Novelas

13/8, segunda 

Raquel diz para Guilherme que eles precisam contar para Vini e Mirela que os dois se gostam ao invés de ficarem escondidos. Letícia vai até a casa de Filipa sem ser convidada usando como desculpa o trabalho que farão na escola. Sr. Pendleton pega Benício para saber o motivo dele, Gael, Mário e Lorena o perseguirem. Afonso visita Luísa com Hugo.

 

14/8, terça 

Guilherme chega em casa e recebe uma bronca do pai por toda família estar reunida e ele chegar atrasado. Roger chama o filho de vagabundo e Marcelo impede que a discussão piore. Luísa vai até a casa de Durval e através do aplicativo descobre que Poliana está na casa de Sr. Pendleton. Éric e Hugo ficam com a calça rasgada após sentarem em cadeiras com cola.

 

15/8, quarta 

A professora de música Sophie mostra para Helô a gravação que fez do aluno misterioso chamado João. Yasmin diz para Poliana que está triste por Filipa não querer mais ser sua amiga. Éric e Hugo acham que Luigi é o culpado pela cola e armam um plano para se vingar. Mirela e Guilherme estão arrumados para gravar o filme com direção de Luigi.

 

16/8, quinta 

Nadine vão até a padaria após o expediente com Joana e Sérgio. Raquel tenta falar com Vini, mas desiste ao saber dos problemas da comunidade aonde ele trabalha. Mirela e Nanci chegam em casa e encontram Dona Branca desmaiada. Yasmin volta tarde da escola e Claudia questiona a filha sobre gastar R$ 5 mil com o aluguel de uma diária de uma casa.

 

17/8, sexta 

Começa as apresentações do trabalho sobre diferentes estilos e culturas feito pelos grupos de alunos da escola. O filme de Luigi é exibido, com o beijo de Mirela e Guilherme. Raquel fica enciumada e Luca diz para a menina que pensou que Guilherme fosse namorado dela, mas pelo jeito está beijando todo mundo. Mirela vê Guilherme e Raquel discutindo.

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16/7, segunda

Filipa e Yasmin brigam com Éric e dizem que ele não deveria ter assumido seu lugar no debate da chapa. Marcelo vê Afonso sendo mulherengo e se incomoda. Kessya e Luigi ensinam para Poliana o que é rede social e como utilizar a ferramenta. Gael, Mário e Benício decidem que Lorena está se interferindo demais no clube e por isso deve ser expulsa.

 

17/7, terça

Helô anuncia que a chapa de Gabi é mais uma vez eleita. Roger humilha Claudia por ela não fazer uma planilha do jeito que ele gosta e chega a chamar ela de burra. Débora avisa que os alunos devem preparar uma coreografia para a festa de 50 anos da escola. Poliana leva Lorena até a casa de Luísa para animar a menina. Guilherme é atropelado por um carro.

 

18/7, quarta 

Sr. Pendleton descobre a câmera que os meninos colocaram em seu cachorro e quebra o equipamento. Iuri começa a espionar Sophie por desconfiar que ela não tem um noivo. Gleyce discute com Ciro por ele não ter pago a conta de luz, que é cortada. Luísa, Claudia e Joana se deparam com Marcelo e Iuri em um restaurante e acabam sentando todos juntos.

 

19/7, quinta 

Luísa lembra de quando Marcelo terminou o namoro com ela no passado por um desentendimento deles, uma armação de Débora. Éric e Hugo mostram seu projeto contra o bullying com a ajuda de Helô. Luísa recebe flores com um convite de Afonso e resolve enviar uma mensagem dizendo que aceita sair com ele. Afonso conta a novidade para Durval.

 

20/7, sexta

Iuri pergunta o motivo de Sophie mentir para ele. João consegue andar pelos corredores da escola por estar vestido de uniforme. Poliana presenteia Lorena com um gato. Durval não aceita que Lorena fique com o gato e Poliana decide levar o animal para casa. Vini e Jeferson convidam Guilherme para voltar ao grupo de samba e ele aceita.

 

Terça, 10/7

Guilherme toca violão e canta com Raquel. Mirela escuta e vai falar com os dois e revela que criaram um perfil na rede social que chama "Branca Bolada". Raquel e Mirela tentam fazer Jeferson e Vini repensar a decisão de tirar Guilherme do grupo. Afonso diz para Poliana que está apaixonado por Luísa e pede para a menina ajudá-lo.

 

Quarta, 11/7

Joana vai até a escola falar com Helô sobre os meninos que estão perseguindo Luigi, mas não percebe que esses meninos são Éric e Hugo. Guilherme descobre que foi Brenda quem fez a página falsa de "Branca Bolada" e faz a garota apagar a página. Luigi e Poliana ajudam Gabi a gravar o programa de eleição da sua chapa. Débora tenta desmotivar Kessya na escola.

 

Quinta, 12/7

Raquel manda Brenda deletar a página e diz que está fora da chapa dela. João faz uma produção com ajuda de Poliana para que as crianças acreditem que é um fantasma na sala de teatro. Poliana tira foto de Luísa para o trabalho da escola. Guilherme tira uma foto de Raquel para o trabalho de Marcelo. Claudia e Durval dão “like” no aplicativo de namoro que os dois estão.

 

Sexta, 13/7

Luísa leva Poliana para a escola. Elas descobrem que Hugo é sobrinho de Afonso. Poliana vai conversar com a diretora Ruth, que diz que não pode abrigar João na escola. João e Poliana conseguem impedir que Gabi caia na armadilha do balde de tinta. O mesmo cai sob a cabeça de Filipa, que grita. Salvador vê o novo nariz de Verônica e fica chocado.

Segunda, 02/07

Mário, Gael e Benício decidem aceitar Lorena no clube deles. Durval diz para João que ele não precisa mais trabalhar na padaria, mas sempre que estiver com fome pode ir até lá. Claudia leva Yasmin até a casa de Luísa para pedir desculpa e devolver o celular de Poliana. Filipa tenta humilhar Kessya e expulsar ela do local onde está na aula de dança.

 

Terça, 03/07

Mário, Gael e Benício caçam o fantasma na escola com ajuda de Poliana e Lorena. João resolve assustar os cinco que pensam que ele é um fantasma. Jeferson tira uma foto de Dona Branca para fazer um perfil dela na internet no FriendBook. Luísa descobre que Poliana conversa com Lorena e Raquel na escola, mas sem saber que são primas.

 

Quarta, 04/07

Nanci diz para Waldisney que sabe que ele mora na comunidade e não se importa com isso. Luísa diz para Poliana que vai mudar ela de escola. A menina chora. Brenda cria uma chapa para o grêmio estudantil com Mirela como vice. Poliana chora ao falar com Marcelo sobre Luísa querer tirá-la da escola. Filipa também lança uma chapa. 

 

Quinta, 05/07

Mário, Gael e Benício deixam uma câmera ligada na escola para tentar filma o fantasma. Ruth chama Filipa até a diretoria, conversa com ela e faz uma carta de reclamação que ela deve trazer assinada pelos pais. Raquel diz que Mirela é interesseira e a expulsa de sua casa. Luísa diz para Poliana que não vai mais tirar ela da escola. Poliana e seus amigos comemoram.

 

Sexta, 06/07

Poliana ajuda João a escrever uma carta para a mãe, Josefa. Joana diz para Claudia que ela e Durval terão um encontro sim. Durval leva os filhos de Claudia e Joana para que Raquel cuide. Guilherme avisa Jeferson e Vinicius que não poderá ir ao show, pois aconteceu um problema com a mãe. Mirela canta sozinha, como grande novidade.

 

Segunda, 25/06

Luísa presenteia Poliana com um celular para que possam se comunicar com mais facilidades. Claudia presenteia Yasmin com um celular, mas a menina despreza o aparelho por achar que ele não é moderno. Yasmin vê o celular de Poliana e diz que é de última geração. A garota então convence Poliana a trocar com o aparelho dela.

Terça, 26/06

Filipa derruba a bolsa de Kessya com os pães de mel que a garota estava vendendo. Filipa ainda pisa em cima dos doces. Poliana intervém e diz que não é correto o que ela fez. João chega em seu esconderijo e descobre que Feijão está lá. Ruth fala com Kessya e Gleyce para não venderem mais os doces na escola. Yasmin e Filipa descobrem que Kessya é filha da faxineira da escola.

Quarta, 27/06

Poliana pergunta para Durval se ele não quer revender os pães de mel de Kessya na padaria. A menina convence Durval a fazer ao menos um período de experiência com os doces feitos por Gleyce. Verônica entra na reunião do comitê usando o nome de Luísa, é desmascarada por Glória e expulsa. Luísa pede para sair do Laço Azul.

Quinta, 28/06
Glória surpreende a todos e anuncia que Luísa acaba de ser promovida como membro honorária do comitê. Verônica diz para Roger que desistiu de fazer a nova cirurgia plástica no nariz. Lorena entra no cemitério a pedido dos meninos para fazer parte do clube. Acaba se assustando com Mário, Gael e Benício fantasiados de zumbis.

Sexta, 29/06

Os alunos assistem um filme sobre bullying com objetivo de conscientizar as crianças. Filipa e Yasmin jogam lixo pela escola para prejudicar Gleyce. Luísa descobre que Poliana está com outro celular. A menina revela que uma menina da escola se ofereceu para trocarem o aparelho por ser mais fácil. Luísa manda Poliana desfazer a troca do celular.

Segunda, 18/06

Dona Branca pergunta para Waldisney quais são as intenções dele com Nanci. João aprende sozinho a tocar outras músicas. Luísa fica encantada com uma fotografia feita por Marcelo de quando namoravam. Filipa coloca gelo nas costas de Poliana sem que ela perceba. Poliana pula e acaba empurrando Débora, que cai em cima de uma obra de arte.

Terça, 19/06

Raquel diz que sabe que o perfil na rede social misterioso é de Guilherme. O rapaz acaba confessando. João espia Poliana na aula de música. A menina desafina no vocalize. Guilherme sai com Raquel até uma cafeteria e canta para ela uma das canções de Cartola. Filipa sugere para que Poliana pegue as joias de Luísa para ela usar na peça, atividade da escola.

Quarta, 20/06

Raquel chega na padaria com casaco de Guilherme, que lhe acompanha. Durval fica irritado e manda a filha para casa após dizer para ela ficar afastada do garoto. Filipa estoura um colar de Luísa e vai embora com Yasmim. Luísa chama a atenção de Poliana após descobrir o que aconteceu. Yasmim é assaltada na rua e fica assustada.

Quinta, 21/06

Luísa lembra de um reencontro que teve com Marcelo há alguns anos, aonde acabaram ficando antes dele retornar para a Europa. Kessya revela para Poliana e Luigi que Gleyce é sua mãe. Poliana e as colegas terminam de se arrumar para apresentarem a peça sobre o antigo Egito. Guilherme tenta fazer Raquel e Mirela fazerem as pazes, mas piora a situação.

Sexta, 22/06

Salvador faz um molde do nariz de Verônica. Éric e Hugo trancam Luigi em uma sala. Filipa diz para Yasmin que irá se vingar de Kessya. Lorena invade a casa de Sr. Pendleton. O cachorro Feijão é visto na escola, de onde é retirado. Kessya tenta ensinar Poliana a aprender dançar como ela. Gleyce devolve para Arlete o dinheiro que Ciro havia pego emprestado com Lindomar.

Segunda, 11/06

Afonso insiste que Durval deveria arrumar uma namorada. João conta para Antônio e Poliana que sente saudade da mãe, JosefaVinicius dança com Mirela para tentar chamar a atenção de Guilherme. Raquel fica sozinha, só observando. Guilherme precisa ir embora e apresenta Jeferson para Brenda, que desdenha do rapaz. Marcelo se depara com Luísa na rua.

 

Terça, 12/06

Roger contrata um segurança, Celso, para acompanhar Guilherme aonde quer que ele vá. Poliana acorda toda picada e Luísa decide que a pequena não pode continuar a dormir no mesmo quarto. Feijão é roubado por um dos meninos da comunidade e deixa João preocupado. Marcelo conta para Débora que quer saber de onde surgiu o falso boato de que havia sido traído por Luísa.

 

Quarta, 13/06

Poliana canta a música Jogo do Contente em seu quarto todo decorado. Luísa espia a sobrinha e fica satisfeita com a alegria da menina. João é chantageado a conseguir dinheiro em troca do seu cachorro Feijão. Poliana encontra a caixinha do tesouro em seu quarto e diz para Luísa que perdeu a chave da caixa. João consegue resgatar Feijão.

 

Quinta, 14/06

João começa a trabalhar na padaria Ora Pães Pães. Glória vai até a casa de Luísa para insistir que ela vá até a exposição das fotografias de Marcelo na galeria. Na escola, Marcelo flagra Luigi sofrendo bullying de Éric e Hugo. Os dois são levados para a coordenação. Filipa e Yasmin encontram a chave de Poliana e fogem com a mesma.

 

Sexta, 15/06

Luísa diz que não ficará e dá para Poliana os dois pingentes. Poliana vai com a tia para o evento das fotografias de Marcelo Dona Branca pergunta para Waldisney quais são as intenções dele com Nanci. João aprende sozinho a tocar outras músicas. Luísa fica encantada com uma fotografia feita por Marcelo de quando namoravam.

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França é candidato à reeleição, mas precisa crescer nas pesquisas (Foto: Roberto Casimiro/AE)

Cidade

Márcio França (PSB) já sabia que seria governador antes mesmo de assumir o cargo no dia 6 de abril deste ano, quando Geraldo Alckmin (PSDB) deixou a função o cargo para disputar a Presidência da República. França sempre teve na política a meta de ser governador do Estado. Começou sua carreira como vereador de São Vicente, onde também foi prefeito por duas vezes e teve uma aprovação de 80% após terminar o segundo mandato. Entre as propostas que quer implantar no Estado está o alistamento de jovens, programa que realizou em São Vicente e que afirma ter reduzido a violência drasticamente na cidade litorânea. Sobre a disputa à reeleição, França garante que é o candidato com mais visão social e diz que usar o termo esquerda para definir um partido é um tanto antiquado. Durante a entrevista ao Metrô News, fez questão de ressaltar que é diferente de seus principais adversários: Paulo Skaf (MDB) e Doria (PSDB). “Eles acham que podem colocar uma administração privada no poder público, como se fosse uma empresa, mas é preciso olhar o social. Eu tenho experiência para isso”, argumentou França. Para o governador, eleger Skaf seria como colocar uma gestão a do presidente Michel Temer (MDB) em São Paulo, enquanto eleger Doria significaria colocar alguém que não cumpre o que promete, como terminar o mandato à frente da Prefeitura de SP Qual a principal marca que você vai deixar nesta primeira gestão como governador? Claro que do ponto de vista de repercussão pública vai ser a greve dos caminhoneiros. As pessoas associaram a questão de desobstruir, abrir o diálogo com a categoria a mim. Mas o que eu penso que é mais importante é a mudança histórica de alguém que vai ser candidato à reeleição não ser do PSDB. Também ampliamos a Univesp, com aumento de 3 mil para 45 mil vagas no ensino superior, e fizemos duas concessões de rodovias que saíram com pedágios mais baratos, com média 25% a 30% menor, por exigirmos uma outorga menor. Você acha que fez mudanças significativas depois da transição para a sua gestão? Sim. Penso que isso foi possível porque respeitei as linhas de equilíbrio fiscal. Ninguém percebeu uma mudança que tenha tido traumas, mas nós mudamos secretários, quase dois terços são secretários de carreira, mudamos o comportamento no diálogo com o servidor público, há três anos sem negociações. Márcio França acredita que pessoas se lembram dele por diálogo com caminhoneiros (Foto: Divulgação) E como ocorreu este diálogo com o funcionalismo? Foram pequenos gestos que foram importantes, como a regra geral em que a Procuradoria-Geral do Estado recorria de todos os processos movidos pelo funcionalismo, mesmo sabendo que iam perdem no Superior Tribunal Federal. Não fazemos isto agora. Quais projetos essenciais você quer aprovar ainda nesta gestão? Tem um que está em andamento, o alistamento civil com jovens, que pretende contratar 4.530 jovens nas 100 cidades mais violentas do Estado para realizarem trabalhos nas ruas. Este é um programa que fiz quando era prefeito. A minha cidade era uma das mais violentas do Estado. Depois da implantação do programa, ela não ficou nem entre as 100 primeiras. Estes jovens começarão a trabalhar e serão tutelados com a gente. Será uma espécie de piloto para o que queremos fazer para o ano que vem, a ser lançado em todas as cidades, com 80 mil jovens, cada um recebendo uma bolsa no valor de R$ 500. Abriremos vagas para mulheres também, mas elas não farão serviços nas ruas. Quais os próximos passos na área do saneamento? A Sabesp é a terceira maior empresa do mundo em saneamento e conseguiu, recentemente, fazer parceria com municípios que não tinham a rede, como Carapicuíba e Guarulhos, que vai ser um ganho muito grande de despoluição na veia. A gente tem uma meta, por exemplo, de zerar o rodizio em Guarulhos em oito e dez meses depois de assinar uma negociação que estamos em andamento para ajudar a cidade tanto no abastecimento quanto no tratamento de esgoto.   Governador afirmou que conseguiu diminuir a violência em São Vicente, cidade na qual já foi prefeito (Foto: Roberto Casimiro/AE) Mas tratar o esgoto é um problema que demanda grande investimento e esforço. Como você fará isto? É fato. O tratamento de esgoto é demorado. Leva-se anos para fazer, mas estamos testando equipamentos novos que devem ser colocados na ponta dos canais para despoluir a água que chega. É muito mais prático. Os técnicos querem tratar de casa, e estão certos, mas sou adepto de que temos que fazer da solução mais rápida, ainda que não seja definitiva.   Mas a crise hídrica está batendo na porta do Estado. Há chance de rodízio? Chance zero, mas a preocupação é grande. A crise hídrica é evidente. Tem chovido menos, mas a Sabesp se preparou com grandes obras de transposição, por isso estamos sobrevivendo. Vamos lançar uma campanha nova, em breve, reforçando aos paulistas para fazerem economia. Não temos a pretensão de multar ninguém neste momento. O senhor ainda pretende desvincular a Polícia Civil da Pasta de Segurança e alocar à Justiça? Pretendo. Depende da aprovação da Assembleia. Agora ela tem que aprovar ou não. Insisto que a Polícia Civil é judiciária, e o fato de ter a desvinculação administrativa e orçamentária só vai ajudá-la. Mas falando de segurança é incrível que ninguém tenha noticiado que nós abrimos 66 delegacias que estavam fechadas à noite, simplesmente com um valor que se paga a mais, uma gratificação paga para qualquer servidor por um terço a mais para o serviço que ele presta. E também valorizei os policiais. Nós aprovamos a lei e ela foi sancionada: agora toda a defesa jurídica deles será feita pela Defensoria Pública. Márcio França rechaça rótulo de esquerdista, mas afirma que é preocupado com o social (Foto: Daniel Teixeira/AE) O senhor vem de um partido mais alinhado à esquerda, qual a diferença da sua gestão para uma gestão tucana? Isso é uma expressão meio antiquada, mas pelo menos tenho uma preocupação social maior que os representantes de outras siglas. Aqui em São Paulo, faz quase 30 anos que o mesmo modelo prosseguia no comando. A minha gestão é mais social.  Constantemente partidos e candidatos tentam barrar a sua publicidade. Qual sua opinião sobre isso? Eles querem me esconder. Como sou o novo governador, se eles conhecerem os três candidatos que vão disputar é difícil escolherem os outros dois. São pessoas do bem, só não sabem o que falam, não tem conhecimento da administração pública. Eles acham que podem fazer a gestão pública como privada. É como colocar o modelo Sesi e Senai no Estado, mas os pais pagam R$ 300 a R$ 400 por isso. Aqui temos 3,5 milhões na rede estadual, muitos alunos não têm, é como seu eu dissesse que o sujeito que está no restaurante gratuito vai ter que pagar a comida. Já o Doria quer privatizar o Aeroporto de Barretos, mas não tem movimento, não tem interesse. Você acredita que apenas três candidatos têm chances reais de vencer a eleição? Na verdade, existem quatro candidaturas que vão disputar o Governo do Estado. O PT, quem gosta é fiel e quem não gosta não quer. Uma candidatura é do MDB, do Governo Michel Temer, que não acho que será um bom caminho para São Paulo. O outro é o PSDB do Doria, que demos a oportunidade para mostrar sua capacidade de administração, mas que a desperdiçou. Se as pessoas souberem que eu sou o atual novo governador, as pessoas vão ter a chance de fazer uma opção. O que você pretende fazer na área da Saúde? Estamos com 101 hospitais e estamos acabando mais dois. São 31 mil leitos. Quando falam na televisão parece que não tem nada funcionando. Tem muita gente que vem de fora. O serviço público tem que ser melhorado, mas nem extinto e nem cobrado. Nós temos que abrir as ames aos finais de semana. Isto vai permitir zerar, em seis meses, uma fila de 1 milhão de consultas e 300 mil exames.  E as obras do Metrô. Qual sua pretensão para agora e para um novo governo? Nós temos que retomar todas que estão paradas. Algumas teremos que licitar de novo, porque muitas empresas quebraram, foram acusadas na Operação Lava Jato. Outras o Governo Federal furou na hora do financiamento. Neste ano temos de nove a oito estações para entregar. Está atrasado, mas o governo inteiro parou, o País parou, muitos estados não vão conseguir pagar nem o 13º salário. Tem alguma outra obra sobre trilhos que pode marcar sua gestão? A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ter aprovado a proposta da empresa Rumo será um grande passo para aumentar o transporte de carga a granel de 30 milhões para 70 milhões por ano. É uma obra marcante. A malha paulista liga o Mato Grosso, maior produtor de grãos, ao Porto de Santos, principal saída de commodities do País. Esta malha já existe, mas ela vai ser restaurada e vai abrir ainda dois eixos laterais, ligando São Paulo até Itirapina e a cidade de Colômbia até Araraquara. E o que pode ser feito na área da habitação? Nós pretendemos fazer três coisas. Cada casa hoje custa em torno de R$ 125 mil a R$ 130 mil. O Estado tem um R$ 1,3 bilhão por ano para este tema. A gente tem o suficiente para construir 10 mil casas. É pouca casa.  No interior, vamos criar lotes urbanizados. Você cede um terreno e um cartão com R$ 8 mil e o cidadão vai ter três plantas pré-aprovadas para construir a casinha dele.  E na Capital? Na Capital, a meta é imediatamente poder mudar o conceito da construção no Centro. Desocupar prédios públicos com repartição e transformar em apartamentos. Também queremos negociar para que empresários vendam apartamentos próprios por R$ 125 mil. Quando desocupamos prédios ocupados os proprietários vendem por um preço muito mais alto. Também estamos lançando os programas de recuperação dos atuais prédios da CDHU.

Manter o voto em sigilo é garantia de paz (Foto: Antônio Cruz/ABR/Fotos Públicas)

Opinião

Na década de 1950, a teoria da “unanimidade burra”, de Solomon Asch, comprovou a tese de que  algumas pessoas, quando em grupo, acreditam nas coisas mais absurdas e patéticas, ignorando a lógica e a verdade. A experiência colocava um inocente voluntário dentro de um grupo formado por atores, todos dispostos a um teste que consistia em examinar uma placa com uma linha vertical à direita e três linhas verticais díspares à esquerda, onde apenas uma delas era igual à da direita. O examinador perguntava qual das alternativas era a idêntica e, por mais óbvia que fosse a resposta, os atores, cúmplices e combinados, respondiam a alternativa errada. A cobaia, mesmo tendo absoluta certeza do correto, duvidada da própria razão e concordava com a maioria, escolhendo a alternativa falsa, confirmando a tendência humana da maioria seguir a opinião dos outros. O poder da mídia sobre a opinião pública é um bom exemplo disto, pois desvia a atenção para a verdade, dando foco a inverdades tendenciosas. A propaganda induz o estúpido, mas não convence a mente atenta. Quanto mais se promove opiniões medíocres e ignorantes, mais as pessoas abandonam por convicção a racionalidade e o senso crítico, transformando-se em massa de manobra a ser conduzida por um caminho pavimentado por mentiras rumo ao final de um arco-íris, onde não há pote de ouro, mas sim uma ratoeira à espera. Em tempos de eleições isto fica muito mais evidente quando o grupo dominante ignora os desejos da população e cria, em conluio com que há de mais nefasto, uma tendência a se seguir. Talvez você não se recorde, mas, na eleição passada, a tendência era “mulher votar em mulher”, afinal, sem a força da militância, a presidente, que afundou o País, jamais seria reeleita. Hoje, a única mulher candidata não recebe este apelo, talvez por não fazer parte do grupo de interesse, que aliás contém uma candidata que se diz empoderada e independente, mas se rendeu às ordens de um presidiário, macho opressor, aceitando abandonar sua própria candidatura para ser vice decorativa numa chapa confusa na qual sequer aparece em algumas propagandas oficiais da campanha. O candidato líder nas pesquisas, mesmo sem apelo algum de publicidade, vai na contramão do establishment e recebe adjetivos depreciativos até quando atacado violentamente num atentado à sua própria vida. O trinômio “machista-racista-homofóbico” foi tatuado a contragosto em suas costas, já que a população nada questiona e tudo aceita. Ironicamente, seu mais forte adversário é publicamente conhecido por ser autoritário, arrogante, violento e representar o que há de pior e mais retrógrado na política brasileira. Mas, apesar das diversas provas de seu real machismo, racismo, homofobia, coronelismo, e suas constantes declarações polêmicas, estúpidas e discrepantes, é blindado pela mídia e acariciado pela bolha asquerosa e egoísta de uma medíocre parte da classe artística e “intelectual” brasileira. Tudo é um jogo sujo e inescrupuloso de interesses que em nada compartilham com os da população. Não se deixe levar pela minoria que se finge maioria. Não acredite no que lê, no que ouve. Esteja atento, não tema a discordância e vote sabiamente. Para se viver em paz, vote calado, vote em segredo, pois esta é a única arma que você possui.

Não devemos temer uma ideologia radical no próximo governo (Foto: Reprodução/Flickr)

Opinião

Esta eleição se apresenta como uma das mais importantes de nossa historia. De um lado, trata-se da oportunidade de escolher a pessoa mais capaz de comandar o País, governantes dos Estados que o compõem e representantes na esfera parlamentar. De outro, trata-se de eleger os núcleos ideológicos que definirão políticas de Estado.   Portanto, no caso da eleição para a Presidência, o pleito leva em consideração uma visão de mundo, o modo como os protagonistas  enxergam as tarefas do Estado, o mercado e a economia (cunho mais estatal e/ou mais privado), programas sociais, infraestrutura, potenciais e riquezas naturais etc. Numa tentativa de sumarizar tais visões,  chega-se às três principais correntes políticas que governam os Estados modernos: o socialismo, a social-democracia e o capitalismo.   O primeiro tem seu eixo fincado na transformação social por meio da distribuição de riquezas e da propriedade, abarcando a luta de classes, a extinção da propriedade privada, a igualdade de todos. Na teoria marxista, o socialismo encarna a fase intermediária entre o fim do capitalismo e a implantação do comunismo. O capitalismo se ancora na propriedade privada e na acumulação do capital, tendo como motivação a busca pelo lucro. Portanto, constitui o contraponto do socialismo. Já a social-democracia abriga a intervenção do Estado na economia (distribuição de renda mais igualitária) e nos programas sociais, sob o escopo do bem-estar social e, no território político, dá guarida à democracia representativa. Emerge como sistema que combina aspectos do socialismo e do capitalismo. O fato é que a derrocada do socialismo clássico, a partir do desmantelamento da URSS e a queda do Muro de Berlim, em 1989, estendeu o território da social-democracia, sendo este o modelo de nações democráticas, principalmente no continente europeu.Seja qual for o vencedor dessa eleição, a real política brasileira imporá barreiras intransponíveis para a instalação de uma ideologia radical. Disso não devemos ter receio. *Gaudêncio Torquato é jornalista, professor titular da USP e consultor político e de comunicação

Num possível segundo turno contra Haddad, Bolsonaro deve ganhar apoio de outros partidos (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR/Fotos Públicas)

Opinião

A cada pesquisa divulgada mais se revela um cenário polarizado entre o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Assim, quem pode ficar de fora já começa a pensar nas alternativas após 7 de outubro. Um deles é o bloco de partidos que apostou no ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Formados por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade, essa aliança garantiu ao tucano um gordo tempo na TV, mas que, pelos menos até agora, não se reverteu em intenção de votos. O deputado federal gaúcho Onyx Lorenzoni (DEM) é um dos que nunca escondeu sua preferência pelo ex-capitão do Exército. Foi ele, por exemplo, quem idealizou a viagem de Bolsonaro à Asia, em fevereiro deste ano, e esteve lá, ao lado do colega de Câmara. Outro que já disse que não tem como apoiar Haddad em um ainda hipotético segundo turno foi o ex-ministro da Educação de Michel Temer e atual candidato ao Senado Mendonça Filho, de Pernambuco. Ele foi um dos primeiros do DEM a sugerir o caminho em direção a Alckmin, sendo, inclusive, apontado com alternativa a vice na chapa. Ontem, foi a vez de Major Olímpio, um dos coordenadores da campanha bolsonarista em São Paulo, declarar que “muitos quadros” do Centrão devem se debandar da campanha de Alckmin e declarar apoio ao candidato do PSL. “Já estão fazendo missa de corpo presente há alguns dias”, ironizou. Dentro do governo Temer, que oficialmente apoia Henrique Meirelles, também já tem gente olhando para depois do primeiro turno. Carlos Marun, ministro da Secretaria de Governo, segundo o blog Radar, da Veja, defende que, em havendo o confronto PSL-PT, que o MDB e o presidente declarem apoio a Bolsonaro. Duílio Malfatti, secretário de Publicidade e Promoção do Planalto foi mais específico em sua página no Facebook, ao se referir ao pesselista logo após o atentado: “Tomara [que] ganhe no 1º turno”. E assim, os organizadores da campanha de Bolsonaro vão reiterando a confiança. E o reforço natural de sua base de apoiadores revela que esta percepção extravasou o núcleo mais leal, podendo desta forma fazer o fiel da balança pender para o lado deles. Assim, aquilo que estava tão distante até alguns meses, já parece bem factível a essa altura da disputa.
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Manter o voto em sigilo é garantia de paz (Foto: Antônio Cruz/ABR/Fotos Públicas)

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Não devemos temer uma ideologia radical no próximo governo (Foto: Reprodução/Flickr)

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Num possível segundo turno contra Haddad, Bolsonaro deve ganhar apoio de outros partidos (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR/Fotos Públicas)

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Legislação deve ser mudada, pois a violência cresce a cada dia no Brasil (Foto: Wilson Dias/ABR/Fotos Públicas)

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Nascer do sol: 6:0 am   |   Pôr do sol: 6:2 pm
95%     22.5 km/h     30.882 atm
Previsão
QUA Baixa: 17 °C Alta: 27 °C
QUI Baixa: 15 °C Alta: 27 °C
SEX Baixa: 17 °C Alta: 25 °C
SáB Baixa: 17 °C Alta: 26 °C
DOM Baixa: 15 °C Alta: 28 °C
SEG Baixa: 15 °C Alta: 30 °C
TER Baixa: 20 °C Alta: 26 °C
QUA Baixa: 18 °C Alta: 21 °C
QUI Baixa: 16 °C Alta: 20 °C
SEX Baixa: 16 °C Alta: 25 °C