Francisco Lopes assinou contrato de R$ 8, 8 milhões com empresa de informática (Foto: Reprodução/YouTube Folha Dirigida)

Nacional

O ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, exonerou o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Francisco Lopes. A exoneração será publicada no Diário Oficial da União.A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação do ministério.

O ministro Beltrame tomou a decisão após o jornal O Globo publicar matéria informando que Lopes assinou um contrato com empresa de informática que tem sede numa loja de venda de bebidas e depois de parecer técnico do INSS apontar que os programas de informática não seriam úteis para o instituto.

O contrato no valor de R$ 8,8 milhões foi assinado em abril deste ano com a empresa RSX Informática Ltda para fornecer programas de computador e treinamento para o INSS.

Após a publicação da matéria, o órgão informou que cancelou o contrato por determinação de Francisco Lopes e foi pedida a abertura de diligências e procedimentos para esclarecer todos os fatos. O INSS não fez diligências para verificar as condições da RSX Informática antes de contratá-la.

Francisco Lopes tomou posse na presidência do INSS no início de dezembro do ano passado. Antes, ele estava na assessoria da presidência da Dataprev, empresa pública que fornece soluções de tecnologia da informação e comunicação para o aprimoramento e execução das políticas sociais do governo.

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Jogador se recupera em Mangaratiba e só aparece sobre cadeira de rodas (Foto: Reprodução/ Instagram)

Futebol

O atacante Neymar lamentou a eliminação do PSG na Champions, na terça, 6. No entanto, nesta quarta, o craque recebeu a visita de três amigos – o apresentador Luciano Huck, o cantor Thiaguinho e o ator Rafael Zulu – e posou sorrindo ao lado deles.

A imagem foi feita na casa onde o jogador se recupera da operação no pé direito, em Mangaratiba, no Rio. O imóvel está avaliado em R$ 28 milhões, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.

“Recebendo a visita dos amigos”, escreveu na legenda que acompanha a foto no stories do Instagram.

Neymar foi operado no último sábado, 3, em Belo Horizonte, para corrigir uma fissura no quinto metatarso (osso que se conecta ao “mindinho”) do pé direito. A lesão deixará o atleta afastado dos gramados por três meses. Com isto, o camisa 10 da Seleção e do PSG deve atuar na Copa do Mundo. O Brasil estreia no dia 17 de junho, em Rostov, contra a Suíça, às 15h.

Tanto a contusão como a cirurgia do atacante tiveram grande repercussão na mídia brasileira. Internautas chegaram a fazer memes sobre a situação. Já Galvão Bueno, inspirado em um texto do jornal Lance!, resolveu “narrar” o procedimento realizado no pé do craque.

Craque se recupera em casa de R$ 28 milhões (Foto: Reprodução/Instagram)

Futebol

O atacante Neymar passou por uma cirurgia para reparar uma fratura no quinto metatarso (osso que se conecta ao dedo mindinho) do pé direito, no último sábado, em Belo Horizonte. De acordo com o médico responsável pela operação, Rodrigo Lasmar, o procedimento foi bem-sucedido e o camisa 10 do PSG já recebeu alta.

Enquanto o craque se recupera no Rio de Janeiro, em uma casa avaliada em R$ 28 mi, alguns internautas produziram memes sobre a situação vivida pelo jogador. A atriz Bruna Marquezine, namorada do atleta, e até o anúncio de um “possível feriado nacional” foram utilizados em montagens compartilhadas nas redes sociais.

Marquezine deu vida à pequena Salete na novela “Mulheres Apaixonadas”, que foi ao ar na Globo em 2003. Na trama, a menina, de sete anos, tinha visões ruins e chorava com frequência. Inclusive, ela pressentiu a morte de sua mãe, interpretada pela atriz Vanessa Gerbelli.

Aproveitando as características da personagem de Bruna, um internauta fez uma montagem com Salete e Neymar numa cama de hospital. A criança parece consolar o craque por causa da lesão.

Vale ressaltar que a atriz acompanha o jogador desde a sua chegada ao Brasil. Segundo o jornal Agora S. Paulo, ela até teve folga nesta segunda para visitar o namorado. A assessoria de imprensa da TV Globo negou a informação e afirmou que Marquezine gravou cenas da novela “Deus Salve o Rei”.

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Feriado nacional

A repercussão sobre a lesão e a cirurgia de Neymar foi muito grande na imprensa brasileira. O canal de TV fechada, SporTV, da Globosat, chegou a interromper por alguns segundos a transmissão da partida entre Ferroviária x Mirassol, válida pelo Campeonato Paulista, para mostrar a chegada do craque ao hospital Mater Dei, em Belo Horizonte, na noite da última sexta-feira, 2. Por conta deste alarde, alguns internautas sugeriram que deveria ser feriado nacional no Brasil.

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Até uma possível operação de Neymar no SUS virou meme (Foto: Reprodução/Facebook)

Recuperação

A pouco mais de cem dias da estreia do Brasil na Copa do Mundo na Rússia, o jogador mais caro da história do futebol terá uma mansão avaliada em R$ 28 milhões como seu "quartel-general" no início da recuperação da fratura no quinto metatarso do pé direito, lesão sofrida em 25 de fevereiro e que se tornou um empecilho na tentativa de Neymar de conduzir a seleção ao hexacampeonato. 

Foi para essa mansão, localizada em Mangaratiba, no litoral fluminense e a 130 quilômetros do Rio, que Neymar seguiu neste domingo, após receber a alta hospitalar do Mater Dei, em Belo Horizonte, onde foi operado, em intervenção bem-sucedida, realizada no sábado por Rodrigo Lasmar, da seleção brasileira e do Atlético-MG, que cedeu outros dois médicos para a operação. 

Embora tenha sofrido uma lesão assustadora nas quartas de final da Copa do Mundo de 2014 contra a Colômbia, quando fraturou duas vértebras, Neymar agora começa a se recuperar da contusão mais grave da sua carreira, ao menos em tempo de afastamento dos gramados, pois Lasmar, antes mesmo da operação, havia afirmado que ele ficaria entre dois meses e meio e três meses sem jogar.

*Com informações da Agência Estado

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Bolsonaro atraiu filiações ao PSL (Foto:Fernando Frazão/ABR/Fotos Públicas)

Nacional

Apenas partidos pequenos aumentaram o número de candidatos nas eleições deste ano em relação a 2014. Enquanto siglas tradicionais como PT, PSDB, MDB, PDT e PSB reduziram a quantidade total de registrados, houve um aumento expressivo entre as siglas de menor porte. O partido de Jair Bolsonaro, o PSL, é o que mais apresentou candidatos - 1.451, um aumento de 74,4% em relação a 2014. Das 35 siglas existentes, 12 vão ter mais postulantes neste ano do que nas últimas eleições gerais - PSL, PROS, Avante, Podemos, PRB, Solidariedade, PMN, PCO, PSOL, Patriota, PRTB e PPL. Há ainda três partidos que vão estrear nas urnas em âmbito nacional: Rede, Novo e PMB, que, juntos, somam 1.606 candidaturas. Os números têm como base os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É possível que haja pequenas alterações até o dia 20, quando as informações estarão 100% atualizadas. A legenda que registrou a maior variação porcentual no número de candidaturas foi o PCO (142,8%). A sigla, no entanto, é um ponto fora da curva - tinha apresentado somente 49 candidatos em 2014 e, agora, lançou 119. Em seguida, vem o PROS, com 1.018 candidatos, ante 485 em 2014 (aumento de 109,9%, mais que o dobro de um pleito para o outro). Entre os que mais reduziram candidatos, estão PCB (diminuição de 45,2%), PTB (-33,4%) e PSTU (-31,9%). Entre as siglas maiores, PSB (-31,4%), PSDB (-18,3%) e PDT (-16,4%) tiveram os maiores índices de diminuição de candidatos. O PT registrou queda de 6,8% e o DEM, de 5,5%. Segundo o cientista político Marco Antônio Teixeira, da FGV-SP, uma das explicações para este cenário pode ser a cláusula de barreira, que, a partir de 2018, impõe aos partidos desempenho mínimo para que sejam autorizados a ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de TV no horário eleitoral. "Os pequenos estão em busca de capilaridade", disse Teixeira. A nova regra exige, para este ano, que as legendas tenham 1,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação e com 1% em cada uma dessas unidades. A cláusula aumenta gradativamente até 2030 e busca afunilar o sistema partidário brasileiro, altamente fragmentado. Para a cientista política Luciana Veiga, professora da UNI-Rio, a estratégia faz sentido e pode servir à sobrevivência. "Mesmo que não elejam muitos nomes, os partidos com várias candidaturas têm chance de alcançar a cláusula com uma votação mais pulverizada." Um caso mais específico é o do nanico PSL, que, com a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, atraiu deputados na janela partidária e, agora, busca se consolidar com a ampliação da bancada no próximo pleito. "O PSL não tinha nada, arranjou meia dúzia de deputados e agora precisa crescer (para se manter vivo)", afirmou Teixeira. Conforme o Estado mostrou na quarta-feira, a nova casa de Bolsonaro registrou mais de 13,6 mil filiações em 2018, impulsionadas pela figura do presidenciável. Trata-se de número quatro vezes maior que o dos partidos adversários na disputa pelo Palácio do Planalto. Concentração Quanto aos partidos tradicionais, o motivo da diminuição de candidaturas passa por um uso mais direcionado dos recursos do fundo eleitoral. Com as regras inéditas de financiamento de campanha, as siglas apostam mais em candidaturas viáveis, com pouca abertura à renovação. É o caso do PSB, a legenda tradicional que mais reduziu o número de postulantes. A estratégia, segundo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, é concentrar os recursos em campanhas com grandes chances de vitória. "O novo fundo não facilita a renovação", afirmou ele. O PSB não tem candidatura própria à Presidência da República e não compõe nenhuma coligação, mas conta com nomes fortes em eleições regionais. "O fundo eleitoral concentra muitos recursos nos grandes. O problema dos maiores não é dinheiro, não é sobrevivência. É otimizar os cargos que já têm", afirmou Luciana Veiga. 

Candidatos ao governo fizeram questão de mencionar presidenciáveis (Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO)

Cidade

Os candidatos ao governo de São Paulo presentes no primeiro debate televisionado, na Band, aproveitaram o último bloco do programa para nacionalizar a discussão. Houve menções ao nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), bem como contra a polarização política no País. O ex-prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho (PT) disse ser, com orgulho, amigo de Lula e candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes. No fim do bloco anterior, Marinho havia feito a primeira menção dele a Lula no debate. Em embate com Rodrigo Tavares (PRTB), ele disse que os governos petistas combateram a corrupção e afirmou que o PT "é a grande esperança" do povo brasileiro. Tavares citou a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), cujo vice, general Hamilton Mourão, é do PRTB. Marinho citou ainda acusações de corrupção contra o PSDB. O tucano João Doria o rebateu nas considerações finais e falou que o petista não pode comparar Alckmin a Lula. "Alckmin tem mais de 40 anos de vida pública ilibada. Lula está preso em Curitiba", afirmou. Ele cobrou ainda "respeito" do petista, que no final do bloco anterior havia mencionado o nome da esposa do ex-prefeito paulistano, Bia Doria. "Ela não é ré como o senhor", disse. Na despedida do público, Rodrigo Tavares também atacou Alckmin. "Ele fez bom trabalho sim no Estado de São Paulo, mas como anestesista. Ele anestesiou o Estado de São Paulo", afirmou. Nos apontamentos finais, Márcio França (PSB) levou novamente a discussão para o nível nacional. Ele disse que a população de São Paulo vê os exemplos do PT, do PSDB e do MDB e que só ele representa a mudança. O governador paulista lembrou também a mediação dele na greve dos caminhoneiros. Paulo Skaf (MDB) encerrou o debate exaltando as escola do Sesi, que ele usou para criticar ensino estadual de São Paulo. Antes disso, coube ao empresário a primeira das duas únicas menções a Deus no debate. A segunda foi de Lisete Arelalo (PSOL), que disse que o povo "deu graças a Deus" pela renúncia de alguns candidatos. Ela afirmou ainda que vai seguir com o legado da vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 14 de março. Marcelo Cândido (PDT) ressaltou a experiência como prefeito de Suzano (SP).

Para a maioria dos eleitores, Bolsonaro e Alckmin são os favoritos para avançarem na disputa (Foto: Daniel Teixeira e Adriana Spaca/AE)

Nacional

Uma nova pesquisa sobre as intenções de voto à Presidência da República, divulgada na quarta-feira, 15, pelo Instituto Paraná, mostra que o deputado Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) devem se enfrentar no 2º turno, caso o ex-presidente Lula (PT) tenha sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral. Questionados sobre percepção de quais candidatos vão para a segunda fase das eleições, 43,3% apostam em Bolsonaro e 26,7% no tucano. Neste quesito, Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com a expectativa de 21% dos eleitores. Em seguida aparece Marina Silva, com 20,7%, e Fernando Haddad (PT), provável substituto de Lula, tem 10,1% das apostas.  Mas nas intenções de voto, Lula, mesmo preso, ainda lidera com 30,8%, um crescimento de quase 2% na comparação com a pesquisa anterior feita pelo mesmo instituto. No cenário com Lula, Bolsonaro é o segundo colocado, com 22%, e Alckmin, que na pesquisa anterior tinha uma desvantagem de 3% para Marina Silva (Rede), viu a diferença para ela cair pela metade. Marina tem 8,1% das intenções de voto e ele 6,6%. No cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 23,9% das intenções de voto. Com a saída do ex-presidente da disputa, Marina Silva e Ciro Gomes (PDT) parecem receber parte de seu eleitorado, e ficam à frente do tucano. Marina chega a 13,2%, Ciro fica com 10,2% e Alckmin  8,5%. Esta é a primeira pesquisa divulgada após o debate realizado pela Rede Bandeirantes, na semana passada, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o no BR-02891/2018. O levantamento foi feito com 2.002 eleitores, em 168 municípios brasileiros, entre os dias 9 e 13 de agosto de 2018. A margem de erro, para mais ou para menos, é de 2%.  

Alckmin e França possuem semelhanças em suas carreiras políticas (Foto: Arquivo/MN)

Opinião

Depois que alguns presidenciáveis apresentaram suas propostas para o País, no debate da semana passada, hoje é a vez de sete candidatos ao Governo do Estado de São Paulo fazerem o mesmo na Band, a partir da 22h. É uma grande chance para alguns deles saírem da obscuridade e mostrarem seus programas de gestão e, principalmente, seus rostos, para um eleitorado que não tem dado tanta atenção a eles. É uma brecha aberta inclusive para o governador Márcio França, que, embora no cargo desde abril –, quando Alckmin deixou o posto para concorrer à Presidência –, ainda luta para se fazer mais conhecido entre os eleitores, que podem dar a ele a chance de continuar ocupando o Palácio dos Bandeirantes, como chefe do Executivo. E o que não falta na história política paulista é a figura de vice que conseguiu alçar voo solo e ganhou o papel de protagonista. O próprio Alckmin é um destes, que, com o agravamento da doença de Mario Covas, em janeiro de 2001, assumiu interinamente o governo e, depois, ratificou nas urnas sua permanência. Há semelhanças entre os dois, como o fato de eles terem iniciado na política longe da Capital, sendo vereador e prefeito de suas respectivas cidades natais, depois deputado federal, até serem convidados para comporem a chapa que venceria o governo paulista. Mas, certamente, o desafio de França é bem maior do que aquele encarado por Alckmin, 16 anos atrás. A começar pelo enfrentamento com dois fortes concorrentes, que até outro dia era também seus aliados: Paulo Skaf e João Doria. O emedebista e o tucano lideram com folga a corrida ao Bandeirantes e, se nada mudar até 7 de outubro, estarão no segundo turno. E o problema do atual governador é justamente se interpor entre seus concorrentes. Terá a primeira chance hoje. Para isso precisa mostrar à audiência que é diferente de ambos, e dos demais, e que tem mais a oferecer. Só que do outro lado estarão dois experientes debatedores, já testados em eleições anteriores. Já França faz sua estreia em um programa deste nível. É mais um obstáculo para o político de São Vicente superar, se quiser seguir adiante na disputa.
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