Gilberto Occhi é cumprimentado por Temer ao assumir o Ministério da Saúde (Foto: Antonio Cruz/ABR)

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O presidente Michel Temer deu posse nesta segunda, 2, aos novos ministros da Saúde, Gilberto Occhi, e dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro Silveira. Foi empossado também o presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza.

Occhi (PP) deixou a presidência da Caixa Econômica Federal para assumir a pasta da Saúde, até então comandada por Ricardo Barros (PP). Nelson Antônio, agora presidente da Caixa, era vice-presidente de Habitação do banco.

Valter Casimiro, diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), ficou no lugar de Maurício Quintella (PR).

Tanto Barros quanto Quintella deixaram os cargos para se candidatarem nas eleições de outubro. Ao longo desta semana, ministros que vão se candidatar deixarão o comando das pastas já que, de acordo com a legislação eleitoral, o prazo final para a chamada desincompatibilização do cargo é o dia 7 de abril.

Após empossar os ministros, Temer disse que os problemas do país exigem trabalho com união e diálogo e que, acima de tudo estão o país e as instituições. “Sabemos todos que o Brasil tem pressa e os problemas diante de nós exigem união e diálogo. Continuaremos a dedicar toda nossa energia com os novos ministros e presidente da Caixa para construir um país melhor para todos e que todos colaborem sem nenhuma tendência à separação. Acima de todos nós está o País, as instituições”, disse.

Temer disse ainda que preserva as instituições e a separação, independência e harmonia entre os poderes. “A mensagem que se deu a todos nós que somos servos da Constituição. Não saia dela, pois sair dela é desviar-se dos propósitos democráticos”, disse.

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Troca no governo Temer ocorre porque ex-ministros vão concorrer a cargos nas eleições de outubro (Foto: Reprodução/Flickr)

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O presidente Michel Temer nomeou nesta terça-feira, 10, onze ministros, incluindo o da Fazenda, Eduardo Guardia, o de Minas e Energia, Wellington Moreira Franco, e o do Planejamento, Esteves Colnago.

Além deles, foram nomeados também: Rossieli Soares da Silva (Educação); Antônio de Pádua de Deus Andrade (Integração Nacional); Alberto Beltrame (Desenvolvimento Social); Leandro Cruz Fróes da Silva (Esporte); e Vinicius Lummertz (Turismo).

O presidente Temer ainda decidiu efetivar Marcos Jorge de Lima como ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços; Helton Yomura como ministro do Trabalho; e Gustavo do Vale como ministro dos Direitos Humanos. Os três já estavam à frente das pastas em caráter interino. No caso de Gustavo do Vale, ele continuará na Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, mas agora como interino.

Todos os ministros agora nomeados foram exonerados dos antigos cargos para assumir os novos postos. A entrada de novos titulares na Esplanada resulta da saída de ex-ministros que pretendem concorrer a algum cargo nas eleições de outubro. O prazo para que eles se desincompatibilizassem das funções públicas terminou no Sábado (7).


Presidente tentou consertar erro e arrancou risos da plateia (Foto: Antonio Cruz/ABR)

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Trêmulo e fazendo um discurso de improviso, o presidente Michel Temer (MDB) cometeu uma gafe logo no início da cerimônia de posse dos ministros dos Transportes, Valter Casimiro, e da Saúde, Gilberto Occhi, no Palácio do Planalto. Ao iniciar sua fala, Temer saudou “o presidente do Supremo” dirigindo-se a Eunício Oliveira, presidente do Senado.

Depois da gafe, houve um constrangimento no palco e na plateia e Temer tentou minimizar dizendo que se confundiu porque tudo no País “começa no Legislativo”, por isso Eunício poderia ser o “presidente do Supremo”, afirmou o presidente, arrancando risos e aplausos dos presentes.

Na posse, como praxe, o emedebista agradeceu aos ministros Ricardo Barros e Mauricio Quintella, que deixaram Saúde e Transportes, respectivamente, para poderem se candidatar nas eleições de outubro.

Na cerimônia, Temer também assinou a posse do substituto de Occhi na Caixa Econômica Federal: Nelson Antônio de Souza. Ele ressaltou a função social do banco e citou a importância da instituição para programas como o Minha Casa, Minha Vida, criado na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Temer falou ainda que, quando assumiu o governo em um momento de “grave crise”, havia muitas obras paralisadas e que sua equipe conseguiu destravar. “Não nos deixamos abater. Colocamos ordem na casa em todas as áreas”, afirmou o presidente.

Troca de siglas ajuda Centrão e reeleição

A uma semana do fim da janela que permite aos parlamentares mudarem de partido, o balcão de negócios instalado nos corredores da Câmara dos Deputados aponta fortalecimento dos partidos do Centrão. O troca-troca é baseado na divisão dos recursos dos fundos eleitoral e partidário e ainda revela uma tendência de menor renovação nas eleições de outubro.

Na primeira eleição geral após o veto às doações empresariais, o argumento para atrair deputados tem sido a garantia de que donos de mandatos receberão mais verba, em detrimento dos filiados que estão do lado de fora. E essa fatia prometida para bancar reeleições tende a ser maior nos partidos que não lançarão candidatos à Presidência, com campanha fixada em R$ 70 milhões.

“Todos os médios e grandes partidos estão oferecendo algo em torno de R$ 2 milhões”, disse o deputado pelo Paraná Alfredo Kaefer (PSL), que deve se filiar ao PP.

O DEM foi o que mais cresceu e já chega a 41 deputados. Da eleição passada para cá, a sigla ganhou 20 parlamentares e tem a expectativa de filiar mais um nesta semana. O PP tem a terceira maior bancada e chegou a 49 parlamentares, superando o PSDB.
Outros representantes do Centrão, como PSD, Podemos e Pros, também ficaram mais fortes na janela, mas em menor proporção. A exceção desse bloco que dá sustentação ao governo é o PSL, que, com a chegada de Bolsonaro, saltou de três para oito deputados e quer chegar a dez. 

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