22
Seg, Out

Informe Publicitário

Como organizar uma rotina eficiente sem esquecer da vida pessoal
Por Thainan Bitti, Jornalista e Coordenadora de Marketing e Comercial da Faculdade Flamingo

Todos os dias, em algum momento, nos perguntamos: “quando é que conseguirei ter um dia normal?”. Esses podem ser explicados com o acordar, fazer tarefas domésticas básicas – como escovar os dentes, tomar café etc. –, sair para trabalhar ou ir à escola, voltar pra casa, jantar, resolver algo e dormir, para que, no dia seguinte, tudo ocorra novamente. A questão é que sempre temos algo imprevisto que “desorganiza” toda a rotina estabelecida e isso nos deixa confusos e um pouco desanimados. Então, como minimizar esses efeitos e, de quebra, não deixar nosso dia a dia virar algo cansativo e entediante?

Planejamento deve ser a palavra de ordem, literalmente! Construir um cronograma, mesmo que mental, pode ser a saída para que seu dia seja mais tranquilo e sua produtividade e eficiência satisfatórias para suas metas pessoais e profissionais. Se não sabemos qual o trabalho da faculdade devemos entregar naquela semana ou quais de nossos projetos estão com o prazo mais curto, a chance de algo não ser finalizado ou ter um resultado adequado é muito grande. Porém, se formos organizados com faculdade e trabalho, mas não tirarmos um tempo para organizar nossa vida pessoal, o cansaço mental começa a aparecer e, num efeito dominó, o rendimento daquilo que você considerava efetivo desmorona.
Confira abaixo algumas dicas para organizar uma semana produtiva e satisfatória:

•Um cronograma semanal pode te ajudar a dar prioridade às coisas urgentes e a não perder nenhum prazo. Nesse planejamento deixe horários vagos para fazer algo que gosta ou passar um tempo com a sua família e amigos. O descanso mental é essencial;

•Mantenha um horário fixo para cada coisa, como acordar, almoçar e ir para os compromissos agendados. Se não for possível cumprir à risca, tente não mudar com frequência ou você não conseguirá planejar todo o resto;

•A frase “o café da manhã é a refeição mais importante do dia” é séria e seu metabolismo funciona muito melhor. Aproveite esse tempo para repassar as coisas que você deve fazer no dia;

•Trabalhar com lista de tarefas garante que você não se esqueça de nada e, caso algo atrase, você conseguirá programar o restante das horas planejadas sem desespero. Além disso, o hábito de anotar tudo o que precisa e o que te pediram, também ajuda a não deixar nada passar batido;

• Comece sempre pelas tarefas que dependam, também, de outras pessoas. Pois, caso elas atrasem, você já tem uma sobra do dia para regularizar o cronograma. Começar pelo mais difícil também pode ser uma boa tática;

•Materiais de leitura para prova ou projetos podem ser lidos no transporte público ou no fim do seu horário de almoço. Fazê-las de última hora são uma péssima ideia, pois você pode não assimilar tudo o que poderia.

Todas as dicas são sugestões para auxiliá-lo no dia a dia, mas lembre-se: o planejamento é muito pessoal! Na Faculdade Flamingo, por exemplo, todos os alunos têm acesso a uma plataforma online com conteúdos, vídeos e trabalhos e podem utilizar a sexta-feira para realizá-los, porque é um dia dedicado à troca de conhecimentos com os nossos professores e monitores que estão prontos a atendê-los caso eles queiram vir à faculdade. “O fato de eu poder utilizar o período de aula da sexta-feira para colocar as matérias, trabalhos e outras coisas em dia, me ajudou a controlar toda a minha programação da semana, adiantar coisas da próxima e ainda poder utilizar o sábado e domingo para fazer algo de lazer, que antes era ocupado por estudos”, conta Caio Henrique Silva de Oliveira, estudante do 3° semestre de Administração da Faculdade Flamingo.

INFORME PUBLICITÁRIO

BLOG COMMENTS POWERED BY DISQUS

Com o apoio da maioria do Congresso, Temer aprovou a Reforma Trabalhista. A partir de amanhã(11/11) ela já poderá ser aplicada. Somente a resistência e a mobilização dos trabalhadores evitará a retirada dos nossos direitos e o fim da aposentadoria.
Venha para a luta!

 Uma comissão de diretores do SinSaudeSP e da
CNTS esteve em Brasília na semana de 27 a 30/11
para reforçar a luta de enti dades sindicais do setor da saúde de
todo o Brasil contra a Lei 13.467/17 (Reforma Trabalhista).
O entendimento da Diretoria do SinSaudeSP é de que conti nuam
em vigor para a categoria todas as cláusulas da Convenção Coleti va
de Trabalho (CCT 2017/2018), válidas até 30/04/2018.
Durante os debates em Brasília o principal tema foi a
inconsti tucionalidade da Lei 13.467/17, uma vez que a mesma
viola os direitos fundamentais dos trabalhadores.

O SEDIN - Sindicato dos Educadores da Infância - vem a público repudiar a reforma da
Previdência proposta pelo governo do presidente Michel Temer. Essa reforma agride e
retira do conjunto dos trabalhadores brasileiros, direitos históricos conquistados e os
penaliza, visando corrigir um rombo financeiro que não foi criado por eles, mas sim,
acarretado pelos desmandos políticos e corrupção que têm ocorrido de forma
escancarada em Brasília, conforme divulga largamente a imprensa. O Brasil vive hoje
uma de suas piores crises econômico-política, com desmonte da saúde, educação,
entre outras áreas, além do sucateamento dos patrimônios públicos por meio da farra
das privatizações.E ISSO NÃO É CULPA DO FUNCIONALISMO PÚBLICO.É resultado
da incompetência do atual governo.
No que refere às professoras e professores, a reforma da Previdência aumenta em dez
anos o tempo de trabalho da categoria. Um verdadeiro absurdo. Profissionais que hoje
se aposentam com 50 anos, pela nova proposta de reforma, só poderão dar entrada em
sua aposentadoria aos 60 anos de idade.
Não menos absurdas são as propagandas televisivas pelas quais o governo federal
defende sua proposta de reforma. Uma delas se refere aos funcionários públicos de
forma pejorativa, insinuando que essa classe de trabalhadoras e trabalhadores é
beneficiada por algum tipo de "privilégios", "moleza", ou ainda "facilidade".
Vale ressaltar que as professoras/es da infância, assim como os demais servidores
públicos, ingressaram em seu cargo de forma legítima, por meio de concurso público.
Estudaram, se prepararam e só puderam concorrer a uma disputada vaga - com outras
centenas ou milhares de pessoas - por estarem aptas/os para ocupá-la. Conquistaram
um cargo no serviço público por mérito e não em função de qualquer tipo de
favorecimento ou apadrinhamento político.
Diferente do setor privado, os funcionários públicos pagam mensalmente, 11% de
previdência, contra os 8% dos trabalhadores do setor privado. Não têm Fundo de
Garantia, portanto, quando desligados do trabalho, não possuem acesso aos direitos
garantidos pela Justiça do Trabalho, que até a aprovação da reforma trabalhista era
gratuita para os empregados do setor privado. Além disso, as ações movidas por
servidores públicos são julgadas pela Justiça comum, que prevê multas de
sucumbência nos casos em que não houve êxito.Isso sem contar que estão expostos ao
julgamento da população, pela falta de governança e recursos adequados em que
muitos são obrigados a trabalhar.
Essas trabalhadoras/es, com seu profissionalismo e compromisso, ajudam o país a
crescer. E no campo da educação a importância da atuação das educadoras/es da
infância, nessa fase do aprendizado das crianças, é indiscutível.
O SEDIN repudia veementemente essa proposta de reforma da Previdência e também
as propagandas veiculadas em rádios e TVs, que ferem a dignidade e a relevância do
trabalho dos funcionários públicos municipais, que atuam na educação e nos demais
setores, e exige que o governo federal a retire da pauta de votação, em respeito a essas
trabalhadoras/es, em defesa dos direitos do funcionalismo e pela cidadania.
Diretoria do SEDIN.

INFORME PUBLICITÁRIO

O compromisso é o maior desafio do estudante à distância (Foto: Divulgação)

Nacional

O uso da Educação à Distância (EAD) no Brasil cresceu pouco mais de 12% em apenas um ano, comparando-se aos anos de 2015 e 2016. Os dados são do Censo EAD.BR, lançadosn no fim do ano passado. Há dois anos, foram mais de 561 mil matrículas em cursos regulamentados totalmente à distância. Em 2015, eram 498 mil alunos adentrando esta modalidade.

O Censo destaca que estes números são subnotificados, porque algumas instituições de ensino optaram por não divulgar seus dados. A professora Elisabete Brihy, diretora do EAD da Universidade Paulista (UNIP), explicou que a tendência de crescimento deve seguir no País. “Existem diferenças grandes em termos de valores, porque é mais acessível, e na flexibilidade de tempo do aluno”, disse.

O diretor acadêmico de EAD da Estácio, Flavio Murilo de Gouvêa, concordou. “É uma modalidade mais democrática, mais acessível e que respeita o tempo de estudo de cada um dos novos alunos”, disse. “O futuro da educação passa, necessariamente, pelas metodologias da educação digital”, projetou.

Para o gestor do ensino superior do Senac EAD, Alcir Vilela Junior, afirmou que a modalidade já é fundamental para o futuro da educação superior no Brasil. “O EAD também traz novas possibilidades mesmo para o ensino presencial, com novas tecnologias, metodologias e abordagens educacionais”, falou.

Apesar da vida atarefada, Elisabete também é estudante EAD. “Curso gastronomia, estou no último semestre. Não é fácil, mas consigo conciliar com mais facilidade do que se fosse presencial”, afirmou.

Rotina e estudos: combinação perfeita na modalidade

O administrador Rubens de Maris Junior é enquadrado num dos casos em que a rotina é corrida. Ele optou por estudar processos gerenciais na Universidade Univeritas/UNG. “Resolvi reciclar conhecimentos, conciliando atividades profissionais com os estudos”, disse. E para quem acha que o EAD não tem o mesmo poder de ensino das disciplinas presenciais, ele destacou que a disciplina é essencial para o aprendizado ser efetivo. “Mas isso também é na sala de aula. Não adianta ficar mexendo no celular e não prestar atenção. É a mesma coisa”, completou Elisabete.

Estudante que não zerou na redação e tem nota superior a 449 no ENEM pode participar (Foto: Reprodução/ProUni)

Nacional

O prazo para comprovação dos dados dos candidatos pré-aprovados na primeira chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) acaba amanhã. A confirmação das informações é requisito para garantir a vaga e deve ser feita na universidade onde o candidato vai estudar.

Os dados dizem respeito ao cadastro e à renda, tanto do candidato quanto de seu grupo familiar e prova de residência. O ProUni oferece bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação de instituições privadas de educação superior. Nesta edição, foram ofertadas 243 mil bolsas, sendo 113.863 integrais e 129.124 parciais.De acordo com o MEC, as bolsas integrais foram destinadas a estudantes com renda per capita de até 1,5 salário mínimo. As bolsas parciais são para os candidatos cuja renda familiar per capita vai até três salários mínimos.

Podem concorrer às bolsas do ProUni brasileiros sem diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017, com nota superior a 450 pontos e que não tenham zerado a redação.
O estudante também deve ter cursado o ensino médio completo em escola pública, ou em instituição privada como bolsista integral, ter alguma deficiência, ser professor da rede pública ou estar enquadrado no perfil de renda exigido pelo programa. A segunda chamada está prevista para 2 de março.

Comprovação para o FIES vai até dia 28

As inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), coordenada pelo Ministério da Educação (MEC), vão até o dia 28 de fevereiro, às 23h59. Os contratos vão seguir as novas regras do programa, aprovadas no ano passado. A previsão do Governo é atender a 310 mil pessoas em 2018.

Os recursos do Fies são destinados a financiar alunos em cursos superiores privados, desde que esses tenham avaliação positiva no MEC. O montante a ser pago depende de vários fatores.

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

or
or