Caruso,Patrícia e Diego eram integrantes do Grupo dos Sete (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fora dos Trilhos

O castigo chegou para os principais articuladores de votos desta edição do Big Brother Brasil. Depois de conseguirem mandar Mahmoud, Gleici e Paula, os três do grupo que não combinaram indicações até aqui, para o paredão, hoje se enfrentam na berlinda Patrícia, Diego e Caruso.

Se somente o público das redes sociais votasse, a única mulher indicada seria a eliminada. Ela foi colocada na guilhotina pela favorita ao prêmio, Gleici, com quem teve uma forte discussão.

Apesar disso, nesse paredão ninguém deve passar ileso: Diego fez várias contas e formulou várias combinações de berlinda. Caruso, com seu jeitão desafiador, já brigou com boa parte dos participantes e também irritou os telespectadores.

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Empresário ficou muito próximo de Jéssica na casa

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Eliminado do "Big Brother Brasil 18", na terça-feira, 27, o empresário Lucas viveu duas situações constrangedoras após o anúncio de sua saída da casa. Primeiro, logo após ver que sua noiva, Ana Lúcia, não estava na plateia o esperando, o apresentador Tiago Leifert revelou os motivos da sua rejeição junto ao público. “O pessoal não gostou do seu relacionamento com a Jéssica”, disse.

“Eu só quero abraçar a minha mulher”, comentou o ex-participante. Depois, em entrevista à vice-campeã do ano passado, Vivian Amorim, ele recebeu um “bem-casado”, diretamente de Taubaté. Acontece que ele foi comparado à “grávida de Taubaté”, sendo apelidado de “noivo de Taubaté” nas redes sociais. Isso por conta de uma suposta infidelidade do rapaz dentro da casa.

“Você recebeu esse apelido aqui fora”, disse a moça. “Por causa da grávida de Taubaté? Uma coisa falsa, né?”, respondeu ele, cabisbaixo. Enquanto declarava seu amor por Ana Lúcia, ele quase viveu um romance com a loira Jéssica no BBB. Eles não se beijaram na boca, mas trocaram carícias em baixo do edredom.

Diego e Caruso, mentores do “Grupo dos Sete”, ficaram no reality após a disputa contra o Lucas no Paredão.

Caruso é um dos cotados para deixar o reality (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

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A cada paredão do Big Brother Brasil 18, o grupo que dominou a votação nas primeiras indicações do reality vai perdendo força dentro da casa.
Não bastassem as eliminações da bruxinha Ana Paula, com 89% dos votos, e da jornalista Nayara, com 92%, a turma corre o risco de ver mais uma participação encerrada.

Isso porque dois jogadores estão na berlinda: Diego e Caruso, que foram os mentores do Grupo dos Sete. O empresário Lucas também está entre os indicados, mas parece ser coadjuvante neste paredão. Depois da indicação, anteontem, Caruso voltou a discutir com Jéssica, enquanto Lucas se irritou com Kaysar

A tensa noite de eliminação do BBB 18 começa às 22h, horário de Brasília, na Rede Globo.

Silvio tenta entrar em assunto polêmico, mas logo desiste (Foto: Lourival Ribeiro/SBT)

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Silvio Santos recebeu em seu programa o médico Marcos Harter e a modelo Monique Amin, que participaram tanto do BBB como da Fazenda, realities shows da Globo e da Record, respectivamente. A atração da SBT vai ao ar no próximo domingo, 25, a partir das 20h.

Durante o quadro “Jogo das 3 Pistas”, Silvio descobriu que Marcos é um cirurgião plástico e brincou: “Eu vou lá na sua clínica e quero sair parecido com o Tom Cruise”. O apresentador também conversou sobre as polêmicas em que os dois convidados se envolveram nos confinamentos.

Inclusive, Monique contou que manteve um contrato de dois anos com uma emissora após sair de um reality show. “Pagaram para você dois anos sem você fazer nada? ”, indagou Silvio, que também questionou a modelo sobre relacionamentos e a polêmica acerca de um suposto estupro sofrido pela morena dentro do BBB, em 2012. “Você não pode falar, né?”, conformou-se o dono da SBT.

Além dos dois convidados, o apresentador recebeu as modelos Ju Isen, Jéssica Lopes e Erika Canela, bem como, as drag queens Penelopy Jean, Ikaro Kadoshi e Rita Von Hunty, que comandam o programa “Drag Me as a Queen”.

Ikaro aproveitou a participação no quadro “Não Erre a Letra” para agradecer a Silvio: “Se nós estamos apresentando um programa de TV hoje é porque muito tempo atrás um ser humano teve a ousadia de trazer o transformismo, as travestis e as drag queens para o palco de um programa chamado “Show de Calouros”, disse.

“Então, Silvio, muito, muito, muito obrigado! Se não fosse você mostrar para a população brasileira a nossa arte lá atrás, talvez a gente não estivesse aqui hoje”, completou.

 

 

 

Casal Breno e Paula trocaram beijos quentes durante festa no reality show (Foto: Divulgação/TV Globo)

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Mesmo não tendo como tema principal o amor, a festa de quarta-feira, 21, levou um clima romântico ao Big Brother Brasil 18. Os participantes reproduziram uma brincadeira em que levavam um papel, com a boca, entre eles. Gleici, que está com os dois olhos em Wagner, aproveitou para trocar vários selinhos com o affair.


Ambos saíram da festa, a certa altura, e foram para debaixo do edredrom. Não é possível saber se rolou algo a mais ali. Enquanto isso, Mahmoud também não ficou de fora das beijocas. Ele foi com tudo para cima de Caruso e tascou-lhe um beijo no canto da boca. Lucas e Diego também deram um selinho durante a brincadeira.


Durante a festa, o galã Breno finalmente ficou com Paula. Ela se justificou com Ana Clara, da Família Lima, que garantiu não ter ficado chateada. Pouco depois de irem dormir, Lucas e Jéssica também foram flechados pelo cupido, mas resistiram bravamente e ficaram só nas carícias. Depois de quase beijá-lo, ela admitiu. “Estou até tremendo”, falou, baixinho.


Observadora, Patrícia vai brincar com Gleici, enquanto ela procura uma sandália. “Não perdeu embaixo do edredom?”, disse. Depois, uma das mentoras do “Grupo dos Sete” comenta com Diego que a acreana está desesperada para “fincar” um casal e se estabelecer na casa.

Nayara foi a última eliminada do programa (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

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Que o Big Brother Brasil é um grande fenômeno de audiência, não é novidade. Mas a edição deste ano do reality show tem causado um entusiasmo excessivo no público votante do programa: o BBB 18 tem os dois maiores recordes de rejeição em um Paredão triplo da história.

Ontem foi a vez de Nayara sofrer a reprovação dos espectadores. Ela teve pouco mais de 92% dos votos, contra apenas 4% de Mahmoud e 3% de Gleici. O apresentador Tiago Leifert foi enfático. “Cuidado ao falar que você representa alguma coisa, porque você pode esquecer de se defender aí dentro”, disse. A participante dizia que era representante do movimento negro dentro da casa.

Uma semana antes, foi a vez da “bruxinha” Ana Paula sofrer com a escolha do público. Ela foi eliminada com 89% dos votos, em disputa contra a família Lima (formada por Ana Clara e Ayrton) e Paula. O terceiro e o quarto lugar desse ranking ingrato são do ano passado: respectivamente, Elis e Roberta foram rejeitadas por 80 e 79% do público na edição.

É fácil explicar a maior reprovação da história do BBB para Nayara. Apesar de votar com o “Grupo dos sete”, encabeçado por Diego e Patrícia, ela criou duas intrigas relevantes ao fofocar, para Lucas, sobre conversas reservadas com Caruso e Wagner. Isso gerou descontentamento não só na casa, mas o público mostrou que também não gostou do falatório.

Clima esquenta em reality show da Globo

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Depois da saída de Ana Paula do Big Brother Brasil 18, Mahmoud, seu principal desafeto, novamente causou polêmica na casa. Ele ajudou Ana Clara a cozinhar, mas ambos estão em grupos separados e isso é proibido pelas regras do programa. Exaltado, Caruso foi tirar satisfação com o sexólogo e a noite foi agitada.

“Eu nem encostei na panela”, justificou Mahmoud. “Da outra vez, você comeu um negócio e não falou nada. Você é um moleque”, disparou o publicitário. “Foi sem querer, porque se fosse por querer, eu ia comer um brigadeiro, uma banana”, retrucou o sexólogo. A partir daí, a discussão ficou mais acalorada. “Você é um bunda mole. Seja homem”, gritou Caruso.

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Plataforma da Justiça Eleitoral garante o anonimato de denunciantes (Foto: Ivo Lindbergh)

Cidade

Desde a disponibilização do aplicativo Pardal pela Justiça Eleitoral em agosto, o sistema recebeu, no Estado de São Paulo, 953 comunicações. Desse total, 69% referem-se à propaganda eleitoral e as demais denúncias se relacionam a crimes eleitorais, uso da máquina pública, compra de votos, entre outras. As informações foram divulgadas pela Assessoria de Comunicação Social do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). Além da opção de download do Pardal para uso em dispositivos móveis, eleitores podem acessá-lo também em sua versão web no site do TRE paulista, que atua no maior colégio do País, com 33 milhões de eleitores. O sistema Pardal, ferramenta de fiscalização e denúncia, possibilita ao eleitor denunciar diferentes irregularidades durante as eleições de 2018, como propagandas eleitorais, compra de votos, uso da máquina pública, crimes eleitorais, doações e gastos de campanha. Infrações nas propagandas veiculadas em emissoras de TV e rádio e na internet não serão processadas pelo sistema. Para realizar a denúncia, o autor deve inserir elementos que indiquem a existência do fato, como vídeos, fotos ou áudios, além do nome e CPF. As denúncias são encaminhadas ao Ministério Público Eleitoral, que é uma das partes legítimas para ajuizar representações perante o TRE-SP contra supostas infrações eleitorais. Além do Pardal, o eleitor pode denunciar irregularidades no sistema de Denúncia online. Entretanto, por meio desse sistema, é possível denunciar somente propagandas de rua consideradas fixas, ou seja, veiculadas por meio de outdoors, balões, bonecos, cavaletes, pichações e de inscrições a tinta em muros e fachadas. A denúncia enviada por esse sistema é encaminhada diretamente ao juiz eleitoral que, caso constate a irregularidade, notificará o responsável para retirar a propaganda irregular no prazo de 48 horas. Se a ordem for cumprida, o procedimento será arquivado, mas se persistir a irregularidade, o expediente será encaminhado ao Ministério Público Eleitoral. O sistema recebeu, desde a sua implementação em junho, 461 denúncias.

Fala do General Mourão, vice na chapa de Bolsonaro, causou polêmica (Foto: Henrique Barreto/AE)

Opinião

Nesta semana, a polêmica da vez foi a declaração de um militar acerca dos malefícios de uma criança crescer longe da figura do pai ou do avô. De acordo com ele, jovens nesta condição ficam mais vulneráveis à criminalidade, principalmente se viverem em áreas dominadas pelo tráfico. Sinceramente, não entendi o porquê de tanta celeuma para uma afirmação tão óbvia. Ao contrário do que a grande mídia propagou por aí, a assertiva do tal general não constitui qualquer ofensa às mulheres e às mães em geral. Trata-se, apenas e tão somente, de uma constatação empírica. Crescer em uma família desestruturada (sem pai ou mãe) contribui, sim, para que o jovem venha a trilhar no mundo do crime, bastando para tanto analisar os estudos e pesquisas sobre o tema. O fato de o militar ter feito referência somente à ausência da figura masculina não significa que o contrário não seja também verdadeiro. Isso só não foi explicitado porque a grande maioria dos jovens com famílias cindidas vive na companhia da mãe e da avó, e não do pai ou do avô. E, na ausência destes últimos, surge então a necessidade de um referencial paterno, de uma figura masculina, que, infelizmente, pode vir a ser o traficante do morro, vez que dotado de autoridade, poder e dinheiro. Alguma incoerência em tal discurso? Creio que não! No ano de 2007, inclusive, um grande jornal do país divulgou um trabalho com esta mesma conclusão. No entanto, ninguém reclamou de nada. Já em 2008, foi a vez de Barack Obama dizer que crianças sem pai têm 20 vezes mais chances de acabarem na prisão. Todavia, mais uma vez o silêncio foi sepulcral. Por fim, em 2016, um estudo de minha instituição revelou não só que dois em cada três jovens infratores vêm de lares sem pai, como também que 60% deles não professam nenhuma religião. Em outras palavras, Deus e família (pai e mãe) são sim inibidores do crime, não havendo como se negar o óbvio. Na realidade, o problema não foi o conteúdo do que foi dito, mas sim por quem foi dito. E isso já bastou para se dar início a um verdadeiro assassinato de reputações. Lamentável! Hoje em dia, creio que tão ou mais grave que a corrupção material e financeira, é a corrupção espiritual, intelectual e de personalidade de alguns. Definitivamente, o maior problema do Brasil é a corrupção da inteligência! Rodrigo Merli Antunes é Promotor de Justiça do Tribunal do Júri de Guarulhos e pós-graduado em Direito Processual Penal*

157 candidatos já foram barrados pela Justiça com base na Ficha Limpa, incluindo Lula (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não é o único barrado pela Lei da Ficha Limpa para as eleições deste ano. Até agora, foram 157 candidatos impedidos de prosseguirem na disputa com base em dados ainda parciais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número representa 6% de todas as 2.599 candidaturas rejeitadas pela Justiça Federal. Restam 27.402 consideradas aptas, entre presidenciáveis, governadores, senadores e deputados federais e estaduais. Em 2014, foram 250 nomes tirados da lista, cerca de 60% a mais do que neste pleito. Ainda assim, não conseguiu barrar Paulo Maluf como deputado federal, que, em 2013, fora condenado em segunda instância por improbidade administrativa. Já se vão mais de oito anos desde que a Lei Complementar 135/10, mais conhecida como Ficha Limpa, entrou em vigor, em 4 de junho de 2010. Passou a valer já nas eleições de 2012, proibindo candidaturas de condenados em segunda instância e sentenciando a oito anos de inelegibilidades aqueles que renunciassem ao cargo para evitar processo de cassação. O texto, que revolucionou a história eleitoral brasileira, é de uma clareza singular, embora ainda não falte quem ouse questioná-lo. Mas esta lei segue viva e atual, cumprindo o seu papel de depuração e ajudando a separar o joio do trigo. Pode até parecer pouco que apenas 6% do total de candidatos seja retido. Mas, sem a Lei da Ficha Limpa, o número de fichas sujas seria certamente bem maior. Cientes das restrições legais, os próprios partidos já fazem sua triagem, impedindo inscrições daqueles que seriam enquadrados pela legislação. Assim, a lei de iniciativa popular, nascida a partir da assinatura de mais de 1,6 milhão de cidadãos, vai mostrando sua importância no processo eleitoral. Seus efeitos são limitados no que diz respeito aos resultados finais, mas é um sopro de esperança para que os eleitores tenham opções de mais qualidade na disputa.

Candidato do PT foi atacado em debate da TV Aparecida (Foto: Reprodução/TV Aparecida)

Nacional

Com a ausência de Jair Bolsonaro (PSL), o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, foi o alvo principal dos adversários durante o debate realizado na noite desta quinta-feira, 20, pela TV Aparecida, na cidade do interior paulista. Estreante num encontro entre os presidenciáveis, Haddad foi questionado sobre denúncias de corrupção envolvendo petistas e a crise econômica originada no governo da presidente cassada Dilma Rousseff. Haddad assumiu a candidatura presidencial do PT somente no dia 11 deste mês, em substituição a Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato e barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conforme as mais recentes pesquisas, ele está em segundo lugar nas intenções de voto, atrás do líder Bolsonaro - o candidato do PSL permanece internado se recuperando de uma facada. O debate desta quinta-feira foi promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no Santuário Nacional de Aparecida. O Ibope, em sua mais recente pesquisa, mediu as intenções de voto entre os católicos. Jair Bolsonaro lidera e, no dia 18, tinha 25%. Fernando Haddad estava com 21%, mas tinha 9% na pesquisa anterior. A transferência dos votos do ex-presidente Lula lhe deu 12 pontos entre os católicos. Ciro Gomes oscilou para cima, com 13% do eleitorado desta religião. 
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Fala do General Mourão, vice na chapa de Bolsonaro, causou polêmica (Foto: Henrique Barreto/AE)

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Luiza Trajano, do Magazine Luiza, é uma das maiores representantes do empoderamento feminino no Brasil (Foto: Reprodução/Instagram)

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Mesmo no hospital, presidenciável mantém declarações em tom de campanha (Foto: Reprodução/Twitter)

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