Novelas

Segunda, 16/07

Augusto demonstra a Amália seu medo de ser novamente capturado por Catarina. Amália revela a Augusto os crimes cometidos por Catarina. Afonso deduz que Rodolfo ajudou Otávio a recrutar mercenários e decide recuar com seu exército para não ser derrotado pelo adversário. Augusto faz uma revelação a Amália sobre Catarina. Catarina se surpreende ao ver Brice.

Terça, 17/07

Afonso explica a Gregório que precisa pensar em uma nova estratégia para derrotar Otávio. Gregório pede a Diana que revele o que sabe sobre os crimes de Catarina para Afonso. O rei conta que está fingindo apoiar Catarina. Augusto decide voltar a Montemor com Amália e Selena. Virgílio vai ao encontro de Amália e se surpreende ao ver Afonso.

Quarta, 18/07

Afonso faz um pedido a Virgílio, que se nega a revelar o paradeiro de Amália. Otávio comunica a Rodolfo que ordenou o corte do fornecimento de água para Montemor. Lucrécia incentiva Rodolfo a fazer as pazes com Afonso. Afonso diz a Catarina que Delano foi preso por suspeita da explosão da mina. Afonso e Gregório conseguem capturar Catarina em uma armadilha.

Quinta, 19/07

Afonso dá ordens a Romero sobre Catarina e alerta a rainha sobre seu julgamento. Afonso ordena a Tiago que retorne ao exército de Montemor. Glória e Lucrécia brigam por Rodolfo. Enoque chega ao castelo e é socorrido por Brumela e Romero. Diana insinua a Gregório que o filho que Catarina está esperando pode não ser de Afonso. Afonso reencontra Amália e Augusto.

Sexta, 20/07

Afonso enfrenta Otávio, que acaba fugindo com Aires. Catarina fica surpresa ao ver Augusto, que avisa à filha que ela será punida pelos seus crimes. Otávio garante a Aires que não deixará Artena. Otávio pede a Naná e a Glória que deixem seu castelo. Diana promete a Amália que investigará sobre o filho de Catarina. Catarina confronta Augusto.

Sábado, 21/07

Agnes promete consultar o livro de Brice para fazer Afonso se lembrar do que aconteceu na noite em que supostamente dormiu com Catarina. Otávio tenta convencer Rodolfo a participar de uma emboscada contra Afonso. Lucrécia alerta Rodolfo sobre Otávio. Afonso se surpreende com a visita de Rodolfo. Glória procura Osiel. Carruagens partem de Montemor e são interceptadas pelo exército de Otávio.

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Segunda-feira 12/03

Amália intervém a favor de Afonso em julgamento. Rodolfo planeja traição de Lucrécia para poder se separar. Amália percebe a frieza de Levi. Rodolfo nomeia Ícarus como guarda­costas de Lucrécia. Matilda descobre que Hélvio era casado e tinha cinco filhos. Afonso desconfia de Virgílio ao ver sua nova loja de tecidos. Lucrécia flagra Catarina e Rodolfo juntos.

 

Terça-feira 13/03

Lucíola e Catarina percebem que estão sendo vigiadas por Latrine. Orlando diz a Petrônio que Lucrécia não trairá o rei. Catarina dá dinheiro para Emídio em troca de um favor. Betânia fica chateada com Brumela por ela negar uma chance para Ulisses na cozinha. Emídio se apresenta a Afonso e Amália como irmão de Samara e avisa que levará Levi.

 

Quarta-feira 14/03

Levi fica aflito e revela que Samara não gostava de Emídio. Romero ameaça expulsar Ulisses se ele insistir em ser cozinheiro. Rodolfo entra no quarto de Catarina disfarçado. Amália não gosta de ter de entregar Levi a Emídio. Brumela fica surpresa ao saborear a comida feita por Ulisses. Lucíola avisa Catarina que Levi irá para longe de Montemor. Levi foge.

 

Quinta-feira 15/03

Afonso, Amália e família procuram por Levi. Catarina avisa Rodolfo que não acontecerá mais nada entre eles até que ele se separe. Brumela aceita contratar Ulisses. Catarina manda Lucíola ameaçar Emídio, caso ele não cumpra o acordo. Emídio encontra Levi em uma carroça e Amália e Afonso avisam que o garoto irá ficar. Rodolfo flagra Lucrécia abraçada a Orlando.

 

Sexta-feira 16/03

Rodolfo diz a Lucrécia que o casamento acabou. Rodolfo agradece Orlando por ter provocado adultério de Lucrécia, mas é informado que o cúmplice de adultério é sentenciado por lei. Rodolfo destitui o Patriarca da Fé. Afonso consegue emprego na ferraria de Emanuel. Osiel jura a Glória que não tem nada com Lucrécia. Emídio sequestra Levi e Afonso o persegue.

 

Sábado 17/03

Levi consegue fugir da carroça e Emídio sai em busca do sobrinho com dois comparsas. Orlando explica a Lucrécia o plano de Rodolfo, e a rainha conclui que o marido foi manipulado por Catarina. Lucrécia confronta Catarina. Romero se oferece para treinar luta com Saulo. Rodolfo anuncia Orlando como Patriarca da Fé. Afonso luta com Emídio e ambos ficam em perigo.

Segunda, 05/03

Virgílio tenta escapar da cidade, mas é abordado por um soldado. Demétrio não concorda com a estratégia de ataque de Catarina. Saulo e Selena acabam se acidentando na floresta. Augusto repreende Catarina e ordena uma negociação de paz. Petrônio flagra Lucrécia disfarçada de cozinheira para ir à guerra. Afonso avisa ao irmão que ficará ao lado de Augusto.

Terça 06/03

Cássio luta contra Rômulo. Diversos soldados de Montemor caem em armadilhas de Artena. Tiago salva Afonso de soldados de Montemor. Afonso avisa a Augusto que o exército de Montemor atravessou a floresta. Amália vai ao castelo à procura de notícias de Afonso e é acusada por Catarina de ter provocado a guerra. Cássio e seus homens contemplam Artena.

Quarta, 07/03

Augusto deixa claro que não abandonará Artena. Martinho leva Samara e Levi para sua casa. Rodolfo se perde da comitiva. A loja de Virgílio pega fogo e ele perde dinheiro escondido. Afonso salva Virgílio e pede a Cássio que cuide de Amália e de sua família. Samara se apavora ao ver que Levi foi em direção à cidade e vai atrás do filho. Amália consegue achar Levi.

Quinta, 08/03

Lucrécia fica eufórica ao ver Rodolfo. Ulisses se arrisca para salvar Romero. Samara pede a Amália que ela e Afonso cuidem de Levi. Romero repreende Ulisses por ter se arriscado, não reconhecendo o ato heroico do filho. Augusto deixa o castelo. Afonso é rendido e recebe voz de prisão de Cássio. Demétrio é atacado. Augusto flagra Rodolfo e Catarina se beijando.

Sexta, 09/03

Augusto constata que a guerra não passou de um plano de Catarina e Rodolfo. Catarina leva Augusto para a Torre de Zéria. Olegário diz a Matilda que Hélvio morreu como um herói. Betânia fica feliz ao ver Romero e Ulisses de volta. Saulo termina o namoro com Selena. Cássio avisa Amália que Afonso é tratado como um prisioneiro comum e informa Rodolfo que Afonso foi preso como traidor.

Sábado 10/03

Rodolfo quer ordenar libertação de Afonso, mas Cássio informa que, se ele agir contra a lei, colocará em risco a soberania de Montemor. Cássio ajuda Amália a ver Afonso. Lucrécia pede a Rodolfo que tire Catarina do castelo. Afonso é levado a julgamento popular. Ulisses pede para trabalhar na cozinha com Betânia. O povo não parece estar a favor de Afonso.

 

Craque se recupera em casa de R$ 28 milhões (Foto: Reprodução/Instagram)

Futebol

O atacante Neymar passou por uma cirurgia para reparar uma fratura no quinto metatarso (osso que se conecta ao dedo mindinho) do pé direito, no último sábado, em Belo Horizonte. De acordo com o médico responsável pela operação, Rodrigo Lasmar, o procedimento foi bem-sucedido e o camisa 10 do PSG já recebeu alta.

Enquanto o craque se recupera no Rio de Janeiro, em uma casa avaliada em R$ 28 mi, alguns internautas produziram memes sobre a situação vivida pelo jogador. A atriz Bruna Marquezine, namorada do atleta, e até o anúncio de um “possível feriado nacional” foram utilizados em montagens compartilhadas nas redes sociais.

Marquezine deu vida à pequena Salete na novela “Mulheres Apaixonadas”, que foi ao ar na Globo em 2003. Na trama, a menina, de sete anos, tinha visões ruins e chorava com frequência. Inclusive, ela pressentiu a morte de sua mãe, interpretada pela atriz Vanessa Gerbelli.

Aproveitando as características da personagem de Bruna, um internauta fez uma montagem com Salete e Neymar numa cama de hospital. A criança parece consolar o craque por causa da lesão.

Vale ressaltar que a atriz acompanha o jogador desde a sua chegada ao Brasil. Segundo o jornal Agora S. Paulo, ela até teve folga nesta segunda para visitar o namorado. A assessoria de imprensa da TV Globo negou a informação e afirmou que Marquezine gravou cenas da novela “Deus Salve o Rei”.

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Feriado nacional

A repercussão sobre a lesão e a cirurgia de Neymar foi muito grande na imprensa brasileira. O canal de TV fechada, SporTV, da Globosat, chegou a interromper por alguns segundos a transmissão da partida entre Ferroviária x Mirassol, válida pelo Campeonato Paulista, para mostrar a chegada do craque ao hospital Mater Dei, em Belo Horizonte, na noite da última sexta-feira, 2. Por conta deste alarde, alguns internautas sugeriram que deveria ser feriado nacional no Brasil.

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Até uma possível operação de Neymar no SUS virou meme (Foto: Reprodução/Facebook)

Recuperação

A pouco mais de cem dias da estreia do Brasil na Copa do Mundo na Rússia, o jogador mais caro da história do futebol terá uma mansão avaliada em R$ 28 milhões como seu "quartel-general" no início da recuperação da fratura no quinto metatarso do pé direito, lesão sofrida em 25 de fevereiro e que se tornou um empecilho na tentativa de Neymar de conduzir a seleção ao hexacampeonato. 

Foi para essa mansão, localizada em Mangaratiba, no litoral fluminense e a 130 quilômetros do Rio, que Neymar seguiu neste domingo, após receber a alta hospitalar do Mater Dei, em Belo Horizonte, onde foi operado, em intervenção bem-sucedida, realizada no sábado por Rodrigo Lasmar, da seleção brasileira e do Atlético-MG, que cedeu outros dois médicos para a operação. 

Embora tenha sofrido uma lesão assustadora nas quartas de final da Copa do Mundo de 2014 contra a Colômbia, quando fraturou duas vértebras, Neymar agora começa a se recuperar da contusão mais grave da sua carreira, ao menos em tempo de afastamento dos gramados, pois Lasmar, antes mesmo da operação, havia afirmado que ele ficaria entre dois meses e meio e três meses sem jogar.

*Com informações da Agência Estado

Rodolfo planeja golpe para acabar com seu casamento (Foto: Divulgação/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Quando souber nesta quinta-feira, 15, que Catarina (Bruna Marquezine) não vai querer mais nada enquanto ele não se separar de Lucrécia (Tatá Werneck), o rei de Montemor, Rodolfo (Johnny Massaro) seguirá com seu plano para deixar a moça cada vez mais longe do castelo. O monarca flagrará, de propósito, sua mulher aos beijos com Orlando (Daniel Warren).

A moça ficará arrasada quando o rei decretar que o casamento deles acabou. Escondido dela, Rodolfo oferecerá uma gratificação ao súdito, dizendo que ele é um verdadeiro herói por arruinar o matrimônio. “Graças a você, agora sou o que tanto almejava: um marido traído”, dirá o rapaz.

Só que, pela lei de Montemor, um cúmplice de adultério deve ser sentenciado à morte. Desesperado ao descobrir isso, o fiel escudeiro tentará abrir os olhos da ex-mulher do rei. “Eu provoquei o que ele mais queria, que vossa majestade o traísse”, contará o rapaz à moça. “Então Rodolfo me queria nos braços de outro?”, vai questionar Lucrécia.

Consternada com a constatação, ela vai atrás de Catarina para confrontá-la. Sarcástica, a personagem vai tirar sarro da estabanada e se vangloriar de que seus planos estão acontecendo conforme o previsto.

Catarina planejou atentado contra o pai para assumir o trono (Foto: Globo/ Marília Cabral)

Fora dos Trilhos

Após tentar assassinar o próprio pai em Deus Salve o Rei, a princesa de Artena, Catarina (Bruna Marquezine), vai decretar a prisão perpétua do rei Augusto (Marco Nanini). Isso porque ele sabe de seus planos com Rodolfo (Johnny Massaro), monarca de Montemor. “Ele não pode ficar em liberdade, pois sabe o que fizemos”, dirá a vilã.

O irmão de Afonso (Romulo Estrela) vai comemorar a derrota do reino rival. “Saboreando vossa conquista?”, questionará Catarina. “Você, sim, é a minha mais valiosa conquista”, vai responder o rapaz. “Augusto deposto, o castelo tomado. É o que se pode chamar de um belo dia”, completará a moça.

Após a decisão de prender Augusto, Rodolfo manda chamar o antigo rei. “Sua filha intercedeu por sua vida e eu decidi poupá-lo”, comenta. “Não sei a quem você se refere, pois já não tenho mais uma filha”, dispara o monarca.

“Vossa majestade será levada para a Torre de Zéria, onde permanecerá sob guarda por alguns anos. Tantos anos quanto restarem de vida”, dirá Rodolfo. “Fique certo que você ocupará o trono de Montemor por bem menos tempo do que imagina”, responde Augusto.Opções de Publicação

Rei ficará à beira da morte após atentado (Foto: Artur Meninea/TV Globo)

Fora dos Trilhos

O rei de Artena, Augusto (Marco Nanini), pai da princesa Catarina (Bruna Marquezine), sofrerá um atentado esta semana em Deus Salve o Rei. Após um torneio que ocorre em suas terras, ele será acertado por um arqueiro, durante uma apresentação de teatro e ficará à beira da morte. A filha do monarca, indignada com o crime, vai acusar Rodolfo (Johnny Massaro), rei de Montemor, de ser o mandante.


O ex-herdeiro do trono, Afonso (Romulo Estrela), percebendo o perigo que se aproxima, aconselhará o irmão a não abandonar as terras de Artena enquanto as investigações prosseguirem, para não levantar falsas suspeitas. A princesa vai destituir Afonso da guarda real e acusá-lo de ser incapaz de proteger o rei.


O acordo entre as famílias reais será desfeito e o fornecimento de água para Montemor será interrompido. Nervoso pela situação, e após uma lua-de-mel sem sexo, Rodolfo ficará indignado com a ação e vai declarar guerra a Artena.

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Bolsonaro atraiu filiações ao PSL (Foto:Fernando Frazão/ABR/Fotos Públicas)

Nacional

Apenas partidos pequenos aumentaram o número de candidatos nas eleições deste ano em relação a 2014. Enquanto siglas tradicionais como PT, PSDB, MDB, PDT e PSB reduziram a quantidade total de registrados, houve um aumento expressivo entre as siglas de menor porte. O partido de Jair Bolsonaro, o PSL, é o que mais apresentou candidatos - 1.451, um aumento de 74,4% em relação a 2014. Das 35 siglas existentes, 12 vão ter mais postulantes neste ano do que nas últimas eleições gerais - PSL, PROS, Avante, Podemos, PRB, Solidariedade, PMN, PCO, PSOL, Patriota, PRTB e PPL. Há ainda três partidos que vão estrear nas urnas em âmbito nacional: Rede, Novo e PMB, que, juntos, somam 1.606 candidaturas. Os números têm como base os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É possível que haja pequenas alterações até o dia 20, quando as informações estarão 100% atualizadas. A legenda que registrou a maior variação porcentual no número de candidaturas foi o PCO (142,8%). A sigla, no entanto, é um ponto fora da curva - tinha apresentado somente 49 candidatos em 2014 e, agora, lançou 119. Em seguida, vem o PROS, com 1.018 candidatos, ante 485 em 2014 (aumento de 109,9%, mais que o dobro de um pleito para o outro). Entre os que mais reduziram candidatos, estão PCB (diminuição de 45,2%), PTB (-33,4%) e PSTU (-31,9%). Entre as siglas maiores, PSB (-31,4%), PSDB (-18,3%) e PDT (-16,4%) tiveram os maiores índices de diminuição de candidatos. O PT registrou queda de 6,8% e o DEM, de 5,5%. Segundo o cientista político Marco Antônio Teixeira, da FGV-SP, uma das explicações para este cenário pode ser a cláusula de barreira, que, a partir de 2018, impõe aos partidos desempenho mínimo para que sejam autorizados a ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de TV no horário eleitoral. "Os pequenos estão em busca de capilaridade", disse Teixeira. A nova regra exige, para este ano, que as legendas tenham 1,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação e com 1% em cada uma dessas unidades. A cláusula aumenta gradativamente até 2030 e busca afunilar o sistema partidário brasileiro, altamente fragmentado. Para a cientista política Luciana Veiga, professora da UNI-Rio, a estratégia faz sentido e pode servir à sobrevivência. "Mesmo que não elejam muitos nomes, os partidos com várias candidaturas têm chance de alcançar a cláusula com uma votação mais pulverizada." Um caso mais específico é o do nanico PSL, que, com a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, atraiu deputados na janela partidária e, agora, busca se consolidar com a ampliação da bancada no próximo pleito. "O PSL não tinha nada, arranjou meia dúzia de deputados e agora precisa crescer (para se manter vivo)", afirmou Teixeira. Conforme o Estado mostrou na quarta-feira, a nova casa de Bolsonaro registrou mais de 13,6 mil filiações em 2018, impulsionadas pela figura do presidenciável. Trata-se de número quatro vezes maior que o dos partidos adversários na disputa pelo Palácio do Planalto. Concentração Quanto aos partidos tradicionais, o motivo da diminuição de candidaturas passa por um uso mais direcionado dos recursos do fundo eleitoral. Com as regras inéditas de financiamento de campanha, as siglas apostam mais em candidaturas viáveis, com pouca abertura à renovação. É o caso do PSB, a legenda tradicional que mais reduziu o número de postulantes. A estratégia, segundo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, é concentrar os recursos em campanhas com grandes chances de vitória. "O novo fundo não facilita a renovação", afirmou ele. O PSB não tem candidatura própria à Presidência da República e não compõe nenhuma coligação, mas conta com nomes fortes em eleições regionais. "O fundo eleitoral concentra muitos recursos nos grandes. O problema dos maiores não é dinheiro, não é sobrevivência. É otimizar os cargos que já têm", afirmou Luciana Veiga. 

Candidatos ao governo fizeram questão de mencionar presidenciáveis (Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO)

Cidade

Os candidatos ao governo de São Paulo presentes no primeiro debate televisionado, na Band, aproveitaram o último bloco do programa para nacionalizar a discussão. Houve menções ao nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), bem como contra a polarização política no País. O ex-prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho (PT) disse ser, com orgulho, amigo de Lula e candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes. No fim do bloco anterior, Marinho havia feito a primeira menção dele a Lula no debate. Em embate com Rodrigo Tavares (PRTB), ele disse que os governos petistas combateram a corrupção e afirmou que o PT "é a grande esperança" do povo brasileiro. Tavares citou a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), cujo vice, general Hamilton Mourão, é do PRTB. Marinho citou ainda acusações de corrupção contra o PSDB. O tucano João Doria o rebateu nas considerações finais e falou que o petista não pode comparar Alckmin a Lula. "Alckmin tem mais de 40 anos de vida pública ilibada. Lula está preso em Curitiba", afirmou. Ele cobrou ainda "respeito" do petista, que no final do bloco anterior havia mencionado o nome da esposa do ex-prefeito paulistano, Bia Doria. "Ela não é ré como o senhor", disse. Na despedida do público, Rodrigo Tavares também atacou Alckmin. "Ele fez bom trabalho sim no Estado de São Paulo, mas como anestesista. Ele anestesiou o Estado de São Paulo", afirmou. Nos apontamentos finais, Márcio França (PSB) levou novamente a discussão para o nível nacional. Ele disse que a população de São Paulo vê os exemplos do PT, do PSDB e do MDB e que só ele representa a mudança. O governador paulista lembrou também a mediação dele na greve dos caminhoneiros. Paulo Skaf (MDB) encerrou o debate exaltando as escola do Sesi, que ele usou para criticar ensino estadual de São Paulo. Antes disso, coube ao empresário a primeira das duas únicas menções a Deus no debate. A segunda foi de Lisete Arelalo (PSOL), que disse que o povo "deu graças a Deus" pela renúncia de alguns candidatos. Ela afirmou ainda que vai seguir com o legado da vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 14 de março. Marcelo Cândido (PDT) ressaltou a experiência como prefeito de Suzano (SP).

Para a maioria dos eleitores, Bolsonaro e Alckmin são os favoritos para avançarem na disputa (Foto: Daniel Teixeira e Adriana Spaca/AE)

Nacional

Uma nova pesquisa sobre as intenções de voto à Presidência da República, divulgada na quarta-feira, 15, pelo Instituto Paraná, mostra que o deputado Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) devem se enfrentar no 2º turno, caso o ex-presidente Lula (PT) tenha sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral. Questionados sobre percepção de quais candidatos vão para a segunda fase das eleições, 43,3% apostam em Bolsonaro e 26,7% no tucano. Neste quesito, Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com a expectativa de 21% dos eleitores. Em seguida aparece Marina Silva, com 20,7%, e Fernando Haddad (PT), provável substituto de Lula, tem 10,1% das apostas.  Mas nas intenções de voto, Lula, mesmo preso, ainda lidera com 30,8%, um crescimento de quase 2% na comparação com a pesquisa anterior feita pelo mesmo instituto. No cenário com Lula, Bolsonaro é o segundo colocado, com 22%, e Alckmin, que na pesquisa anterior tinha uma desvantagem de 3% para Marina Silva (Rede), viu a diferença para ela cair pela metade. Marina tem 8,1% das intenções de voto e ele 6,6%. No cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 23,9% das intenções de voto. Com a saída do ex-presidente da disputa, Marina Silva e Ciro Gomes (PDT) parecem receber parte de seu eleitorado, e ficam à frente do tucano. Marina chega a 13,2%, Ciro fica com 10,2% e Alckmin  8,5%. Esta é a primeira pesquisa divulgada após o debate realizado pela Rede Bandeirantes, na semana passada, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o no BR-02891/2018. O levantamento foi feito com 2.002 eleitores, em 168 municípios brasileiros, entre os dias 9 e 13 de agosto de 2018. A margem de erro, para mais ou para menos, é de 2%.  

Alckmin e França possuem semelhanças em suas carreiras políticas (Foto: Arquivo/MN)

Opinião

Depois que alguns presidenciáveis apresentaram suas propostas para o País, no debate da semana passada, hoje é a vez de sete candidatos ao Governo do Estado de São Paulo fazerem o mesmo na Band, a partir da 22h. É uma grande chance para alguns deles saírem da obscuridade e mostrarem seus programas de gestão e, principalmente, seus rostos, para um eleitorado que não tem dado tanta atenção a eles. É uma brecha aberta inclusive para o governador Márcio França, que, embora no cargo desde abril –, quando Alckmin deixou o posto para concorrer à Presidência –, ainda luta para se fazer mais conhecido entre os eleitores, que podem dar a ele a chance de continuar ocupando o Palácio dos Bandeirantes, como chefe do Executivo. E o que não falta na história política paulista é a figura de vice que conseguiu alçar voo solo e ganhou o papel de protagonista. O próprio Alckmin é um destes, que, com o agravamento da doença de Mario Covas, em janeiro de 2001, assumiu interinamente o governo e, depois, ratificou nas urnas sua permanência. Há semelhanças entre os dois, como o fato de eles terem iniciado na política longe da Capital, sendo vereador e prefeito de suas respectivas cidades natais, depois deputado federal, até serem convidados para comporem a chapa que venceria o governo paulista. Mas, certamente, o desafio de França é bem maior do que aquele encarado por Alckmin, 16 anos atrás. A começar pelo enfrentamento com dois fortes concorrentes, que até outro dia era também seus aliados: Paulo Skaf e João Doria. O emedebista e o tucano lideram com folga a corrida ao Bandeirantes e, se nada mudar até 7 de outubro, estarão no segundo turno. E o problema do atual governador é justamente se interpor entre seus concorrentes. Terá a primeira chance hoje. Para isso precisa mostrar à audiência que é diferente de ambos, e dos demais, e que tem mais a oferecer. Só que do outro lado estarão dois experientes debatedores, já testados em eleições anteriores. Já França faz sua estreia em um programa deste nível. É mais um obstáculo para o político de São Vicente superar, se quiser seguir adiante na disputa.
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Vale a reflexão sobre o desarmamento no Brasil (Foto: Arquivo/ABR)

Opinião

Juntos, os hospitais filantrópicos, como é o caso das santas casas, acumulam uma dívida de R$ 21 bilhões (Foto: Edson Lopes Jr/ (Arquivo) – A2 Comunicações/Fotos Públicas)

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Excessos nas redes sociais podem ser prejudiciais (Foto: USP Imagens/Fotos Públicas)

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Alckmin e França possuem semelhanças em suas carreiras políticas (Foto: Arquivo/MN)

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