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Sex, Nov

Cada jovem tem sua forma de estudar. Pais devem respeitar possíveis diferenças (Foto: Divulgação)

Nacional

Todos os pais sonham em ver seus filhos formados, com bons empregos, salários altos e até em funções importantes da sociedade. Mas a ansiedade e mesmo algumas atitudes paternas e maternas podem repercutir de forma negativa no caminho do filho.

Cada pessoa tem uma forma diferente de estudar e se concentrar, de modo que, segundo a coach Valéria Ribeiro os pais devem respeitar a forma como o filho estuda e tentar auxiliá-lo da melhora maneira possível. "As pessoas têm canais de aprendizagem diferentes e dessa forma aprendem de forma diferentes e isso precisa ser respeitado."

Para a especialista, não adianta apenas focar em métodos tradicionais ou naqueles que os pais acreditam. “Se o vestibulando gosta de estudar com música, deixe isso acontecer, se ele estuda melhor em lugares organizados e silenciosos, propicie isso. Se ele estuda melhor vendo os vídeos de explicação na internet, também está tudo certo. Se a melhor forma de estudar são os mapas mentais, isso também é bom", argumenta a especialista.

Para Valéria, independente do resultado do vestibular, uma atitude positiva é sempre o melhor caminho. “É importante deixar claro para o filho que independente do resultado o amor que os pais sentem por eles continuará o mesmo”, concluiu a coach. 

Veja algumas dicas da profissional

 - Quando conversar com seu filho, busque conversar sobre outros assuntos que não sejam só vestibular, afinal ele já está vivendo isso 24 horas por dia.

 -Tenha cuidado quando tratar da escolha do curso que o filho fará na graduação.

- Lembre-se que essa é uma escolha dele e não sua, ele não tem obrigação nenhuma de cursar um curso que você sonhou para você ou mesmo seguir uma profissão da família.

- Mantenha uma postura de orientação, busquem informações juntos sobre as diferentes carreiras, leve-o para conversar com profissionais da área, mas não faça a escolha por ele

- É preciso lembrar que hoje estamos formando jovens para profissões que talvez ainda nem exista ou profissões que os pais não conhecem muito bem o que fazem, afinal o número de graduações aumentou muito e isso acaba tornando a escolha mais complexa.

- Os pais devem ressaltar quais são as qualidades, habilidade, competências e talentos do filho. Isto aumenta a confiança do estudante, pois revela ao jovem seu potencial e consequentemente o auxiliará a conseguir notas melhores nos vestibulares.

- O estudante está ansioso, tendo insônia, se sente muito angustiado, vale a pena procurar um profissional (psicólogo, homeopata, terapeuta ou outro) que possa ajudá-lo a lidar melhor com a pressão do vestibular. O lado emocional é decisivo, pois fortalece a confiança do jovem e auxilia nas escolhas realizadas

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Dirigente sofreu parada cardíaca após evento na Cidade do Galo (Reprodução/Twitter)

Esporte

Bebeto de Freitas, que construiu uma história de sucesso no vôlei e no futebol, morreu aos 68 anos nesta terça-feira, 13, após sofrer uma parada cardíaca em Minas. 

Diretor de administração e controle do Atlético-MG, ele estava em um evento na Cidade do Galo - lançamento do time de futebol americano do clube -, quando passou mal. Foi atendido prontamente, segundo informações do clube mineiro, mas não resistiu. Por causa do óbito, o Atlético decretou luto oficial de três dias.

Freitas também foi jogador e técnico de vôlei. Como treinador, ele dirigiu as seleções brasileira e italiana. Pelo Brasil, ele foi medalha de prata na Olimpíada de 84, disputada em Los Angeles. Já na Itália, ele conquistou uma Liga Mundial e uma Copa do Mundo. 

Além de ter sido dirigente do Atlético-MG, Bebeto foi presidente do Botafogo. Inclusive, em um momento de fúria, anunciou a sua saída do clube carioca durante uma entrevista coletiva, logo após perder a decisão do Campeonato Carioca para o Flamengo, em 2008. Três anos depois, ele foi expulso do quadro social do Fogão por não ter as contas de sua gestão aprovadas. 

Carreira

Bebeto foi jogador de vôlei do Botafogo, pelo qual conquistou 11 títulos estaduais consecutivos. Ganhou destaque como técnico da seleção brasileira masculina da modalidade, que ele conduziu ao vice-campeonato mundial de 1982 e ainda à medalha de prata na Olimpíada de 1984, em Los Angeles, onde liderou um time repleto de craques como William, Xandó, Montanaro e Renan. 

Paulo Roberto Freitas, o Bebeto de Freitas, também foi o treinador do time da Atlântica Boavista na década de 1980, que rivalizou com a Pirelli, equipes que se tornaram referência no mundo do vôlei. Na década seguinte, descontente com a Confederação Brasileira de Vôlei, foi para o exterior, onde treinou a seleção italiana, sagrando-se campeão da Liga Mundial, em 1997, e do Mundial, em 1998.

Já em sua carreira como dirigente, a sua primeira passagem pelo Atlético-MG ocorreu em 1999, antes de voltar a trabalhar no clube em 2001. Foi também presidente do Botafogo entre 2003 e 2008 e em 2009 retornou ao Atlético como diretor-executivo. Bebeto também era sobrinho do lendário jornalista João Saldanha, botafoguense de coração como o sobrinho.

*Com informações da Agência Estado

Atlético MG

 

 

Treinador afirmou que todos ficaram indignados com a derrota (Foto: Reprodução/Facebook)

Esporte

O São Paulo foi derrotado por 2 a 1 pelo Ituano, em jogo atrasado da sétima rodada do Campeonato Paulista, na noite desta quarta-feira, 21, no Estádio Novelli Júnior, em Itu. O meia peruano Cueva, autor do gol são-paulino, poderia ter evitado a derrota, mas perdeu um pênalti no último minuto da partida.

Com o resultado, o Tricolor não conseguiu quebrar um tabu de cinco anos. Desde 2013, o time não vence o Ituano. 

O revés colocou mais pressão no técnico Dorival Jr., que já balançava no cargo. Durante a madrugada desta quinta-feira, 22, um grupo de torcedores protestou de forma pacífica na chegada do time ao CT da Barra Funda.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, eles pediram Vanderlei Luxemburgo como treinador da equipe.

Indignação

Antes mesmo de presenciar o protesto dos torcedores na Capital, o técnico Dorival Jr. afirmou que estava indignado com o resultado em Itu. Ele também assumiu a culpa pela derrota.

“O responsável é o treinador e não vou fugir da responsabilidade jamais. Não fizemos uma boa partida, tenho de reconhecer isso, diferente de domingo, mas jamais vou deixar de pontuar que o responsável é o treinador e não os jogadores. Foi uma partida bem abaixo do que poderíamos. Há indignação de todos nós no vestiário, pois sabemos que podemos jogar mais”, afirmou o treinador são-paulino.

Mesmo com o tropeço, o São Paulo ainda lidera o Grupo B do Campeionato Paulista, com 10 pontos. No próximo domingo, a equipe recebe a Ferroviária, no Morumbi, às 17h. 

 

Jovem teria sofrido maus tratos da mãe, mas tal informação nunca foi confirmada (Foto: Reprodução/Facebook)

Mundo

Nikolas Cruz, o autor dos disparos na escola de ensino médio Stoneman Douglas High School, em Parkland, na Flórida, sofria de depressão e já havia sido diagnosticado com autismo e déficit de atenção. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (19) pelo Departamento de Crianças e Famílias daquele estado do sul dos Estados Unidos. Segundo relatório do órgão, o rapaz de 19 anos, recebia tratamento psiquiátrico e usava remédios controlados desde 2016.

Na última quarta-feira (14), o garoto entrou na escola de onde havia sido expulso por mau comportamento e matou 17 pessoas com um rifle AR-15 e vários carregadores automáticos, deixando ainda 14 feridos, alguns seriamente. Ele havia sido expulso da escola no ano passado e não tinha permissão para entrar no prédio com mochilas.

Além da revelação sobre o tratamento psiquiátrico de Cruz, grandes emissoras americanas, como a NBC e CBS, apuraram que o Serviço de Proteção a Adultos na Flórida foi notificado em 2016 de que Nikolas Cruz vinha sendo vítima de abusos de sua mãe, morta em novembro do ano passado. Mas segundo as redes de TV, a denúncia foi considerada falsa, porque as investigações concluíram que ele não sofria maus tratos.

“Demônios”

A ficha sobre o rapaz o descrevia como uma pessoa vulnerável. Quando começou o tratamento psiquiátrico, Nikolas Cruz não possuía nenhuma arma. Ao comparecer à Corte, o jovem e seus advogados afirmaram que Cruz disse estar arrependido e que “algo ruim" se apoderou dele quando atirou contra os colegas. Ele disse à polícia ter ouvido vozes dentro de sua cabeça, que ele descreveu como “demônios”.

Após o massacre, foi registrada uma onda de protestos na Flórida e em vários estados americanos pedindo mudanças nas leis para promover maior rigor no controle de armas no país. O presidente Donald Trump, contudo, não defendeu a ideia do controle, mas aceitou discutir com professores e alunos sobre a segurança nas escolas. Só este ano, pelo menos 19 incidentes com armas de fogo foram registrados dentro de escolas de ensino médio nos Estados Unidos.

Cursinhos preparam alunos com atmosfera semelhante à de um vestibular (Foto: Reprodução/Facebook Poliedro)

Nacional

Celular, televisão, música alta, conversas e até uma olhadinha na geladeira. Estudar em casa, sozinho, exige uma dedicação ímpar e raramente dá certo. Por isso, os cursinhos pré-vestibulares são a melhor forma de se preparar para a hora das avaliações, segundo especialistas.

Segundo Daniel Perry, coordenador do Anglo Vestibulares, além da preparação para o conteúdo que cai na prova, os cursinhos têm capacidade de melhorar o potencial psicológico do candidato. “Por exemplo, em um simulado, a gente faz um clima de vestibular. Quando ele for prestar a Fuvest, já terá vivido aquilo e terá mais calma para enfrentar o desafio”.

De acordo com Vinicius de Carvalho Haidar, coordenador do Curso Poliedro, a modalidade ajuda os estudantes a se cobrarem. “Tem uma preparação mais rápida, mas não há uma cobrança de nossa parte. Quem sabe o que deve estudar para se superar são os alunos”, disse. Outro ponto importante é a troca de experiências entre os candidatos.

O diretor do Cursinho Maximize, Tony Manzi, concordou. “O cursinho tem uma ênfase na motivação, pois os alunos percebem que, se esforçando e se preparando, vão conseguir os resultados esperados”, comentou. Eles disseram que, em caso de dúvidas, os cursinhos estão de portas abertas para conversarem e indicarem o melhor caminho.

Pessoas que exigiam o fim da PM, agora pedem para que ela aja com rigor (Foto:Reprodução/Facebook)

Opinião

Dias atrás, um dos ministros do STF aduziu em um evento que aqueles que defendem uma aplicação firme da lei são logo taxados de “facistas” e “ditadores”, ao passo que os chamados “liberais” e “progressistas” são sempre enaltecidos. Pois bem, apesar de não idolatrar nenhum membro do Supremo, tenho que o tal magistrado foi perfeito. Para muitos, a lei, a ordem, a prisão e a polícia são instrumentos de gente reacionária e intolerante, que nutre ódio pelos menos favorecidos, estes vítimas do capital e da sociedade. Haja paciência, né? Será que não é justamente o contrário?


Creio que ditadores, facistas e intolerantes foram os ídolos de muitos “garantistas” atuais, os quais, antes de irem para o inferno, bradavam aos quatro cantos o seguinte: “Precisamos odiar. O ódio é a base de tudo. Somos favoráveis ao terror organizado. Isso deve ser admitido francamente” (Lênin); “O governo não é amor. É o martelo com que esmagamos nossos inimigos” (Mao Tsé Tung); “Até agora, os camponeses não foram mobilizados, mas, através do terrorismo e da intimidação, nós os conquistaremos” (Che Guevara); “Não temos compaixão alguma. Quando chegar nossa vez, não inventaremos pretextos para o terror” (Karl Marx).


Como visto, nada mais incoerente do que ter como gurus gente desta estirpe e, ao mesmo tempo, taxar os outros de opressores e propagadores do ódio. Mas, é fato, coerência nunca foi o forte dessas pessoas. Vide os últimos acontecimentos da semana. Elas sempre foram contra a prisão e o efetivismo penal, mas, agora, estão a exigir energia no caso da vereadora do Rio (e, justamente, da polícia que sempre quiseram abolir). Eh, ministro, Vossa Excelência foi precisa! Isto está mesmo uma bagunça! Pena que muitos ainda não se aperceberam. Alguns, por manipulação de parte da mídia e da intelligentsia; já outros, porque não buscam conhecimento. E, como já dizia Mário Quintana: “O pior analfabeto não é aquele que não sabe ler, mas, sim, aquele que sabe ler, mas não lê”.

*Rodrigo Merli Antunes é promotor de Justiça do Tribunal do Júri de Guarulhos e pós-graduado em Direito Processual Penal

Quem sonha em ingressar na faculdade neste semestre ainda pode aproveitar todo mês (Foto: Divulgação)

Cidade

Com o fim dos principais vestibulares de universidades públicas, os candidatos têm pouco tempo para realizar os trâmites e tentar estudar ainda neste semestre. Quem quiser utilizar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em entidades particulares ou para o Programa Universidade para Todos (Prouni) ainda tem algumas opções.

Os chamados vestibulares “fora de época”, realizados após o início das aulas, estão com inscrições abertas durante o mês de março. Além disso, o Prouni está disponível até amanhã e o cadastro deve ser realizado por meio do site do programa.

O Metrô News buscou as principais instituições particulares de ensino superior do Estado de São Paulo para questionar sobre o processo seletivo. Na Universidade Paulista (Unip), os descontos para ingresso com a nota do Enem podem chegar a 100%. As provas tradicionais ocorrem até 18 de março e mais informações podem ser obtidas no site da instituição.

Na Anhembi, as provas vão até o dia 10 e as inscrições custam R$ 25. Já na Universidade Cidade de São Paulo e na Unicsul, o prazo vai até dia 18 e o custo é de R$ 30. Na Faculdade Sumaré, a matrícula ocorre no mesmo dia do vestibular, com desconto de 70% na mensalidade de março.

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Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

A solução dos problemas começa com um diálogo franco e aberto. Daí ser louvável a reunião agendada para hoje, em Brasília, entre o presidente eleito Jair Bolsonaro e os 27 novos governadores do País. Todos eles têm um grande desafio pela frente, mas, evidentemente, se trabalharem em parceria, e não boicotando o que pode ser bom para o Brasil, haverá grande chance de que os remédios necessários sejam encontrados e o trabalho seja bem feito. Os futuros chefes do Executivo estadual têm muito a contribuir com o presidente eleito. E, politicamente, também têm muito a ganhar, quando o projeto deste novo Brasil der certo. Percebe-se que, aos poucos, as nuvens negras de uma campanha desgastante vão se dissipando, a razão começa a prevalecer e, ao invés de torcer contra, é cada vez maior o número daqueles que preferem alimentar a esperança que a descrença. Aliás, uma célebre frase do escritor latino Públio Siro, diz que “quem perdeu a confiança não tem mais o que perder.” A hora não é para isso. Na verdade, o momento pede que se dê crédito aos novos condutores da Nação e que se guardem as pedras previamente preparadas para serem jogadas na vidraça. E muitos dos novos governadores estão dispostos a ajudar Bolsonaro, inclusive na aprovação da reforma da Previdência, essencial para o ajuste das contas públicas do País. Por sua vez, a maioria das Unidades da Federação também está com suas contas no vermelho, por gastarem mais do que arrecadam, e esperam suporte da União para manter a máquina funcionando. Relatório do Tesouro Nacional, por exemplo, apontou que 16 Estados mais o DF descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal no ano passado, ao destinar mais de 60% da receita para o pagamento de salários e aposentadorias. Assim, sobra cada vez menos para serviços básicos, como segurança e educação. Os problemas são complexos, daí a necessidade do diálogo e da busca por novas perspectivas. E a reunião de hoje em Brasília, com Bolsonaro e os governadores, oferece exatamente esta oportunidade. Desde agora, a capacidade de cada um deles estará colocada à prova, mas já começam bem, buscando o apoio e o entendimento mútuo, ao invés da divisão pura e simples. No final, quem ganha mesmo com isso é o Brasil e os brasileiros. Ainda bem!
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Colunistas

Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

Opinião

O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

Opinião