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Alguns vereadores do Rio também desejam a saída de Crivella (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/ABR)

Nacional

Um grupo de manifestantes invadiu o 13º andar da sede administrativa da Prefeitura do Rio, no centro, na manhã desta quarta-feira, 11. Eles foram interceptados por guardas municipais no corredor do prédio e saíram. Os manifestantes, que se diziam servidores municipais, pediam a saída do prefeito Marcelo Crivella (PRB) do cargo. Segundo a prefeitura, o manifesto acabou em poucos minutos e o grupo "se retirou pacificamente da prefeitura". O vereador David Miranda (PSOL), que estava com os m ...

Novo ministro é sócio da mulher de Gilmar Mendes (Foto: Reprodução/Escritório Sergio Bermudes)

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O advogado Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello será o novo ministro do trabalho, segundo informou o Palácio do Planalto, em nota oficial. Vieira de Mello assume o cargo em substituição a Helton Yomura, afastado na última quinta-feira, 5, após ter sido um dos alvos na 3ª fase da Operação Registro Espúrio, da Polícia Federal, que tem como objetivo aprofundar as investigações a respeito de organização criminosa que atua na concessão fraudulenta de registros sindicais no Ministério ...

Família Herzog tem direito a receber 180 mil dólares do governo brasileiro (Foto: Reprodução/CEJIL)

Nacional

A Corte Interamericana de Direitos Humanos condenou, por unanimidade, o Brasil pelo assassinato do jornalista Vladimir Herzog. O tribunal determinou que o Estado brasileiro deve "reiniciar com a devida diligência, a investigação e o processo penal cabíveis pelos fatos ocorridos em 25 de outubro de 1975". Naquele dia, Herzog morreu após ser submetido a tortura no Destacamento de Operações de Informações (DOI), do 2º Exército (SP), que apurava a relação de jornalistas com o Partido ...

Pré-candidato contou uma história própria para tentar justificar sua opinião (Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil/Fotos Públicas)

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Em visita a Fortaleza, o pré-candidato do PSL à Presidência da República nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, disse que no Brasil não existe racismo. "Aqui no Brasil não existe isso de racismo, tanto é que meu sogro é Paulo Negão e quando eu vi a filha dele não queria saber quem era o pai dela", afirmou o deputado federal nesta quinta-feira, 28, a uma plateia de cerca de 15 mil pessoas em um hotel na praia de Iracema. A afirmação de Bolsonaro foi feita no mesmo dia em que a Procurad ...

Ministro Dias Toffoli rejeitou reclamações contra soltura de Dirceu (Foto: Reprodução/TV Globo)

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O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu deixou o Complexo Penitenciário da Papuda na madrugada desta quarta-feira, 27, e voltou para casa, em Brasília. Ele estava preso desde o fim de maio, após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) confirmar a sua condenação na Operação Lava Jato, mas ganhou a liberdade nesta terça-feira, 26, após decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (SFT). Imagens captadas pela TV Globo mostram o ex-ministro chegando ao seu apartamento, ...

Programa pode garantir até 100% de bolsa em universidades (Foto: Reprodução/Facebook)

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Estão abertas as inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) do 2º semestre de 2018. O candidato deve se inscrever, pelo site, no período que se inicia nesta terça-feira, 26, e vai até dia 29 de junho, sem taxa. Segundo o Ministério da Educação (MEC), serão disponibilizadas 174.289 bolsas integrais e parciais, em 1.460 instituições de ensino superior. Nesta edição, na comparação com o mesmo período do ano passado, a oferta cresceu em mais de 27 mil vagas, segu ...

Waldir Pires era influente na política de seu Estado e no País (Foto: Ricardo Stucket/PR/Fotos Públicas)

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O ex-ministro da Defesa, ex-ministro da Previdência Social e ex-governador da Bahia Waldir Pires morreu na manhã desta sexta-feira, 22, em Salvador, aos 91 anos. A morte de um dos mais longevos e influentes políticos baianos ocorreu um dia após o ex-governador dar entrada no Hospital da Bahia, em Salvador, com quadro de pneumonia. De acordo com nota da unidade de saúde, ele teve uma parada cardiorrespiratória por volta de 10h e não respondeu às manobras de reanimação. Waldir Pires go ...

Presidente do PT foi absolvida por unanimidade (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira, 19, absolver por unanimidade (5 a 0) a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), e o marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, das acusações de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato. A análise do processo dos petistas marcou o segundo julgamento de uma ação penal da Lava Jato no STF - no mês passado, a Segunda Turma condenou por unanimidade o deputado federal Nel ...

Vaticano confirma que advogado tem vínculo com a Santa Sé, mas não cita Papa como responsável por mimo a Lula (Foto: franciscoenchile/Fotos Públicas e Reprodução/Facebook)

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Após negar que o Papa havia enviado um terço ao ex-presidente Lula, que está preso em Curitiba, o site Vatican News, vinculado à Santa Sé, apagou comunicado anterior e emitiu outro para esclarecer o caso. Desta vez, a Santa Sé afirmou que o advogado argentino Juan Gabrois é coordenador do encontro mundial dos movimentos sociais em diálogo com o papa Francisco, confirmando que ele possui relação com Vaticano. No entanto, em nenhum momento, o comunicado cita que o objeto – abençoad ...

Deputada mantém instituto voltado a soluções para deficientes (Foto: PSDB/Divulgação)

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Com o apoio de 103 países, a deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP) será a primeira brasileira a integrar o Comitê das Organizações das Nações Unidas (ONU) sobre o Direito das Pessoas com Deficiência Física, de 2019 a 2022. O pleito ocorreu durante a 11ª Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em Nova York, terça-feira, 12.  “Será uma honra representar o Brasil perante as Nações Unidas. Poderemos fazer um trabalho enrique ...

Ex-prefeito é plano B do PSDB para candidatura à presidência (Foto: Renato S. Cerqueira/AE)

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Uma pesquisa eleitoral, divulgada ontem pelo site Poder360, além de apontar o deputado Jair Bolsonaro (PSL) como líder em todos os cenários, com até 25% das intenções de voto, e vitória no segundo turno, colocou o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o ex-prefeito João Doria (PSDB) em empate técnico, cada um com 6% dos votos em cenários diferentes para o cargo do Palácio do Planalto. Doria é visto por uma ala dos tucanos como uma carta na manga, caso o ex-governador não melhore o ...

Prestar o Enem obriga o estudante a ter atenção para saber interpretar bem as questões (Foto: Divulgação)

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Com o fim do prazo para inscrições no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), na última sexta-feira, 18, começa a correria para se preparar para a prova. Afinal, deve-se estudar mais exatas ou humanas? Ou o foco é na redação? Como interpretar os enunciados longos, que misturam interpretação com resolução de problemas? Segundo a doutora em Educação e diretora da Escola de Educação do Centro Universitário Internacional Uninter, Dinamara Machado, mais importante do que estudar exau ...

Estado de saúde da jovem estável (Foto: Reprodução/Facebook)

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Depois de tentar em vão reatar o namoro com a estudante Whailly Michele Mendes da Silva, de 24 anos, o ex-namorado dela pediu um abraço de despedida. Quando a jovem se aproximou, ele a atingiu com 13 facadas, na noite de sábado, 4, em Ibitiúva, distrito de Pitangueiras, interior de São Paulo. O agressor, identificado como Maycon Felipe de Oliveira Francisco, de 19 anos, fugiu e não tinha sido localizado até a tarde desta segunda-feira, 6. A jovem continuava internada na Santa Casa de Pitangueiras. A tentativa de homicídio aconteceu às 22h, em frente à casa da vítima, na Rua 11, região central do distrito. Uma prima da estudante, Suelen Cristina da Silva, contou à Polícia Civil que o rapaz teve um relacionamento de seis meses com a estudante, que terminou após Whailly ter sido maltratada e ameaçada. Na noite do crime, o suspeito voltou a procurar a jovem e insistiu para que voltassem. Maycon alegou que a mãe o havia "tocado" de casa e queria morar com ela. Como a jovem negou, ele pediu um abraço para ir embora e deixá-la em paz. A testemunha disse que o rapaz esfaqueou a ex seguidamente no peito, braços, cabeça e costas sem dizer uma palavra, enquanto ela gritava. Ele só parou quando Suelen interveio. A estudante foi levada para o hospital e passou por uma cirurgia. Nesta segunda, seu estado era estável. Whailly já havia registrado boletim de ocorrência contra o ex por ameaça, mas não deu seguimento ao inquérito. A prisão temporária do suspeito já foi decretada pela justiça. Perseguição Em outro caso de violência contra mulher, o empresário Edler Benvenuti, de 41 anos, foi preso em flagrante na noite de domingo, 5, depois de jogar seu carro, um Toyota Hillux, contra o automóvel em que estavam sua ex-mulher, a filha de seis anos do casal e o atual companheiro da ex, em Santos, litoral de São Paulo. Conforme a Polícia Civil, o empresário perseguiu as vítimas pelas ruas da cidade e teria apontado uma arma para elas. Após a colisão, a polícia encontrou duas porções de cocaína e uma pistola calibre 380 com munição no carro dele. Benvenuti estava acompanhado da atual namorada. Conforme a polícia, o casal está separado há quatro anos, mas ainda discute na justiça a divisão dos bens. A perseguição teve início na avenida Perimetral, na zona portuária, onde o empresário teria emparelhado seu veículo com o automóvel das vítimas e ameaçado disparar a arma. O namorado da mulher acelerou o carro, mas eles foram alcançados próximo do Canal 5, onde Benvenuti teria lançado seu veículo contra as vítimas. A mulher e a criança, arremessadas para fora do carro, ficaram feridas e receberam atendimento na Santa Casa de Santos. O empresário e a namorada foram levados à Central de Polícia Judiciária e indiciados. Ele responderá por porte ilegal de arma e de drogas, dano qualificado, ameaça, violência doméstica e lesão corporal. Enquadrada por porte de drogas e munição, a mulher foi liberada após pagar fiança de R$ 2 mil. Edler ficou preso, mas seu advogado informou que entrará com pedido para que responda às acusações em liberdade. Espancamento Um homem foi baleado e morreu depois de espancar a esposa e agredir um policial militar, na noite de domingo, 5, em Araraquara, interior de São Paulo. A Polícia Militar foi chamada por vizinhos, depois que o tratorista Willian Rodrigo Ferreira começou a agredir a podóloga Laís Gonçalves Lemos, de 28 anos, no bairro Jardim dos Oitis. Willian não gostou da interferência da polícia e agrediu um dos policiais com socos no rosto. O PM reagiu e disparou, atingindo o homem no peito. O tratorista foi socorrido, mas morreu na Santa Casa da cidade.

Unicamp superou a USP em lista de revista britânica (Foto: Divulgação/Unicamp)

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Considerada pelo segundo ano consecutivo como a mais prestigiada instituição de ensino superior da América Latina, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) se destaca pela pesquisa e pela proximidade com a indústria. O ranking de reputação acadêmica da revista britânica Times Higher Education (THE), publicado nesta quarta-feira, 18, reforça as universidades brasileiras como as melhores da região - há cinco no top 10. Mais nova e com metade do orçamento, a Unicamp fica à frente da Universidade de São Paulo (USP) especialmente pelas parcerias com a indústria para produzir conhecimento. A avaliação usa 13 métricas, em quatro áreas: ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectiva internacional. A USP ainda tem desempenho melhor, mas bem próximo ao da Unicamp, em ensino e internacionalização. "A Unicamp sempre teve essa vocação e proximidade com a indústria. Precisamos buscar mais essa alternativa de recurso, especialmente em um momento de crise financeira", diz o reitor da instituição, Marcelo Knobel. Mário Maróstica, coordenador do Laboratório de Nutrição e Metabolismo da Unicamp, por exemplo, desenvolve uma série de pesquisas sobre as propriedades de determinados alimentos para que possam ser mais utilizados pela indústria. Uma das patentes desenvolvidas foi a do extrato da casca de jabuticaba, após descobrir propriedades que previnem a obesidade e o câncer de próstata. "Deveria estar no DNA de toda universidade essa proximidade com a indústria", diz. Crise Apesar de o País ter 43 entre 129 universidades selecionadas, a THE alerta que, "apesar do domínio regional", a situação econômica traz riscos. "A profunda pressão financeira sobre suas universidades está prejudicando desempenho e atratividade no cenário global e colocando em risco seu imenso potencial", diz Phil Baty, diretor de Global Rankings. Dentre as instituições que perderam posição estão as federais do Rio (UFRJ), do ABC (UFABC), de Pernambuco (UFPE), do Ceará (UFC), de Goiás (UFG) e do Rio Grande do Norte (UFRN). "Estamos há quatro anos acumulando redução no recurso para investimento e congelamento na verba para manutenção. O impacto não é imediato, mas já começa a ser sentido", diz Emmanuel Tourinho, presidente da associação de reitores (Andifes). Em nota, o Ministério da Educação (MEC) afirma que não comentar por desconhecer a metodologia. Mas diz não haver "cortes" este ano nem faltar verba para as federais. Procurada, a USP não comentou o ranking. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Manuela D'Ávila (PCdoB) ainda pode figurar entre os candidatos, mas a tendência é que seja vice na chapa com o PT (Foto: Fotomontagem/Metrô News)

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O fim do prazo das convenções partidárias, ontem, praticamente definiu o cenário em que se darão as eleições deste ano. Embora sem a proliferação de "outsiders", como inicialmente previam os analistas políticos, a disputa caminha para ser uma das mais fragmentadas, reunindo o maior número de candidatos desde 1989, que teve 22 nomes. No total, 13 candidatos foram oficializados por seus partidos, que têm até o dia 15 deste mês para registrarem as chapas. O número é superior ao da eleição anterior, de 2014, quando 11 nomes disputaram a Presidência da República, e ao de 1998, quando houve 12 candidatos. Ontem, mais um nome foi confirmado em convenções, o de João Goulart Filho (PPL), filho do ex-presidente João Goulart, o Jango, que teve o mandato interrompido pela ditadura militar. Mesmo confirmados nas convenções, os candidatos ainda podem deixar a disputa ou ter o seu nome trocado pelo partido até a véspera das eleições. É o que deve ocorrer, por exemplo, com a candidatura do PT. Condenado em segunda instância e enquadrado na Lei da Ficha Limpa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ter seu nome trocado caso a Justiça Eleitoral negue o seu registro de candidato. A deputada estadual Manuela D'Ávila (PCdoB), que chegou a ser oficializada na disputa presidencial, não é mais candidata ao Palácio do Planalto, já que seu partido fechou aliança com o PT.  Opinião de especialistas  Para o especialista em marketing político Carlos Manhanelli, apenas seis dos nomes colocados têm chances reais de levar o pleito: Geraldo Alckmin (PSDB), Jair Bolsonaro (PSL), Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede), Álvaro Dias (Podemos) e um candidato que pode ser indicado pelo ex-presidente Lula (PT). “É uma questão de estrutura partidária para fazer uma campanha nacional. O Brasil não é um País, é um continente, não dá para fazer uma campanha nacional com pouca estrutura”, explicou. No caso do MDB, que tem Henrique Meirelles como candidato, o principal problema é o fato de ser a continuidade do governo de Michel Temer (MDB), que conta com uma péssima avaliação. Com o apoio do Centrão, que lhe garantiu 44% do tempo de campanha eleitoral, Alckmin foi aclamado o candidato que representará o PSDB anteontem, com a senadora gaúcha Ana Amélia (PP) como sua vice. Alckmin tem focado seus ataques em Jair Bolsonaro, que anunciou ontem o general Hamilton Mourão (PRTB) como seu vice, depois de ter três pedidos para companheiro de chapa rejeitados, o último da advogada Janaína Paschoal, uma das responsáveis pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Mesmo preso, Lula, que deve ser considerado inelegível pela Lei da Ficha Limpa, foi oficializado o candidato do PT anteontem, e o ex-prefeito da capital paulista, Fernando Haddad, deve ser o vice e eventualmente pode assumir o papel principal. Para a cientista política Jacqueline Quaresemin, a esquerda está muito dividida. “Manter a candidatura de Lula é positivo para o PT, visto o capital político que ele tem, tanto que lidera as pesquisas de voto mesmo preso, mas deixa o campo de esquerda aberto contra um candidato como Alckmin, que tem um grande grupo de aliados e maior tempo de televisão”, argumentou. *Com informações da Agência Estado Confira os candidatos:  1 - Lula (PT) 2 - Geraldo Alckmin (PSDB) 3 - Marina Silva (Rede) 4 - Ciro Gomes (PDT) 5 - Jair Bolsonaro (PSL) 6 - Henrique Meirelles (MDB) 7 - Guilherme Boulos (Psol) 8 - João Amoêdo (Novo) 9 - Álvaro Dias (Podemos) 10 - Vera Lúcia (PSTU) 11 - João Goulart Filho (PPL) 12 - José Maria Eymael (DC) 13- Cabo Daciolo (Patriota)

Alguns partidos ainda não definiram se vão apoiar alguém ou se lançarão candidatos próprios (Foto: Elza Fiúza/ABR/Fotos Públicas)

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Os partidos políticos começam, a partir de sexta-feira, 20, a oficializar seus candidatos à Presidência da República em convenções partidárias ainda em um cenário indefinido, sem certeza de por quem será apoiado ou a quem deve apoiar. Líder nas pesquisas eleitorais, Lula será oficializado candidato no dia 4 de agosto, mas está impossibilitado de fazer campanha, participar de debates e tem a sombra de Ciro Gomes para retirar votos dos eleitores de esquerda. Ciro, que terá a candidatura oficializada nesta sexta, é tido como o principal nome da esquerda para estas eleições, uma vez que Lula (PT) continua preso enquanto os candidatos de uma vertente mais radical, caso de Guilherme Boulos (Psol) e Manuela D´Ávila (PCdoB), continuam com pontuações pífias em pesquisas eleitorais. Ainda assim, o candidato ainda não fechou coligações expressivas e tenta se aproximar ao máximo do PSB, que quase lançou o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa para o cargo. O PSB deve definir seu futuro no dia 5 de agosto, data limite para a decisão, e o resultado, segundo o governador Márcio França (PSB), ainda não foi definido. A sigla divaga entre apoiar Ciro, Geraldo Alckmin (PSDB) ou mesmo não entrar em uma aliança nacional. Alckmin ainda sofre com o baixo desempenho de seu nome nas consultas de intenções de voto, mas deve crescer com o começo do horário eleitoral gratuito, após ter a candidatura confirmada no dia 4 de agosto, e, de olho no poder, alguns partidos analisam fechar com o tucano. Por sinal, Alckmin e Ciro protagonizam uma briga pelo apoio do Centrão, formado por partidos como DEM, PP, SD, PRB e PR.    Após ver seu vice perfeito ir embora, com a confirmação do senador Magno Malta (PR-ES) de que não irá compor a chapa de Jair Bolsonaro (PSL), o capitão reformado segue como líder nas pesquisas, sem expressar crescimento e com um tempo de tv de apenas quatro segundos, mas com forte apoio de um eleitorado jovem e militante nas redes sociais. Com o adeus de Malta, é possível que a advogada Janaína Paschoal, seja a segunda na sucessão à Presidência na chapa de Bolsonaro. Quem também não conseguiu apoio eleitoral é a ex-senadora Marina Silva (Rede), que mesmo na segunda colocação, empatada com Ciro, não conseguiu fechar bons acordos. Com a morte de Eduardo Campos, em 2014, ela chegou a liderar as pesquisas, mas com a abertura das urnas amargou a terceira colocação e viu Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) disputarem uma das eleições mais acirradas do País. Enquanto isso, o MDB, após romper com o PT, tenta se reposicionar com uma possível candidatura de Henrique Meirelles, enquanto o Novo, um partido de uma vertente mais liberal e que tenta se consolidar como um governo que não onere o cidadão, tenta alavancar João Amoêdo ao cargo. (Eurico Cruz) Fracionamento do Centro torna resultado incerto Segundo o mestre em comunicação e especialista em marketing político Carlos Manhanelli, o fracionamento do Centro contribui para que o cenário de um segundo turno seja cada vez mais imprevisível. “Tudo pode acontecer, como o fracionamento é muito grande, devemos ter pelo menos 11 candidatos, com pequeno número de votos você pode lançar um candidato no segundo turno. Está difícil eleger um candidato de Centro”, afirmou.  Mas, segundo Manhanelli, esta correria para a formação de coligações e definição de candidatos é comum, embora haja uma nova legislação eleitoral. Vale ressaltar que depois do encerramento do prazo para convenções partidárias, as siglas terão até o dia 15 de agosto para registrarem suas chapas junto à Justiça Eleitoral.  Veja o calendário de convenções partidárias Partido Candidato Data PDT Ciro Gomes 20 de julho PSC Paulo Rabelo 20 de julho Psol Guilherme Boulos 21 de julho Patriota Cabo Daciolo  21 de julho Podemos  Álvaro Dias 22 de julho PTB Deve apoiar Alckmin 28 de julho PV Deve definir apoio ou neutralidade 28 de julho PCdoB Manuela D‘Ávila 1 de agosto MDB Henrique Meirelles 2 de agosto Novo João Amoêdo 4 de agosto PT Lula 4 de agosto PSDB Geraldo Alckmin 4 de agosto Rede Marina Silva 4 de agosto PSB Deve definir apoio entre Alckmin ou Ciro/Neutralidade 5 de agosto PSD Deve apoiar Alckmin Ainda não definido DEM/SD/PPS/PP/PR/Pros/PHS – Ainda não definiram data das convenções

Jurista não teria resistido a complicações cardíacas (Foto: Arquivo/ABR)

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Vice-prefeito de São Paulo na gestão de Marta Suplicy (MDB), o jurista Hélio Bicudo morreu na manhã desta terça, 31, em São Paulo, aos 96 anos, após meses de complicação cardíaca, informa a coluna Direto da Fonte, de Sonia Racy, do jornal O Estado de S. Paulo. Figura histórica do PT que distanciou-se do partido após o mensalão e foi autor do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Segundo a coluna Direto da Fonte, da jornalista Sonia Racy, Bicudo não resistiu a meses de complicações cardíacas. Nascido em 1922, em Mogi das Cruzes, Hélio Bicudo foi professor de Direito da USP. Durante a ditadura militar (1964-1989) foi um importante militante dos direitos humanos e se notabilizou pelo combate ao Esquadrão da Morte, que agia em São Paulo. Trabalhou na Procuradoria Geral em São Paulo e foi vice-prefeito paulistano na gestão de Marta Suplicy. Também participou da gestão de Luiza Erundina, de quem foi secretário dos Negócios Jurídicos. Bicudo rompeu com o PT em 2005, no auge do escândalo do mensalão. Criou e presidiu de 2003 a 2013 Fundação Interamericana de Defesa dos Direitos Humanos (FidDH), entidade que atuou junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos denunciando e acompanhado casos de desrespeito aos direitos humanos no Brasil. Em 2015, protocolou na Câmara dos Deputados, um pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. O jurista, Miguel Reale Júnior e os movimentos sociais a favor do impeachment apoiaram o pedido, que foi aceito pelo então presidente da Casa, Eduardo Cunha. Em agosto de 2016 a presidente foi afastada do cargo.

Alckmin ficou sem graça e afirmou que gafe foi "imperdoável" (Foto: José Cruz/ABR e Reprodução/Facebook)

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A apresentadora Angélica se divertiu com uma gafe cometida por Geraldo Alckmin, candidato à Presidência pelo PSDB, durante uma sabatina mediada pelo seu marido, Luciano Huck, no evento GovTech Brasil, na noite da terça-feira, 7, que conta com o Estado como parceiro de mídia. Nos agradecimentos iniciais, o ex-governador de São Paulo confundiu a mulher de Huck com Eliana e acabou saudando a apresentadora do SBT por engano. "Primeiro, eu queria cumprimentar a você, Luciano Huck, a todos e a todas, e saudar a Eliana", disse ele olhando para Angélica, que estava sentada na primeira fileira da plateia. Huck interrompeu a fala de Alckmin e o corrigiu. "Eu vou precisar fazer uma correção, não vai ter jeito. Vou ter que começar de novo. Posso te contar um segredo?", questionou o apresentador, que levantou e cochichou no ouvido do candidato. "Essa é imperdoável", riu Alckmin, que foi cumprimentar Angélica na plateia. No Instagram, a apresentadora encarou a gafe com bom humor e fez um Stories comentando a situação. "'Miga' Eliana, o Alckmin te mandou um beijo", escreveu Angélica. Luciano Huck e Eliana chegaram a namorar por dois anos entre 1997 e 1999, mas desde 2004 é casado com a apresentadora da Globo, com quem tem três filhos: Benício, Joaquim e Eva.

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Bolsonaro atraiu filiações ao PSL (Foto:Fernando Frazão/ABR/Fotos Públicas)

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Apenas partidos pequenos aumentaram o número de candidatos nas eleições deste ano em relação a 2014. Enquanto siglas tradicionais como PT, PSDB, MDB, PDT e PSB reduziram a quantidade total de registrados, houve um aumento expressivo entre as siglas de menor porte. O partido de Jair Bolsonaro, o PSL, é o que mais apresentou candidatos - 1.451, um aumento de 74,4% em relação a 2014. Das 35 siglas existentes, 12 vão ter mais postulantes neste ano do que nas últimas eleições gerais - PSL, PROS, Avante, Podemos, PRB, Solidariedade, PMN, PCO, PSOL, Patriota, PRTB e PPL. Há ainda três partidos que vão estrear nas urnas em âmbito nacional: Rede, Novo e PMB, que, juntos, somam 1.606 candidaturas. Os números têm como base os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É possível que haja pequenas alterações até o dia 20, quando as informações estarão 100% atualizadas. A legenda que registrou a maior variação porcentual no número de candidaturas foi o PCO (142,8%). A sigla, no entanto, é um ponto fora da curva - tinha apresentado somente 49 candidatos em 2014 e, agora, lançou 119. Em seguida, vem o PROS, com 1.018 candidatos, ante 485 em 2014 (aumento de 109,9%, mais que o dobro de um pleito para o outro). Entre os que mais reduziram candidatos, estão PCB (diminuição de 45,2%), PTB (-33,4%) e PSTU (-31,9%). Entre as siglas maiores, PSB (-31,4%), PSDB (-18,3%) e PDT (-16,4%) tiveram os maiores índices de diminuição de candidatos. O PT registrou queda de 6,8% e o DEM, de 5,5%. Segundo o cientista político Marco Antônio Teixeira, da FGV-SP, uma das explicações para este cenário pode ser a cláusula de barreira, que, a partir de 2018, impõe aos partidos desempenho mínimo para que sejam autorizados a ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de TV no horário eleitoral. "Os pequenos estão em busca de capilaridade", disse Teixeira. A nova regra exige, para este ano, que as legendas tenham 1,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação e com 1% em cada uma dessas unidades. A cláusula aumenta gradativamente até 2030 e busca afunilar o sistema partidário brasileiro, altamente fragmentado. Para a cientista política Luciana Veiga, professora da UNI-Rio, a estratégia faz sentido e pode servir à sobrevivência. "Mesmo que não elejam muitos nomes, os partidos com várias candidaturas têm chance de alcançar a cláusula com uma votação mais pulverizada." Um caso mais específico é o do nanico PSL, que, com a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, atraiu deputados na janela partidária e, agora, busca se consolidar com a ampliação da bancada no próximo pleito. "O PSL não tinha nada, arranjou meia dúzia de deputados e agora precisa crescer (para se manter vivo)", afirmou Teixeira. Conforme o Estado mostrou na quarta-feira, a nova casa de Bolsonaro registrou mais de 13,6 mil filiações em 2018, impulsionadas pela figura do presidenciável. Trata-se de número quatro vezes maior que o dos partidos adversários na disputa pelo Palácio do Planalto. Concentração Quanto aos partidos tradicionais, o motivo da diminuição de candidaturas passa por um uso mais direcionado dos recursos do fundo eleitoral. Com as regras inéditas de financiamento de campanha, as siglas apostam mais em candidaturas viáveis, com pouca abertura à renovação. É o caso do PSB, a legenda tradicional que mais reduziu o número de postulantes. A estratégia, segundo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, é concentrar os recursos em campanhas com grandes chances de vitória. "O novo fundo não facilita a renovação", afirmou ele. O PSB não tem candidatura própria à Presidência da República e não compõe nenhuma coligação, mas conta com nomes fortes em eleições regionais. "O fundo eleitoral concentra muitos recursos nos grandes. O problema dos maiores não é dinheiro, não é sobrevivência. É otimizar os cargos que já têm", afirmou Luciana Veiga. 

Candidatos ao governo fizeram questão de mencionar presidenciáveis (Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO)

Cidade

Os candidatos ao governo de São Paulo presentes no primeiro debate televisionado, na Band, aproveitaram o último bloco do programa para nacionalizar a discussão. Houve menções ao nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), bem como contra a polarização política no País. O ex-prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho (PT) disse ser, com orgulho, amigo de Lula e candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes. No fim do bloco anterior, Marinho havia feito a primeira menção dele a Lula no debate. Em embate com Rodrigo Tavares (PRTB), ele disse que os governos petistas combateram a corrupção e afirmou que o PT "é a grande esperança" do povo brasileiro. Tavares citou a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), cujo vice, general Hamilton Mourão, é do PRTB. Marinho citou ainda acusações de corrupção contra o PSDB. O tucano João Doria o rebateu nas considerações finais e falou que o petista não pode comparar Alckmin a Lula. "Alckmin tem mais de 40 anos de vida pública ilibada. Lula está preso em Curitiba", afirmou. Ele cobrou ainda "respeito" do petista, que no final do bloco anterior havia mencionado o nome da esposa do ex-prefeito paulistano, Bia Doria. "Ela não é ré como o senhor", disse. Na despedida do público, Rodrigo Tavares também atacou Alckmin. "Ele fez bom trabalho sim no Estado de São Paulo, mas como anestesista. Ele anestesiou o Estado de São Paulo", afirmou. Nos apontamentos finais, Márcio França (PSB) levou novamente a discussão para o nível nacional. Ele disse que a população de São Paulo vê os exemplos do PT, do PSDB e do MDB e que só ele representa a mudança. O governador paulista lembrou também a mediação dele na greve dos caminhoneiros. Paulo Skaf (MDB) encerrou o debate exaltando as escola do Sesi, que ele usou para criticar ensino estadual de São Paulo. Antes disso, coube ao empresário a primeira das duas únicas menções a Deus no debate. A segunda foi de Lisete Arelalo (PSOL), que disse que o povo "deu graças a Deus" pela renúncia de alguns candidatos. Ela afirmou ainda que vai seguir com o legado da vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 14 de março. Marcelo Cândido (PDT) ressaltou a experiência como prefeito de Suzano (SP).

Para a maioria dos eleitores, Bolsonaro e Alckmin são os favoritos para avançarem na disputa (Foto: Daniel Teixeira e Adriana Spaca/AE)

Nacional

Uma nova pesquisa sobre as intenções de voto à Presidência da República, divulgada na quarta-feira, 15, pelo Instituto Paraná, mostra que o deputado Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) devem se enfrentar no 2º turno, caso o ex-presidente Lula (PT) tenha sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral. Questionados sobre percepção de quais candidatos vão para a segunda fase das eleições, 43,3% apostam em Bolsonaro e 26,7% no tucano. Neste quesito, Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com a expectativa de 21% dos eleitores. Em seguida aparece Marina Silva, com 20,7%, e Fernando Haddad (PT), provável substituto de Lula, tem 10,1% das apostas.  Mas nas intenções de voto, Lula, mesmo preso, ainda lidera com 30,8%, um crescimento de quase 2% na comparação com a pesquisa anterior feita pelo mesmo instituto. No cenário com Lula, Bolsonaro é o segundo colocado, com 22%, e Alckmin, que na pesquisa anterior tinha uma desvantagem de 3% para Marina Silva (Rede), viu a diferença para ela cair pela metade. Marina tem 8,1% das intenções de voto e ele 6,6%. No cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 23,9% das intenções de voto. Com a saída do ex-presidente da disputa, Marina Silva e Ciro Gomes (PDT) parecem receber parte de seu eleitorado, e ficam à frente do tucano. Marina chega a 13,2%, Ciro fica com 10,2% e Alckmin  8,5%. Esta é a primeira pesquisa divulgada após o debate realizado pela Rede Bandeirantes, na semana passada, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o no BR-02891/2018. O levantamento foi feito com 2.002 eleitores, em 168 municípios brasileiros, entre os dias 9 e 13 de agosto de 2018. A margem de erro, para mais ou para menos, é de 2%.  

Alckmin e França possuem semelhanças em suas carreiras políticas (Foto: Arquivo/MN)

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Depois que alguns presidenciáveis apresentaram suas propostas para o País, no debate da semana passada, hoje é a vez de sete candidatos ao Governo do Estado de São Paulo fazerem o mesmo na Band, a partir da 22h. É uma grande chance para alguns deles saírem da obscuridade e mostrarem seus programas de gestão e, principalmente, seus rostos, para um eleitorado que não tem dado tanta atenção a eles. É uma brecha aberta inclusive para o governador Márcio França, que, embora no cargo desde abril –, quando Alckmin deixou o posto para concorrer à Presidência –, ainda luta para se fazer mais conhecido entre os eleitores, que podem dar a ele a chance de continuar ocupando o Palácio dos Bandeirantes, como chefe do Executivo. E o que não falta na história política paulista é a figura de vice que conseguiu alçar voo solo e ganhou o papel de protagonista. O próprio Alckmin é um destes, que, com o agravamento da doença de Mario Covas, em janeiro de 2001, assumiu interinamente o governo e, depois, ratificou nas urnas sua permanência. Há semelhanças entre os dois, como o fato de eles terem iniciado na política longe da Capital, sendo vereador e prefeito de suas respectivas cidades natais, depois deputado federal, até serem convidados para comporem a chapa que venceria o governo paulista. Mas, certamente, o desafio de França é bem maior do que aquele encarado por Alckmin, 16 anos atrás. A começar pelo enfrentamento com dois fortes concorrentes, que até outro dia era também seus aliados: Paulo Skaf e João Doria. O emedebista e o tucano lideram com folga a corrida ao Bandeirantes e, se nada mudar até 7 de outubro, estarão no segundo turno. E o problema do atual governador é justamente se interpor entre seus concorrentes. Terá a primeira chance hoje. Para isso precisa mostrar à audiência que é diferente de ambos, e dos demais, e que tem mais a oferecer. Só que do outro lado estarão dois experientes debatedores, já testados em eleições anteriores. Já França faz sua estreia em um programa deste nível. É mais um obstáculo para o político de São Vicente superar, se quiser seguir adiante na disputa.
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