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Seg, Nov

Ingresso mais barato custa R$ 50 (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

A 4ª edição da série Concertos Brasileiros, da ACTC - Casa do Coração será encerrada pelo cantor, compositor e violonista Toquinho no dia 23 de outubro, terça-feira, às 21h, no Teatro Renault (Av. Brigadeiro Luís Antonio, 411 – Bela Vista), em São Paulo.

Os ingressos já estão à venda na sede da ACTC – Casa do Coração (Rua Oscar Freire, 1463 – Pinheiros) ou pelos telefones (11) 3088-7454 / 3088-2286, custando entre R$ 50 e R$ 150. A renda obtida na bilheteria será integralmente destinada a subsidiar parte das despesas da associação.

Consolidada no calendário musical de São Paulo, a série contempla a música instrumental brasileira por meio de artistas de reconhecida trajetória e diferentes estilos, reconhecidos nacional e internacionalmente. Dentre as atrações que já se apresentaram pelo projeto estão André Mehmari, Quarteto Choronas, Yamandu Costa, Grupo Pau Brasil, Barbatuques, Banda Mantiqueira e Hamilton de Holanda, entre outros.

“Em sua quarta edição, a série Concertos Brasileiros é reconhecida pelo público e por nossos apoiadores como difusora da música instrumental brasileira. Também representa uma importante ação de divulgação de nossa causa e de ampliação de receitas para viabilizar o cumprimento de nossa missão”, afirma Regina Amuri Varga, coordenadora da ACTC – Casa do Coração.

Toquinho prossegue em seus projetos mostrando técnica e sensibilidade em sua aquarela de sons e harmonias, que conquistam plateias de todas as idades. Nesta apresentação pela série Concertos Brasileiros, será acompanhado por Proveta (sax e clarinete), Pepa D’Elia (bateria) e Ivani Sabino (baixo elétrico).

Em 2017 excursionou mais uma vez com sucesso por Espanha, Itália, Argentina e Uruguai (ao lado de Maria Creuza, Selma Hernandes e Berta Rojas), além de repetir o sucesso das recentes turnês pelo Brasil com Ivan Lins e MPB4.

Em dezembro de 2017 lançou o DVD Toquinho – 50 Anos de Carreira, com participações de Paulo Ricardo, Mutinho, Tiê, Anna Setton e Verônica Ferriani. Este ano, além de apresentações na Itália e Portugal, dá sequência à turnê brasileira em comemoração aos seus 50 anos de carreira.

Paulistano do Bom Retiro, Antonio Pecci Filho teve aulas com Paulinho Nogueira (primeiros e principais acordes), Isaías Sávio (violão erudito) e Léo Peracchi (orquestração). Influenciado por nomes como Baden Powell, Edgard Gianullo e Oscar Castro Neves, gravou cerca de 85 discos, compôs mais de 500 músicas – entre elas “Aquarela”, “Tarde em Itapuã”, “O Pato”, “A Casa”, “Que Maravilha” e “Samba Pra Vinicius” – e fez cerca de 10 mil shows pelo Brasil e pelo exterior.

Vinícius de Moraes, Chico Buarque, Jorge Ben Jor, Paulinho da Viola, Francis Hime, Mutinho, Carlinhos Vergueiro, Roberto Menescal, João Bosco, Quarteto em Cy, Gianfrancesco Guarnieri, Elifas Andreato e Paulo César Pinheiro são alguns dos parceiros que estiveram a seu lado ao longo da estrada.

ACTC Casa do Coração

Organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que atende crianças e adolescentes que apresentam quadro clínico de cardiopatia grave, oferecendo hospedagem, alimentação e atendimento interdisciplinar para pacientes e acompanhantes não residentes na cidade de São Paulo, beneficiários do Sistema Único de Saúde e que estejam em tratamento nos principais centros médicos que atendam alta complexidade.

Foi fundada em 1994, por iniciativa do Prof. Dr. Miguel Barbero Marcial, chefe da equipe de cirurgia cardíaca do Instituto do Coração – InCor (HC – FMUSP), com ajuda e participação de médicos especialistas na área de cardiologia, empresários e voluntários.

Desde então, já atendeu mais de 350 mil pacientes, entre usuários em atendimento integral e diário. A associação é mantida por doações de pessoas físicas e jurídicas. O serviço é totalmente gratuito e atualmente, além do InCor, também tem como hospital oficial o Hospital do Coração - HCor.

TOQUINHO - TEATRO RENAULT

Terça, 23 de outubro, 21h.
Av. Brigadeiro Luis Antonio, 411 - Bela Vista
Ingressos: R$ 50 a R$ 150
Informações: www.actc.org.br | 11 3088-7454
Acessibilidade. Ar condicionado.
Capacidade: 1500 lugares.
 

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Show faz parte da divulgação do álbum “Vem K Vem K V” (Ronaldo Sena/ Divulgação)

Fora dos Trilhos

A cantora e compositora MariElle retorna ao Mirante 9 de Julho para mais uma apresentação neste domingo, 28, a partir das 17h. O show é gratuito e faz parte da divulgação do álbum “Vem K Vem K V”, disponível em todas as plataformas digitais há alguns meses.

 No repertório, MariElle apresenta as faixas autorais “Coragem e Fé” “Mau Caminho", "Eu sou de Mim" e "Talvez Nua", entre outras. As letras falam sobre superação, experiências pessoais, relacionamentos e empoderamento feminino.

 MariElle é uma artista que não se prende a estilos musicais ou rótulos. Por isso, o álbum “Vem K Vem K V” é uma mistura de Rock, Reggae, Pop e ritmos brasileiros.

 Além das canções próprias, a cantora apresenta algumas versões de hits como: Havana, Pagode Russo, Valerie, Sombra da Maldade, Quero que tu vá.

Serviço:

MariElle no Mirante 9 de Julho
Onde: Mirante 9 de Julho (R. Carlos Comenale, s/n - Bela Vista, SP)
Entrada Gratuita
Data e horário: domingo, dia 28 de outubro, às 17h.
Mais informações: http://mirante.art.br/

Músico faz releitura de artistas consagrados como Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Raul Seixas, entre outros (Foto: Victor Soldano/Divulgação)

Fora dos Trilhos

De maneira dançante e alegre, o swing e balanço da Música Preta Brasileira marca presença no Sesc Avenida Paulista com o show de lançamento do disco 'Zé'. Conhecido por sua voz marcante, ele traz em suas canções uma atualização de suas raízes no qual foram construídas ao longo dos seus 20 anos de carreira.

O show que acontece na sexta-feira (26/10) apresenta a sonoridade contemporânea dos bailes periféricos trazidas até os dias de hoje. Além das músicas autorais que falam de amor e situações cotidianas o cantor traz releituras de alguns artistas populares como:  Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Raul Seixas, Criolo, Jorge Ben e  conta com a participação de Max de Castro.

 A centrifuga sonora e potencia da banda para o show de lançamento, traz em sua formação: Bruninho Marques( bateria), China Cunha (Percussão), Davi Índio (contrabaixo, acústico e elétrico), Rafa Moraes (guitarra, violão, violão dobro e cavaquinho), Tércio Guimaraes (teclado, sax e escaleta), Gustavo Sousa  (trompete) e Fábio Oliva (trombone). 

Já a produção do disco e show, fica por conta do talentosíssimo Rafa Moares. Conhecido por trabalhar com artistas como: Elza Soares, Baby Consuelo, Mariana Aydar e muitos outros, Rafa  é quem conduz este caldeirão sonoro.

 Com grandes influencias musicais que vão desde Roberto Carlos, Tim Maia e Luiz Gonzaga à James Brown, Earth Wind and Fire. O artista carrega também a influência do rock com Pink Floyd, The Doors e Rolling Stones.

 Zé Eduardo identifica sua música como Música Preta Brasileira e tem também como influencia.  "Desde pequeno escuto estes artistas, é uma fonte que vem da minha alma, do meu sentido. Estudei musica de canto negro e acho que tem muito disso em mim e nas canções" contou.

 Sobre o disco

 De maneira tranquila e paciente, o disco 'Zé'  foi gravado aos poucos, e pensado de maneira única com arranjos e acordes específicos para cada canção. O trabalho foi produzido e mixado pelo amigo de longa data Rafa Moraes, na Ramo Produtora,  a masterização ficou por conta de Carlos Freitas, da Classic Master, e saiu pelo selo Pôr do Som.

 Realizado de forma coletiva, o álbum com 12 faixas, contou com a participação de vários músicos, são eles: Curumim (bateria na canção ‘De Tanto Amor’), Dalua (conga, shake, pandeiro e tamborim, em ‘Sem Estrela’, de Rodrigo Campos) e shake, talk drum e tamborim (na ‘Ora Doutor’, de Edu Sereno e Dudy Cardoso), Bocato (trombones, na ‘E mais Ninguém’, de Zé Eduardo, Rafa Moraes e Cláudio Pinto), entre tantos outros profissionais feras, como Adriano Trindade, Zé Nigro, Natan Oliveira, Robinho Tavares, Thiago França, Duani Martins, Adriano Mago, Xuxa Levy, Maria Alvim e o próprio Rafa Moraes. 

 “Convidei diversos amigos músicos pra gravar, pensava na canção e já imaginava quem melhor se encaixaria e chamava para participar”, explica Zé Eduardo. “O processo de gravação durou três anos e o clima foi sempre de muita descontração”, complementou Zé Eduardo.

O dialogo entre tradição e modernidade é fortemente representado em suas músicas, onde alguns sambas clássicos foram gravados com poucos instrumentos, valorizando a canção e trazendo a modernidade contemporânea.

 Mais sobre Zé Eduardo

 Zé Eduardo é um daqueles músicos já bem conhecidos na cena paulistana. Estudou canto, em 2008, no Instituto Negra Voz, com o especialista em canto negro Izabeh e atualmente trabalha a conscientização vocal com a fada da voz, Maria Alvim.

 Fundou várias bandas e projetos ao longo dos anos, como o Sambasoul Esporte Clube, em 2007, uma banda bem grande com 11 músicos, e o Fechado Pra Balanço, no ano de 2012. Com ambos chegou a se apresentar em vários locais renomados no cenário musical, como o Teatro Mars, Diquinta, Grazie a Dio e várias unidades do Sesc.

 Serviço:

 Zé Eduardo -  Sexta-feira (26/10)

Horário: 20h30

Sesc Avenida Paulista - Praça Térreo

Tel. de informações: (11) 3170-0800

Ingressos: R$20,00 (inteira)/ R$10,00 (meia)

Venda online a partir de: 12/10 - 12h

Venda nas unidades a partir de: 17/10 - 17h30

Endereço: Avenida Paulista, 119 - Bela Vista - São Paulo

 

Cantora quer ajudar pessoas a se unirem (Foto: Danilo Borges)

Fora dos Trilhos

A cantora Luiza Possi estreou na última terça-feira, 12, a série “Desencalhe com Luiza”, um bate-papo descontraído que auxiliará seguidores dando dicas e conselhos para encontrar um amor.

“A ideia surgiu depois que eu fui na Fátima Bernardes e ela me chamou ao vivo, sem preparo nenhum, para dar conselhos amorosos. Foi sucesso na internet e ficamos mais atentos”, afirmou a cantora ao Metrô News. Quando percebeu que as dicas começaram a funcionar com amigos, decidiu também ajudar seus seguidores. 

“Eu me considero cupido dos meus fãs. Casais já me contaram que colocam o nome de Luiza em suas filhas. Outros se casam com uma música minha. Então sempre me senti cupido”.

Para ajudar Luiza nesta missão, alguns amigos se juntaram a cantora, como: Gabi Amarantos, Ana Clara, Simone, Preta Gil, Gretchen, Jojo Todynho, Fernanda Souza, Thiaguinho, Whindersson Nunes e outros.

“O programa é para ajudar as pessoas, pois muita gente tem dificuldade de se relacionar. Amar é fácil e se relacionar é difícil. Converso com as pessoas e chamo alguns amigos para aconselhá-los”, contou Luiza. 

A série irá ao ar todas as terças, às 20h, no canal do Youtube da cantora. Uma prévia do programa poderá ser vista às segundas no Instagram da Luiza. Cada programa terá um enfoque diferente sobre relacionamentos.

Ela ainda contou que a autoconfiança é fundamental para quem deseja arrumar um (a) namorado (a). 

“Sempre batalhei muito pela minha autoestima e para aceitar a minha imagem. Estive com 20 kg a mais difícil para as pessoas me aceitarem. Eu vivenciei o preconceito e aprendi a me amar. Não era mais uma questão de escolha, eu me amava e vi que eu tinha uma questão muito além da beleza externa e tinha que lutar contra as pessoas, com esse preconceito. Minha autoestima virou algo baseado na pessoa que eu sou”, finalizou. 

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"Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo?", questionou Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos - não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC). O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é "praticamente de escravidão" e questionou a qualidade dos serviços prestados. "Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano", disse Bolsonaro. O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. "O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas", resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos. O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. "Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte", afirmou.

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.
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Colunistas

Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

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O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

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