App estuda criar opção para usuário ouvir áudio antes de enviá-lo (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

Durante o mês passado, o WhatsApp, em atualizações de teste, mostrou que pretende realizar mudanças em alguns recursos e adicionar outros ao aplicativo. Um dos mais esperados é o aumento de tempo para deletar uma mensagem, pulando dos atuais sete minutos para oito minutos e 16 segundos. No iPhone, esta novidade já chegou.

Outra inovação é a integração com o Reply, do Google, que permite enviar respostas automáticas ao invés de digitar sua própria mensagem. O recurso usa inteligência artificial para ler mensagens e sugerir réplicas por diversos aplicativos, mas no WhatsApp a função fica bastante fluída.

Para quem gosta de conversar por áudio e não curte ficar com o dedo apertando o botão de gravação no aplicativo, essa mudança é bastante comemorada: em versão de testes, é possível travar o botão e tirar o dedo da tela. Mesmo assim, o aplicativo segue gravando sua voz e, no final, envia tudo ao destinatário. O WhatsApp também pretende adicionar um recurso para escutar seus áudios antes que eles cheguem no outro celular.

Os grupos também terão mudanças: será possível, em breve, pesquisar por membros, facilmente, e realizar uma descrição para as conversas. Além do nome e da foto, uma frase pode ser colocada neste espaço

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Versão beta com nova função já está disponível (Foto: Allan White/Fotos Públicas)

Tecnologia

O aplicativo WhatsApp está prestes a ganhar um novo recurso que vai facilitar a vida dos usuários: a seleção e execução de ações em massa nas mensagens. Já é possível testar na versão Beta do serviço e, ao invés de selecionar item por item para marcá-los como lido ou arquivá-los, fica mais fácil aplicar uma ação em todos.

A função faz parte da versão 2.18.160 do WhatsApp Beta, programa de testes do mensageiro. Logo a opção estará disponível no mesmo botão onde é possível visualizar mais informações sobre um contato específico. Com todas as conversas selecionadas, é possível marcá-las como lidas, arquivá-las ou silenciá-las, por exemplo.

Ainda não se tem uma previsão de quando o recurso estará disponível para os usuários comuns. No entanto, não costuma demorar muito: em sua última atualização, o aplicativo passou a permitir o bloqueio do botão que grava mensagens de voz, para que os utilizadores não precisem apertá-lo por muito tempo.

Inicialmente, os testes estão sendo realizados apenas para Android, mas também é comum que os novos recursos sejam incluídos em futuras versões do iOS. As informações são do principal blog de WhatsApp do mundo, o wabetainfo.

Apesar do susto, não é possível instalar um vírus em um smartphone por meio de mensagens pelo WhatsApp (Foto: Reprodução/Facebook)

Tecnologia

Desde a semana passada, uma falha no WhatsApp para Android é utilizada para assustar usuários do Brasil. O “link do esquilo” utiliza uma vulnerabilidade em que o aplicativo não consegue interpretar um conjunto de caracteres ocultos, que é acionada quando o usuário toca no emoji.


A falha não é tão ofensiva quanto andou se espalhando. Não se trata de um supervírus, que poderia inutilizar o aparelho. Basta reiniciar o app que o celular volta ao normal. Para apagar a mensagem, é necessário utilizar o WhatsApp Web (por meio de um PC) ou excluir a conversa por inteiro.


Para evitar problemas com fraudes, porém, recomenda-se estar atento a links compartilhados, seja individualmente ou em grupo. Conforme o programador Ronaldo Prass relatou ao blog Tira-Dúvidas de Tecnologia, o “link do esquilo” não atinge todos os modelos Android e não oferece risco à segurança das informações dos usuários que caírem na brincadeira.

App facilita comunicação entre empresas e consumidores

Tecnologia

O WhatsApp, um dos aplicativos mais utilizados nos celulares dos brasileiros, liberou, na semana passada, a versão Business do mensageiro para usuários do País. O app está disponível para celulares Android e permite a criação de um perfil com endereço físico, horário de funcionamento, e-mail e expõe até  informações de site.

Não é necessário possuir CNPJ ou pagar taxas, já que os recursos pagos e opcionais serão adicionados futuramente. O WhatsApp Business é uma versão voltada para a comunicação entre empresas de pequeno e médio porte com seus clientes..

Para que o estabelecimento entre em contato com o usuário, é necessário que a pessoa forneça o número de celular ou tenha acionado primeiro a empresa por meio do aplicativo.

O WhatsApp Business permite respostas rápidas para perguntas frequentes, saudações apresentando a empresa e avisos automáticos, caso o estabelecimento esteja fora do horário de atendimento.

Ainda não se sabe quando será liberada uma versão para iPhone. O app funciona também no computador, similar ao que ocorre hoje com o WhatsApp Web. Além do Brasil, o aplicativo também funciona nos Estados Unidos, Reino Unido, Indonésia, Itália e México.

Organização Mundial da Saúde desmentiu a existência do caso de H2N3 no Brasil (Foto: Reprodução/ Facebook)

Saúde

Áudio que circula nas redes sociais e aplicativos de smartphones propaga informações inverídicas. O Ministério da Saúde informou que não existe um coletivo do vírus H2N3, um dos tipos do vírus influenza,  no Brasil. Os vírus influenza que circulam no País são o influenza A/H1N1pdm09, A/H3N2 e influenza B. A vacina contra gripe protege contra os três tipos de vírus.

O País possui uma rede de unidades sentinelas para vigilância do influenza, distribuídas em serviços de saúde. Com esta rede, é possível monitorar a circulação do vírus por meio da captação de casos de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave.

(Foto: Arquivo pessoal)

Crimes cometidos no mundo virtual deixam rastros (Foto: Allan White/Fotos Públicas)

Opinião

Ainda me lembro do tempo em que telefone fixo era uma raridade nas residências das famílias da classe média; aqueles que gozavam de condição financeira mais estável até investiam comprando duas ou mais linhas. Vivíamos felizes na era das fichas telefônicas vendidas em cartelinhas da Telesp e das filas nos orelhões públicos.


Na década de 1990, o Brasil foi tomado pela febre do grande avanço no mundo das telecomunicações com a comercialização dos aparelhos celulares Motorola PT-550, conhecidos como tijolões. Os aparelhos foram se modernizando e ficando menores e mais leves, surgindo assim, a geração do 2G e 2,5G dando início à tecnologia digital. No final da década de 1990 e início do ano 2000, a tecnologia evoluiu para a 3G e 3,5G, trazendo maior velocidade à conexão.


A quarta geração da telefonia móvel está a pleno vapor, primando pela velocidade cada vez maior na transmissão de dados via internet. Com a evolução das ferramentas tecnológicas e o surgimento de incalculáveis aplicativos de comunicação a rede virtual passou a dominar o relacionamento entre as pessoas.


Foi necessário ajustar o ordenamento jurídico ao ambiente virtual. Foi editada, assim, a Lei 12.737/12, criando a tipificação dos delitos informáticos. Já em 2014 foi editada a Lei 12.965, intitulada como Marco Civil da Internet, criando princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil. Atualmente vivemos a febre do WhatsApp, aplicativo que foi lançado no Brasil em 2009 para troca de mensagens de texto em tempo real, além de fotos, vídeos e documentos.


A utilização do aplicativo pela grande massa tem causado diversas polêmicas no mundo jurídico, tendo até sido alvo de bloqueios e aplicação de multa por descumprimento de determinações judiciais. Recentemente, a 34ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP firmou o entendimento de que os administradores de grupos de WhatsApp são responsáveis por ofensas proferidas por seus membros, caso não tomem providências para impedir o ilícito, e repressivas, para punir o infrator. Os atos praticados no mundo virtual deixam rastros e poderão ser responsabilizados nos âmbitos cível e criminal.

*Cristiano Medina da Rocha é advogado e professor universitário

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Alckmin é o candidato que mais tem batido na polarização (Foto: José Cruz/ABR/Fotos Públicas)

Nacional

A polarização da disputa presidencial entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) nas eleições 2018, indicada pelas recentes pesquisas de intenção de voto Ibope e Datafolha, tem feito adversários subirem o tom contra os candidatos que lideram a corrida em seus programas de TV e rádio. Nos programas que foram ao ar nesta quinta-feira, 20, os presidenciáveis Geraldo Alckmin (PSDB) e Henrique Meirelles (MDB) fizeram ataques diretos a Bolsonaro e Haddad. "De um lado, a turma de vermelho, que quer o fim da Lava Jato para encobrir o maior caso de corrupção da história; do outro, a turma do preconceito, da intolerância e do ódio a tudo e todos", diz o tucano no programa. Alckmin ainda disse que o Brasil já elegeu "um poste vermelho", em referência a Dilma Rousseff (PT), sucessora indicada por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e que não pode entrar "de novo em uma aventura, de um candidato que se diz o novo", em referência a Fernando Collor (hoje no PTC, que foi presidente pelo PRN). Já Meirelles apostou no discurso de que o Brasil precisa de um governo que imponha confiança. Com recortes de jornais em que mostra notícias relacionadas a Bolsonaro e ao PT, disse que ninguém confia em gente "desequilibrada" ou "corrupta". "Confiança é a chave que abre todas as portas", diz Meirelles. "Quando você pede uma indicação para cuidar dos seus filhos, você pergunta se a pessoa é de confiança. A mesma coisa acontece com o País. As empresas precisam confiar no governo para fazer investimentos, criar empregos. Ou você acha que vão confiar num governo de alguém despreparado, desequilibrado ou corrupto? Claro que não." Terceiro colocado nas pesquisas, Ciro Gomes (PDT) mostrou seu currículo e da proposta de limpar o nome de pessoas negativadas no SPC e Serasa. Atual quinta colocada nos levantamentos, Marina Silva (Rede) falou sobre fazer investimentos na saúde e na educação, ao lado de seu vice Eduardo Jorge (PV).

Mesmo no hospital, presidenciável mantém declarações em tom de campanha (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Há exatos 13 dias Jair Bolsonaro foi transferido da Santa Casa de Juiz de Fora (MG) para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Mas, apesar de um susto aqui e outro ali, o presidenciável está bem ativo, como demonstram os boletins médicos e sua assídua presença nas redes sociais. Ontem, o candidato do PSL agiu rápido e buscou contornar uma declaração de Paulo Guedes, seu conselheiro econômico e nome escolhido para ocupar o Ministério da Fazenda, em caso de vitória do ex-militar. Guedes propôs a criação de um tipo de CPMF, a partir da qual o cidadão pagaria uma taxa sobre qualquer movimentação bancária, que seria destinada ao financiamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Mas, via Twitter, Bolsonaro destacou que sua equipe “trabalha para a redução de carga tributária, desburocratização e desregulamentações. Chega de impostos é nosso lema! Somos e faremos diferente. Esse é o Brasil que queremos”. O posicionamento do candidato vai ao encontro do que pede a sociedade brasileira, que sente o peso de viver no país com a maior carga tributária de toda a América Latina e Caribe. Em 2016, por exemplo, tudo que as três esferas de governo arrecadaram equivaleram a 32,38% do PIB, depois de subir por dois anos consecutivos. Mas, de fato, o novo presidente terá de encarar a questão fiscal do País, que todos comentam, mas que ninguém até agora conseguiu resolver. E o sucessor de Temer não estará imune a isso, pois herdará uma casa desorganizada. Portanto, a ele caberá construir acordos visando a, entre outras coisas, alcançar a estabilidade fiscal. Aumentar impostos pode ser um caminho necessário e o mais fácil. No entanto, não será possível fechar os olhos a temas espinhosos, como previdência, funcionalismo, salário mínimo e, claro, reforma tributária, que certamente, fazem parte da solução.

Ciro Gomes diz rejeitar estratégia e que o “voto útil é um insulto à experiência popular” (Foto: Leo Canabarro/Fotos Públicas)

Opinião

Em muitas eleições há o candidato ideal e o útil. E, nesta, muitos apostam que, no final, o eleitor que ainda não tem o voto consolidado ou que teme um segundo turno polarizado entre PT e Jair Bolsonaro abra mão da paixão, ideologia, apreço ou preferência por determinado candidato (que não tem chance de vencer) e faça uma escolha estratégica e tática na tentativa de evitar a vitória daquele a quem rejeita. Ciro Gomes disse abrir mão desta possibilidade. Segundo ele, “voto útil é insulto à experiência popular”, e disse querer ser eleito por aqueles que o consideram uma saída para o Brasil e não por quem “não queria votar em outro”. Mas esse não é pensamento do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tenta atrair o eleitorado de João Amoêdo (Novo), Henrique Meirelles (MDB), Álvaro Dias (Podemos) e também de Marina Silva (Rede), ao mesmo tempo que faz um chamamento ao voto anti-PT e fustiga a candidatura de Bolsonaro. “A nossa percepção é que Haddad vai para o segundo turno. Já o voto em Bolsonaro não está cristalizado”, disse João Carlos Meirelles, conselheiro próximo de Alckmin, aparentemente alheio às pesquisas, que mostram que os eleitores de Bolsonaro são os mais convictos. Cerca de 70% deles dizem que não mudará sua decisão ou que a escolha é “firme”, segundo o penúltimo Ibope (11 de setembro), número levemente superior ao de Haddad. Mas a estratégia de atacar pesadamente o ex-capitão do Exército e líder nas pesquisas não é consenso nem entre aqueles que conduzem a campanha de Alckmin. Uma ala da coligação quer que os ataques mirem apenas o PT, e não no candidato do PSL. E mesmo Marina briga por seu lugar ao sol. Depois de perder terreno, a acreana vem se colocando como aquela capaz de fazer um governo de transição, com duração de apenas quatro anos e sem direito a reeleição. Se estes discursos vão funcionar é o que se verá nos próximos dias. O certo é que ainda existe um amplo segmento insatisfeito com mais uma eleição marcada pela radicalização e polarização, que sonha com um nome de consenso e capaz de trazer normalidade ao País. Isso seria bastante útil, mas, aparentemente, está cada vez mais difícil.

Candidatos com ideias opostas crescem em pesquisa (Fotos: Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação e Paulo Lopes/AE)

Nacional

O crescimento de Fernando Haddad (PT) na semana que foi oficializado como candidato do PT à Presidência aumentou as chances de um segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e o petista, afirma a diretora executiva do Ibope Inteligência, Marcia Cavallari. Na pesquisa divulgada pelo instituto nesta noite de terça-feira, 18, Haddad cresceu 11 pontos em relação ao levantamento apresentado no último dia 11, indo de 8% para 19% das intenções de voto e se isolando em segundo lugar. Bolsonaro continua liderando o cenário, com 28% - ele tinha 26% há uma semana. "Com esse crescimento de Haddad, a probabilidade de haver segundo turno entre ele e Bolsonaro aumentou significativamente, embora não se possa descartar totalmente outros cenários", disse Marcia Cavallari ao Estadão/Broadcast Político. No cenário em que os dois se enfrentam na segunda etapa da eleição, há um empate: 40% a 40%. O Ibope ouviu 2.506 eleitores de 16 a 18 de setembro em 177 municípios. A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09678/2018.
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