Wagner vai enfrentar pai e filha no décimo paredão do BBB (Foto: Divulgação/ TV Globo)

Fora dos Trilhos

O público decide, nesta terça-feira, 03, à noite, quem deve ser o décimo eliminado do Big Brother Brasil 18. E a disputa é entre os populares Wagner e Família Lima, em paredão duplo, já que Ana Clara e Ayrton valem como apenas um participante.

Esta semana, quem decidiu os rumos da votação foram Jéssica e Breno. Enquanto Viegas já tinha três indicações, eles acabaram apontando para pai e filha. Uma das justificativas é a de que o músico ficou por 24 horas na prova do líder, desistindo apenas porque Breno, que formava dupla com ele, não resistiu ao cansaço.

Depois de ficar bastante irritada com os votos, principalmente o de Jéssica, Ana Clara foi consolada por Gleici e Paula e se acalmou. A noite de paredão teve, ainda, Wagner e Viegas discutindo e Ayrton admitindo que, agora, votaria no sírio Kaysar, se tiver oportunidade

O gringo aproveitou a noite para levar Jéssica ao quarto do líder. A certa altura, ele beijou o pescoço da personal trainer. “Está bom assim?”, questionou. “Está”, respondeu a moça.

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Superfaturamento pode superar R$ 450 milhões, segundo a PF (Foto: José Cruz/ABR)

Nacional

O ex-governador da Bahia Jaques Wagner (PT) está entre os investigados da Operação Cartão Vermelho, deflagrada nesta segunda-feira, 26, pela Polícia Federal para investigar possíveis irregularidades em contratos envolvendo as obras do Estádio Arena Fonte Nova, em Salvador, na Bahia.Um dos mandados de busca e apreensão foram feitos em sua casa, localizada em Salvador, informou por meio de nota o Partido dos Trabalhadores.

A Superintendência da Polícia Federal na Bahia informou que o ex-governador teria recebido R$ 82 milhões dos cerca de R$ 450 milhões desviados de obras da Arena Fonte Nova. 

Em nota, o PT classificou o episódio como “invasão”, relacionando-o ao que chama de “campanha de perseguição contra o Partido dos Trabalhadores e suas principais lideranças”.

De acordo com a PF, há suspeitas de irregularidades em contratos envolvendo serviços de demolição, reconstrução e gestão do estádio. Um laudo pericial da PF informa que o caso pode ter resultado em um superfaturamento que, em valores corrigidos, superaria R$ 450 milhões.

Segundo a Polícia Federal, grande parte desses recursos teve como destino o pagamento de propina e financiamento de campanhas eleitorais. Ao todo, sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos em órgãos públicos, empresas e endereços residenciais dos envolvidos no esquema criminoso.

As suspeitas são de que, na prestação desses serviços, foram cometidas irregularidades como fraude em licitação, superfaturamento, desvio de verbas públicas, corrupção e lavagem de dinheiro.

Na nota divulgada há pouco pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR), a senadora diz que “a sociedade brasileira está cada vez mais consciente de que setores do sistema judicial abusam da autoridade para tentar criminalizar o PT e até os advogados que defendem nossas lideranças e denunciam a politização do Judiciário”.

De acordo com apurações feitas pela PF, as irregularidades beneficiaram o consórcio Fonte Nova Participações (FNP) – formado pelas empresas Odebrecht e OAS. Os mandados foram expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com o objetivo de localizar e apreender “provas complementares dos desvios nas contratações públicas, do pagamento de propinas e da lavagem de dinheiro”.

*Matéria atualizada às 16h03

Caruso se envolveu em discussão na casa (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Após a eliminação de Patrícia na terça-feira, 13, os ânimos seguiram acirrados na casa. Quem achou que participantes do Grupo dos Sete (agora apenas três) iriam rever seus conceitos, se enganou. Logo depois da saída de uma das mentoras da combinação de votos nas primeiras semanas, Caruso foi tirar satisfação com Ana Clara, dizendo que ela não tem humildade.

A ruiva não gostou e uma discussão se iniciou na cozinha. “Eu já falei mais de uma vez que não gosto do seu tom”. Ele disse que ela “torceu o nariz” depois da briga dele com Ayrton, pai de Ana, o chamando de “bunda mole”.

Caruso,Patrícia e Diego eram integrantes do Grupo dos Sete (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fora dos Trilhos

O castigo chegou para os principais articuladores de votos desta edição do Big Brother Brasil. Depois de conseguirem mandar Mahmoud, Gleici e Paula, os três do grupo que não combinaram indicações até aqui, para o paredão, hoje se enfrentam na berlinda Patrícia, Diego e Caruso.

Se somente o público das redes sociais votasse, a única mulher indicada seria a eliminada. Ela foi colocada na guilhotina pela favorita ao prêmio, Gleici, com quem teve uma forte discussão.

Apesar disso, nesse paredão ninguém deve passar ileso: Diego fez várias contas e formulou várias combinações de berlinda. Caruso, com seu jeitão desafiador, já brigou com boa parte dos participantes e também irritou os telespectadores.

Paula falou que não tomou banho e Ana Clara encarou como indireta (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

Fora dos Trilhos

As amigas Paula e Ana Clara surpreenderam, na madrugada desta quinta,8, e discutiram pela primeira vez desde o início do Big Brother Brasil. Não ficou claro como a chateação começou, mas a estudante de jornalismo estava falando sozinha na cozinha, quando Paula entrou e disse que nem tinha tomado banho.

Ana Clara interpretou que, ao dizer que estava sem tomar banho, a sister quis zombar do fato que Ayrton pede várias vezes ao dia para que ela faça sua higiene pessoal. “Você está se expondo e me expondo”, respondeu a empresária. Depois da discussão, as duas voltaram a se falar e foram dançar na festa.

Paula e Mahmoud tentam sobreviver a paredão triplo (Paulo Belote/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Depois de errar no cálculo e colocar-se no paredão com duas amigas, Paula e Gleici, Mahmoud tenta ficar, nesta terça, 06, na casa. Acontece que a votação de domingo foi aberta e o rapaz, um dos últimos a indicar sua escolha, não percebeu que haveria empate entre ele, a acreana e Diego e acabou votando em Wagner.

Como a líder é Patrícia, aliada do escritor, obviamente não colocou o amigo na berlinda.

Os brothers acreditam que dois participantes serão eliminados hoje à noite, mas apenas o mais votado sairá da casa. O com menor número irá para um quarto separado e voltará podendo indicar qualquer colega ao próximo paredão.

Após a indicação, Diego comemorou com Caruso. “Deu certo”, gritou enquanto o abraçava. Patrícia também aproveitou e pulou na cama do líder, festejando que a combinação funcionou. Kaysar votou em Gleici e foi criticado por não combinar votos

Shopping será no centro do autódromo (Foto: Bruno Rocha/Fotoarena/AE)

Cidade

O autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, deverá ganhar um novo bairro com prédios residenciais, um complexo empresarial com escritórios e hotéis e até um shopping no meio do circuito da Fórmula 1. 

Esses são os negócios imobiliários que a Prefeitura propõe liberar para a empresa que comprar o autódromo para valorizar a venda do espaço.
A gestão destinou, ao todo, três diferentes áreas que ocupam, juntas, 14% dos 960 mil m² do autódromo para que o futuro dono de Interlagos promova seus negócios.

A proposta permitirá a construção de até 480 mil m², o equivalente a quatro edifícios como o Copan, prédio emblemático no Centro da Capital, com torres sem limite de altura. A maior área, de 70 mil m², é a do atual kartódromo Ayrton Senna, que deverá virar um bairro com cerca de 25 prédios.

O espaço em Interlagos é o maior ativo público na lista de privatizações da gestão do prefeito João Doria (PSDB). 

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Alckmin é o candidato que mais tem batido na polarização (Foto: José Cruz/ABR/Fotos Públicas)

Nacional

A polarização da disputa presidencial entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) nas eleições 2018, indicada pelas recentes pesquisas de intenção de voto Ibope e Datafolha, tem feito adversários subirem o tom contra os candidatos que lideram a corrida em seus programas de TV e rádio. Nos programas que foram ao ar nesta quinta-feira, 20, os presidenciáveis Geraldo Alckmin (PSDB) e Henrique Meirelles (MDB) fizeram ataques diretos a Bolsonaro e Haddad. "De um lado, a turma de vermelho, que quer o fim da Lava Jato para encobrir o maior caso de corrupção da história; do outro, a turma do preconceito, da intolerância e do ódio a tudo e todos", diz o tucano no programa. Alckmin ainda disse que o Brasil já elegeu "um poste vermelho", em referência a Dilma Rousseff (PT), sucessora indicada por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e que não pode entrar "de novo em uma aventura, de um candidato que se diz o novo", em referência a Fernando Collor (hoje no PTC, que foi presidente pelo PRN). Já Meirelles apostou no discurso de que o Brasil precisa de um governo que imponha confiança. Com recortes de jornais em que mostra notícias relacionadas a Bolsonaro e ao PT, disse que ninguém confia em gente "desequilibrada" ou "corrupta". "Confiança é a chave que abre todas as portas", diz Meirelles. "Quando você pede uma indicação para cuidar dos seus filhos, você pergunta se a pessoa é de confiança. A mesma coisa acontece com o País. As empresas precisam confiar no governo para fazer investimentos, criar empregos. Ou você acha que vão confiar num governo de alguém despreparado, desequilibrado ou corrupto? Claro que não." Terceiro colocado nas pesquisas, Ciro Gomes (PDT) mostrou seu currículo e da proposta de limpar o nome de pessoas negativadas no SPC e Serasa. Atual quinta colocada nos levantamentos, Marina Silva (Rede) falou sobre fazer investimentos na saúde e na educação, ao lado de seu vice Eduardo Jorge (PV).

Mesmo no hospital, presidenciável mantém declarações em tom de campanha (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Há exatos 13 dias Jair Bolsonaro foi transferido da Santa Casa de Juiz de Fora (MG) para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Mas, apesar de um susto aqui e outro ali, o presidenciável está bem ativo, como demonstram os boletins médicos e sua assídua presença nas redes sociais. Ontem, o candidato do PSL agiu rápido e buscou contornar uma declaração de Paulo Guedes, seu conselheiro econômico e nome escolhido para ocupar o Ministério da Fazenda, em caso de vitória do ex-militar. Guedes propôs a criação de um tipo de CPMF, a partir da qual o cidadão pagaria uma taxa sobre qualquer movimentação bancária, que seria destinada ao financiamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Mas, via Twitter, Bolsonaro destacou que sua equipe “trabalha para a redução de carga tributária, desburocratização e desregulamentações. Chega de impostos é nosso lema! Somos e faremos diferente. Esse é o Brasil que queremos”. O posicionamento do candidato vai ao encontro do que pede a sociedade brasileira, que sente o peso de viver no país com a maior carga tributária de toda a América Latina e Caribe. Em 2016, por exemplo, tudo que as três esferas de governo arrecadaram equivaleram a 32,38% do PIB, depois de subir por dois anos consecutivos. Mas, de fato, o novo presidente terá de encarar a questão fiscal do País, que todos comentam, mas que ninguém até agora conseguiu resolver. E o sucessor de Temer não estará imune a isso, pois herdará uma casa desorganizada. Portanto, a ele caberá construir acordos visando a, entre outras coisas, alcançar a estabilidade fiscal. Aumentar impostos pode ser um caminho necessário e o mais fácil. No entanto, não será possível fechar os olhos a temas espinhosos, como previdência, funcionalismo, salário mínimo e, claro, reforma tributária, que certamente, fazem parte da solução.

Ciro Gomes diz rejeitar estratégia e que o “voto útil é um insulto à experiência popular” (Foto: Leo Canabarro/Fotos Públicas)

Opinião

Em muitas eleições há o candidato ideal e o útil. E, nesta, muitos apostam que, no final, o eleitor que ainda não tem o voto consolidado ou que teme um segundo turno polarizado entre PT e Jair Bolsonaro abra mão da paixão, ideologia, apreço ou preferência por determinado candidato (que não tem chance de vencer) e faça uma escolha estratégica e tática na tentativa de evitar a vitória daquele a quem rejeita. Ciro Gomes disse abrir mão desta possibilidade. Segundo ele, “voto útil é insulto à experiência popular”, e disse querer ser eleito por aqueles que o consideram uma saída para o Brasil e não por quem “não queria votar em outro”. Mas esse não é pensamento do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tenta atrair o eleitorado de João Amoêdo (Novo), Henrique Meirelles (MDB), Álvaro Dias (Podemos) e também de Marina Silva (Rede), ao mesmo tempo que faz um chamamento ao voto anti-PT e fustiga a candidatura de Bolsonaro. “A nossa percepção é que Haddad vai para o segundo turno. Já o voto em Bolsonaro não está cristalizado”, disse João Carlos Meirelles, conselheiro próximo de Alckmin, aparentemente alheio às pesquisas, que mostram que os eleitores de Bolsonaro são os mais convictos. Cerca de 70% deles dizem que não mudará sua decisão ou que a escolha é “firme”, segundo o penúltimo Ibope (11 de setembro), número levemente superior ao de Haddad. Mas a estratégia de atacar pesadamente o ex-capitão do Exército e líder nas pesquisas não é consenso nem entre aqueles que conduzem a campanha de Alckmin. Uma ala da coligação quer que os ataques mirem apenas o PT, e não no candidato do PSL. E mesmo Marina briga por seu lugar ao sol. Depois de perder terreno, a acreana vem se colocando como aquela capaz de fazer um governo de transição, com duração de apenas quatro anos e sem direito a reeleição. Se estes discursos vão funcionar é o que se verá nos próximos dias. O certo é que ainda existe um amplo segmento insatisfeito com mais uma eleição marcada pela radicalização e polarização, que sonha com um nome de consenso e capaz de trazer normalidade ao País. Isso seria bastante útil, mas, aparentemente, está cada vez mais difícil.

Candidatos com ideias opostas crescem em pesquisa (Fotos: Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação e Paulo Lopes/AE)

Nacional

O crescimento de Fernando Haddad (PT) na semana que foi oficializado como candidato do PT à Presidência aumentou as chances de um segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e o petista, afirma a diretora executiva do Ibope Inteligência, Marcia Cavallari. Na pesquisa divulgada pelo instituto nesta noite de terça-feira, 18, Haddad cresceu 11 pontos em relação ao levantamento apresentado no último dia 11, indo de 8% para 19% das intenções de voto e se isolando em segundo lugar. Bolsonaro continua liderando o cenário, com 28% - ele tinha 26% há uma semana. "Com esse crescimento de Haddad, a probabilidade de haver segundo turno entre ele e Bolsonaro aumentou significativamente, embora não se possa descartar totalmente outros cenários", disse Marcia Cavallari ao Estadão/Broadcast Político. No cenário em que os dois se enfrentam na segunda etapa da eleição, há um empate: 40% a 40%. O Ibope ouviu 2.506 eleitores de 16 a 18 de setembro em 177 municípios. A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09678/2018.
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