Novelas

Segunda, 16/07

Amanda aceita o convite de Kavaco para morar com ele. Gabriela e Paulo decidem se separar e conversam com os filhos. Amanda se instala na casa de Janete e Kavaco inicia as adaptações necessárias para a chegada da namorada. Getúlio e Brigitte trocam indiretas românticas. Paulo muda o visual. Amanda sofre um acidente na casa de Janete.

Terça, 17/07

Dalva socorre Amanda, que percebe que quebrou a cristaleira de Janete ao cair. Rafael tem uma conversa séria com Márcio. Kavaco conforta Amanda. Janete confessa a Kavaco que tem dúvidas sobre a permanência de Amanda em sua casa. Rafael aceita arcar com a viagem de Márcio e Pérola. Amanda deixa a casa de Janete, e Kavaco se desespera.

Quarta, 18/07

Kavaco afirma a Janete que não perdoará a avó por ter expulsado Amanda de sua casa. Todos se preocupam com o sumiço de Amanda, que não responde às mensagens do namorado. Iohanna sugere que Hugo convide seus amigos da escola para o hotel. A turma comemora o convite de Hugo. Kavaco garante a Amanda que ela não precisará voltar para Recife.

Quinta, 19/07

Amanda confessa a Kavaco que não quer mais morar com Janete. Rosália permite que Pérola vá para o hotel com Márcio. Paulo decide acompanhar Alex e Flora na viagem. Rafael e Gabriela comemoram o fim de semana livre. Márcio provoca Flora e Alex. Hugo compartilha com Érico suas táticas de sedução e Iohanna aprova. Márcio e Alex brigam.

Sexta, 20/07

Tito e Kavaco apartam a briga de Alex e Márcio. Iohanna constata que a dança de Hugo e Érico fez sucesso entre os hóspedes do hotel e faz uma proposta aos meninos. Érico acredita ter beijado Juju. Janete pede novamente o perdão de Kavaco e Amanda por ter expulsado a menina de casa. Maria Alice surpreende Alex ao chegar para a festa junina do hotel. 

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Segunda-feira 02/04

Verena despista Gabriela. Pérola desabafa com Jade sobre Maria Alice. Alex e Kavaco conversam sobre suas vidas amorosas. Tito, Jade e Michael insistem para que Talíssia entre para a banda. Gabriela insinua que Rafael pode ter assediado Verena e ele se revolta. Rafael descobre que Breno deu aula particular para Verena. Verena diz para Gabriela que Breno a assediou.

 Terça-feira 03/04

Breno conta sua versão da história para Antônio, culpando Verena. Getúlio cobra mais furtos de Érico. Hugo defende Verena. Érico vê quando Isadora pega dinheiro em seu esconderijo. Verena afirma a Juliana que não voltará para a escola. Gabriela e Rafael assistem a imagens da câmera de segurança do prédio de Breno no dia em que Verena esteve na casa do professor.

 Quarta-feira 04/04

Breno conta sua versão da história para Antônio, culpando Verena. Getúlio cobra mais furtos de Érico. Hugo defende Verena. Érico vê quando Isadora pega dinheiro em seu esconderijo. Verena afirma a Juliana que não voltará para a escola. Gabriela e Rafael assistem a imagens da câmera de segurança do prédio de Breno no dia em que Verena esteve na casa do professor.

 Quinta-feira 05/04

O vídeo confirma o assédio sofrido por Verena. Jade insinua a Pérola que Maria Alice pode ter furtado o dinheiro de Isadora. Flora estranha a hostilidade de Érico. Úrsula, Flora e Gabriela se interessam pela religião de Talíssia. Maria Alice desabafa com Talíssia sobre o seu amor proibido por Alex. Tito se reaproxima de Flora. Verena sofre uma ameaça.

 Sexta-feira 06/04

Tito se mobiliza para consertar o piano de Heitor. Heitor aconselha Tito a levar Flora para os seus bailes. Hugo e Verena se beijam. Leandro convida Maria Alice para fazer um trabalho da escola em dupla. Fabiana se incomoda com o tema de leitura proposto por Gabriela. Isadora recebe um convite para um jantar beneficente. Com ciúmes de Flora, Jade sabota o show de Tito.

Segunda 26/03

Verena mente para Juliana e diz que está com machucados no corpo porque foi assaltada no metrô. Tito aceita o convite de Norton para cantar com Jade em um evento. Pérola, na tentativa de manchar a reputação de Maria Alice, fala mal dela para Mel. Alex beija Maria Alice e Mel vê. Jade arma para que Flora a veja beijando Tito. Rafael encontra Gabriela e Paulo.

Terça 27/03

Paulo não gosta de ver a mulher conversando com o ex­namorado. Alex se desculpa com Maria Alice por tê­la beijado. Gabriela conversa com Verena e ela pede para ser dispensada das aulas. Michael vira o ombro amigo de Pérola após ela descobrir que Daniel e Maria Alice estão próximos. Gabriela fica com ciúmes ao ver Rafael com outra mulher. Érico beija Flora.

Quarta 28/03

Pérola convida Michael para jantar. Paulo pede que Gabriela também tenha atenção aos seus problemas domésticos. Gabriela descobre que Hugo e Verena namoram. Érico decide se afastar de Flora para que ela fique livre das armações de Getúlio. Pérola decide visitar o pai na prisão. Gabriela pergunta a Verena se ela está esperando um filho de Hugo.

Quinta 29/03

Verena descarta a possibilidade de estar grávida. Marli conta para Gabriela que viu Verena e Hugo juntos no restaurante. Jade e Tito ensaiam uma nova música. Gabriela relembra Brigitte sobre a sua promessa de iniciar a cantar em uma banda. Verena é perseguida por um carro. Verena finalmente conta para Gabriela o que está acontecendo em sua vida.

Sexta 30/03

Verena revela para Gabriela que sofreu assédio, mas não fala a identidade do agressor. Hugo diz à Gabriela que Verena terminou o relacionamento com ele. Alex diz para Pérola que não deseja reatar o namoro. Isadora fica comovida com o estado da filha. Kavaco ensaia uma aproximação de Amanda. Verena recebe uma mensagem ameaçadora. Mel diz para Pérola que Alex beijou Maria Alice.

Segunda, 19/03

Gabriela descobre que Kavaco está trabalhando escondido para ajudar os pais com as despesas de casa. Tito e Flora se beijam. Pérola se aproxima da filha de Rosália. Hugo nota que perdeu o celular, mas nem desconfia que ele foi furtado por Érico. Tito incentiva Hugo a se declarar para Verena. Brigitte acha estranho o mau cheiro constante no banheiro do colégio.

Terça, 20/03

Érico entrega a carteira de Jade para Getúlio. Gabriela não gosta da reação dos alunos sobre a família de Pérola. Gabriela, os pais de Kavaco e Marcelo descobrem que o jovem usa substância química. Verena fica chateada com os comentários sobre o seu estilo. Jade desconfia de que o seu cartão de crédito foi clonado.

Quarta, 21/03

Paulo  fica revoltado ao saber que a mulher está próxima do ex­namorado. Maria Alice oferece ajuda para Pérola. Michael fala para Jade que também teve o seu cartão furtado. Os alunos do Sapiência não aceitam as novas regras de uniformes e se revoltam. Paulo pede que Gabriela rompa o acordo com a ONG de Rafael. Hugo tenta se aproximar de Verena.

Quinta, 22/03

 Gabriela e o marido brigam. Pérola decide romper o relacionamento com Alex. Verena discute com o diretor sobre as novas regras do colégio. Tito recusa o convite de Jade para sair e explica que não pode aceitar porque está apaixonado por Flora. Jade vê Flora estudando com Érico. Flora pede a Maria Alice que cuide de Mel. Verena chega em casa machucada e mente para a mãe.

Sexta 23/03

Verena diz à mãe que foi assaltada no metrô. Érico pede para estudar com Flora. Juliana pergunta à filha se tem algo de errado acontecendo. Mel cria uma amizade com Maria Alice. Verena recebe uma ligação misteriosa. Alex beija Maria Alice e Mel vê. Jade arma para que Flora a veja beijando Tito. Rafael encontra Gabriela e Paulo.

Resumo da semana - 12/03 a 16/03 (Foto: Reprodução)

Novelas

Segunda-feira 12/03

Gabriela tenta evitar a emoção de encontrar Rafael. Tito comemora a aproximação de Flora. Rafael e Gabriela desabafam com Vinícius e Brigitte, respectivamente. Kavaco sofre com a distância da mãe. Os novos alunos bolsistas chegam ao colégio. Pérola se perde a caminho do Sapiência. Gabriela questiona Kavaco sobre seu comportamento.

Terça-feira 13/03

Kavaco despista Gabriela. Pérola não gosta quando vê Maria Alice na turma. Rafael tenta se aproximar de Gabriela. Jade se incomoda com os alunos bolsistas. Érico confirma a Getúlio que conseguirá o que precisa na nova escola. Isadora e Pérola descobrem que Eduardo permanecerá na cadeia e que as duas estão sem recursos.

Quarta-feira 14/03

Rosália repreende Maria Alice por querer trabalhar enquanto estuda. Gabriela encontra Kavaco e Melissa se irrita com a atitude da professora. Alex convida Maria Alice para sair. Jairo e Melissa estranham o aparecimento de dinheiro em casa e desconfiam de Kavaco. Tito luta por Flora, que está mais próxima de Érico. Melissa confronta Kavaco.

Quinta-feira 15/03

Kavaco tenta despistar Melissa, que é rude com o filho e com Jairo. Alex apresenta pontos turísticos do Rio de Janeiro para Maria Alice. Rosália alerta Maria Alice sobre a proximidade com Alex. Kavaco recebe uma mensagem misteriosa. Marcelo, Rafael e Gabriela se unem para ajudar Verena a conciliar os estudos e o esporte. Melissa desabafa com Gabriela e Rafael sobre o filho.

Sexta-feira 16/03

Gabriela e Rafael orientam Melissa, que promete se aproximar mais de Kavaco. Melissa e Jairo insistem em descobrir a origem do dinheiro de Kavaco. Gabriela interroga Kavaco. Érico furta o celular de Hugo. Tito prepara uma surpresa para Flora e Heitor ajuda o neto. Paulo se incomoda por não conseguir falar com Gabriela. Gabriela flagra Kavaco com André.

 

Segunda, 05/03

O último capítulo de Viva a Diferença não foi divulgado pela emissora

Terça, 06/03

Não haverá exibição devido à transmissão da Champions League

Quarta, 07/03

Gabriela conversa com Jade, que sofre ao ter sua intimidade exposta na internet. Pérola descobre que o pai foi preso por corrupção e Alex fica aflito com o estado da namorada. Maria Alice viaja para o Rio de Janeiro. O conselho do colégio recusa o trabalho com a ONG e Gabriela considera pedir demissão. Pérola se automedica e desmaia nos braços de Alex.

Quinta, 08/03

Maria Alice ajuda Alex a socorrer Pérola e conta que é filha de Rosália. Tito confessa ao avô que não sabe como se aproximar de Flora. Gabriela estranha o comportamento de Kavaco. Isadora comunica a Pérola que ela mudará de colégio. Tito salva Flora de um atropelamento. Marcelo anuncia a Gabriela que o colégio Sapiência oferecerá bolsas de estudo para alunos da ONG.

 Sexta, 09/03

Gabriela agradece a parceria de Marcelo e comemora sua permanência no colégio. Jornalistas pressionam Isadora e Pérola por causa de Eduardo. Brigitte comenta com Gabriela sobre os receios de Paulo. Jairo discute com Kavaco. Alex insiste para que Gabriela ajude Maria Alice e a professora fala com Vinícius. Gabriela descobre que Rafael é o diretor da ONG.

 

Segunda, 26/02

Cícero deixa a casa de Josefina e Benê questiona a mãe. Tato cuida de Aldo, que resiste à atenção do filho. Benê pede ajuda a Juca para finalizar sua letra de música. Flávio afirma a Dóris e Bóris que pedirá o rastreamento do autor do crime cibernético contra a diretora. Edgar e Malu descobrem que seu novo sócio é MB. Aldo acusa Roney de ladrão. MB se desespera.

Terça, 27/02

K1 e Lica amparam MB. Marta revela a Ellen que uma amiga ofereceu uma bolsa de estudos internacional para a menina. MB doa todo o dinheiro que herdou de seu pai. Ellen se surpreende com a falsa notícia divulgada sobre ela e Dóris. Keyla conversa com Aldo, que deixa a lanchonete de Roney. Os médicos descobrem que Anderson é um doador compatível com Mitsuko.

Quarta, 28/02

Anderson faz sua doação, sem saber que é para Mitsuko. Nena confirma para Anderson e Tina que o filho é o doador de Mitsuko. Guto convida Cícero para assistir a apresentação musical de Benê. Edgar repreende Malu por plantar a falsa notícia sobre Ellen. Malu suborna K2 para registrar a feira cultural do Cora Coralina. Mitsuko descobre que Anderson é seu doador.

Quinta, 1o/03

Tato e Dogão admiram a instalação de Keyla e K1 na feira do Cora. Tato fica encantado com Keyla dançando. O vídeo de Juca e Clara é um sucesso e Luís se surpreende. Ellen agradece o apoio de Marta e Luís às suas aulas de programação digital. Cícero chega para a apresentação de Benê e Josefina se preocupa. Mesmo nervosa, Benê consegue cantar na frente do pai.

Sexta, 02/03

Resumo do penúltimo capítulo não foi disponibilizado.

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Bolsonaro atraiu filiações ao PSL (Foto:Fernando Frazão/ABR/Fotos Públicas)

Nacional

Apenas partidos pequenos aumentaram o número de candidatos nas eleições deste ano em relação a 2014. Enquanto siglas tradicionais como PT, PSDB, MDB, PDT e PSB reduziram a quantidade total de registrados, houve um aumento expressivo entre as siglas de menor porte. O partido de Jair Bolsonaro, o PSL, é o que mais apresentou candidatos - 1.451, um aumento de 74,4% em relação a 2014. Das 35 siglas existentes, 12 vão ter mais postulantes neste ano do que nas últimas eleições gerais - PSL, PROS, Avante, Podemos, PRB, Solidariedade, PMN, PCO, PSOL, Patriota, PRTB e PPL. Há ainda três partidos que vão estrear nas urnas em âmbito nacional: Rede, Novo e PMB, que, juntos, somam 1.606 candidaturas. Os números têm como base os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É possível que haja pequenas alterações até o dia 20, quando as informações estarão 100% atualizadas. A legenda que registrou a maior variação porcentual no número de candidaturas foi o PCO (142,8%). A sigla, no entanto, é um ponto fora da curva - tinha apresentado somente 49 candidatos em 2014 e, agora, lançou 119. Em seguida, vem o PROS, com 1.018 candidatos, ante 485 em 2014 (aumento de 109,9%, mais que o dobro de um pleito para o outro). Entre os que mais reduziram candidatos, estão PCB (diminuição de 45,2%), PTB (-33,4%) e PSTU (-31,9%). Entre as siglas maiores, PSB (-31,4%), PSDB (-18,3%) e PDT (-16,4%) tiveram os maiores índices de diminuição de candidatos. O PT registrou queda de 6,8% e o DEM, de 5,5%. Segundo o cientista político Marco Antônio Teixeira, da FGV-SP, uma das explicações para este cenário pode ser a cláusula de barreira, que, a partir de 2018, impõe aos partidos desempenho mínimo para que sejam autorizados a ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de TV no horário eleitoral. "Os pequenos estão em busca de capilaridade", disse Teixeira. A nova regra exige, para este ano, que as legendas tenham 1,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação e com 1% em cada uma dessas unidades. A cláusula aumenta gradativamente até 2030 e busca afunilar o sistema partidário brasileiro, altamente fragmentado. Para a cientista política Luciana Veiga, professora da UNI-Rio, a estratégia faz sentido e pode servir à sobrevivência. "Mesmo que não elejam muitos nomes, os partidos com várias candidaturas têm chance de alcançar a cláusula com uma votação mais pulverizada." Um caso mais específico é o do nanico PSL, que, com a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, atraiu deputados na janela partidária e, agora, busca se consolidar com a ampliação da bancada no próximo pleito. "O PSL não tinha nada, arranjou meia dúzia de deputados e agora precisa crescer (para se manter vivo)", afirmou Teixeira. Conforme o Estado mostrou na quarta-feira, a nova casa de Bolsonaro registrou mais de 13,6 mil filiações em 2018, impulsionadas pela figura do presidenciável. Trata-se de número quatro vezes maior que o dos partidos adversários na disputa pelo Palácio do Planalto. Concentração Quanto aos partidos tradicionais, o motivo da diminuição de candidaturas passa por um uso mais direcionado dos recursos do fundo eleitoral. Com as regras inéditas de financiamento de campanha, as siglas apostam mais em candidaturas viáveis, com pouca abertura à renovação. É o caso do PSB, a legenda tradicional que mais reduziu o número de postulantes. A estratégia, segundo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, é concentrar os recursos em campanhas com grandes chances de vitória. "O novo fundo não facilita a renovação", afirmou ele. O PSB não tem candidatura própria à Presidência da República e não compõe nenhuma coligação, mas conta com nomes fortes em eleições regionais. "O fundo eleitoral concentra muitos recursos nos grandes. O problema dos maiores não é dinheiro, não é sobrevivência. É otimizar os cargos que já têm", afirmou Luciana Veiga. 

Candidatos ao governo fizeram questão de mencionar presidenciáveis (Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO)

Cidade

Os candidatos ao governo de São Paulo presentes no primeiro debate televisionado, na Band, aproveitaram o último bloco do programa para nacionalizar a discussão. Houve menções ao nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), bem como contra a polarização política no País. O ex-prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho (PT) disse ser, com orgulho, amigo de Lula e candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes. No fim do bloco anterior, Marinho havia feito a primeira menção dele a Lula no debate. Em embate com Rodrigo Tavares (PRTB), ele disse que os governos petistas combateram a corrupção e afirmou que o PT "é a grande esperança" do povo brasileiro. Tavares citou a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), cujo vice, general Hamilton Mourão, é do PRTB. Marinho citou ainda acusações de corrupção contra o PSDB. O tucano João Doria o rebateu nas considerações finais e falou que o petista não pode comparar Alckmin a Lula. "Alckmin tem mais de 40 anos de vida pública ilibada. Lula está preso em Curitiba", afirmou. Ele cobrou ainda "respeito" do petista, que no final do bloco anterior havia mencionado o nome da esposa do ex-prefeito paulistano, Bia Doria. "Ela não é ré como o senhor", disse. Na despedida do público, Rodrigo Tavares também atacou Alckmin. "Ele fez bom trabalho sim no Estado de São Paulo, mas como anestesista. Ele anestesiou o Estado de São Paulo", afirmou. Nos apontamentos finais, Márcio França (PSB) levou novamente a discussão para o nível nacional. Ele disse que a população de São Paulo vê os exemplos do PT, do PSDB e do MDB e que só ele representa a mudança. O governador paulista lembrou também a mediação dele na greve dos caminhoneiros. Paulo Skaf (MDB) encerrou o debate exaltando as escola do Sesi, que ele usou para criticar ensino estadual de São Paulo. Antes disso, coube ao empresário a primeira das duas únicas menções a Deus no debate. A segunda foi de Lisete Arelalo (PSOL), que disse que o povo "deu graças a Deus" pela renúncia de alguns candidatos. Ela afirmou ainda que vai seguir com o legado da vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 14 de março. Marcelo Cândido (PDT) ressaltou a experiência como prefeito de Suzano (SP).

Para a maioria dos eleitores, Bolsonaro e Alckmin são os favoritos para avançarem na disputa (Foto: Daniel Teixeira e Adriana Spaca/AE)

Nacional

Uma nova pesquisa sobre as intenções de voto à Presidência da República, divulgada na quarta-feira, 15, pelo Instituto Paraná, mostra que o deputado Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) devem se enfrentar no 2º turno, caso o ex-presidente Lula (PT) tenha sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral. Questionados sobre percepção de quais candidatos vão para a segunda fase das eleições, 43,3% apostam em Bolsonaro e 26,7% no tucano. Neste quesito, Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com a expectativa de 21% dos eleitores. Em seguida aparece Marina Silva, com 20,7%, e Fernando Haddad (PT), provável substituto de Lula, tem 10,1% das apostas.  Mas nas intenções de voto, Lula, mesmo preso, ainda lidera com 30,8%, um crescimento de quase 2% na comparação com a pesquisa anterior feita pelo mesmo instituto. No cenário com Lula, Bolsonaro é o segundo colocado, com 22%, e Alckmin, que na pesquisa anterior tinha uma desvantagem de 3% para Marina Silva (Rede), viu a diferença para ela cair pela metade. Marina tem 8,1% das intenções de voto e ele 6,6%. No cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 23,9% das intenções de voto. Com a saída do ex-presidente da disputa, Marina Silva e Ciro Gomes (PDT) parecem receber parte de seu eleitorado, e ficam à frente do tucano. Marina chega a 13,2%, Ciro fica com 10,2% e Alckmin  8,5%. Esta é a primeira pesquisa divulgada após o debate realizado pela Rede Bandeirantes, na semana passada, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o no BR-02891/2018. O levantamento foi feito com 2.002 eleitores, em 168 municípios brasileiros, entre os dias 9 e 13 de agosto de 2018. A margem de erro, para mais ou para menos, é de 2%.  

Alckmin e França possuem semelhanças em suas carreiras políticas (Foto: Arquivo/MN)

Opinião

Depois que alguns presidenciáveis apresentaram suas propostas para o País, no debate da semana passada, hoje é a vez de sete candidatos ao Governo do Estado de São Paulo fazerem o mesmo na Band, a partir da 22h. É uma grande chance para alguns deles saírem da obscuridade e mostrarem seus programas de gestão e, principalmente, seus rostos, para um eleitorado que não tem dado tanta atenção a eles. É uma brecha aberta inclusive para o governador Márcio França, que, embora no cargo desde abril –, quando Alckmin deixou o posto para concorrer à Presidência –, ainda luta para se fazer mais conhecido entre os eleitores, que podem dar a ele a chance de continuar ocupando o Palácio dos Bandeirantes, como chefe do Executivo. E o que não falta na história política paulista é a figura de vice que conseguiu alçar voo solo e ganhou o papel de protagonista. O próprio Alckmin é um destes, que, com o agravamento da doença de Mario Covas, em janeiro de 2001, assumiu interinamente o governo e, depois, ratificou nas urnas sua permanência. Há semelhanças entre os dois, como o fato de eles terem iniciado na política longe da Capital, sendo vereador e prefeito de suas respectivas cidades natais, depois deputado federal, até serem convidados para comporem a chapa que venceria o governo paulista. Mas, certamente, o desafio de França é bem maior do que aquele encarado por Alckmin, 16 anos atrás. A começar pelo enfrentamento com dois fortes concorrentes, que até outro dia era também seus aliados: Paulo Skaf e João Doria. O emedebista e o tucano lideram com folga a corrida ao Bandeirantes e, se nada mudar até 7 de outubro, estarão no segundo turno. E o problema do atual governador é justamente se interpor entre seus concorrentes. Terá a primeira chance hoje. Para isso precisa mostrar à audiência que é diferente de ambos, e dos demais, e que tem mais a oferecer. Só que do outro lado estarão dois experientes debatedores, já testados em eleições anteriores. Já França faz sua estreia em um programa deste nível. É mais um obstáculo para o político de São Vicente superar, se quiser seguir adiante na disputa.
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Vale a reflexão sobre o desarmamento no Brasil (Foto: Arquivo/ABR)

Opinião

Juntos, os hospitais filantrópicos, como é o caso das santas casas, acumulam uma dívida de R$ 21 bilhões (Foto: Edson Lopes Jr/ (Arquivo) – A2 Comunicações/Fotos Públicas)

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Excessos nas redes sociais podem ser prejudiciais (Foto: USP Imagens/Fotos Públicas)

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Alckmin e França possuem semelhanças em suas carreiras políticas (Foto: Arquivo/MN)

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