Quem não conseguiu êxito no vestibular de verão tem nova chance para o segundo semestre (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Nacional

Além de serem menos concorridos, os vestibulares de inverno são uma grande chance para dar o primeiro passo na educação superior. Para o secretário dos conselhos superiores e de controle acadêmico da Universidade Mackenzie, Cleverson Pereira de Almeida, iniciar uma graduação no segundo semestre é a oportunidade perfeita para quem acredita estar pronto para novos desafios.

“Fundamentalmente, se inscrevem em vestibulares de meio de ano pessoas que de fato estão comprometidas em cursar a faculdade”, disse. Além disso, há chance de mudar rumos na graduação. “Claro que existem programas de transferência, mas não deixa de ser, também, uma ocasião em que se pode trocar de curso, partindo para algo que se encaixe melhor nos objetivos do aluno”, explicou o professor.

Os estudantes que não conseguiram êxito no vestibular de Verão, ou seja, no fim do ano passado, têm mais essa possibilidade de começar os estudos. “Se a pessoa tem motivação, empolgação e chegou até aqui, esse é o momento de iniciar a educação superior, que é boa para a vida toda”, falou Almeida.

O vestibular de Inverno também pode funcionar como um teste de preparação para as provas tradicionais ou até para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), já que o tempo de duração e as questões podem ajudar o estudante a se acostumar com o ambiente de avaliação e verificar em quais pontos se deve estudar mais.   

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O compromisso é o maior desafio do estudante à distância (Foto: Divulgação)

Educação

O uso da Educação à Distância (EAD) no Brasil cresceu pouco mais de 12% em apenas um ano, comparando-se aos anos de 2015 e 2016. Os dados são do Censo EAD.BR, lançadosn no fim do ano passado. Há dois anos, foram mais de 561 mil matrículas em cursos regulamentados totalmente à distância. Em 2015, eram 498 mil alunos adentrando esta modalidade.

O Censo destaca que estes números são subnotificados, porque algumas instituições de ensino optaram por não divulgar seus dados. A professora Elisabete Brihy, diretora do EAD da Universidade Paulista (UNIP), explicou que a tendência de crescimento deve seguir no País. “Existem diferenças grandes em termos de valores, porque é mais acessível, e na flexibilidade de tempo do aluno”, disse.

O diretor acadêmico de EAD da Estácio, Flavio Murilo de Gouvêa, concordou. “É uma modalidade mais democrática, mais acessível e que respeita o tempo de estudo de cada um dos novos alunos”, disse. “O futuro da educação passa, necessariamente, pelas metodologias da educação digital”, projetou.

Para o gestor do ensino superior do Senac EAD, Alcir Vilela Junior, afirmou que a modalidade já é fundamental para o futuro da educação superior no Brasil. “O EAD também traz novas possibilidades mesmo para o ensino presencial, com novas tecnologias, metodologias e abordagens educacionais”, falou.

Apesar da vida atarefada, Elisabete também é estudante EAD. “Curso gastronomia, estou no último semestre. Não é fácil, mas consigo conciliar com mais facilidade do que se fosse presencial”, afirmou.

Rotina e estudos: combinação perfeita na modalidade

O administrador Rubens de Maris Junior é enquadrado num dos casos em que a rotina é corrida. Ele optou por estudar processos gerenciais na Universidade Univeritas/UNG. “Resolvi reciclar conhecimentos, conciliando atividades profissionais com os estudos”, disse. E para quem acha que o EAD não tem o mesmo poder de ensino das disciplinas presenciais, ele destacou que a disciplina é essencial para o aprendizado ser efetivo. “Mas isso também é na sala de aula. Não adianta ficar mexendo no celular e não prestar atenção. É a mesma coisa”, completou Elisabete.

Alunos que praticam esporte rendem 20% a mais que os que não praticam nenhum esporte (Foto: Divulgação)

Saúde

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Illinois (EUA) mostrou que os estudantes que praticam esportes regularmente têm um rendimento escolar 20% maior do que os outros alunos.

Os exercícios físicos ajudam a aumentar a concentração, fixando melhor o conteúdo estudado. Além disso, o esporte colabora para o convívio social, autoestima, pré-disposição, diminui a ansiedade, melhora a memória e as noites de sono.

Segundo Fabrício Cortezi, coordenador pedagógico do Sistema de Ensino pH, cada aluno tem o seu próprio rendimento e intercalar os estudos com o esporte pode proporcionar maior disposição. “O legal do esporte é poder se despir da mente e exercitar o corpo, assim se tem mais disposição para estudar depois”, afirmou.

Algumas sugestões são: futebol, vôlei, handball, musculação, basquete, natação e corrida ao ar livre. Todos eles podem ser praticados por homens e mulheres gratuitamente, em parques públicos. É importante verificar o condicionamento com um especialista antes de iniciar uma atividade intensa.

Cursinhos preparam alunos com atmosfera semelhante à de um vestibular (Foto: Reprodução/Facebook Poliedro)

Nacional

Celular, televisão, música alta, conversas e até uma olhadinha na geladeira. Estudar em casa, sozinho, exige uma dedicação ímpar e raramente dá certo. Por isso, os cursinhos pré-vestibulares são a melhor forma de se preparar para a hora das avaliações, segundo especialistas.

Segundo Daniel Perry, coordenador do Anglo Vestibulares, além da preparação para o conteúdo que cai na prova, os cursinhos têm capacidade de melhorar o potencial psicológico do candidato. “Por exemplo, em um simulado, a gente faz um clima de vestibular. Quando ele for prestar a Fuvest, já terá vivido aquilo e terá mais calma para enfrentar o desafio”.

De acordo com Vinicius de Carvalho Haidar, coordenador do Curso Poliedro, a modalidade ajuda os estudantes a se cobrarem. “Tem uma preparação mais rápida, mas não há uma cobrança de nossa parte. Quem sabe o que deve estudar para se superar são os alunos”, disse. Outro ponto importante é a troca de experiências entre os candidatos.

O diretor do Cursinho Maximize, Tony Manzi, concordou. “O cursinho tem uma ênfase na motivação, pois os alunos percebem que, se esforçando e se preparando, vão conseguir os resultados esperados”, comentou. Eles disseram que, em caso de dúvidas, os cursinhos estão de portas abertas para conversarem e indicarem o melhor caminho.

Estudante que não zerou na redação e tem nota superior a 449 no ENEM pode participar (Foto: Reprodução/ProUni)

Nacional

O prazo para comprovação dos dados dos candidatos pré-aprovados na primeira chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) acaba amanhã. A confirmação das informações é requisito para garantir a vaga e deve ser feita na universidade onde o candidato vai estudar.

Os dados dizem respeito ao cadastro e à renda, tanto do candidato quanto de seu grupo familiar e prova de residência. O ProUni oferece bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação de instituições privadas de educação superior. Nesta edição, foram ofertadas 243 mil bolsas, sendo 113.863 integrais e 129.124 parciais.De acordo com o MEC, as bolsas integrais foram destinadas a estudantes com renda per capita de até 1,5 salário mínimo. As bolsas parciais são para os candidatos cuja renda familiar per capita vai até três salários mínimos.

Podem concorrer às bolsas do ProUni brasileiros sem diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017, com nota superior a 450 pontos e que não tenham zerado a redação.
O estudante também deve ter cursado o ensino médio completo em escola pública, ou em instituição privada como bolsista integral, ter alguma deficiência, ser professor da rede pública ou estar enquadrado no perfil de renda exigido pelo programa. A segunda chamada está prevista para 2 de março.

Comprovação para o FIES vai até dia 28

As inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), coordenada pelo Ministério da Educação (MEC), vão até o dia 28 de fevereiro, às 23h59. Os contratos vão seguir as novas regras do programa, aprovadas no ano passado. A previsão do Governo é atender a 310 mil pessoas em 2018.

Os recursos do Fies são destinados a financiar alunos em cursos superiores privados, desde que esses tenham avaliação positiva no MEC. O montante a ser pago depende de vários fatores.

Aprovados precisam ir até a Cidade Universitária (Foto: Marcos Santos/USP)

Cidade

Quem foi aprovado na 3ª chamada da Fuvest, para estudar na Universidade de São Paulo (USP), deve realizar a matrícula presencial, obrigatoriamente, nesta sexta-feira. Não há nenhum procedimento on-line necessário. O resultado e a convocação foram publicados na quinta, e podem ser conferidos por meio do http://bit.ly/2oqbLlE.

De acordo com a organização, foram 1.297 nomes divulgados (955 novos e 302 matriculados da chamada anterior que tiveram a solicitação de remanejamento atendida). Caso o candidato não possa comparecer, deverá enviar um responsável com uma procuração assinada.

Os aprovados ou os procuradores devem apresentar certificado de conclusão do Ensino Médio, histórico escolar ou diploma de curso superior, devidamente registrado (original e uma cópia), documento de identidade oficial (original e cópia) e foto 3x4 recente.

Como cada candidato selecionou duas opções de curso, na matrícula deve-se marcar as opções “matriculado satisfeito”, “matriculado aguardando nova convocação” ou “desistente aguardando nova convocação”. Assim, os que quiserem, podem continuar concorrendo em outras chamadas.

A quarta chamada está programada para ser divulgada em 27 de fevereiro, próxima terça-feira, com matrícula um dia depois. A quinta ocorre em 2 de março, com matrículas em 5 e 6, e a sexta, dia 8, com inscrição no dia 9. Os locais das matrículas de cada curso e

Estudantes podem fazer cursos de curte duração no exterior mais barato (Foto: Divulgação/CIEE)

Cidade

A maior feira de intercâmbio da América Latina, o Salão do Estudante de São Paulo, acontece nos dias 3 e 4 de março, no Centro de Eventos do Colégio São Luís, no bairro Cerqueira César. Este ano, mais de 200 instituições de ensino vão representar mais de 20 opções de países. A expectativa é que 15 mil alunos participem.

Um dos focos da feira serão as instituições portuguesas e os cursos de idiomas de curta duração em outros países. “Demos um bom espaço para as universidades portuguesas devido ao grande aumento do número de brasileiros que buscaram por cursos em Portugal nos últimos três anos. O custo é mais barato do que faculdades particulares no Brasil e a qualidade de ensino, segurança e estilo de vida é atraente, além da aceitação do Enem pelas universidades portuguesas”, explicou Leandro Reis, gerente de marketing do evento.

No caso do Enem, os alunos são selecionados de acordo com o desempenho no exame, e o peso de cada disciplina varia de acordo com a instituição e o curso escolhido. Entre algumas das universidades portuguesas que participam do evento estão a Universidade do Porto, Universidade de Lisboa, Universidade de Coimbra, Universidade Católica Portuguesa e a Universidade do Algarve.

Também estarão disponíveis oportunidades para cursar o ensino médio no exterior, especialização, pós-graduação, MBA, mestrado e doutorado. Instituições na África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, Espanha, Estados Unidos, França, Irlanda, Nova Zelândia, Reino Unido, Rússia e Suíça confirmaram presença e oferecerão promoções exclusivas aos visitantes.

Pela primeira vez, o evento também receberá a Associação Americana de Programas Intensivos de Inglês (English USA), exposta em um pavilhão especial no evento. A entrada no evento é gratuita, mas o estudante deve fazer uma inscrição prévia pelo site www.salaodoestudante.com.br. (da redação)

Expositores tiram dúvidas sobre desafios

Especialistas, representantes e alunos das universidades estarão disponíveis para tirar dúvidas sobre estudar no exterior. A feira traz ainda seminários sobre os sistemas educacionais dos países. Nos estandes, o visitante conhece detalhes sobre os custos, requisitos de admissão, vistos, acomodação e até passagens aéreas.

Os visitantes conseguem descontos especiais e podem se matricular para os cursos na hora. Além disso, e pensando nos brasileiros que estão cada vez mais interessados nos intercâmbios voltados para negócios, o Salão do Estudante traz várias oportunidades para jovens profissionais que desejam progredir em suas carreiras e ter um desenvolvimento intercultural.

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