14 anos, a miopia e a hipermetropia podem atrapalhar o desenvolvimento da criança na escola. Na idade adulta até os 50 anos, a avaliação deve ser de rotina, com cuidado especial quando nos tornamos idosos, pois somos mais sujeitos a catarata que pode ser corrigida com uma cirurgia simples.


Segundo a Organização Mundial da Saúde, estima-se que 253 milhões de pessoas vivam com deficiência visual e 36 milhões destas são cegas. O relatório divulgou que mais de 80% das deficiências visuais poderiam ser tratadas ou evitadas.


As doenças oculares comuns são catarata, glaucoma, degeneração macular relacionada a idade e retinopatia diabética. A cegueira pode estar ligada também a toxoplasmose, rubéola, sífilis e outras. O grande problema é que muitos sintomas não são tão aparentes e as pessoas só procuram o médico quando já perderam parte da visão. Os olhos também podem ser comprometidos por alguns hábitos ruins ou por motivos hereditários, cigarro, drogas e colírio sem prescrição de um especialista.


Neste mês, fique atento. Temos as ações da Prefeitura e do Governo do Estado com o objetivo de prevenir doenças relacionadas à visão. Avise seus familiares e amigos. Mantenha os olhos abertos e enxergue a prevenção. Os olhos são as janelas da alma!

*Sandra Tadeu é vereadora pelo DEM/SP

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Temporal causou transtornos aos paulistanos (Foto: Amanda Migliano/O FOTOGRÁFICO/AE)

Cidade

As fortes chuvas que atingiram o Centro, as Marginais Tietê e Pinheiros e as Zonas Oeste, Sul, Leste e Norte da Capital, na tarde desta quarta-feira, provocaram lentidão acima da média no trânsito, 23 pontos de alagamento e, pelo menos, 47 quedas de árvore.

De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), por volta das 19h, havia 106 quilômetros de lentidão entre as vias monitoradas pelo órgão. A média para o horário em um dia comum varia entre 65 e 94 quilômetros.

O Corpo de Bombeiros informou que atendeu 47 chamados para quedas de árvore em diferentes pontos da cidade e 21 ocorrências de enchentes. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), a cidade registrou 23 pontos de alagamentos nos momentos de maior precipitação. O estado de atenção na cidade foi encerrado às 18h30.

O transporte sobre trilhos também foi prejudicado pelas chuvas. A Linha 9-Esmeralda da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) enfrentou problemas nas estações Primavera-Interlagos e Grajaú.

Rio de Janeiro ficou debaixo d'água no último mês de fevereiro (Foto: Celso Pupo/AE)

Cidade

Tem sido comum nos últimos anos lidarmos com dias chuvosos, no quais, em poucas horas, cai um nível de água esperado para o mês inteiro – a exemplo do que aconteceu no Rio de Janeiro em meados de fevereiro. Por outro lado, enfrentamos épocas de seca que ameaçaram até mesmo o abastecimento de uma cidade do tamanho de São Paulo, como ocorreu na crise hídrica de 2016. Na ocasião, o que mais chamou a atenção é que a chuva ficou escassa em meses que, geralmente, ela é abundante.

Mas, afinal, por que somos surpreendidos por fortes temporais e períodos de estiagem? No Dia Mundial da Água, o Metrô News entrevistou dois especialistas para entender tais mudanças climáticas.

O professor e doutor Anderson Targino da Silva Ferreira, que atua no programa de mestrado em análise Geoambiental da Universidade UNIVERITAS/UNG, afirmou que há uma variabilidade natural do clima. Porém, ele também ressaltou que o homem tem grande interferência sobre as alterações que geram períodos inesperados de chuva e seca.

“Há os fenômenos naturais como El Niño e La Niña, que são alterações no padrão de temperatura das águas superficiais do Pacífico. Estas mudanças, consequentemente, interferem no sistema de chuvas, apresentando períodos maiores de escassez e de precipitação. No entanto, é importante destacar o papel do homem nas mudanças climáticas”, explicou.

Seca matou peixes em São Paulo (Foto: Lucas Dantas)

“O aumento do desmatamento das áreas florestadas, principalmente na Amazônia, que é o bioma responsável pelos “rios flutuantes" que trazem as chuvas para o Sudeste, além da substituição de áreas de cerrado, que abrigam diversas nascentes de rios importantes, por grandes fazendas agrícolas, prejudicam o sistema de circulação de água na atmosfera. A ocupação irregular e desordenada nos grandes centros urbanos, que aumenta a impermeabilização do solo, bem como, a destruição das matas ciliares, também agravam o problema”, argumentou Ferreira.

Imagem da Cantareira seca (Foto: Lucas Dantas)

Para Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima, além os fatores naturais citados pelo professor, em cidades grandes, especificamente, há outras razões para a abundância e escassez de chuvas em determinadas épocas do ano.  “Ao invés de chuvas espaçadas e distribuídas ao longo do ano, temos tempestades fortes seguidas de longos períodos secos. No caso de cidades como São Paulo, as ilhas de calor urbanas também são um fator importantíssimo para a concentração das chuvas em certos períodos, pois, tais ilhas causam evaporação rápida seguida de tempestades”, justificou.

Soluções

Os especialistas também sugeriram algumas mudanças de atitude para a sociedade, com o objetivo de equilibrar os períodos de temporais e estiagem.

“Para minimizar os impactos, os governos devem pensar em investimentos de longo prazo na área de abastecimento, controle de desperdício e educação da população, bem como, construções de obras de piscinões nas cidades para diminuir enchentes e danos. Mas, talvez, o principal seja priorizar o fortalecimento das leis de proteção ambiental, ao invés de enfraquecê-las”, avaliou Ferreira.

Carlos Rittl comentou que precisamos cortar emissões de gases de efeito estufa imediatamente, além de reflorestar reservatórios e margens de rios para evitar que sequem rápido demais. “Necessitamos, também, plantar árvores e mais árvores nas cidades para mitigar o efeito das ilhas de calor. Além disso, é preciso adaptar as cidades ao novo clima do País, evitando que populações vulneráveis sofram ainda mais”, concluiu.

 

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