16
Sex, Nov

Informe Publicitário

As promessas do novo governador de São Paulo

Coronel Elias Miler da Silva

Presidente da DEFENDA PM – Associação dos Oficiais Militares do Estado de São Paulo em Defesa da Polícia Militar

O tema “Segurança Pública” ganhou mais destaque nas eleições deste ano do que temas tradicionais como Economia. Não é para menos; vivemos em guerra permanente com saldo de mais de 64.000 mortes violentas todo ano, prisões lotadas, sistema jurídico permissivo que facilita a vida dos criminosos e abre portas de celas devolvendo às ruas gente que deveria permanecer na cadeia.

Tudo isso será resolvido pelos novos Governantes, a julgar pelas promessas de campanha. A conferir.

Nunca antes os policiais militares se envolveram tanto nas eleições. Dezenas de candidatos a deputado federal e estadual, a Senador e a vice-governador.

Terminada a eleição, restaram os compromissos e promessas tanto para a Sociedade quanto para os policiais militares.

Já não há mais espaço para promessas, somente para a esperança e a cobrança.

Fiquemos, primeiro, com a esperança de ver cumpridas as promessas feitas. A sociedade espera que o governador eleito, João Dória Jr, coloque mais Polícia nas ruas implantando seus 17 BAEPs (Batalhão de Ações Especiais de Polícia – no “padrão ROTA”) e adquirindo suas 800 Bases Comunitárias de Segurança; contrate novos policiais militares; abra as delegacias 24 horas por dia e implemente um modelo de gestão integrada das forças de segurança.

Já os policiais militares esperam que seus salários sejam recompostos gradualmente; que seus equipamentos, suas armas, seus uniformes, suas viaturas sejam os melhores do país; que se invista no intercâmbio com as melhores polícias do mundo; e que, conforme foi prometido, não se mexa no sistema de proteção social do policial militar, proporcionando, além disso, uma defesa jurídica – com os melhores advogados – aos policiais militares que se envolverem em ocorrências quando em ações de defesa da Sociedade.

Esperamos que tudo isso realmente aconteça – para o bem da Sociedade e para o bem dos policiais militares. E esperamos que os parlamentares oriundos da Polícia Militar eleitos este ano, sejam aqueles que apoiaram o candidato João Dória Jr, sejam os que estavam apoiando outros candidatos, estejam a postos na Assembleia para lembrá-lo destas promessas.

Que a esperança seja maior que a cobrança. Isso será um sinal de compromisso e mudança na maneira de se fazer política!

INFORME PUBLICITÁRIO

BLOG COMMENTS POWERED BY DISQUS

Empresário terá que usar tornozeleira eletrônica (Foto: Reprodução/Facebook)

Política

O empresário Wesley Batista deixou a carceragem da Polícia Federal, em São Paulo, antes das 3h desta quarta-feir (21). Ele estava preso desde setembro do ano passado.
 

Por ordem do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o irmão de Joesley Batista ficará com tornozeleira eletrônica e poderá responder de casa ao processo em que é acusado de cometer "insider trading", que é o uso de informação privilegiada para lucrar no mercado financeiro.

A decisão do STJ também alcança Joesley que, no entanto, seguirá preso. Contra o empresário há outro pedido de prisão preventiva - este autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por ter supostamente omitido informações de sua delação.

A decisão da Sexta Turma STJ foi apertada, com 3 votos a favor 2 contra a saída dos irmãos da cadeia. Ao final, ficou decidido que, no lugar da prisão, serão aplicadas outras medidas cautelares, como o comparecimento periódico em juízo, a proibição de sair do País e de operar no mercado.

Com o apoio da maioria do Congresso, Temer aprovou a Reforma Trabalhista. A partir de amanhã(11/11) ela já poderá ser aplicada. Somente a resistência e a mobilização dos trabalhadores evitará a retirada dos nossos direitos e o fim da aposentadoria.
Venha para a luta!

 Uma comissão de diretores do SinSaudeSP e da
CNTS esteve em Brasília na semana de 27 a 30/11
para reforçar a luta de enti dades sindicais do setor da saúde de
todo o Brasil contra a Lei 13.467/17 (Reforma Trabalhista).
O entendimento da Diretoria do SinSaudeSP é de que conti nuam
em vigor para a categoria todas as cláusulas da Convenção Coleti va
de Trabalho (CCT 2017/2018), válidas até 30/04/2018.
Durante os debates em Brasília o principal tema foi a
inconsti tucionalidade da Lei 13.467/17, uma vez que a mesma
viola os direitos fundamentais dos trabalhadores.

O SEDIN - Sindicato dos Educadores da Infância - vem a público repudiar a reforma da
Previdência proposta pelo governo do presidente Michel Temer. Essa reforma agride e
retira do conjunto dos trabalhadores brasileiros, direitos históricos conquistados e os
penaliza, visando corrigir um rombo financeiro que não foi criado por eles, mas sim,
acarretado pelos desmandos políticos e corrupção que têm ocorrido de forma
escancarada em Brasília, conforme divulga largamente a imprensa. O Brasil vive hoje
uma de suas piores crises econômico-política, com desmonte da saúde, educação,
entre outras áreas, além do sucateamento dos patrimônios públicos por meio da farra
das privatizações.E ISSO NÃO É CULPA DO FUNCIONALISMO PÚBLICO.É resultado
da incompetência do atual governo.
No que refere às professoras e professores, a reforma da Previdência aumenta em dez
anos o tempo de trabalho da categoria. Um verdadeiro absurdo. Profissionais que hoje
se aposentam com 50 anos, pela nova proposta de reforma, só poderão dar entrada em
sua aposentadoria aos 60 anos de idade.
Não menos absurdas são as propagandas televisivas pelas quais o governo federal
defende sua proposta de reforma. Uma delas se refere aos funcionários públicos de
forma pejorativa, insinuando que essa classe de trabalhadoras e trabalhadores é
beneficiada por algum tipo de "privilégios", "moleza", ou ainda "facilidade".
Vale ressaltar que as professoras/es da infância, assim como os demais servidores
públicos, ingressaram em seu cargo de forma legítima, por meio de concurso público.
Estudaram, se prepararam e só puderam concorrer a uma disputada vaga - com outras
centenas ou milhares de pessoas - por estarem aptas/os para ocupá-la. Conquistaram
um cargo no serviço público por mérito e não em função de qualquer tipo de
favorecimento ou apadrinhamento político.
Diferente do setor privado, os funcionários públicos pagam mensalmente, 11% de
previdência, contra os 8% dos trabalhadores do setor privado. Não têm Fundo de
Garantia, portanto, quando desligados do trabalho, não possuem acesso aos direitos
garantidos pela Justiça do Trabalho, que até a aprovação da reforma trabalhista era
gratuita para os empregados do setor privado. Além disso, as ações movidas por
servidores públicos são julgadas pela Justiça comum, que prevê multas de
sucumbência nos casos em que não houve êxito.Isso sem contar que estão expostos ao
julgamento da população, pela falta de governança e recursos adequados em que
muitos são obrigados a trabalhar.
Essas trabalhadoras/es, com seu profissionalismo e compromisso, ajudam o país a
crescer. E no campo da educação a importância da atuação das educadoras/es da
infância, nessa fase do aprendizado das crianças, é indiscutível.
O SEDIN repudia veementemente essa proposta de reforma da Previdência e também
as propagandas veiculadas em rádios e TVs, que ferem a dignidade e a relevância do
trabalho dos funcionários públicos municipais, que atuam na educação e nos demais
setores, e exige que o governo federal a retire da pauta de votação, em respeito a essas
trabalhadoras/es, em defesa dos direitos do funcionalismo e pela cidadania.
Diretoria do SEDIN.

INFORME PUBLICITÁRIO

Operação cumpre 50 mandados de busca e apreensão, além de sete de prisão temporária (Foto: Arquivo/ABR)

Nacional

A Polícia Federal  deflagrou uma nova fase da Operação Lava Jato nesta quinta-feira, 22, a primeira em 2018. A 48ª etapa, Operação Integração, mira corrupção em concessão de rodovias federais no Estado do Paraná que fazem parte do "Anel da Integração". A ação tem o apoio de servidores da Receita Federal e membros do Ministério Público Federal.

A Integração cumpre 50 mandados de busca e apreensão, além de sete de prisão temporária nos Estados do Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo. Dois suspeitos já foram presos na capital paulista. 

Em nota, a PF informou que detectou, nas investigações da Lava Jato, o uso de estruturas de lavagem de dinheiro para operacionalizar recursos ilícitos pagos a agentes públicos, principalmente por meio dos operadores financeiros Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran (ambos investigados na operação).

Uma das concessionárias usou os serviços de Assad e Tacla Duran para operacionalizar, ocultar e dissimular valores oriundos de atos de corrupção. Dentre os serviços prestados por estes operadores está a viabilização do pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos do DNIT - Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, DER/PR - Departamento de Estradas de Rodagem no Paraná e Casa Civil do Governo do Estado do Paraná

A ação tem por objeto a apuração, dentre outros, dos crimes de corrupção, fraude a licitações e lavagem de ativos.

VEJA NOSSA EDIÇÃO VIRTUAL

Veja nossa edição do dia
La Salle
or
or