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Seg, Out

No domingo, brasileiros votam na expectativa de melhorias (Foto: Elza Fuiza/AE)

Nacional

No próximo domingo, 7, os eleitores brasileiros vão se dirigir às urnas eletrônicas para decidir quem vai liderar o País e o Estado onde vivem, além dos cargos legislativos de deputado estadual, federal e senador.

Quem não realizou o cadastro biométrico durante o prazo determinado não poderá votar em ambos os turnos, tanto no primeiro quanto no segundo. Somente no Estado de São Paulo, mais de 400 mil títulos foram cancelados em locais cuja biometria se tornou obrigatória - não é o caso da Capital. 

“Os títulos estão cancelados e a decisão foi confirmada pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A regularização do título de eleitor só poderá ser feita com recadastramento eleitoral, a partir do dia 5 de novembro”, explicou o advogado eleitoral Arthur Rollo.

Se o eleitor estiver em dúvida sobre a situação eleitoral, basta entrar no site do TSE e acessar “situação do eleitor”. Será necessário informar o nome e a data de nascimento para o cidadão saber se está apto a votar.

Um cuidado que o eleitor deve ter é com a boca de urna. “O eleitor pode utilizar uma camisa, um broche, ou algo que mostre seu apoio a qualquer candidato, mas isso deve ser feito de forma individual e silenciosa”, disse o Luiz Silvio Moreira Salata, presidente da comissão de direito eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil, seção São Paulo.  O crime de boca de urna pode render pena de detenção de seis meses a um ano, que pode ser flexibilizada durante o processo.

Outras dicas dos especialistas

 - Para votar, basta levar apenas um documento com nome completo e foto. O título eleitoral, porém, possui informações essenciais para o eleitor achar seu local de votação.

- Pessoas com deficiências e com doenças degenerativas podem levar um acompanhante para auxiliar a votação.

- O uso do celular é proibido durante o momento da votação. Se o mesário perceber qualquer movimentação estranha, ele pode reter o celular do eleitor e entregar após a votação. Tirar foto da urna é ilegal. O voto é secreto e é proibido qualquer registro durante o momento em que se está na cabine de votação.

- Cabe ao mesário permitir ou não o acompanhamento de uma criança junto de um adulto que vai votar.

- Prisões de cidadãos comuns só podem ocorrer cinco dias antes e 48 horas depois que a eleição for encerrada.

-Os eleitores podem levar cola dos seus candidatos tranquilamente. Novamente, a única ação que não pode ser feita é o constrangimento dos demais eleitores.

- A partir das 22h de sábado, 6, véspera da eleição, fica proibido qualquer tipo de campanha eleitoral, como comícios, carreatas, uso de alto-falantes e a distribuição de santinhos.

Como justificar a falta no dia da votação

Quem não pode comparecer ao local de votação terá de justificar a ausência à Justiça Eleitoral por meio do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), que pode ser adquirido nos cartórios eleitorais, nos postos de atendimento ao eleitor, nos sites dos tribunais eleitorais e nos locais de votação.

O eleitor que estiver no Brasil pode entregar a justificativa tanto no dia da votação como em até 60 dias após o término de cada turno. No caso do eleitor que estiver fora do País, o prazo é de 30 dias após o retorno às terras brasileiras. Mais informações: http://www.tre-sp.jus.br/eleitor/justificativa-eleitoral-1.

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Primeiro-ministro húngaro rejeitou as críticas ao sistema de seu país (Foto:Reprodução/Fotos Públicas/Kremlin)

Mundo

Legisladores da União Europeia (UE) votaram a favor do lançamento de uma ação contra o governo da Hungria, liderado pelo primeiro-ministro Viktor Orban, acusado de subverter os valores democráticos do bloco e o estado de direito, violando o Artigo 7 do Tratado Europeu.

Os eurodeputados votaram nesta quarta-feira, 12, em apoio a um relatório recomendando o acionamento do Artigo 7, que poderia levar à suspensão dos direitos de voto da Hungria na UE. O resultado da votação foi de 448 votos a favor do documento e 197 contra. Alguns legisladores do bloco Partido Popular Europeu, movimento do qual Orban é membro, votaram contra seu aliado.

O primeiro-ministro rejeita as críticas da comunidade internacional ao sistema eleitoral húngaro. Ele é acusado de atacar a liberdade de imprensa no país e a independência do poder Judiciário, de limitar o funcionamento de organizações não-governamentais e maltratar requerentes de asilo e refugiados. 

Pesquisa também mostrou que 8% dos entrevistados ainda não decidiram em quem vão votar (Foto: Marco Silva/AE e Aloisio Maurício/AE)

Cidade

Os candidatos ao governo de São Paulo João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB) continuam tecnicamente empatados, segundo a mais recente pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira, 4. O tucano oscilou positivamente de 25% para 26%, enquanto o emedebista continua com 22%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos - por isso há empate técnico no limite da margem de erro, já que os dois poderiam chegar a 24%.

Em seguida vem o governador Márcio França (PSB), que, com 16%, oscilou dois pontos para cima e confirmou a tendência de crescimento que vem tendo a cada pesquisa. Na anterior, ele havia crescido três pontos.

Luiz Marinho, do PT, oscilou positivamente de 5% para 6%. Depois vem Professora Lisete (PSOL), com 3%; Major Costa e Silva (DC) e Rodrigo Tavares (PRTB), com 2%. Os candidatos Toninho Ferreira (PSTU), Marcelo Cândido (PDT), Claudio Fernando (PMN), Rogério Chequer (Novo) e Lilian Miranda (PCO) pontuaram 1% cada. Dos entrevistados, 11% declararam voto nulo ou branco, enquanto 8% ainda estão indecisos.

Apesar de estar estagnado, Skaf continua a liderar nos dois cenários em que ele é considerado para o segundo turno. Ele venceria Doria por 42% a 38% - o candidato do MDB tem um ponto a mais em relação à última pesquisa, e o tucano, dois. O presidente licenciado da Fiesp também derrotaria França, por 44% a 36%. Neste caso, Skaf subiu três pontos e o atual governador de São Paulo oscilou um ponto para cima.

O Datafolha também pesquisou um cenário entre João Doria e França. Pela primeira vez, os dois candidatos empataram, com 41%. No levantamento anterior, o tucano venceria por 41% a 34%.

O Datafolha mostrou ainda que Doria segue tendo a maior rejeição, com 38%. Marinho tem 29% e Skaf, 26%.

O levantamento foi realizado nos dias 3 e 4 de outubro. O Datafolha ouviu 2.597 eleitores em 73 cidades. A pesquisa foi contratada pela Folha de S. Paulo e TV Globo e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número SP-05020/2018. A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que há 95% de chances de os resultados da pesquisa refletirem o atual momento eleitoral.

São três opções para cada felina (Foto: Divulgação/Zoológico de SP)

Cidade

O zoológico de São Paulo abriu nesta quarta-feira, 19, uma enquete em seu site para definir o nome dos novos filhotes de leão que nasceram no local no dia 18 de maio. As duas pequenas leoazinhas - da espécie Panthera leo - são a primeira prole do jovem casal Iduma e Erindi. Ajude a escolher os nomes da dupla.

A equipe do setor de mamíferos do zoo sugeriu três opções de nome para cada filhote: 1) Naila (que significa a que tem sucesso) e Núbia (dourada); 2) Aisha (vitalícia) e Amira (princesa); 3) Kênia (pequena rainha) e Zaila (feminina). A votação pode ser feita no endereço eletrônico do zoo.

A divulgação do resultado ocorrerá no dia 2 de outubro, semana com importantes datas comemorativas relacionadas à fauna: Dia Mundial dos Animais, Dia da Natureza e Dia de São Francisco de Assis, o Padroeiro da Ecologia, todos eles celebrados em 4 de outubro.

A Fundação Parque Zoológico de São Paulo afirmou que o leão macho Iduma nasceu no dia 15 de março de 2015 na África do Sul e foi trazido para o Brasil em março do ano passado para iniciar uma nova família ao lado da leoa Erindi, nascida na Holanda em 11 de novembro de 2014 e no País desde outubro de 2016.

Hábitos sociais

Ao contrário da maioria dos felinos, os leões têm hábitos sociais, vivendo em grupos formados por vários indivíduos, entre fêmeas, filhotes e machos. Entre os machos, apenas um detém a liderança do bando e os demais geralmente são juvenis e submissos a ele.

Os grupos apresentam uma hierarquia social bem estabelecida: quem efetivamente caça são as fêmeas, que também cuidam dos filhotes, enquanto o macho patrulha o território e defende o grupo.

Ativo principalmente à noite, o felino habita savanas, matas, planícies e regiões semidesérticas do continente africano, alimentando-se de animais de pequeno a grande porte. Um leão pode consumir até 40 kg de carne em uma refeição, passando vários dias sem se alimentar depois disso, apenas descansando e digerindo o alimento.

A gestação das leoas é de aproximadamente 110 dias, nascendo de um a sete filhotes, pesando em torno de um quilo.

Os filhotes já nascem com pelos, porém com os olhos fechados. Eles os abrem até o sexto dia de vida. O desmame ocorre por volta dos oito meses. Com cerca de 45 dias, os filhotes começam a se interessar por carne, lambendo a dieta dos pais. Por volta dos três meses, são introduzido itens cárneos para consumo dos filhotes.

Um leão pode medir até 2,5 metros e pesar até 260 kg. Vive em média 20 anos quando mantido sob cuidados humanos. As principais ameaças à espécie são a perda de habitat, a caça e os conflitos com os homens.

Além de Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski vão se pronunciar sobre assunto (Foto: Reprodução/ Flickr)

Opinião

Há no Brasil um binômio que favorece diretamente a impunidade de deputados e senadores: a prisão somente depois de eliminada a possibilidade de qualquer recurso e o foro especial por prerrogativa de função. Daí muitos dos parlamentares estarem na expectativa sobre a retomada do julgamento no STF deste tema. Isso deve acontecer em 2 de maio, quando o ministro Dias Toffoli apresentará seu voto. Em novembro do ano passado, este magistrado pediu mais tempo para analisar melhor a situação. Antes dele, em junho, o mesmo fez o colega Alexandre de Moraes. A pergunta que fica é se a estratégia continuará, uma vez que, além de Toffoli, ainda faltam Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski para se pronunciarem.

Atualmente, deputados federais e senadores têm seus processos penais encaminhados ao STF, mesmo aqueles envolvendo crimes praticados antes de se tornarem parlamentares. A proposta em análise pela Corte, de autoria do ministro Luís Roberto Barroso, restringe o foro apenas aos atos ilícitos cometidos durante o exercício do mandato e em função do cargo. Além disso, a partir do momento que estas ações chegarem à instância máxima da justiça brasileira, não mais sairiam dali em direção a um grau inferior do Poder Judiciário, ainda que o réu deixe o cargo que ocupava.

A medida representa uma evolução para a Justiça brasileira, pois, traria um pouco de celeridade a um setor que, de tão moroso, facilita a prescrição de muitos processos e, consequentemente, a impunidade. Favorece inclusive o STF, que ficaria mais desafogado. Afinal, segundo um relatório da FGV, se estivesse valendo a proposta de Barroso, apenas 5% das ações penais contra parlamentares, que tramitaram de 2007 a 2016, seriam encaminhadas para a máxima corte. Como se percebe, a iniciativa é boa e, depois de tanto tempo, os ministros já tiveram tempo de analisar os seus benefícios. Na prática, só não é interessante para uma parcela que age sorrateiramente, estando, inclusive, implicada na Lava Jato. Se nada mudar, um terço dos parlamentares continuará a ver seus processos caducarem e ser arquivados, para o bem deles e em prejuízo o Estado, que perde o direito de puni-los.

Wagner e Caruso acreditam que podem manobrar o jogo (Foto: Divulgação/ TV Globo)

Fora dos Trilhos

Um dos personagens mais controversos do Big Brother Brasil, o artista visual Wagner voltou a combinar votos com Caruso e Viegas dentro da casa. No último paredão, o rapaz discordou dos dois e acabou votando em Diego, desequilibrando o pleito e jogando o parceiro na berlinda, contra Patrícia e o próprio Caruso.

De acordo com o último indicado, há duas opções. “A Paula ou a Jéssica, que me colocaram no paredão”, disse. Escutando o debate até então, Wagner se posicionou. “Tudo depende de amanhã e de sábado”, afirmou o rapaz.

Paula e Mahmoud tentam sobreviver a paredão triplo (Paulo Belote/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Depois de errar no cálculo e colocar-se no paredão com duas amigas, Paula e Gleici, Mahmoud tenta ficar, nesta terça, 06, na casa. Acontece que a votação de domingo foi aberta e o rapaz, um dos últimos a indicar sua escolha, não percebeu que haveria empate entre ele, a acreana e Diego e acabou votando em Wagner.

Como a líder é Patrícia, aliada do escritor, obviamente não colocou o amigo na berlinda.

Os brothers acreditam que dois participantes serão eliminados hoje à noite, mas apenas o mais votado sairá da casa. O com menor número irá para um quarto separado e voltará podendo indicar qualquer colega ao próximo paredão.

Após a indicação, Diego comemorou com Caruso. “Deu certo”, gritou enquanto o abraçava. Patrícia também aproveitou e pulou na cama do líder, festejando que a combinação funcionou. Kaysar votou em Gleici e foi criticado por não combinar votos

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Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.

Ex-capitão lidera em todas as pesquisas (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Nova pesquisa do BTG/FSB, divulgada nesta segunda-feira, 22,  mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aumentou sua vantagem dentro da margem de erro contra Fernando Haddad (PT). Segundo o levantamento, o ex-capitão conta com 60% dos votos válidos, contra 40% do adversário. A margem de erro continua sendo de dois pontos percentuais. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é dito ao entrevistado, o ex-militar caiu um ponto percentual, ficando com 48%, enquanto Haddad cresceu um ponto, chegando a 31%. Os votos brancos e nulos atingem 6%, enquanto 5% responderam “nenhum” e 11% não souberam opinar. Na intenção de voto estimulada, porém, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois. A pesquisa também abordou a decisão definitiva de votos de cada eleitor. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. A rejeição dos candidatos ficou em 52% para Fernando Haddad e 38% para Bolsonaro. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro.

Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 
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Colunistas

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Opinião