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Ter, Out

Bruna Spínola interpreta Briana Williansom (Foto: Sergio Baia/Divulgação)

Fora dos Trilhos

As atrizes Natália do Vale e Bruna Spínola chegarão com tudo em Orgulho e Paixão, novela das 18h da Globo, interpretando mãe e filha, Lady Margareth e Briana Williamson, respectivamente. A garota é prima de Darcy (Thiago Lacerda) e, quando criança, recebeu a promessa de que se casaria com o rapaz.

Isso causará um reboliço no relacionamento do galã com Elisabeta (Nathalia Dill). Ao perceberem que ele namora a mocinha, elas resolvem infernizar a vida dela e das irmãs, Cecília (Ana Júlia Dorigon), Jane (Pâmela Tomé), Lídia (Bruna Griphao) e Mariana (Chandelly Braz). O casal dos mocinhos não tem angariado muito público e perdeu espaço para dois personagens secundários: Ernesto (Rodrigo Simas) e Ema (Agatha Moreira).

A novela é uma releitura de obras da escritora Jane Austen e tem referências a Orgulho e Preconceito, Emma, Razão e Sensibilidade e A Abadia de Northanger. Trata-se de uma mistura de personagens em apenas um roteiro: Elisabeta (inspirada em Elizabeth Bennet, de Orgulho e Preconceito) e Ema (criada a partir de Emma, do livro homônimo), por exemplo, são melhores amigas, em encontro que nunca ocorreu em obras literárias.

A essa altura da trama, Elisabeta já terá desabafado com Jane e pedido Darcy em casamento, que aceitará a proposta de matrimônio.

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Caruso se envolveu em discussão na casa (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Após a eliminação de Patrícia na terça-feira, 13, os ânimos seguiram acirrados na casa. Quem achou que participantes do Grupo dos Sete (agora apenas três) iriam rever seus conceitos, se enganou. Logo depois da saída de uma das mentoras da combinação de votos nas primeiras semanas, Caruso foi tirar satisfação com Ana Clara, dizendo que ela não tem humildade.

A ruiva não gostou e uma discussão se iniciou na cozinha. “Eu já falei mais de uma vez que não gosto do seu tom”. Ele disse que ela “torceu o nariz” depois da briga dele com Ayrton, pai de Ana, o chamando de “bunda mole”.

Mariano vai se irritar e bater no próprio irmão (Foto: TV Globo/ João Cotta)

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O garimpeiro Mariano (Juliano Cazarré) vai descobrir que foi enganado o tempo todo pelo próprio irmão. Johnny (Bruno Montaleone) deveria ter se formado em medicina com o dinheiro que Mariano enviava mensalmente à família.

Ao chegar em Pedra Santa, Mariano vai marcar uma avaliação surpresa do irmão, para este trabalhar no hospital em que Renato (Rafael Cardoso) é médico. É quando Johnny será desmascarado. “Você não tem a menor ideia de como examinar os pulmões de um paciente”, dirá Renato. “Estudou onde? No fundo do quintal?”, questionará o ex­marido de Lívia (Grazi Massafera). “Eu não sou médico. Eu menti”, vai desabafar o mentiroso. “Eu nem passei no vestibular. Perdão, Mariano, mas eu menti”, vai contar o irmão.

Mariano não vai se segurar e vai bater no rapaz. “Seu vagabundo! Canalha. Tinha orgulho de ser irmão de médico. Seu desgraçado!”, dirá, aos berros, o ex-­amante de Sophia (Marieta Severo).

Catarina planejou atentado contra o pai para assumir o trono (Foto: Globo/ Marília Cabral)

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Após tentar assassinar o próprio pai em Deus Salve o Rei, a princesa de Artena, Catarina (Bruna Marquezine), vai decretar a prisão perpétua do rei Augusto (Marco Nanini). Isso porque ele sabe de seus planos com Rodolfo (Johnny Massaro), monarca de Montemor. “Ele não pode ficar em liberdade, pois sabe o que fizemos”, dirá a vilã.

O irmão de Afonso (Romulo Estrela) vai comemorar a derrota do reino rival. “Saboreando vossa conquista?”, questionará Catarina. “Você, sim, é a minha mais valiosa conquista”, vai responder o rapaz. “Augusto deposto, o castelo tomado. É o que se pode chamar de um belo dia”, completará a moça.

Após a decisão de prender Augusto, Rodolfo manda chamar o antigo rei. “Sua filha intercedeu por sua vida e eu decidi poupá-lo”, comenta. “Não sei a quem você se refere, pois já não tenho mais uma filha”, dispara o monarca.

“Vossa majestade será levada para a Torre de Zéria, onde permanecerá sob guarda por alguns anos. Tantos anos quanto restarem de vida”, dirá Rodolfo. “Fique certo que você ocupará o trono de Montemor por bem menos tempo do que imagina”, responde Augusto.Opções de Publicação

Mariano (Juliano Cazarré) será atacado por Sophia (Marieta Severo), após chantageá-la (Foto: João Cotta/ TV Globo)

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A vilã de O Outro Lado do Paraíso, Sophia (Marieta Severo), vai atacar novamente na trama. E dessa vez quem será agredido com a tesoura será Mariano (Juliano Cazarré), garimpeiro e amante da madame. Ele tentará chantagear a megera, que vai pedir um último abraço. Ao aceitar o suposto gesto de carinho, será atacado e deve ser perfurado várias vezes, como as outras vítimas de Sophia.

Só que, desta vez, outro trabalhador do garimpo, Zé Victor (Rafael Losso), vai flagrar a cena e se assustar com a situação. “Você o matou de morte bem matada. Não tem o que explicar. A senhora tá ferrada”, dirá, enquanto arranca a tesoura das mãos da vilã. Ela alegará que só o matou porque foi traída, mas o rapaz não aceitará a história.

“Teve outras mortes a tesouradas”, deduzirá o amante de Tônia (Patrícia Elizardo). Ela vai desabafar. “Deus sabe que nunca pensei em matar, mas matei. Me ajuda a sumir com o corpo”, pedirá. Ele vai aceitar e, juntos, queimarão o lençol, a tesoura e até as roupas dela, tomadas de sangue.

O garimpeiro vai exigir uma casa e participação nos lucros da mina e a megera vai fingir aceitar, inicialmente. A morte de Mariano, porém, não está confirmada.

Novela terá Nathalia Dill como protgonista (Foto: Globo/ João Miguel Júnior)

Fora dos Trilhos

A Globo vai substituir uma novela de época por outra no mesmo estilo e manterá o debate sobre como, em tempos antigos, a sociedade criava estereótipos e determinava o futuro das mulheres.

A novela Orgulho e Paixão, que estreia no dia 20 e vem para substituir Tempo de Amar, vai se passar no fictício Vale do Café, ambientada no século XX, e terá como principal trama da história o envolvimento entre a mocinha Elisabeta (Nathalia Dill) e Darcy (Thiago Lacerda).

Elisabeta é a mais rebelde das cinco filhas de Ofélia Benedito (Vera Holtz), que sonha com bons pretendentes para as meninas. Diferente dos desejos da mãe, a protagonista sonha em ser uma mulher independente e não consegue se imaginar casada e presa às vontades de um homem.

Tudo muda quando a plebeia conhece Darcy (Thiago Lacerda), um homem de posição nobre, honesto, que mexe com os sentimentos da garota e a coloca em conflito sobre seus verdadeiros desejos. Por outro lado, Darcy também se sente incomodado ao perceber sua paixão pela menina de origem humilde e precisa vencer seu preconceito.

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Bolsonaro é visto como um candidato "teflon", pois nada gruda nele (Fotos: Tãnia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Especialistas em Ciência Política acreditam que muito dificilmente a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) poderá ser revertida nos próximos dias, que precedem a eleição presidencial. De acordo com o cientista político Eduardo Grin, professor da FGV EAESP, nada “cola” no candidato preferido dos eleitores – segundo pesquisa do BTF/FSB, ele tem 60% dos votos válidos, contra 40% de Fernando Haddad (PT). “Já teve declaração desastrosa de companheiros políticos, aquela denúncia do pacote do Whatsapp, mas nada parece abalar a candidatura do Bolsonaro”, disse. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro, segundo o levantamento. A margem de erro segue sendo de dois pontos percentuais. O mestre em Ciência Política e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP), Philippe Franco Scerb, analisou que a imagem “antissistema” do ex-capitão o favorece muito nesta corrida presidencial. “A denúncia de um possível Caixa 2, por exemplo, se tornou motivo de ironia entre o eleitorado”. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. Na intenção de voto estimulada, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois.Votação expressiva pode gerar capital político maior Segundo Grin, a ideia da campanha de Bolsonaro, agora, é de vencer com maior número de votos do que os últimos presidentes eleitos no Brasil. Luís Inácio Lula da Silva (PT) obteve 52,7 milhões de votos (61,27%) em 2002 e 58,2 (60,83%) em 2006. Já Dilma Rousseff (PT) ganhou com 55,7 milhões (56,05%) em 2010 e 54,5 milhões (51,64%) em 2014. “Se obtiver maior percentagem do que Lula em 2002, por exemplo, ele terá um poder político maior para negociar com o Congresso no início do mandato”, explicou o especialista. “Sem dúvidas, uma votação bastante expressiva pode levar Bolsonaro a aprovar sua pauta junto a partidos que nem o apoiaram formalmente”, disse Scerb. “Candidatos com uma base semelhante entendem que seus eleitores querem que aquela agenda seja aprovada e isso gera mais força ao governo”. Ibope e Datafolha também divulgarão pesquisas Hoje será a vez do Ibope divulgar sua segunda pesquisa deste turno das eleições. Em 15 de outubro, Bolsonaro tinha 59% dos votos válidos, contra 41% de Haddad. O Datafolha vai publicar levantamento na quinta-feira, 25. No último estudo, os candidatos contavam com o mesmo percentual levantado pelo Ibope.

Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução (Foto: Tânia Rêgo/ABR)

Opinião

No último domingo, apesar de boa parte da mídia ignorar, por questões de interesse, milhões de pessoas foram às ruas, por vontade própria, num admirável gesto de democracia, apoiar o candidato que, de forma extremamente inovadora, com praticamente custo zero perto do que se gastam com campanhas políticas, lidera as pesquisas. Ao que parece, o povo se desprendeu das garras do quarto poder e democraticamente exige mudança. Se esta será boa ou não, o tempo vai dizer, mas uma coisa é fato: a alternância de poder é saudável em qualquer democracia e por aqui já se passou da hora de mudar. A dita esquerda no Brasil tentou a todo custo um projeto criminoso de poder que, graças à Operação Lava Jato, resultou na prisão de diversos políticos poderosos e apresentou ao Brasil os bastidores sujos e asquerosos da política que desviou trilhões da educação, segurança, saúde, etc... A todo custo tentam ainda agarrar-se ao poder com mentiras, ataques e o velho jogo sujo da política sifilítica. Culpar o aplicativo de mensagem WhatsApp pelas atrocidades que o próprio partido cometeu é tão estúpido e absurdo quanto tentar comparar Bolsonaro com Trump. O norte-americano venceu apenas no colégio eleitoral, mas Bolsonaro pode vir a vencer na maioria absoluta de votos, o que numa democracia é literalmente a voz e o desejo do povo. Se você não enxerga isto, precisa urgente sair da bolha, e se não respeita, está muito próximo do palavrão que costuma xingar os colegas que discordam de você. Trump é bilionário e teve total apoio da máquina do Partido Republicano na campanha. Bolsonaro está em um partido anão e possuía oito segundos na TV. Trump tem as nuances e vícios de todo gênio comunicador, pois por anos liderou a audiência na TV americana. Bolsonaro é um sujeito simples com discurso coloquial, por vezes até rasteiro, mas que vai ao encontro das massas, sem esforço para tal.Goste você ou não, é um fenômeno popular maior ainda até do que Lula, que diferentemente do “capitão” foi programado e produzido por esquemas publicitários, a custo de ouro do dinheiro público, para transformá-lo num “mito”. Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução, como comprovou a manifestação gigantesca no domingo. Isto chama-se democracia, senhores. Aprendam com isto e deixem o País seguir. Bolsonaro foi o primeiro brasileiro, em campanha, a sofrer um atentado político; o primeiro a não fazer os velhos acordos; o primeiro a ter um nome (até aqui) limpo, algo que nem sonharíamos existir na política; e pode vir a ser o primeiro presidente a vencer uma eleição com o menor investimento já feito em campanha, comprovando que o tal fundo partidário é desnecessário e deveria ser direcionado para o que importa à população. O sujeito com uma caneta Bic nas mãos, um relógio Cassio e roupas simples, sozinho, sem verba, peitou a maior emissora do País, desafiou a imprensa e toda turma arrogante que se diz intelectual sem nunca ter produzido nada que valha o adjetivo. Amigos, se isto não é, no mínimo, uma expressiva revolução política e total quebra de paradigmas do status quo, você realmente precisa sair do jardim da infância e viver no mundo real.

Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.

Ex-capitão lidera em todas as pesquisas (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Nova pesquisa do BTG/FSB, divulgada nesta segunda-feira, 22,  mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aumentou sua vantagem dentro da margem de erro contra Fernando Haddad (PT). Segundo o levantamento, o ex-capitão conta com 60% dos votos válidos, contra 40% do adversário. A margem de erro continua sendo de dois pontos percentuais. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é dito ao entrevistado, o ex-militar caiu um ponto percentual, ficando com 48%, enquanto Haddad cresceu um ponto, chegando a 31%. Os votos brancos e nulos atingem 6%, enquanto 5% responderam “nenhum” e 11% não souberam opinar. Na intenção de voto estimulada, porém, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois. A pesquisa também abordou a decisão definitiva de votos de cada eleitor. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. A rejeição dos candidatos ficou em 52% para Fernando Haddad e 38% para Bolsonaro. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro.
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Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução (Foto: Tânia Rêgo/ABR)

Opinião

Profissionais consagram suas vidas ao serviço da humanidade (Foto: ASCOM SUSIPE/Fotos Públicas)

Opinião

O último bastião do PT ainda é o Nordeste, mas este já não é tão inexpugnável (Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/ Fotos Públicas)

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Apesar de constar no ordenamento jurídico pátrio, o Princípio da Isonomia quase não é observado e aplicado (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )

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