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Paulo César da Silva foi encontrado pela mãe com 3 tiros nas costas (Foto: Reprodução/Twitter)

Nacional

O cantor Paulo César da Silva, de 37 anos, conhecido como MC G3, foi encontrado morto em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na noite de quarta-feira, 15, segundo informações de diversos jornais.

De acordo com O Globo, a mãe de G3, Luísa da Silva, foi quem encontrou o filho estirado no chão com três tiros nas costas. "A gente nunca esperou que ele fosse morrer assim, com tiros. Eu nunca vou me esquecer daquela cena, ver o corpo do meu filho jogado ali no chão", disse.  

Policiais encontraram um celular roubado no bairro de Copacabana (RJ), com mensagens entre suspeitos que falavam da morte do funkeiro. Quatro pessoas foram presas. Três delas eram menores de idade. 

O General chegou

G3 fez sucesso com a música O General Chegou. O refrão da canção foi adaptado pela torcida do Flamengo como "Acabou o Caô, o Guerrero Chegou", em alusão ao atacante Paolo Guerrero, que recentemente deixou a Gávea para defender o Internacional. 

Nas redes sociais, fãs do cantor lamentaram a morte.

 

O General Chegou

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Cantor se afastou das redes sociais nos últimos dias (Foto: Reprodução/Instagram)

Fora dos Trilhos

O funkeiro MC Pikachu, de 18 anos, foi internado no início desta semana, às pressas, e teve que passar por procedimento cirúrgico para amenizar um quadro de hidrocefalia. A informação foi apurada pela Vice Brasil. Segundo o empresário do cantor, Michael Cardoso, o rapaz já respira sem a ajuda de aparelhos, mas seu estado ainda é grave.


Segundo o portal UOL, o colega MC Brinquedo foi até o hospital, não revelado pelos empresários, para visitá-lo e disse que o amigo está acordado e se recuperando. A hidrocefalia é causada quando a quantidade de líquido cefalorraquidiano aumenta no crânio, por conta de lesões no cérebro, infecções como meningite ou caxumba e sangramento decorrente de AVC.


Os fãs do cantor já desconfiavam de que algo estava errado, pois ele é um frequentador assíduo de redes sociais e estava há algumas semanas ausente, sem publicar nenhum conteúdo. O rapaz se chama Matheus Sampaio Correa e faz parte de uma nova safra do funk, que começou a se apresentar há quatro anos.


Além de se destacar na música, com hits como “Vai Toma”, “Lá no Meu Barraco” e “I Love Favela”, ele também fez parte do Programa Pânico durante quase dois anos, até que a produção fosse encerrada no fim de 2017. No Instagram, Pikachu tem 1,2 milhão de seguidores.

Tiros foram disparados na Rua Menino de Engenho (Foto: Reprodução/Google Street View)

Cidade

Dezessete pessoas ficaram feridas após um ataque a um baile funk, na noite de domingo, 27, na rua Menino de Engenho, em Sacomã, zona sul de São Paulo.

A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar no local, encontrou uma pessoa caída com ferimentos no tórax, provocado aparentemente por arma de fogo. A vítima foi conduzida para o pronto-socorro do Saboia, onde permaneceu internada.

Segundo informações do boletim de ocorrência, um homem armado, não identificado, usando uma jaqueta preta e capacete vermelho efetuou diversos disparos contra as pessoas que participavam do baile funk.

Após a ação, o homem fugiu do local. Segundo relato de testemunhas, outras pessoas foram atingidas e socorridas para o Hospital Dr. Augusto Gomes de Matos, entre elas, uma criança de 9 anos que posteriormente foi transferida para o Hospital Saboia.

O Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados. O caso foi registrado como disparo de arma de fogo e lesão corporal no 26.º DP do Sacomã e será encaminhado ao 83º DP, no Parque Bistrol.

Barulho incomoda moradores de bairros da zona sul de São Paulo (Foto: Reprodução/ Facebook)

Cidade

A poluição sonora e o consumo de drogas estão entre as principais queixas de quem mora nas proximidades da favela de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo.

Moradores da Fazenda Morumbi, bairro vizinho à comunidade, reclamam do barulho em dias da semana. “Um dia, eu saí de casa para descobrir de onde vinha o som alto. Cheguei à favela Paraisópolis. Eu vi um carro com o porta-malas aberto. Neste dia, o barulho passou das 23h. Não há espaço para os jovens da comunidade fazerem festas sem que o barulho atrapalhe. E agora, tem festas praticamente todos os dias”, reclamou um cidadão que mora há dez anos na região que preferiu o anonimato.

baile do helipa

Pancadões não têm hora para terminar (Foto: Reprodução/ Facebook)

Não somente moradores de bairros vizinhos, mas também a própria população de Paraisópolis se sente incomodada. “Eu acordo de madrugada para ir trabalhar e não tem momento de sossego, mesmo nos dias da semana”, relata uma moradora.

No fim de semana, a Polícia Militar realizou a Operação Pancadão, em Paraisópolis. Ao longo da ação, foram apreendidos diversos veículos, além de drogas, armas, explosivos e outros objetos. Na ação, dez carros e quatro motos foram removidos, 14 condutores autuados em flagrante, três Carteiras Nacionais de Habilitação e oito Certificados de Licenciamento Anual foram apreendidos. 

Nego do Borel e Julia Schiavi teriam se beijado na Sapucaí no último final de semana (Foto: Instagram/Reprodução)

Fora dos Trilhos

Uma suposta traição, segundo o jornal Extra, foi o motivo do fim do namoro entre a modelo Julia Schiavi e o cantor Nego do Borel neste mês. No entanto, de acordo com a própria publicação, os dois teriam se beijado durante o Desfile das Campeãs, na Sapucaí, no último final de semana.

Borel, inclusive, teria pedido para que os fotógrafos não registrassem o encontro. Julia era escoltada a todo momento por seguranças do cantor. Até na hora de ir ao banheiro.

Uma amiga do casal, entrevistada pelo jornal Extra, disse que os dois se amam. "Se não voltaram ainda, voltarão em breve", contou. 

Suposta traição

Segundo uma fonte próxima ao casal, o cantor foi filmado na cama com outra mulher e o vídeo chegou até a ex-namorada, que aceitou não dizer nada sobre o ocorrido.

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Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

A solução dos problemas começa com um diálogo franco e aberto. Daí ser louvável a reunião agendada para hoje, em Brasília, entre o presidente eleito Jair Bolsonaro e os 27 novos governadores do País. Todos eles têm um grande desafio pela frente, mas, evidentemente, se trabalharem em parceria, e não boicotando o que pode ser bom para o Brasil, haverá grande chance de que os remédios necessários sejam encontrados e o trabalho seja bem feito. Os futuros chefes do Executivo estadual têm muito a contribuir com o presidente eleito. E, politicamente, também têm muito a ganhar, quando o projeto deste novo Brasil der certo. Percebe-se que, aos poucos, as nuvens negras de uma campanha desgastante vão se dissipando, a razão começa a prevalecer e, ao invés de torcer contra, é cada vez maior o número daqueles que preferem alimentar a esperança que a descrença. Aliás, uma célebre frase do escritor latino Públio Siro, diz que “quem perdeu a confiança não tem mais o que perder.” A hora não é para isso. Na verdade, o momento pede que se dê crédito aos novos condutores da Nação e que se guardem as pedras previamente preparadas para serem jogadas na vidraça. E muitos dos novos governadores estão dispostos a ajudar Bolsonaro, inclusive na aprovação da reforma da Previdência, essencial para o ajuste das contas públicas do País. Por sua vez, a maioria das Unidades da Federação também está com suas contas no vermelho, por gastarem mais do que arrecadam, e esperam suporte da União para manter a máquina funcionando. Relatório do Tesouro Nacional, por exemplo, apontou que 16 Estados mais o DF descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal no ano passado, ao destinar mais de 60% da receita para o pagamento de salários e aposentadorias. Assim, sobra cada vez menos para serviços básicos, como segurança e educação. Os problemas são complexos, daí a necessidade do diálogo e da busca por novas perspectivas. E a reunião de hoje em Brasília, com Bolsonaro e os governadores, oferece exatamente esta oportunidade. Desde agora, a capacidade de cada um deles estará colocada à prova, mas já começam bem, buscando o apoio e o entendimento mútuo, ao invés da divisão pura e simples. No final, quem ganha mesmo com isso é o Brasil e os brasileiros. Ainda bem!
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Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

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Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

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Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

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O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

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