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Seg, Out

Bruno Covas já tem um sobrenome de peso. Agora precisa mostrar na prática que pode ser a aposta do PSDB para as próximas eleições (Foto: Alex Silva/AE)

Opinião

O sobrenome já impõe respeito. Neto de Mário Covas, ex-prefeito paulistano e ex-governador de São Paulo, o atual chefe do Executivo da Capital, Bruno Covas, tem em mãos a chance de se firmar como um nome de força do PSDB para as eleições dos próximos anos.

Nunca é demais lembrar que seu avô iniciou a hegemonia dos tucanos no Estado de São Paulo, em 1994, sendo reeleito quatro anos depois. Ele morreu em 2001, vítima de um câncer. Fez uma carreira política sólida, de enfrentamento à ditadura militar e ativo nos movimentos de redemocratização do País na década de 1980.

Bruno assumiu, em certo aspecto, o capital político de Mário, afinal, o seu nome é sempre associado a um gestor público reconhecido. Após se eleger deputado estadual duas vezes e uma como deputado federal, ele apostou alto ao aceitar ser vice na chapa encabeçada pelo empresário João Doria, à Prefeitura, em 2016.


Doria tinha forte resistência no ninho tucano e só conseguiu ser candidato graças ao apoio do governador Geraldo Alckmin (PSDB). A vitória no primeiro turno, contudo, foi surpreendente. Assim, o jovem Covas teve de abdicar do cargo na Câmara dos Deputados para exercer o papel de vice em São Paulo. Após 15 meses, ele virou o prefeito e será cabeça de chapa do PSDB na reeleição, em 2020. Se conseguir uma boa gestão, pode trilhar um bom caminho político, assim como o avô.


Mas o desafio do prefeito não é fácil. O rombo previdenciário anual de R$ 6 bilhões é um problema que ele pretende encarar, apesar da forte resistência dos servidores. Sem uma reforma, ele admite que terá que aumentar impostos ou cortar investimentos em zeladoria urbana.

Além da reforma, ele fala em priorizar as áreas de saúde, educação e mobilidade. Sem o discurso de gestor, que ajudou a eleger Doria, mas assumindo a figura de político, Bruno aposta que os paulistanos vão sentir, com o passar do tempo, uma transformação na cidade. Se obtiver êxito, poderá alçar voos mais altos em direção ao governo estadual e, quem sabe, à Presidência.

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Novo, Bruno Covas tem o desafio de dialogar com a Câmara (Foto: Dario Oliveira/AE)

Opinião

A cidade está sob os cuidados de um novo gestor, mas, até prova em contrário, a gestão é a mesma. O agora prefeito de São Paulo, Bruno Covas, vem de uma caminhada política meteórica e, aos 38 anos – completados um dia depois de sua posse – ganhou de presente o maior desafio da carreira.

Ao assumir a chefia do Executivo paulistano, no lugar de João Doria, se comprometeu a levar adiante questões empenhadas pelo seu antecessor, como a aprovação da polêmica reforma da previdência municipal, sob a justificativa de equilibrar as contas da Prefeitura. Outra missão é concluir a licitação do transporte público, que tem valor estimado em R$ 140 bilhões – o maior da história, e que valerá por 20 anos.


Tudo isso exigirá muita energia de Covas. Mas, jovialidade não lhe falta, afinal é apenas o segundo prefeito mais novo a assumir a cidade, aos 37 anos, 11 meses e 28 dias. Mais precoce do que ele só Paulo Maluf, e isso por nomeação, durante a ditadura militar. O perfil do novo administrador é mais político, uma vez que vem de uma trajetória como deputado (estadual e federal), além de ter ocupado, de 2011 a 2015, o cargo de secretário estadual do Meio Ambiente. “Sou um homem do diálogo e vou buscar dialogar até com a oposição”, assinalou.


E irá precisar mesmo, para poder conduzir a cidade para o rumo certo. Para isso, sabe que terá de estreitar sua relação com a Câmara. Afinal, o sucesso do seu governo passa por lá, mediante a construção de uma base sólida e do apoio do Legislativo. São apenas 33 meses de desafio até o fim deste mandato, daí ter pressa, como ele mesmo disse.

Se der certo, sairá bem maior do que é hoje. Por enquanto, ao nome do prefeito é ainda preciso associar a explicação de que é “neto do ex-governador Mário Covas”. Mas, a julgar pelo percurso que já trilhou em tão pouco tempo de caminhada, não será surpresa se demonstrar fôlego para ir mais longe do que seu antepassado. Assim, quem sabe, em um futuro incerto, as coisas mudem definitivamente de lugar e Mário Covas seja lembrado simplesmente como “O avô de Bruno Covas”.

Apesar de dizer que manterá pensamento de Doria, Covas faz mudanças chaves no município (Foto: Reprodução/Facebook)

Cidade

Em seu primeiro dia útil de trabalho, o prefeito Bruno Covas (PSDB) anunciou trocas em cargos-chave do primeiro escalão da Prefeitura de São Paulo. As Secretarias das Prefeituras Regionais, de Transportes e de Obras (que agora voltará a se chamar de Infraestrutura e Obras) terão novos titulares. A maioria dos novos nomes vem da própria Prefeitura.

O novo secretário de Transportes é João Octaviano, que até sexta-feira ocupava a presidência da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Indicado pelo presidente da Câmara Municipal, Milton Leite (DEM), ele ocupará espaço deixado por Sérgio Avelleda, que agora será chefe de gabinete do prefeito. Octaviano se comprometeu a continuar a licitação para o serviço de ônibus da cidade, atrasada desde 2013, que está marcada para ser lançada no próximo dia 16.

Avelleda, réu em uma ação judicial por improbidade administrativa no caso que ficou conhecido como Cartel do Metrô, foi para a chefia de gabinete de Covas com a saída de Wilson Pedroso, que acompanhou o ex-prefeito João Doria. Na presidência da CET, Covas indicou o engenheiro Milton Persoli, servidor de carreira da empresa que vinha ocupando cargo de secretário-adjunto das Prefeituras Regionais.

Na Secretaria das Prefeituras Regionais, foi anunciada a entrada de Marcos Penido, que antes era o secretário de Obras. Ele trocou de posição na administração com a saída de Claudio Carvalho, ex-executivo da incorporadora Cyrela e amigo de Doria, que vinha ocupando o cargo a convite do ex-prefeito e anunciou que o auxiliaria na campanha ao governo do Estado.

Penido e Covas afirmaram que novas mudanças podem ocorrer nas 32 Prefeituras Regionais, mas Covas lembrou que ele mesmo havia indicado os nomes dos atuais ocupantes dos cargos.

A mudança de Penido deixaria a Secretaria de Obras vaga. O espaço será preenchido pelo antigo presidente da estatal SP Obras, empreiteira da Prefeitura, Vitor Aly. Na estatal, Covas indicou um amigo, o executivo Maurício Brun Bucker, da empresa de engenharia Construdata, que já havia ocupado cargos por indicação na SP Obras.

Câmara

Na secretaria da Casa Civil, cargo que havia sido criado para Bruno Covas pelo ex-prefeito Doria, após sua saída da Secretaria das Prefeituras Regionais, Covas convidou o vereador Eduardo Tuma (PSDB), vice-presidente da Câmara. Será o vereador quem fará a articulação entre o Executivo e o Legislativo. Tuma é tido como aliado do presidente da Câmara, Milton Leite (DEM), e chegou a fazer críticas pontuais à gestão Doria em ocasiões como a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou a dívida ativa da cidade.

Por fim, haverá ainda nas próximas semanas uma troca na Secretaria da Justiça. Advogado eleitoral de Doria, Anderson Pomini, atual titular do cargo, deixará o governo para auxiliar o ex-prefeito em sua campanha. Em seu lugar, deve assumir o advogado Rubens Rizek Júnior, ex-corregedor geral da administração no governo do Estado e amigo de Covas, com quem trabalhou quando o prefeito ocupou cargo de secretário do Meio Ambiente do governo do Estado.

bruno Covas e Márcio França: eles assumiram cargos de prefeito e governador, respectivamente, no começo de abril (Foto: Reprodução/Facebook)

Cidade

Três em cada dez residentes de São Paulo sabem quem é o atual prefeito da capital paulista. Pesquisa Datafolha realizada na semana passada mostra que Bruno Covas (PSDB) - eleito vice-prefeito em 2016 e novo chefe do Executivo municipal no lugar de João Doria (PSDB) - é mais conhecido entre homens ricos de 60 anos ou mais.

O levantamento questionou 1.031 eleitores da capital paulista entre quarta-feira, 11, e sexta-feira, 13, sobre quem é o prefeito de São Paulo, sem apresentar nomes.

Do total, 25% responderam o nome do atual prefeito. Outros se referiram a ele por meio de alcunhas como "Covas" (2%) ou "neto do Covas" (3%). Bruno, neto do ex-governador Mario Covas, foi vice-prefeito até o dia 6 de abril, quando assumiu a Prefeitura.

Dos entrevistados, 62% disseram não saber informar quem comanda a cidade ou deram respostas equivocadas (2% responderam "João Doria", por exemplo).

O nome de Covas foi mais lembrado entre homens (38%) do que entre mulheres (23%). O novo prefeito também é mais conhecido entre a fatia rica do eleitorado paulista: 64% dos que sabem quem é o novo prefeito recebem mais de 10 salários mínimos.

Em relação à expectativa sobre a gestão Covas, a maioria (40%) espera uma administração regular. Estão otimistas, aguardando um governo ótimo ou bom, 27%. Já 20% do eleitorado acreditam que a gestão do tucano será ruim ou péssima.

A maioria dos moradores de São Paulo (60%) acredita que a saída de Doria não fará diferença para a cidade, nem prejudicando, nem beneficiando o município.

Renúncia

Outra pesquisa Datafolha mostrou esta semana que a maioria dos eleitores da capital reprova a saída de Doria. Para 66% do eleitorado paulistano, o tucano agiu mal ao deixar a Prefeitura. Outros 28% concordaram com a decisão, e 6% não souberam responder. Além disso, sobre a gestão, 47% dos paulistanos avaliam os 15 meses de Doria à frente do Executivo municipal como péssimos ou ruins.

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Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião

Desde 2013, o Ibope realiza a Pesquisa Brasileira de Mídia, a pedido do governo federal. O objetivo é saber por quais meios os brasileiros se informam. Desde o início, o estudo – que é feito nacionalmente e com uma amostra de cerca de 15 mil pessoas, distribuídas por todas as Unidades da Federação – revela a prevalência da TV sobre os demais meios. Mas, desde 2016 (último ano da análise, publicada em 2017) há evidências do avanço da Internet, que se consolidou como o segundo meio de comunicação mais usado (49% da amostragem), ameaçando inclusive a soberania televisiva (89%). A soma é superior a 100% porque se pode indicar mais de uma opção. E as eleições deste ano reforçam o poder da internet e dos meios digitais. Para o bem ou para o mal, estas formas se cristalizaram como o caminho preferido de muitos brasileiros para o consumo de notícias. E não são poucos aqueles que fazem isso de modo exclusivo, bebendo apenas na fonte de sites, blogues, aplicativos e redes sociais. E, ainda que estes não sejam maioria, dedicam mais tempo nestes acessos. Enquanto o tempo médio em frente à TV é de três horas e 21 minutos, entre aqueles que utilizam a web (segundo a mesma pesquisa Ibope) é de quatro horas e 40 minutos, superando seis horas entre o público de 16 a 24 anos. Mais importante que a quantidade de informação disponível na web e redes sociais são a relevância e qualidade do conteúdo oferecido. Evidentemente, no universo digital há muitas empresas e grupos sérios, que primam pela credibilidade do que oferta. No entanto, há um sem número de virulentos guetos, que servem de fábrica para as fake news. Assim, nunca é demais ressaltar que estar na internet, Facebook ou WhatsApp não representa selo de veracidade. Ainda são os meios tradicionais que têm o compromisso com a verdade, por não sair noticiando o que não foi confirmado. Falta isso nos rincões digitais. E até que se separe o joio do trigo, esta revolução representará não um avanço, mas um retrocesso. Nesta nova era, a verdade já não basta para a formação da opinião pública, nem é antídoto à manipulação. Agora se consome aquilo em que se quer acreditar, acriticamente e ainda que falso, desprezando o que vai contra as próprias convicções. A isso se convencionou chamar de “pós-verdade”.

Mais uma pesquisa dá empate técnico entre os dois oponentes (Fotos: Klaus Silva /TJSP/ Fotos Públicas e Reprodução/Twitter)

Cidade

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) estão tecnicamente empatados na disputa para o segundo turno, aponta a mais recente pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada nesta quarta-feira, 17. Doria tem 52% dos votos válidos - quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos - e Márcio França, 48%. A margem de erro é de três pontos porcentuais. É a primeira pesquisa Ibope para o governo de São Paulo neste segundo turno das eleições 2018. Se considerados os votos totais, Doria tem 46% das menções e França, 42%. Eleitores que declaram a intenção de votar em branco ou nulo são 10%; 2% não sabem ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 17 de outubro. Na intenção de voto espontânea, na qual os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista de candidatos, Doria aparece com 28% das intenções de voto, também empatado tecnicamente com França, que tem 26%. Neste caso, os indecisos são um quarto dos entrevistados. Outros 15% manifestam a intenção de votar branco ou nulo, e 6% disseram nomes diferentes, que não estão na disputa. A rejeição de Doria é a maior - 32% apontaram que não votariam nele de jeito nenhum. A de França, que vinha se mantendo baixa no primeiro turno - subiu e agora está em 20%. No dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, era de 9%. Também chama a atenção a quantidade de eleitores que não os conhecem - 18% disseram não conhecer Doria o suficiente para opinar. No caso de França, o número é de 28%. A pesquisa ouviu 1.512 votantes e a margem de erro estimada é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95% - esta é a chance de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo Nº SP-07777/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-BR-07265/2018.
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Crescimento do número de suicídios revela que sociedade brasileira está doente. Campanha Setembro Amarelo alertou para os riscos (Foto: Leonardo Sá/Agência Senado)

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Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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Decisão do STF preserva direito de trabalho à grávida, mesmo se ela desconhecer a gestação (Foto: André Borges/Agência Brasília/Fotos Públicas)

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