Merkel dá preferência ao diálogo (Foto: Reprodução/Facebook)

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na manhã desta segunda-feira,12, que a União Europeia precisa alterar tarifas e barreiras que impõe no país. A declaração é dada no momento em que a UE negocia para ser poupada das tarifas à importação americanas ao aço e ao alumínio.

 

"O secretário do Comércio, Wilbur Ross, falará com representantes da União Europeia sobre eliminar as grandes tarifas e barreiras usadas por ela contra os EUA. Não é justo com nossos fazendeiros e nossas indústrias", escreveu Trump em sua conta oficial no Twitter.

No sábado, representantes da UE e dos EUA se reuniram, mas não houve avanços na tentativa de Bruxelas de reverter o anúncio de Trump de que imporá tarifas ao aço e ao alumínio. O presidente americano citou a segurança nacional como justificativa, mas vários países têm questionado isso e alguns já ameaçaram adotar retaliações, caso a novidade se concretize. Trump tem dito que está aberto a negociações, mas que espera contrapartidas para não levar adiante a elevação tarifária.

Resopsta de Merkel

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, disse que prefere acabar com a disputa comercial sobre as tarifas dos Estados Unidos com conversas em vez de medidas retaliatórias. Ela reiterou, no entanto, que, caso não seja possível, a União Europeia irá considerar uma resposta à altura

"Se essas ações unilaterais não puderem ser evitadas, então nós iremos, é claro, considerar como responder reciprocamente. Mas, por ora, colocamos ênfase nas conversas e haverá muitas oportunidades pra isso", afirmou a chanceler.

Apresentando a nova agenda do governo em Berlim, Merkel declarou que a sua gestão entrará em negociações com os EUA assim que assumir o país nesta semana. 

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Jovem teria sofrido maus tratos da mãe, mas tal informação nunca foi confirmada (Foto: Reprodução/Facebook)

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Nikolas Cruz, o autor dos disparos na escola de ensino médio Stoneman Douglas High School, em Parkland, na Flórida, sofria de depressão e já havia sido diagnosticado com autismo e déficit de atenção. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (19) pelo Departamento de Crianças e Famílias daquele estado do sul dos Estados Unidos. Segundo relatório do órgão, o rapaz de 19 anos, recebia tratamento psiquiátrico e usava remédios controlados desde 2016.

Na última quarta-feira (14), o garoto entrou na escola de onde havia sido expulso por mau comportamento e matou 17 pessoas com um rifle AR-15 e vários carregadores automáticos, deixando ainda 14 feridos, alguns seriamente. Ele havia sido expulso da escola no ano passado e não tinha permissão para entrar no prédio com mochilas.

Além da revelação sobre o tratamento psiquiátrico de Cruz, grandes emissoras americanas, como a NBC e CBS, apuraram que o Serviço de Proteção a Adultos na Flórida foi notificado em 2016 de que Nikolas Cruz vinha sendo vítima de abusos de sua mãe, morta em novembro do ano passado. Mas segundo as redes de TV, a denúncia foi considerada falsa, porque as investigações concluíram que ele não sofria maus tratos.

“Demônios”

A ficha sobre o rapaz o descrevia como uma pessoa vulnerável. Quando começou o tratamento psiquiátrico, Nikolas Cruz não possuía nenhuma arma. Ao comparecer à Corte, o jovem e seus advogados afirmaram que Cruz disse estar arrependido e que “algo ruim" se apoderou dele quando atirou contra os colegas. Ele disse à polícia ter ouvido vozes dentro de sua cabeça, que ele descreveu como “demônios”.

Após o massacre, foi registrada uma onda de protestos na Flórida e em vários estados americanos pedindo mudanças nas leis para promover maior rigor no controle de armas no país. O presidente Donald Trump, contudo, não defendeu a ideia do controle, mas aceitou discutir com professores e alunos sobre a segurança nas escolas. Só este ano, pelo menos 19 incidentes com armas de fogo foram registrados dentro de escolas de ensino médio nos Estados Unidos.

Presidente venezuelano afirma que Trump possui uma "agenda de agressão" (Foto: Reprodução/Facebook)

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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, afirmou na segunda-feira (19) que o então candidato republicano à presidência dos Estados Unidos Donald Trump criticava a intromissão de Washington em assuntos internos de outros países. Maduro convidou o atual presidente americano para uma reunião, na qual seria debatida uma mudança na agenda dos EUA para o governo venezuelano.

Em sua conta no Twitter, Maduro disse que Trump fez uma campanha promovendo a não intromissão dos EUA em assuntos de outras nações. Segundo ele, o presidente deveria mudar sua "agenda de agressão" contra a Venezuela e buscar dialogar. Maduro disse que poderia se encontrar com Trump em Caracas ou Washington, o que ele preferir.

O governo Trump impôs sanções contra dezenas de altos funcionários, com o objetivo de pressionar e debilitar o poder de Maduro, após argumentar que o governo venezuelano violou os direitos humanos durante os protestos contra o regime do ano passado, quando mais de 120 pessoas foram mortas. Além disso, Washington proibiu transações com bônus emitidos pelo governo venezuelano e pela petroleira estatal PDVSA.

Durante viagem por vários países da região, o secretário do Estado americano, Rex Tillerson, afirmou que Washington segue analisando a possibilidade de restringir a venda de petróleo venezuelano para pressionar mais Maduro a fim de acabar com a crise venezuelana.

Apesar da provocação de Trump, Oprah nega que vá se candidatar à presidência dos EUA (Foto: Reprodução/ Facebook)

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O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter achado a apresentadora de televisão, empresária e atriz Oprah Winfrey "muito insegura", depois de ter assistido a seu programa "60 Minutes".
 

Em tuíte publicado nesta madrugada, Trump disse que Oprah fez perguntas tendenciosas aos participantes do programa e que os fatos apresentados estavam incorretos.

Rumores vêm circulando de que Oprah poderá se candidatar à presidência dos EUA em 2020 desde que ela fez um discurso contra assédio e racismo no Globo de Ouro 2018, no mês passado. Oprah nega ter planos de concorrer.

Na mensagem no Twitter, Trump também disse esperar que Oprah se candidate "para que ela seja exposta e derrotada, assim como todos os outros."

Parentes e amigos das vítimas choram após ataque (Foto:JOEL AUERBACH-ASSOCIATED PRESS-AE)

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O governo da Flórida confirmou 17 mortes devido a um tiroteio em Stoneman Douglas High School, em Parkland - uma escola de ensino médio na Florida. A polícia divulgou a identidade do suspeito, o ex-aluno da escola Nikolaus Cruz, de 19 anos, que está sob custódia policial. Ele havia sido expulso da escola por razões não reveladas até o momento.

Além das vítimas confirmadas, as autoridades afirmaram que há outros jovens feridos em hospitais, alguns em estado grave. O FBI e a polícia estão investigando quais foram as motivações para o ataque.
Em uma entrevista coletiva transmitida pelas redes de TV americanas, a polícia da Flórida disse que o jovem tinha um rifle R-15.

No Twitter, o presidente Donald Trump enviou condolências às famílias que perderam entes queridos. “Minhas orações e condolências aos familiares das vítimas do terrível tiroteio na Flórida. Nenhuma criança e professor nunca deveriam se se sentir inseguros em escolas americanas”, escreveu em sua conta.

O tiroteio foi informado à polícia por volta de 15h no horário local (18h no horário brasileiro de verão).

A escola tem cerca de 3 mil alunos de várias nacionalidades. O consulado brasileiro em Miami informou que há alunos brasileiros na escola, mas nenhum entre os feridos e vítimas.

Divulgação

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Mais uma vez, o presidente norte-americano encontra-se envolvido em polêmica. O advogado pessoal de Donald Trump, Michael Cohen, afirmou ao jornal The New York Times na terça-feira, 13, que pagou US$ 130 mil à atriz de filmes pornográficos Stephanie Clifford, conhecida como Stormy Daniels, após ela ter dito que manteve um caso com Donald Trump em 2006, quando este já era casado com a atual mulher, Melania. Cohen disse que usou dinheiro próprio para fazer isso e que não obteve reembolso da campanha de Trump à presidência nem da Trump Organization.

Stephanie Clifford conhecida como Stormy Daniels

"O pagamento para a sra. Clifford foi legal e não foi uma contribuição de campanha nem um gasto de campanha para qualquer um", afirmou o advogado em comunicado ao jornal americano. O Wall Street Journal revelou primeiro sobre a transação financeira secreta em janeiro. Cohen se posicionou com a nota após a entidade que monitora o governo chamada Common Cause entrar na Justiça com a alegação de que o pagamento poderia ser enquadrado como uma contribuição ilegal à campanha de Trump.

Internauta chegou a classificar como a "pior versão história" (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

Após ser criticada por sua versão mais lenta e sexy do hino nacional dos Estados Unidos na abertura do tradicional jogo das estrelas da NBA, Fergie se desculpou formalmente pelo episódio. “Sempre tive honra e orgulho de cantar o hino nacional e eu tentei algo especial para a NBA”, afirmou a cantora de 42 anos, ex-integrante do grupo Black Eyed Peas, em comunicado.


“Sou alguém que gosta de riscos, mas claramente essa interpretação não chegou ao tom pretendido. Eu amo esse país e honestamente tentei o meu melhor”, escreveu Fergie, que fez sua interpretação do hino no domingo (18).


Nas redes sociais, a cantora foi criticada por internautas que julgaram a versão desrespeitosa com o hino americano. Outros simplesmente acharam a situação hilária. Um internauta chegou a dizer que foi “a pior interpretação da história”.

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