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Ter, Out

Equipe tenta salvar vítimas afetadas pelo vulcão (Foto: Luis Soto/AE)

Mundo

Autoridades guatemaltecas calculam que pelo menos 69 pessoas morreram vítimas do Vulcão do Fogo, mas apenas 17 foram identificadas. A dificuldade em reconhecer os corpos é consequência das temperaturas altas dos detritos vulcânicos, que tornam a maioria dos corpos irreconhecível.

"É muito difícil para nós identificá-los, porque alguns perderam suas características ou impressões digitais", disse o diretor do Instituto Nacional de Ciências Forenses, Fanuel García. "Vamos ter que recorrer a outros métodos e, se possível, coletar amostras de DNA para identificá-los", acrescentou.

A erupção surpreendeu moradores de aldeias remotas na região da montanha, deixando pouco ou nenhum tempo para que os habitantes fugissem para locais seguros.

Na noite da segunda-feira, 4, pessoas choravam sobre caixões enfileirados no principal parque de San Juan Alotenango. Como não há eletricidade nas áreas mais atingidas de Los Lotes e El Rodeo, os trabalhos de buscas param ao pôr do sol.

Trabalhadores utilizam pás e retroescavadeiras para vasculhar os destroços e a lama, enquanto o terreno ainda está quente o suficiente para derreter solas de sapatos. Alguns corpos encontrados estavam tão cobertos de cinzas que pareciam estátuas. Equipes de resgate precisaram usar marretas para atravessar telhados de casas enterradas em destroços e checar se havia sobreviventes no interior das residências.

A guatemalteca Hilda López disse que sua mãe e irmã ainda estavam desaparecidas depois que a mistura de gás quente, cinzas e pedras vulcânicas atingiu sua aldeia em San Miguel Los Lotes, localizada abaixo dos flancos da montanha. "Estávamos em uma festa, comemorando o nascimento de um bebê, quando um dos vizinhos gritou para que nós saíssemos e pudéssemos ver a lava que estava chegando", relembrou. "Nós não acreditamos e, quando saímos, a lama quente já estava descendo pela rua."

Ela relatou que a mãe ficou presa dentro do local. O marido de Hilda, Joel González, disse que seu pai também não conseguiu escapar e acredita que ele tenha ficado enterrado na parte de trás da casa.

O porta-voz da Coordenadoria Nacional para Redução de Desastres (Conred), David de León, informou que o vulcão entrou em erupção por volta do meio-dia de domingo, 3 (15h em Brasília), lançando fumaça e cinzas no céu.

Então, por volta das 14 horas (17h em Brasília), uma explosão maior aconteceu. Depois disso, fluxos de lava, cinzas, rochas vulcânicas e destroços jorraram pelos flancos da montanha, bloqueando estradas e queimando casas. "(Os fluxos) andaram muito rápido. Chegaram às comunidades quando os alertas de desocupação foram enviados", disse León.

Mesmo diante dos efeitos rápidos da erupção, as autoridades locais se esforçaram para emitir avisos. No entanto, em lugares como Los Lotes e El Rodeo, a cerca de 12 quilômetros da cratera, os alertas chegaram tarde demais.

As ruas e residências foram atingidas pelos materiais sólidos que chegaram a 700ºC e pelas cinzas e gases vulcânicos, que podem causar asfixia muito rapidamente. "Assim que recebemos a informação, por volta das 6h (9h de Brasília) de que o vulcão estava em fase eruptiva, o protocolo foi iniciado para verificar com diferentes setores e também para falar com as comunidades e seus líderes", disse León.

Ele acrescentou que especialistas guatemaltecos dizem que é provável que a movimentação vulcânica diminua. "Recebemos a informação de nosso serviço científico, nos dizendo que a tendência é que a atividade diminua", explicou.

Em El Rodeo, soldados armados e usando máscaras faziam guarda para isolar as cenas do desastre. Trabalhadores transportavam corpos para longe dali em macas e a fumaça ainda subia em algumas partes do local, coberto por rochas e outros detritos.

Equipes emergenciais de helicóptero conseguiram resgatar pelo menos dez pessoas vivas que estavam isoladas pelos fluxos vulcânicos. Segundo o Conred, 3,2 mil pessoas saíram de suas casas.

Número de mortos sobe para 69

O número de mortos após a erupção do Vulcão de Fogo na Guatemala, que expeliu grandes colunas de fumaça e fragmentos em uma área rural do país, subiu para 69 nesta segunda-feira, 4. Ainda de acordo com as autoridades, há um número não determinado de pessoas desaparecidas.

A movimentação vulcânica começou pouco antes do meio-dia (15 horas de Brasília) do domingo, 3, lançando cinzas e rochas a 4,5 mil metros acima do nível do mar. As cidades próximas sofreram com a fumaça pesada e com o fluxo de pedras que desceram pelos flancos do vulcão, atingindo casas e estradas.

Segundo a Agência de vulcanologia da Guatemala, a erupção diminuiu por volta das 22h (1h desta segunda-feira, em Brasília). De acordo com o porta-voz da agência, David de León, os primeiros corpos foram encontrados na comunidade San Miguel Los Lotes. 

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Governo da Guatemala alegou ser arriscado colocar bombeiros na busca (Foto: Luis Soto/AE)

Mundo

A Coordenadoria Nacional para Redução de Desastres da Guatemala (Conred) disse, na quinta-feira, 7, que está suspendendo os trabalhos de resgate nas áreas afetadas pela erupção do Vulcão de Fogo. Chove na área e, segundo a Conred, o material vulcânico acumulado na região torna o trabalho perigoso para os socorristas.

O órgão suspendeu o resgate depois que 72 horas se passaram desde o desastre. Segundo autoridades, depois desse período, as chances de encontrar sobreviventes são mínimas.

O Conred também pediu à população que fique longe das áreas devastadas.

Mais cedo na quinta-feira, a Força Aérea dos Estados Unidos transportou seis crianças guatemaltecas com graves queimaduras para tratamento no Texas.

O grupo será internado no Hospital Shriner's, na cidade de Galveston. As crianças estão entre as vítimas da erupção do vulcão, que enterrou quase aldeias inteiras em cinzas e lama superaquecida.

Segundo autoridades, 99 mortes foram confirmadas e muitas pessoas ainda estão desaparecidas. Fonte: Associated Press

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente guatemalteco, Jimmy Morales,conversam durante inauguração de embaixada (Foto:Kobi Gideon/ GPO/Fotos Públicas)

Opinião

Depois dos Estados Unidos transferirem sua embaixada em Israel da cidade de Tel Aviv para Jerusalém, fato que trouxe turbulência ao Oriente Médio, nesta quarta-feira, 16, foi a vez do presidente da Guatemala, Jimmy Morales, fazer o mesmo. Assim os governos norte-americano e guatemalteco são os primeiros a atenderem a uma velha ambição israelense, que é o reconhecimento da Cidade Santa como sua capital “eterna e indivisível”. E, em breve, quem deve se juntar a este ainda diminuto grupo é o Paraguai, com previsão para o fim deste mês de maio.


Tal atitude em nada ajuda a amenizar a realidade da instável região e contraria a posição da própria Organização das Nações Unidas (ONU), que jamais auferiu a Jerusalém o status de capital do Estado de Israel, nem tampouco reconheceu a anexação de Jerusalém Oriental por parte dos israelenses, em 1967. Até então, pertencia ao Reino da Jordânia. É nesta parte que se encontra a Cidade Velha e lugares sagrados para o judaísmo, islamismo e cristianismo, como o Muro das Lamentações, a Mesquita de al-Aqsa e a Igreja do Santo Sepulcro.

Este espaço também é reivindicado pela Autoridade Nacional Palestina como capital do futuro Estado que almeja criar.
A questão é complexa e atitudes tempestivas como as de Donald Trump, Morales e do paraguaio Horácio Cartes só ajudam a atear fogo em um território coberto de pólvora.

O resultado pôde ser visto na reação brutal das forças israelenses na última segunda-feira, 14, que deixaram 60 mortos, sendo 59 por tiro de soldados e um bebê de oito meses, por inalação de gás lacrimogêneo. Outros cerca de 2,7 mil ficaram feridos, sendo a metade por projéteis.

O que se percebe é que quem deveria sentar à mesa e negociar para tentar evitar derramamento de sangue tão desnecessário é o primeiro a fomentá-lo. Assim, se um dia Israel teve ao seu lado a opinião internacional para a criação do seu Estado, agora vêm se esforçando para perdê-la, como mostra a recente onda de repúdio à violência do seu Exército. Aparentemente, o Davi, armado de funda, agora fala árabe e tem pela frente um impiedoso Golias, equipado com tanques e fuzis de assalto modernos.

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Doria foi em manifestação pró-Bolsonaro no último domingo (Foto: Reprodução/Twitter)

Cidade

O candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, acertou em cheio na sua estratégia de se aproximar de Jair Bolsonaro (PSL), utilizando termos como “BolsoDoria” durante a campanha. Esta é a análise de três especialistas no assunto, o cientista político Gleibe Pretti, professor da UNG, Philippe Franco Scerb (mestre em Ciência Política e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo) e a internacionalista e mestre em Ciências Sociais, Marina Pequeneza de Moraes. “Ele reavaliou sua estratégia e aproveitou-se da polarização que permeia a candidatura à presidência, vinculando sua campanha ao discurso anti-PT”, avaliou Marina. De acordo com levantamento divulgado ontem pelo Instituto Paraná Pesquisas, o tucano cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Para o cientista político Gleibe Pretti, professor da UNG, o ex-prefeito conseguiu vincular sua imagem à de Jair Bolsonaro (PSL), candidato à presidência. “Com isso, ele conquistou muitos votos. O eleitorado de São Paulo já é historicamente contra o PT e o Doria está conseguindo personificar isso com suas ações de marketing”, explicou. Após o primeiro turno das eleições, João Doria tentou se aproximar à imagem de Bolsonaro. A campanha dele criou, por exemplo, o termo “BolsoDoria”, presente até em adesivos distribuídos no Estado. França está ‘travado’, analisa especialista De acordo com o mestre em Ciência Política e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP), Philippe Franco Scerb, a candidatura de Doria acertou ao vincular sua imagem à de Bolsonaro, forçando com que França tenha que rechaçar, a todo momento, um apoio velado do PT à sua eleição. “O Doria faz um esforço gigantesco para falar que França é um candidato da esquerda. Isso o obriga a discordar e permanecer neste tema durante o programa eleitoral e nos debates”, analisou. Segundo o especialista, ao contrário da corrida presidencial, ainda pode haver uma reviravolta na disputa do Estado. “Os eleitores se concentraram muito no embate entre Bolsonaro e Haddad, deixando França e Doria em segundo plano. Isso pode mudar nesta reta final”, concluiu.

Bolsonaro é visto como um candidato "teflon", pois nada gruda nele (Fotos: Tãnia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Especialistas em Ciência Política acreditam que muito dificilmente a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) poderá ser revertida nos próximos dias, que precedem a eleição presidencial. De acordo com o cientista político Eduardo Grin, professor da FGV EAESP, nada “cola” no candidato preferido dos eleitores – segundo pesquisa do BTF/FSB, ele tem 60% dos votos válidos, contra 40% de Fernando Haddad (PT). “Já teve declaração desastrosa de companheiros políticos, aquela denúncia do pacote do Whatsapp, mas nada parece abalar a candidatura do Bolsonaro”, disse. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro, segundo o levantamento. A margem de erro segue sendo de dois pontos percentuais. O mestre em Ciência Política e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP), Philippe Franco Scerb, analisou que a imagem “antissistema” do ex-capitão o favorece muito nesta corrida presidencial. “A denúncia de um possível Caixa 2, por exemplo, se tornou motivo de ironia entre o eleitorado”. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. Na intenção de voto estimulada, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois.Votação expressiva pode gerar capital político maior Segundo Grin, a ideia da campanha de Bolsonaro, agora, é de vencer com maior número de votos do que os últimos presidentes eleitos no Brasil. Luís Inácio Lula da Silva (PT) obteve 52,7 milhões de votos (61,27%) em 2002 e 58,2 (60,83%) em 2006. Já Dilma Rousseff (PT) ganhou com 55,7 milhões (56,05%) em 2010 e 54,5 milhões (51,64%) em 2014. “Se obtiver maior percentagem do que Lula em 2002, por exemplo, ele terá um poder político maior para negociar com o Congresso no início do mandato”, explicou o especialista. “Sem dúvidas, uma votação bastante expressiva pode levar Bolsonaro a aprovar sua pauta junto a partidos que nem o apoiaram formalmente”, disse Scerb. “Candidatos com uma base semelhante entendem que seus eleitores querem que aquela agenda seja aprovada e isso gera mais força ao governo”. Ibope e Datafolha também divulgarão pesquisas Hoje será a vez do Ibope divulgar sua segunda pesquisa deste turno das eleições. Em 15 de outubro, Bolsonaro tinha 59% dos votos válidos, contra 41% de Haddad. O Datafolha vai publicar levantamento na quinta-feira, 25. No último estudo, os candidatos contavam com o mesmo percentual levantado pelo Ibope.

Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução (Foto: Tânia Rêgo/ABR)

Opinião

No último domingo, apesar de boa parte da mídia ignorar, por questões de interesse, milhões de pessoas foram às ruas, por vontade própria, num admirável gesto de democracia, apoiar o candidato que, de forma extremamente inovadora, com praticamente custo zero perto do que se gastam com campanhas políticas, lidera as pesquisas. Ao que parece, o povo se desprendeu das garras do quarto poder e democraticamente exige mudança. Se esta será boa ou não, o tempo vai dizer, mas uma coisa é fato: a alternância de poder é saudável em qualquer democracia e por aqui já se passou da hora de mudar. A dita esquerda no Brasil tentou a todo custo um projeto criminoso de poder que, graças à Operação Lava Jato, resultou na prisão de diversos políticos poderosos e apresentou ao Brasil os bastidores sujos e asquerosos da política que desviou trilhões da educação, segurança, saúde, etc... A todo custo tentam ainda agarrar-se ao poder com mentiras, ataques e o velho jogo sujo da política sifilítica. Culpar o aplicativo de mensagem WhatsApp pelas atrocidades que o próprio partido cometeu é tão estúpido e absurdo quanto tentar comparar Bolsonaro com Trump. O norte-americano venceu apenas no colégio eleitoral, mas Bolsonaro pode vir a vencer na maioria absoluta de votos, o que numa democracia é literalmente a voz e o desejo do povo. Se você não enxerga isto, precisa urgente sair da bolha, e se não respeita, está muito próximo do palavrão que costuma xingar os colegas que discordam de você. Trump é bilionário e teve total apoio da máquina do Partido Republicano na campanha. Bolsonaro está em um partido anão e possuía oito segundos na TV. Trump tem as nuances e vícios de todo gênio comunicador, pois por anos liderou a audiência na TV americana. Bolsonaro é um sujeito simples com discurso coloquial, por vezes até rasteiro, mas que vai ao encontro das massas, sem esforço para tal.Goste você ou não, é um fenômeno popular maior ainda até do que Lula, que diferentemente do “capitão” foi programado e produzido por esquemas publicitários, a custo de ouro do dinheiro público, para transformá-lo num “mito”. Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução, como comprovou a manifestação gigantesca no domingo. Isto chama-se democracia, senhores. Aprendam com isto e deixem o País seguir. Bolsonaro foi o primeiro brasileiro, em campanha, a sofrer um atentado político; o primeiro a não fazer os velhos acordos; o primeiro a ter um nome (até aqui) limpo, algo que nem sonharíamos existir na política; e pode vir a ser o primeiro presidente a vencer uma eleição com o menor investimento já feito em campanha, comprovando que o tal fundo partidário é desnecessário e deveria ser direcionado para o que importa à população. O sujeito com uma caneta Bic nas mãos, um relógio Cassio e roupas simples, sozinho, sem verba, peitou a maior emissora do País, desafiou a imprensa e toda turma arrogante que se diz intelectual sem nunca ter produzido nada que valha o adjetivo. Amigos, se isto não é, no mínimo, uma expressiva revolução política e total quebra de paradigmas do status quo, você realmente precisa sair do jardim da infância e viver no mundo real.

Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.
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Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução (Foto: Tânia Rêgo/ABR)

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Profissionais consagram suas vidas ao serviço da humanidade (Foto: ASCOM SUSIPE/Fotos Públicas)

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O último bastião do PT ainda é o Nordeste, mas este já não é tão inexpugnável (Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/ Fotos Públicas)

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Apesar de constar no ordenamento jurídico pátrio, o Princípio da Isonomia quase não é observado e aplicado (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )

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