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Sex, Nov

Wagner vai enfrentar pai e filha no décimo paredão do BBB (Foto: Divulgação/ TV Globo)

Fora dos Trilhos

O público decide, nesta terça-feira, 03, à noite, quem deve ser o décimo eliminado do Big Brother Brasil 18. E a disputa é entre os populares Wagner e Família Lima, em paredão duplo, já que Ana Clara e Ayrton valem como apenas um participante.

Esta semana, quem decidiu os rumos da votação foram Jéssica e Breno. Enquanto Viegas já tinha três indicações, eles acabaram apontando para pai e filha. Uma das justificativas é a de que o músico ficou por 24 horas na prova do líder, desistindo apenas porque Breno, que formava dupla com ele, não resistiu ao cansaço.

Depois de ficar bastante irritada com os votos, principalmente o de Jéssica, Ana Clara foi consolada por Gleici e Paula e se acalmou. A noite de paredão teve, ainda, Wagner e Viegas discutindo e Ayrton admitindo que, agora, votaria no sírio Kaysar, se tiver oportunidade

O gringo aproveitou a noite para levar Jéssica ao quarto do líder. A certa altura, ele beijou o pescoço da personal trainer. “Está bom assim?”, questionou. “Está”, respondeu a moça.

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Superfaturamento pode superar R$ 450 milhões, segundo a PF (Foto: José Cruz/ABR)

Nacional

O ex-governador da Bahia Jaques Wagner (PT) está entre os investigados da Operação Cartão Vermelho, deflagrada nesta segunda-feira, 26, pela Polícia Federal para investigar possíveis irregularidades em contratos envolvendo as obras do Estádio Arena Fonte Nova, em Salvador, na Bahia.Um dos mandados de busca e apreensão foram feitos em sua casa, localizada em Salvador, informou por meio de nota o Partido dos Trabalhadores.

A Superintendência da Polícia Federal na Bahia informou que o ex-governador teria recebido R$ 82 milhões dos cerca de R$ 450 milhões desviados de obras da Arena Fonte Nova. 

Em nota, o PT classificou o episódio como “invasão”, relacionando-o ao que chama de “campanha de perseguição contra o Partido dos Trabalhadores e suas principais lideranças”.

De acordo com a PF, há suspeitas de irregularidades em contratos envolvendo serviços de demolição, reconstrução e gestão do estádio. Um laudo pericial da PF informa que o caso pode ter resultado em um superfaturamento que, em valores corrigidos, superaria R$ 450 milhões.

Segundo a Polícia Federal, grande parte desses recursos teve como destino o pagamento de propina e financiamento de campanhas eleitorais. Ao todo, sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos em órgãos públicos, empresas e endereços residenciais dos envolvidos no esquema criminoso.

As suspeitas são de que, na prestação desses serviços, foram cometidas irregularidades como fraude em licitação, superfaturamento, desvio de verbas públicas, corrupção e lavagem de dinheiro.

Na nota divulgada há pouco pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR), a senadora diz que “a sociedade brasileira está cada vez mais consciente de que setores do sistema judicial abusam da autoridade para tentar criminalizar o PT e até os advogados que defendem nossas lideranças e denunciam a politização do Judiciário”.

De acordo com apurações feitas pela PF, as irregularidades beneficiaram o consórcio Fonte Nova Participações (FNP) – formado pelas empresas Odebrecht e OAS. Os mandados foram expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com o objetivo de localizar e apreender “provas complementares dos desvios nas contratações públicas, do pagamento de propinas e da lavagem de dinheiro”.

*Matéria atualizada às 16h03

Caruso se envolveu em discussão na casa (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Após a eliminação de Patrícia na terça-feira, 13, os ânimos seguiram acirrados na casa. Quem achou que participantes do Grupo dos Sete (agora apenas três) iriam rever seus conceitos, se enganou. Logo depois da saída de uma das mentoras da combinação de votos nas primeiras semanas, Caruso foi tirar satisfação com Ana Clara, dizendo que ela não tem humildade.

A ruiva não gostou e uma discussão se iniciou na cozinha. “Eu já falei mais de uma vez que não gosto do seu tom”. Ele disse que ela “torceu o nariz” depois da briga dele com Ayrton, pai de Ana, o chamando de “bunda mole”.

Caruso,Patrícia e Diego eram integrantes do Grupo dos Sete (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fora dos Trilhos

O castigo chegou para os principais articuladores de votos desta edição do Big Brother Brasil. Depois de conseguirem mandar Mahmoud, Gleici e Paula, os três do grupo que não combinaram indicações até aqui, para o paredão, hoje se enfrentam na berlinda Patrícia, Diego e Caruso.

Se somente o público das redes sociais votasse, a única mulher indicada seria a eliminada. Ela foi colocada na guilhotina pela favorita ao prêmio, Gleici, com quem teve uma forte discussão.

Apesar disso, nesse paredão ninguém deve passar ileso: Diego fez várias contas e formulou várias combinações de berlinda. Caruso, com seu jeitão desafiador, já brigou com boa parte dos participantes e também irritou os telespectadores.

Paula falou que não tomou banho e Ana Clara encarou como indireta (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

Fora dos Trilhos

As amigas Paula e Ana Clara surpreenderam, na madrugada desta quinta,8, e discutiram pela primeira vez desde o início do Big Brother Brasil. Não ficou claro como a chateação começou, mas a estudante de jornalismo estava falando sozinha na cozinha, quando Paula entrou e disse que nem tinha tomado banho.

Ana Clara interpretou que, ao dizer que estava sem tomar banho, a sister quis zombar do fato que Ayrton pede várias vezes ao dia para que ela faça sua higiene pessoal. “Você está se expondo e me expondo”, respondeu a empresária. Depois da discussão, as duas voltaram a se falar e foram dançar na festa.

Paula e Mahmoud tentam sobreviver a paredão triplo (Paulo Belote/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Depois de errar no cálculo e colocar-se no paredão com duas amigas, Paula e Gleici, Mahmoud tenta ficar, nesta terça, 06, na casa. Acontece que a votação de domingo foi aberta e o rapaz, um dos últimos a indicar sua escolha, não percebeu que haveria empate entre ele, a acreana e Diego e acabou votando em Wagner.

Como a líder é Patrícia, aliada do escritor, obviamente não colocou o amigo na berlinda.

Os brothers acreditam que dois participantes serão eliminados hoje à noite, mas apenas o mais votado sairá da casa. O com menor número irá para um quarto separado e voltará podendo indicar qualquer colega ao próximo paredão.

Após a indicação, Diego comemorou com Caruso. “Deu certo”, gritou enquanto o abraçava. Patrícia também aproveitou e pulou na cama do líder, festejando que a combinação funcionou. Kaysar votou em Gleici e foi criticado por não combinar votos

Shopping será no centro do autódromo (Foto: Bruno Rocha/Fotoarena/AE)

Cidade

O autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, deverá ganhar um novo bairro com prédios residenciais, um complexo empresarial com escritórios e hotéis e até um shopping no meio do circuito da Fórmula 1. 

Esses são os negócios imobiliários que a Prefeitura propõe liberar para a empresa que comprar o autódromo para valorizar a venda do espaço.
A gestão destinou, ao todo, três diferentes áreas que ocupam, juntas, 14% dos 960 mil m² do autódromo para que o futuro dono de Interlagos promova seus negócios.

A proposta permitirá a construção de até 480 mil m², o equivalente a quatro edifícios como o Copan, prédio emblemático no Centro da Capital, com torres sem limite de altura. A maior área, de 70 mil m², é a do atual kartódromo Ayrton Senna, que deverá virar um bairro com cerca de 25 prédios.

O espaço em Interlagos é o maior ativo público na lista de privatizações da gestão do prefeito João Doria (PSDB). 

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Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

A solução dos problemas começa com um diálogo franco e aberto. Daí ser louvável a reunião agendada para hoje, em Brasília, entre o presidente eleito Jair Bolsonaro e os 27 novos governadores do País. Todos eles têm um grande desafio pela frente, mas, evidentemente, se trabalharem em parceria, e não boicotando o que pode ser bom para o Brasil, haverá grande chance de que os remédios necessários sejam encontrados e o trabalho seja bem feito. Os futuros chefes do Executivo estadual têm muito a contribuir com o presidente eleito. E, politicamente, também têm muito a ganhar, quando o projeto deste novo Brasil der certo. Percebe-se que, aos poucos, as nuvens negras de uma campanha desgastante vão se dissipando, a razão começa a prevalecer e, ao invés de torcer contra, é cada vez maior o número daqueles que preferem alimentar a esperança que a descrença. Aliás, uma célebre frase do escritor latino Públio Siro, diz que “quem perdeu a confiança não tem mais o que perder.” A hora não é para isso. Na verdade, o momento pede que se dê crédito aos novos condutores da Nação e que se guardem as pedras previamente preparadas para serem jogadas na vidraça. E muitos dos novos governadores estão dispostos a ajudar Bolsonaro, inclusive na aprovação da reforma da Previdência, essencial para o ajuste das contas públicas do País. Por sua vez, a maioria das Unidades da Federação também está com suas contas no vermelho, por gastarem mais do que arrecadam, e esperam suporte da União para manter a máquina funcionando. Relatório do Tesouro Nacional, por exemplo, apontou que 16 Estados mais o DF descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal no ano passado, ao destinar mais de 60% da receita para o pagamento de salários e aposentadorias. Assim, sobra cada vez menos para serviços básicos, como segurança e educação. Os problemas são complexos, daí a necessidade do diálogo e da busca por novas perspectivas. E a reunião de hoje em Brasília, com Bolsonaro e os governadores, oferece exatamente esta oportunidade. Desde agora, a capacidade de cada um deles estará colocada à prova, mas já começam bem, buscando o apoio e o entendimento mútuo, ao invés da divisão pura e simples. No final, quem ganha mesmo com isso é o Brasil e os brasileiros. Ainda bem!
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Colunistas

Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

Opinião

O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

Opinião