Novelas

16/7, segunda

Filipa e Yasmin brigam com Éric e dizem que ele não deveria ter assumido seu lugar no debate da chapa. Marcelo vê Afonso sendo mulherengo e se incomoda. Kessya e Luigi ensinam para Poliana o que é rede social e como utilizar a ferramenta. Gael, Mário e Benício decidem que Lorena está se interferindo demais no clube e por isso deve ser expulsa.

 

17/7, terça

Helô anuncia que a chapa de Gabi é mais uma vez eleita. Roger humilha Claudia por ela não fazer uma planilha do jeito que ele gosta e chega a chamar ela de burra. Débora avisa que os alunos devem preparar uma coreografia para a festa de 50 anos da escola. Poliana leva Lorena até a casa de Luísa para animar a menina. Guilherme é atropelado por um carro.

 

18/7, quarta 

Sr. Pendleton descobre a câmera que os meninos colocaram em seu cachorro e quebra o equipamento. Iuri começa a espionar Sophie por desconfiar que ela não tem um noivo. Gleyce discute com Ciro por ele não ter pago a conta de luz, que é cortada. Luísa, Claudia e Joana se deparam com Marcelo e Iuri em um restaurante e acabam sentando todos juntos.

 

19/7, quinta 

Luísa lembra de quando Marcelo terminou o namoro com ela no passado por um desentendimento deles, uma armação de Débora. Éric e Hugo mostram seu projeto contra o bullying com a ajuda de Helô. Luísa recebe flores com um convite de Afonso e resolve enviar uma mensagem dizendo que aceita sair com ele. Afonso conta a novidade para Durval.

 

20/7, sexta

Iuri pergunta o motivo de Sophie mentir para ele. João consegue andar pelos corredores da escola por estar vestido de uniforme. Poliana presenteia Lorena com um gato. Durval não aceita que Lorena fique com o gato e Poliana decide levar o animal para casa. Vini e Jeferson convidam Guilherme para voltar ao grupo de samba e ele aceita.

 

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23/7, segunda 

Lindomar discute com Arlete e decide passar a noite fora, na casa de Ciro. O gato que passa a noite no quarto de Antônio escapa pela janela. Arlete surta ao ver Lindomar sair da casa de Ciro com Gleyce. Luísa manda Lindomar sumir com o gato que apareceu dentro de casa. João veste o uniforme para andar na escola escondido. Gabi vê o garoto que desconversa.

 

24/7, terça 

Débora tenta encerrar as apresentações antes de Poliana, que insiste e se apresenta. Poliana começa com balé, mas termina dançando rock de forma um pouco desengonçada. Débora anuncia que Yasmin e Filipa são as vencedoras, mas todos gritam que querem Kessya. Débora reconsidera e diz que como combinado era a decisão dos presentes, Kessya é a vencedora.

 

25/7, quarta

Poliana e João lembram do passado no Nordeste. Poliana fica feliz ao reencontrar o gato limpo. Luísa diz que a menina poderá ficar o gato, Chuvisco, desde que cuide dele junto com Nanci e Antônio. Claudia diz que a filha precisa parar de mentir, pois está indo longe demais. Durval vai se encontrar com uma mulher do aplicativo e descobre ser Claudia.

 

26/7, quinta 

Roger descobre que Claudia nunca foi parente de Sr. Pendleton. Marcelo diz para Débora que sonha em ser pai, mas Débora diz que ficar marcada devido a gravidez e envelhecer 10 anos em um não é seu objetivo. Otávio ofende e humilha Claudia quando estão a sós antes de mandar ela pegar a bolsa barata dela e sumir. Luisa descobre que a casa de carnes está fechada por luto.

 

27/7, sexta 

Joana descobre que Claudia foi mandada embora. Na comunidade, Poliana e João fogem dos meninos perigosos. Glória se reúne com Débora e Luísa para decidirem os detalhes da festa de 50 anos da escola. Roger conta para Filipa que Yasmin mentiu e não é neta de Sr. Pendleton e precisa rever a amizade de pessoas mentirosas.

 

Terça, 10/7

Guilherme toca violão e canta com Raquel. Mirela escuta e vai falar com os dois e revela que criaram um perfil na rede social que chama "Branca Bolada". Raquel e Mirela tentam fazer Jeferson e Vini repensar a decisão de tirar Guilherme do grupo. Afonso diz para Poliana que está apaixonado por Luísa e pede para a menina ajudá-lo.

 

Quarta, 11/7

Joana vai até a escola falar com Helô sobre os meninos que estão perseguindo Luigi, mas não percebe que esses meninos são Éric e Hugo. Guilherme descobre que foi Brenda quem fez a página falsa de "Branca Bolada" e faz a garota apagar a página. Luigi e Poliana ajudam Gabi a gravar o programa de eleição da sua chapa. Débora tenta desmotivar Kessya na escola.

 

Quinta, 12/7

Raquel manda Brenda deletar a página e diz que está fora da chapa dela. João faz uma produção com ajuda de Poliana para que as crianças acreditem que é um fantasma na sala de teatro. Poliana tira foto de Luísa para o trabalho da escola. Guilherme tira uma foto de Raquel para o trabalho de Marcelo. Claudia e Durval dão “like” no aplicativo de namoro que os dois estão.

 

Sexta, 13/7

Luísa leva Poliana para a escola. Elas descobrem que Hugo é sobrinho de Afonso. Poliana vai conversar com a diretora Ruth, que diz que não pode abrigar João na escola. João e Poliana conseguem impedir que Gabi caia na armadilha do balde de tinta. O mesmo cai sob a cabeça de Filipa, que grita. Salvador vê o novo nariz de Verônica e fica chocado.

Segunda, 02/07

Mário, Gael e Benício decidem aceitar Lorena no clube deles. Durval diz para João que ele não precisa mais trabalhar na padaria, mas sempre que estiver com fome pode ir até lá. Claudia leva Yasmin até a casa de Luísa para pedir desculpa e devolver o celular de Poliana. Filipa tenta humilhar Kessya e expulsar ela do local onde está na aula de dança.

 

Terça, 03/07

Mário, Gael e Benício caçam o fantasma na escola com ajuda de Poliana e Lorena. João resolve assustar os cinco que pensam que ele é um fantasma. Jeferson tira uma foto de Dona Branca para fazer um perfil dela na internet no FriendBook. Luísa descobre que Poliana conversa com Lorena e Raquel na escola, mas sem saber que são primas.

 

Quarta, 04/07

Nanci diz para Waldisney que sabe que ele mora na comunidade e não se importa com isso. Luísa diz para Poliana que vai mudar ela de escola. A menina chora. Brenda cria uma chapa para o grêmio estudantil com Mirela como vice. Poliana chora ao falar com Marcelo sobre Luísa querer tirá-la da escola. Filipa também lança uma chapa. 

 

Quinta, 05/07

Mário, Gael e Benício deixam uma câmera ligada na escola para tentar filma o fantasma. Ruth chama Filipa até a diretoria, conversa com ela e faz uma carta de reclamação que ela deve trazer assinada pelos pais. Raquel diz que Mirela é interesseira e a expulsa de sua casa. Luísa diz para Poliana que não vai mais tirar ela da escola. Poliana e seus amigos comemoram.

 

Sexta, 06/07

Poliana ajuda João a escrever uma carta para a mãe, Josefa. Joana diz para Claudia que ela e Durval terão um encontro sim. Durval leva os filhos de Claudia e Joana para que Raquel cuide. Guilherme avisa Jeferson e Vinicius que não poderá ir ao show, pois aconteceu um problema com a mãe. Mirela canta sozinha, como grande novidade.

 

Segunda, 25/06

Luísa presenteia Poliana com um celular para que possam se comunicar com mais facilidades. Claudia presenteia Yasmin com um celular, mas a menina despreza o aparelho por achar que ele não é moderno. Yasmin vê o celular de Poliana e diz que é de última geração. A garota então convence Poliana a trocar com o aparelho dela.

Terça, 26/06

Filipa derruba a bolsa de Kessya com os pães de mel que a garota estava vendendo. Filipa ainda pisa em cima dos doces. Poliana intervém e diz que não é correto o que ela fez. João chega em seu esconderijo e descobre que Feijão está lá. Ruth fala com Kessya e Gleyce para não venderem mais os doces na escola. Yasmin e Filipa descobrem que Kessya é filha da faxineira da escola.

Quarta, 27/06

Poliana pergunta para Durval se ele não quer revender os pães de mel de Kessya na padaria. A menina convence Durval a fazer ao menos um período de experiência com os doces feitos por Gleyce. Verônica entra na reunião do comitê usando o nome de Luísa, é desmascarada por Glória e expulsa. Luísa pede para sair do Laço Azul.

Quinta, 28/06
Glória surpreende a todos e anuncia que Luísa acaba de ser promovida como membro honorária do comitê. Verônica diz para Roger que desistiu de fazer a nova cirurgia plástica no nariz. Lorena entra no cemitério a pedido dos meninos para fazer parte do clube. Acaba se assustando com Mário, Gael e Benício fantasiados de zumbis.

Sexta, 29/06

Os alunos assistem um filme sobre bullying com objetivo de conscientizar as crianças. Filipa e Yasmin jogam lixo pela escola para prejudicar Gleyce. Luísa descobre que Poliana está com outro celular. A menina revela que uma menina da escola se ofereceu para trocarem o aparelho por ser mais fácil. Luísa manda Poliana desfazer a troca do celular.

Segunda, 18/06

Dona Branca pergunta para Waldisney quais são as intenções dele com Nanci. João aprende sozinho a tocar outras músicas. Luísa fica encantada com uma fotografia feita por Marcelo de quando namoravam. Filipa coloca gelo nas costas de Poliana sem que ela perceba. Poliana pula e acaba empurrando Débora, que cai em cima de uma obra de arte.

Terça, 19/06

Raquel diz que sabe que o perfil na rede social misterioso é de Guilherme. O rapaz acaba confessando. João espia Poliana na aula de música. A menina desafina no vocalize. Guilherme sai com Raquel até uma cafeteria e canta para ela uma das canções de Cartola. Filipa sugere para que Poliana pegue as joias de Luísa para ela usar na peça, atividade da escola.

Quarta, 20/06

Raquel chega na padaria com casaco de Guilherme, que lhe acompanha. Durval fica irritado e manda a filha para casa após dizer para ela ficar afastada do garoto. Filipa estoura um colar de Luísa e vai embora com Yasmim. Luísa chama a atenção de Poliana após descobrir o que aconteceu. Yasmim é assaltada na rua e fica assustada.

Quinta, 21/06

Luísa lembra de um reencontro que teve com Marcelo há alguns anos, aonde acabaram ficando antes dele retornar para a Europa. Kessya revela para Poliana e Luigi que Gleyce é sua mãe. Poliana e as colegas terminam de se arrumar para apresentarem a peça sobre o antigo Egito. Guilherme tenta fazer Raquel e Mirela fazerem as pazes, mas piora a situação.

Sexta, 22/06

Salvador faz um molde do nariz de Verônica. Éric e Hugo trancam Luigi em uma sala. Filipa diz para Yasmin que irá se vingar de Kessya. Lorena invade a casa de Sr. Pendleton. O cachorro Feijão é visto na escola, de onde é retirado. Kessya tenta ensinar Poliana a aprender dançar como ela. Gleyce devolve para Arlete o dinheiro que Ciro havia pego emprestado com Lindomar.

Segunda, 11/06

Afonso insiste que Durval deveria arrumar uma namorada. João conta para Antônio e Poliana que sente saudade da mãe, JosefaVinicius dança com Mirela para tentar chamar a atenção de Guilherme. Raquel fica sozinha, só observando. Guilherme precisa ir embora e apresenta Jeferson para Brenda, que desdenha do rapaz. Marcelo se depara com Luísa na rua.

 

Terça, 12/06

Roger contrata um segurança, Celso, para acompanhar Guilherme aonde quer que ele vá. Poliana acorda toda picada e Luísa decide que a pequena não pode continuar a dormir no mesmo quarto. Feijão é roubado por um dos meninos da comunidade e deixa João preocupado. Marcelo conta para Débora que quer saber de onde surgiu o falso boato de que havia sido traído por Luísa.

 

Quarta, 13/06

Poliana canta a música Jogo do Contente em seu quarto todo decorado. Luísa espia a sobrinha e fica satisfeita com a alegria da menina. João é chantageado a conseguir dinheiro em troca do seu cachorro Feijão. Poliana encontra a caixinha do tesouro em seu quarto e diz para Luísa que perdeu a chave da caixa. João consegue resgatar Feijão.

 

Quinta, 14/06

João começa a trabalhar na padaria Ora Pães Pães. Glória vai até a casa de Luísa para insistir que ela vá até a exposição das fotografias de Marcelo na galeria. Na escola, Marcelo flagra Luigi sofrendo bullying de Éric e Hugo. Os dois são levados para a coordenação. Filipa e Yasmin encontram a chave de Poliana e fogem com a mesma.

 

Sexta, 15/06

Luísa diz que não ficará e dá para Poliana os dois pingentes. Poliana vai com a tia para o evento das fotografias de Marcelo Dona Branca pergunta para Waldisney quais são as intenções dele com Nanci. João aprende sozinho a tocar outras músicas. Luísa fica encantada com uma fotografia feita por Marcelo de quando namoravam.

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Bolsonaro atraiu filiações ao PSL (Foto:Fernando Frazão/ABR/Fotos Públicas)

Nacional

Apenas partidos pequenos aumentaram o número de candidatos nas eleições deste ano em relação a 2014. Enquanto siglas tradicionais como PT, PSDB, MDB, PDT e PSB reduziram a quantidade total de registrados, houve um aumento expressivo entre as siglas de menor porte. O partido de Jair Bolsonaro, o PSL, é o que mais apresentou candidatos - 1.451, um aumento de 74,4% em relação a 2014. Das 35 siglas existentes, 12 vão ter mais postulantes neste ano do que nas últimas eleições gerais - PSL, PROS, Avante, Podemos, PRB, Solidariedade, PMN, PCO, PSOL, Patriota, PRTB e PPL. Há ainda três partidos que vão estrear nas urnas em âmbito nacional: Rede, Novo e PMB, que, juntos, somam 1.606 candidaturas. Os números têm como base os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É possível que haja pequenas alterações até o dia 20, quando as informações estarão 100% atualizadas. A legenda que registrou a maior variação porcentual no número de candidaturas foi o PCO (142,8%). A sigla, no entanto, é um ponto fora da curva - tinha apresentado somente 49 candidatos em 2014 e, agora, lançou 119. Em seguida, vem o PROS, com 1.018 candidatos, ante 485 em 2014 (aumento de 109,9%, mais que o dobro de um pleito para o outro). Entre os que mais reduziram candidatos, estão PCB (diminuição de 45,2%), PTB (-33,4%) e PSTU (-31,9%). Entre as siglas maiores, PSB (-31,4%), PSDB (-18,3%) e PDT (-16,4%) tiveram os maiores índices de diminuição de candidatos. O PT registrou queda de 6,8% e o DEM, de 5,5%. Segundo o cientista político Marco Antônio Teixeira, da FGV-SP, uma das explicações para este cenário pode ser a cláusula de barreira, que, a partir de 2018, impõe aos partidos desempenho mínimo para que sejam autorizados a ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de TV no horário eleitoral. "Os pequenos estão em busca de capilaridade", disse Teixeira. A nova regra exige, para este ano, que as legendas tenham 1,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação e com 1% em cada uma dessas unidades. A cláusula aumenta gradativamente até 2030 e busca afunilar o sistema partidário brasileiro, altamente fragmentado. Para a cientista política Luciana Veiga, professora da UNI-Rio, a estratégia faz sentido e pode servir à sobrevivência. "Mesmo que não elejam muitos nomes, os partidos com várias candidaturas têm chance de alcançar a cláusula com uma votação mais pulverizada." Um caso mais específico é o do nanico PSL, que, com a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, atraiu deputados na janela partidária e, agora, busca se consolidar com a ampliação da bancada no próximo pleito. "O PSL não tinha nada, arranjou meia dúzia de deputados e agora precisa crescer (para se manter vivo)", afirmou Teixeira. Conforme o Estado mostrou na quarta-feira, a nova casa de Bolsonaro registrou mais de 13,6 mil filiações em 2018, impulsionadas pela figura do presidenciável. Trata-se de número quatro vezes maior que o dos partidos adversários na disputa pelo Palácio do Planalto. Concentração Quanto aos partidos tradicionais, o motivo da diminuição de candidaturas passa por um uso mais direcionado dos recursos do fundo eleitoral. Com as regras inéditas de financiamento de campanha, as siglas apostam mais em candidaturas viáveis, com pouca abertura à renovação. É o caso do PSB, a legenda tradicional que mais reduziu o número de postulantes. A estratégia, segundo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, é concentrar os recursos em campanhas com grandes chances de vitória. "O novo fundo não facilita a renovação", afirmou ele. O PSB não tem candidatura própria à Presidência da República e não compõe nenhuma coligação, mas conta com nomes fortes em eleições regionais. "O fundo eleitoral concentra muitos recursos nos grandes. O problema dos maiores não é dinheiro, não é sobrevivência. É otimizar os cargos que já têm", afirmou Luciana Veiga. 

Candidatos ao governo fizeram questão de mencionar presidenciáveis (Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO)

Cidade

Os candidatos ao governo de São Paulo presentes no primeiro debate televisionado, na Band, aproveitaram o último bloco do programa para nacionalizar a discussão. Houve menções ao nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), bem como contra a polarização política no País. O ex-prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho (PT) disse ser, com orgulho, amigo de Lula e candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes. No fim do bloco anterior, Marinho havia feito a primeira menção dele a Lula no debate. Em embate com Rodrigo Tavares (PRTB), ele disse que os governos petistas combateram a corrupção e afirmou que o PT "é a grande esperança" do povo brasileiro. Tavares citou a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), cujo vice, general Hamilton Mourão, é do PRTB. Marinho citou ainda acusações de corrupção contra o PSDB. O tucano João Doria o rebateu nas considerações finais e falou que o petista não pode comparar Alckmin a Lula. "Alckmin tem mais de 40 anos de vida pública ilibada. Lula está preso em Curitiba", afirmou. Ele cobrou ainda "respeito" do petista, que no final do bloco anterior havia mencionado o nome da esposa do ex-prefeito paulistano, Bia Doria. "Ela não é ré como o senhor", disse. Na despedida do público, Rodrigo Tavares também atacou Alckmin. "Ele fez bom trabalho sim no Estado de São Paulo, mas como anestesista. Ele anestesiou o Estado de São Paulo", afirmou. Nos apontamentos finais, Márcio França (PSB) levou novamente a discussão para o nível nacional. Ele disse que a população de São Paulo vê os exemplos do PT, do PSDB e do MDB e que só ele representa a mudança. O governador paulista lembrou também a mediação dele na greve dos caminhoneiros. Paulo Skaf (MDB) encerrou o debate exaltando as escola do Sesi, que ele usou para criticar ensino estadual de São Paulo. Antes disso, coube ao empresário a primeira das duas únicas menções a Deus no debate. A segunda foi de Lisete Arelalo (PSOL), que disse que o povo "deu graças a Deus" pela renúncia de alguns candidatos. Ela afirmou ainda que vai seguir com o legado da vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 14 de março. Marcelo Cândido (PDT) ressaltou a experiência como prefeito de Suzano (SP).

Para a maioria dos eleitores, Bolsonaro e Alckmin são os favoritos para avançarem na disputa (Foto: Daniel Teixeira e Adriana Spaca/AE)

Nacional

Uma nova pesquisa sobre as intenções de voto à Presidência da República, divulgada na quarta-feira, 15, pelo Instituto Paraná, mostra que o deputado Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) devem se enfrentar no 2º turno, caso o ex-presidente Lula (PT) tenha sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral. Questionados sobre percepção de quais candidatos vão para a segunda fase das eleições, 43,3% apostam em Bolsonaro e 26,7% no tucano. Neste quesito, Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com a expectativa de 21% dos eleitores. Em seguida aparece Marina Silva, com 20,7%, e Fernando Haddad (PT), provável substituto de Lula, tem 10,1% das apostas.  Mas nas intenções de voto, Lula, mesmo preso, ainda lidera com 30,8%, um crescimento de quase 2% na comparação com a pesquisa anterior feita pelo mesmo instituto. No cenário com Lula, Bolsonaro é o segundo colocado, com 22%, e Alckmin, que na pesquisa anterior tinha uma desvantagem de 3% para Marina Silva (Rede), viu a diferença para ela cair pela metade. Marina tem 8,1% das intenções de voto e ele 6,6%. No cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 23,9% das intenções de voto. Com a saída do ex-presidente da disputa, Marina Silva e Ciro Gomes (PDT) parecem receber parte de seu eleitorado, e ficam à frente do tucano. Marina chega a 13,2%, Ciro fica com 10,2% e Alckmin  8,5%. Esta é a primeira pesquisa divulgada após o debate realizado pela Rede Bandeirantes, na semana passada, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o no BR-02891/2018. O levantamento foi feito com 2.002 eleitores, em 168 municípios brasileiros, entre os dias 9 e 13 de agosto de 2018. A margem de erro, para mais ou para menos, é de 2%.  

Alckmin e França possuem semelhanças em suas carreiras políticas (Foto: Arquivo/MN)

Opinião

Depois que alguns presidenciáveis apresentaram suas propostas para o País, no debate da semana passada, hoje é a vez de sete candidatos ao Governo do Estado de São Paulo fazerem o mesmo na Band, a partir da 22h. É uma grande chance para alguns deles saírem da obscuridade e mostrarem seus programas de gestão e, principalmente, seus rostos, para um eleitorado que não tem dado tanta atenção a eles. É uma brecha aberta inclusive para o governador Márcio França, que, embora no cargo desde abril –, quando Alckmin deixou o posto para concorrer à Presidência –, ainda luta para se fazer mais conhecido entre os eleitores, que podem dar a ele a chance de continuar ocupando o Palácio dos Bandeirantes, como chefe do Executivo. E o que não falta na história política paulista é a figura de vice que conseguiu alçar voo solo e ganhou o papel de protagonista. O próprio Alckmin é um destes, que, com o agravamento da doença de Mario Covas, em janeiro de 2001, assumiu interinamente o governo e, depois, ratificou nas urnas sua permanência. Há semelhanças entre os dois, como o fato de eles terem iniciado na política longe da Capital, sendo vereador e prefeito de suas respectivas cidades natais, depois deputado federal, até serem convidados para comporem a chapa que venceria o governo paulista. Mas, certamente, o desafio de França é bem maior do que aquele encarado por Alckmin, 16 anos atrás. A começar pelo enfrentamento com dois fortes concorrentes, que até outro dia era também seus aliados: Paulo Skaf e João Doria. O emedebista e o tucano lideram com folga a corrida ao Bandeirantes e, se nada mudar até 7 de outubro, estarão no segundo turno. E o problema do atual governador é justamente se interpor entre seus concorrentes. Terá a primeira chance hoje. Para isso precisa mostrar à audiência que é diferente de ambos, e dos demais, e que tem mais a oferecer. Só que do outro lado estarão dois experientes debatedores, já testados em eleições anteriores. Já França faz sua estreia em um programa deste nível. É mais um obstáculo para o político de São Vicente superar, se quiser seguir adiante na disputa.
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Vale a reflexão sobre o desarmamento no Brasil (Foto: Arquivo/ABR)

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Juntos, os hospitais filantrópicos, como é o caso das santas casas, acumulam uma dívida de R$ 21 bilhões (Foto: Edson Lopes Jr/ (Arquivo) – A2 Comunicações/Fotos Públicas)

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Excessos nas redes sociais podem ser prejudiciais (Foto: USP Imagens/Fotos Públicas)

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Alckmin e França possuem semelhanças em suas carreiras políticas (Foto: Arquivo/MN)

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