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Sex, Nov

Novelas

Segunda-feira 02/04

Verena despista Gabriela. Pérola desabafa com Jade sobre Maria Alice. Alex e Kavaco conversam sobre suas vidas amorosas. Tito, Jade e Michael insistem para que Talíssia entre para a banda. Gabriela insinua que Rafael pode ter assediado Verena e ele se revolta. Rafael descobre que Breno deu aula particular para Verena. Verena diz para Gabriela que Breno a assediou.

 Terça-feira 03/04

Breno conta sua versão da história para Antônio, culpando Verena. Getúlio cobra mais furtos de Érico. Hugo defende Verena. Érico vê quando Isadora pega dinheiro em seu esconderijo. Verena afirma a Juliana que não voltará para a escola. Gabriela e Rafael assistem a imagens da câmera de segurança do prédio de Breno no dia em que Verena esteve na casa do professor.

 Quarta-feira 04/04

Breno conta sua versão da história para Antônio, culpando Verena. Getúlio cobra mais furtos de Érico. Hugo defende Verena. Érico vê quando Isadora pega dinheiro em seu esconderijo. Verena afirma a Juliana que não voltará para a escola. Gabriela e Rafael assistem a imagens da câmera de segurança do prédio de Breno no dia em que Verena esteve na casa do professor.

 Quinta-feira 05/04

O vídeo confirma o assédio sofrido por Verena. Jade insinua a Pérola que Maria Alice pode ter furtado o dinheiro de Isadora. Flora estranha a hostilidade de Érico. Úrsula, Flora e Gabriela se interessam pela religião de Talíssia. Maria Alice desabafa com Talíssia sobre o seu amor proibido por Alex. Tito se reaproxima de Flora. Verena sofre uma ameaça.

 Sexta-feira 06/04

Tito se mobiliza para consertar o piano de Heitor. Heitor aconselha Tito a levar Flora para os seus bailes. Hugo e Verena se beijam. Leandro convida Maria Alice para fazer um trabalho da escola em dupla. Fabiana se incomoda com o tema de leitura proposto por Gabriela. Isadora recebe um convite para um jantar beneficente. Com ciúmes de Flora, Jade sabota o show de Tito.

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Resumo da semana - 12/03 a 16/03 (Foto: Reprodução)

Novelas

Segunda-feira 12/03

Gabriela tenta evitar a emoção de encontrar Rafael. Tito comemora a aproximação de Flora. Rafael e Gabriela desabafam com Vinícius e Brigitte, respectivamente. Kavaco sofre com a distância da mãe. Os novos alunos bolsistas chegam ao colégio. Pérola se perde a caminho do Sapiência. Gabriela questiona Kavaco sobre seu comportamento.

Terça-feira 13/03

Kavaco despista Gabriela. Pérola não gosta quando vê Maria Alice na turma. Rafael tenta se aproximar de Gabriela. Jade se incomoda com os alunos bolsistas. Érico confirma a Getúlio que conseguirá o que precisa na nova escola. Isadora e Pérola descobrem que Eduardo permanecerá na cadeia e que as duas estão sem recursos.

Quarta-feira 14/03

Rosália repreende Maria Alice por querer trabalhar enquanto estuda. Gabriela encontra Kavaco e Melissa se irrita com a atitude da professora. Alex convida Maria Alice para sair. Jairo e Melissa estranham o aparecimento de dinheiro em casa e desconfiam de Kavaco. Tito luta por Flora, que está mais próxima de Érico. Melissa confronta Kavaco.

Quinta-feira 15/03

Kavaco tenta despistar Melissa, que é rude com o filho e com Jairo. Alex apresenta pontos turísticos do Rio de Janeiro para Maria Alice. Rosália alerta Maria Alice sobre a proximidade com Alex. Kavaco recebe uma mensagem misteriosa. Marcelo, Rafael e Gabriela se unem para ajudar Verena a conciliar os estudos e o esporte. Melissa desabafa com Gabriela e Rafael sobre o filho.

Sexta-feira 16/03

Gabriela e Rafael orientam Melissa, que promete se aproximar mais de Kavaco. Melissa e Jairo insistem em descobrir a origem do dinheiro de Kavaco. Gabriela interroga Kavaco. Érico furta o celular de Hugo. Tito prepara uma surpresa para Flora e Heitor ajuda o neto. Paulo se incomoda por não conseguir falar com Gabriela. Gabriela flagra Kavaco com André.

 

Segunda, 05/03

O último capítulo de Viva a Diferença não foi divulgado pela emissora

Terça, 06/03

Não haverá exibição devido à transmissão da Champions League

Quarta, 07/03

Gabriela conversa com Jade, que sofre ao ter sua intimidade exposta na internet. Pérola descobre que o pai foi preso por corrupção e Alex fica aflito com o estado da namorada. Maria Alice viaja para o Rio de Janeiro. O conselho do colégio recusa o trabalho com a ONG e Gabriela considera pedir demissão. Pérola se automedica e desmaia nos braços de Alex.

Quinta, 08/03

Maria Alice ajuda Alex a socorrer Pérola e conta que é filha de Rosália. Tito confessa ao avô que não sabe como se aproximar de Flora. Gabriela estranha o comportamento de Kavaco. Isadora comunica a Pérola que ela mudará de colégio. Tito salva Flora de um atropelamento. Marcelo anuncia a Gabriela que o colégio Sapiência oferecerá bolsas de estudo para alunos da ONG.

 Sexta, 09/03

Gabriela agradece a parceria de Marcelo e comemora sua permanência no colégio. Jornalistas pressionam Isadora e Pérola por causa de Eduardo. Brigitte comenta com Gabriela sobre os receios de Paulo. Jairo discute com Kavaco. Alex insiste para que Gabriela ajude Maria Alice e a professora fala com Vinícius. Gabriela descobre que Rafael é o diretor da ONG.

 

Segunda, 26/02

Cícero deixa a casa de Josefina e Benê questiona a mãe. Tato cuida de Aldo, que resiste à atenção do filho. Benê pede ajuda a Juca para finalizar sua letra de música. Flávio afirma a Dóris e Bóris que pedirá o rastreamento do autor do crime cibernético contra a diretora. Edgar e Malu descobrem que seu novo sócio é MB. Aldo acusa Roney de ladrão. MB se desespera.

Terça, 27/02

K1 e Lica amparam MB. Marta revela a Ellen que uma amiga ofereceu uma bolsa de estudos internacional para a menina. MB doa todo o dinheiro que herdou de seu pai. Ellen se surpreende com a falsa notícia divulgada sobre ela e Dóris. Keyla conversa com Aldo, que deixa a lanchonete de Roney. Os médicos descobrem que Anderson é um doador compatível com Mitsuko.

Quarta, 28/02

Anderson faz sua doação, sem saber que é para Mitsuko. Nena confirma para Anderson e Tina que o filho é o doador de Mitsuko. Guto convida Cícero para assistir a apresentação musical de Benê. Edgar repreende Malu por plantar a falsa notícia sobre Ellen. Malu suborna K2 para registrar a feira cultural do Cora Coralina. Mitsuko descobre que Anderson é seu doador.

Quinta, 1o/03

Tato e Dogão admiram a instalação de Keyla e K1 na feira do Cora. Tato fica encantado com Keyla dançando. O vídeo de Juca e Clara é um sucesso e Luís se surpreende. Ellen agradece o apoio de Marta e Luís às suas aulas de programação digital. Cícero chega para a apresentação de Benê e Josefina se preocupa. Mesmo nervosa, Benê consegue cantar na frente do pai.

Sexta, 02/03

Resumo do penúltimo capítulo não foi disponibilizado.

Fabiana é sobrinha de Beatriz, que doou dinheiro a Clara (Foto: Divulgação/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Depois de ser confrontado por Clara (Bianca Bin) no altar, Renato (Rafael Cardoso) armará um plano maligno com Fabiana (Fernanda Rodrigues) para destruir a mocinha. A nova aliada do vilão é a sobrinha de Beatriz (Nathalia Timberg), que doou uma fortuna de US$ 100 milhões antes de morrer para a protagonista, enquanto elas estavam internadas em um hospício.

A megera se casará com o ex-marido de Lívia (Grazi Massafera) e eles irão juntos à mansão de Clara. “Tudo isso aqui é meu. Vim buscar o que me pertence”, vai dizer a vilã. Juntos, eles acusarão a mocinha de ter roubado quadros valiosos da família. “Mas podemos chegar a um acordo: você me devolve US$ 100 milhões e eu te deixo em paz”, afirmará Fabiana.

Catarina planejou atentado contra o pai para assumir o trono (Foto: Globo/ Marília Cabral)

Fora dos Trilhos

Após tentar assassinar o próprio pai em Deus Salve o Rei, a princesa de Artena, Catarina (Bruna Marquezine), vai decretar a prisão perpétua do rei Augusto (Marco Nanini). Isso porque ele sabe de seus planos com Rodolfo (Johnny Massaro), monarca de Montemor. “Ele não pode ficar em liberdade, pois sabe o que fizemos”, dirá a vilã.

O irmão de Afonso (Romulo Estrela) vai comemorar a derrota do reino rival. “Saboreando vossa conquista?”, questionará Catarina. “Você, sim, é a minha mais valiosa conquista”, vai responder o rapaz. “Augusto deposto, o castelo tomado. É o que se pode chamar de um belo dia”, completará a moça.

Após a decisão de prender Augusto, Rodolfo manda chamar o antigo rei. “Sua filha intercedeu por sua vida e eu decidi poupá-lo”, comenta. “Não sei a quem você se refere, pois já não tenho mais uma filha”, dispara o monarca.

“Vossa majestade será levada para a Torre de Zéria, onde permanecerá sob guarda por alguns anos. Tantos anos quanto restarem de vida”, dirá Rodolfo. “Fique certo que você ocupará o trono de Montemor por bem menos tempo do que imagina”, responde Augusto.Opções de Publicação

Mariano (Juliano Cazarré) será atacado por Sophia (Marieta Severo), após chantageá-la (Foto: João Cotta/ TV Globo)

Fora dos Trilhos

A vilã de O Outro Lado do Paraíso, Sophia (Marieta Severo), vai atacar novamente na trama. E dessa vez quem será agredido com a tesoura será Mariano (Juliano Cazarré), garimpeiro e amante da madame. Ele tentará chantagear a megera, que vai pedir um último abraço. Ao aceitar o suposto gesto de carinho, será atacado e deve ser perfurado várias vezes, como as outras vítimas de Sophia.

Só que, desta vez, outro trabalhador do garimpo, Zé Victor (Rafael Losso), vai flagrar a cena e se assustar com a situação. “Você o matou de morte bem matada. Não tem o que explicar. A senhora tá ferrada”, dirá, enquanto arranca a tesoura das mãos da vilã. Ela alegará que só o matou porque foi traída, mas o rapaz não aceitará a história.

“Teve outras mortes a tesouradas”, deduzirá o amante de Tônia (Patrícia Elizardo). Ela vai desabafar. “Deus sabe que nunca pensei em matar, mas matei. Me ajuda a sumir com o corpo”, pedirá. Ele vai aceitar e, juntos, queimarão o lençol, a tesoura e até as roupas dela, tomadas de sangue.

O garimpeiro vai exigir uma casa e participação nos lucros da mina e a megera vai fingir aceitar, inicialmente. A morte de Mariano, porém, não está confirmada.

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Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

A solução dos problemas começa com um diálogo franco e aberto. Daí ser louvável a reunião agendada para hoje, em Brasília, entre o presidente eleito Jair Bolsonaro e os 27 novos governadores do País. Todos eles têm um grande desafio pela frente, mas, evidentemente, se trabalharem em parceria, e não boicotando o que pode ser bom para o Brasil, haverá grande chance de que os remédios necessários sejam encontrados e o trabalho seja bem feito. Os futuros chefes do Executivo estadual têm muito a contribuir com o presidente eleito. E, politicamente, também têm muito a ganhar, quando o projeto deste novo Brasil der certo. Percebe-se que, aos poucos, as nuvens negras de uma campanha desgastante vão se dissipando, a razão começa a prevalecer e, ao invés de torcer contra, é cada vez maior o número daqueles que preferem alimentar a esperança que a descrença. Aliás, uma célebre frase do escritor latino Públio Siro, diz que “quem perdeu a confiança não tem mais o que perder.” A hora não é para isso. Na verdade, o momento pede que se dê crédito aos novos condutores da Nação e que se guardem as pedras previamente preparadas para serem jogadas na vidraça. E muitos dos novos governadores estão dispostos a ajudar Bolsonaro, inclusive na aprovação da reforma da Previdência, essencial para o ajuste das contas públicas do País. Por sua vez, a maioria das Unidades da Federação também está com suas contas no vermelho, por gastarem mais do que arrecadam, e esperam suporte da União para manter a máquina funcionando. Relatório do Tesouro Nacional, por exemplo, apontou que 16 Estados mais o DF descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal no ano passado, ao destinar mais de 60% da receita para o pagamento de salários e aposentadorias. Assim, sobra cada vez menos para serviços básicos, como segurança e educação. Os problemas são complexos, daí a necessidade do diálogo e da busca por novas perspectivas. E a reunião de hoje em Brasília, com Bolsonaro e os governadores, oferece exatamente esta oportunidade. Desde agora, a capacidade de cada um deles estará colocada à prova, mas já começam bem, buscando o apoio e o entendimento mútuo, ao invés da divisão pura e simples. No final, quem ganha mesmo com isso é o Brasil e os brasileiros. Ainda bem!
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Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

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Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

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Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

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O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

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