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Sáb, Nov

Parques temáticos atraem mais de 80 milhões de turistas por ano nos EUA (Foto: Alexandre Godinho/AE)

Fora dos Trilhos

A cidade de Orlando, nos Estados Unidos, tem mais de 15 novidades para este ano. O local atrai  turistas brasileiros constantemente. Conhecida pelos parques temáticos, a região passou por uma reinvenção e traz o Disney’s Hollywood Studios, que dá vida aos personagens da Disney-Pixar na Toy Story Land.

No Universal Studios Florida, a nova montanha-russa Fast & Furious (uma referência ao filme Velozes e Furiosos) é o grande destaque. Os veículos têm design especial e vão fazer a adrenalina subir. “A cidade oferece muitas atrações e atividades para os visitantes intercalarem ou combinarem entre si”, disse George Aguel, presidente e CEO de Visit Orlando.

Na área gastronômica, o restaurante The Edison leva a temática dos anos 1920 à região, e o Winebar George será o único bar de vinhos na Flórida.

No Sea World, o Infinity Falls leva todos a uma floresta tropical com fontes de água, ruínas de uma civilização perdida, cachoeiras e uma queda, a mais alta entre as atrações.

Resorts e hotéis ganham novidades: o Disney’s Coronado Springs Resort vai receber uma nova torre com 15 andares e 500 quartos, e o Margaritaville Resort Orlando, em frente a um enorme lago, terá 175 quartos, 300 unidades para locação.

Experiências inesquecíveis                                                      

Brasileiros que foram a Orlando concordam em dizer que a experiência na cidade é marcante e especial. A estudante Fernanda Lula Chagas, 20, que viajou em julho de 2015, recomenda o passeio. “Para quem gosta de parque de diversão, é muito bom. Há uma diferença muito grande entre os que temos aqui e os que existem lá”, disse. “É muito bom conhecer lugares e culturas diferentes. A experiência foi ótima”, completou.

Para o engenheiro civil Fábio Salgueiro, a visita a Orlando também foi diferenciada. “É um lugar que tem uma magia única. As pessoas podem até tentar explicar, mas só sentindo mesmo para conseguir entender”, afirmou. O pacote de dez dias para Orlando custa, em média, R$ 7 mil por pessoa     

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Vista panorâmica de Florença, capital da Região da Toscana (Foto: Maurício Nunes)

Turismo

Quem nunca sonhou viver sob o sol da Toscana? São tantos filmes, livros e canções inspirados nesta região da Itália, que, para quem ama viajar, comer bem e degustar os melhores vinhos, este é, sem dúvida, o lugar perfeito para as férias.

A Itália é dividida em 20 regiões, como o que chamamos de Estados, e cada uma delas tem a sua capital. A de Toscana é a belíssima Florença, terra de Carlo Collodi, criador de Pinóquio, o boneco imortalizado por Walt Disney. Outro importante florentino é Dante Alighieri, primeiro e maior poeta italiano. Sua maior obra, A Divina Comédia, atingiu o pensamento humano na sua mais completa intensidade, garantindo ao seu autor o título de sumo poeta da Itália.

Repleta de construções magníficas, como a imponente e esplendorosa Catedral de Santa Maria del Fiore e a histórica Ponte Vecchio, construída ainda na Roma antiga e preservada até pelos nazistas na Segunda Guerra. Florença é um dos destinos mais procurados e encantadores não apenas da Toscana, mas da Europa.

O berço do Renascimento, como é conhecida, foi cenário de grandes obras de  Leonardo da Vinci, Giotto di Bondone,  Rafael, Donatello, entre outros, e hoje abriga importante parte do acervo deixado por estes mestres das artes plásticas.

Os museus abrigam obras históricas, como “O Nascimento de Vênus”, de Botticelli, a “Medusa de Caravaggio” e até o imponente “Davi”, de Michelangelo, escultura com mais de cinco metros de altura, trabalhada em mármore de Carrara, e que impressiona.

A gastronomia é outra categoria tratada com louvor. Exemplo disto é o prestigiado e secular  Buca Mario, restaurante construído no século XIX no “subterrâneo” de um edifício histórico do século XVI. Já o Cibreo Firenze foi criado pelo chef Fabio Picchi que, após cinco anos trabalhando no Japão, trouxe a cultura oriental para os pratos florentinos.   

Pisa, muito além da famosa torre

Uma boa dica é conhecer Pisa, importante polo turístico da Toscana, onde está localizada a icônica Torre de Pisa.

A cidade de Galileu Galilei e do matemático Fibonacci pode ser apreciada em um dia, caso o viajante tenha uma agenda corrida. O Hotel Bologna é a dica perfeita para acomodação, pois sua localização está próxima à estação e aos pontos turísticos. Se estiver em Florença, a melhor hospedagem é no Hotel Cellai. Suas charmosas acomodações podem incluir, inclusive, terraço com vista para as colinas e à cidade de Florença. 

Pisa é cortada pelo Rio Arno e possui monumentos de extrema importância histórica e cultural, como o monumental Teatro Verdi e a medieval Piazza dei Cavalieri (Praça dos Cavaleiros).

A Piazza del Duomo de Pisa, conhecida como Piazza dei Miracoli, é desde 1987, patrimônio da humanidade da Unesco. É neste espaço que está seu cartão-postal, a famosa Torre de Pisa ou “La Torre Pendente di Pisa”. Construída entre os séculos XII e XIV, inclina um pouco mais a cada ano, porém não há planejamentos em frenar sua inclinação, pois perderia seu charme e a cidade milhares de turistas.

A Catedral de Pisa é uma das mais suntuosas catedrais italianas. Il Battistero di Pisa é o maior batistério da Itália, e sua imponência na praça divide a atenção com a famosa torre inclinada.

Outro ponto interessante é o Cemitério Monumental de Pisa, lugar sagrado que abriga restos mortais dos personagens mais ilustres da cidade, cercados por obras de arte da idade antiga (etruscos) num verdadeiro museu com impressionantes esculturas.

Toscana é arte, história e um deleite para todos os sentidos. Talvez, por isto, Dan Brown a tenha escolhido para um de seus principais best sellers, e o leitor, provavelmente, a escolherá para suas próximas férias

Empresa justificou medida como algo benéfico ao meio ambiente (Foto: Reprodução/Facebook)

Mundo


A Walt Disney Company anunciou nesta quinta-feira, 26, que eliminará os canudos de plástico até o fim do primeiro semestre de 2019. A empresa adotou a nova medida motivada por iniciativas sustentáveis.

O objetivo é eliminar os mais de 175 milhões de canudos e 13 milhões de mexedores plásticos descartados anualmente nos parques da Disney. O único parque que ficará de fora da iniciativa é o de Tóquio, no Japão.

Para o presidente dos parques da Disney, Bob Chapek, "esses novos esforços globais ajudam a reduzir nossas pegadas no ambiente e a avançar em nossas metas de sustentabilidade a longo prazo".

Para crescer ainda mais no campo ambiental, a Disney está trabalhando em conjunto com a Conservation International, uma ONG que visa proteger a biodiversidade da terra. O CEO da empresa, M. Sanjayan, acredita que a Disney sempre se inspirou na natureza e ressalta a importância desse passo: "O anúncio de hoje é mais do que reduzir o desperdício de plástico, mas também sobre mostrar para milhões de crianças e adultos de todo o mundo as muitas maneiras de mudar nossos hábitos diários para cuidar dos oceanos e proteger a natureza que nos sustenta".

Não só a Disney se mobilizou na causa sustentável. No começo do mês, o Starbucks também aceitou o compromisso de eliminar os canudos plásticos de todas as suas 28 mil lojas ao redor do mundo até o ano de 2020, assim como o McDonald's, que anunciou que substituirá os canudos plásticos por canudos de papel, inicialmente nos restaurantes do Reino Unido, Irlanda e Austrália.

Disparidade também é vista em lojas da companhia (Foto: Reprodução/Facebook)

Mundo

Após a Discovery divulgar que a disparidade salarial entre funcionários homens e mulheres em sua sede no Reino Unido chega a 13%, agora é a Disney que divulga seus resultados. Os estudos foram feitos em cumprimento a uma nova lei britânica que exige que empresas com mais de 250 funcionários analisem essa diferença entre gêneros. As informações são da Variety.

A Walt Disney Company do Reino Unido revelou nesta sexta-feira, 30, que seus funcionários homens receberam 22% a mais que as mulheres no ano passado. Quando considerados os bônus que os dois grupos receberam, a diferença cresce para 41,9%.

Já nas lojas da Disney, a vantagem salarial de homens sobre mulheres permaneceu: os funcionários ganham 19,8% mais que as funcionárias - no referente às bonificações, esse porcentual sobe para 77,2%. São mais de 3 mil funcionários na companhia como um todo no Reino Unido.

Outra companhia televisiva a divulgar seus dados sobre disparidade salarial foi a NBC Universal, cujos salários dos homens foram 3,2% maiores do que os das mulheres em 2017. Entretanto, quando o assunto são os bônus recebidos, a empresa se difere de todas as outras do setor de TV e cinema: as mulheres ganharam 5,5% mais que homens em bonificações.

A Disney informou, no relatório, que "já fez progressos na equiparação salarial entre os gêneros" após a coleta dos dados. Já a NBCUniversal disse: "Nós valorizamos uma cultura inclusive e tentamos atrair e desenvolver uma força de trabalho diversa e talentosa para criar e entregar um espectro de conteúdo que reflete nossa visão atual e desafiadora do mundo".

Outras empresas que divulgaram dados relativos foram a Viacom, que paga mais as mulheres do que os homens, a Endemol Shine, que paga os dois igualmente, e a BBC, que também pagou salários maiores a mulheres do que a homens em 2017. O setor privado do Reino Unido tem uma diferença salarial média entre gêneros de 25%.

Presidente não gostou das comparações com o personagem da Disney (Fotos: Cesar Itibere /PR/Fotos Públicas e Divulgação)

Fora dos Trilhos


O governo da China tomou a decisão de censurar o filme Christopher Robin, uma adaptação live-action dos contos do personagem Ursinho Pooh, proibindo a exibição da produção em todo o território chinês. A censura foi confirmada para a agência Associated Press por Cathleen Taff, diretora de distribuição de produções da Disney.

Com classificação livre no mundo inteiro, sem nenhuma cena de violência ou sexo, a justificativa para a censura é de que o governo quer evitar as comparações do personagem criado por A.A. Milne com a forma física do presidente Xi Jinping - algo que vem acontecendo com frequência em forma de memes que circulam nas redes sociais.

Uma das montagens, por exemplo, mostra uma foto de Xi junto com o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, com ambos sendo comparados com Pooh e seu amigo Tigrão.

Segundo a agência de notícias, o presidente chinês não gosta das comparações e começou uma proibição sistemática de todos os conteúdos envolvendo o personagem. A medida, no entanto, transformou o personagem em um símbolo de resistência contra o Partido Comunista.

Voltado ao público infantil e jovem, filme mostra a busca de dois irmãos pelo pai (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

Um dos principais lançamentos da Disney para este ano estreia nesta quinta-feira, 29, nos cinemas. O filme Uma Dobra no Tempo é baseado no livro homônimo de Madeleine L’Engle, com destaque para os efeitos especiais que retratam diversos planetas, em uma aventura rica em emoções e clichês típicos de filmes destinados ao público infantil.

A história se baseia nas aventuras dos irmãos Meg (Storm Reid) e Charles Wallace (Deric McCabe) em busca do pai, o doutor e astrofísico Alex Murray, que está desaparecido, mas, na verdade, é mantido em cativeiro em outro planeta por forças malignas.

Em sua jornada, Meg e Charles vão receber ajuda de três guerreiras mantenedoras do bem no universo:  a senhora Queé (Reese Witherspoon), a senhora Quem (Mindy Kaling) e Senhora Qual (Oprah Winfrey). Durante a busca pelo pai, a dupla de irmãos conhece diferentes planetas e se prepara para enfrentar a escuridão que ameaça o universo multirracial. 

O filme é voltado para o público infantil e pré-adolescente, com foco em questões como a falta de confiança e autoestima, problemas típicos enfrentados pelos jovens contemporâneos.  

O longa é dirigido pela roteirista e publicitária Ava Duvernay, conhecida pelo filme Selma: Uma Luta Pela Igualdade, que rendeu a primeira indicação ao Oscar de melhor filme para uma diretora negra.

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"Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo?", questionou Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil)

Nacional

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos - não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC). O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é "praticamente de escravidão" e questionou a qualidade dos serviços prestados. "Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano", disse Bolsonaro. O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. "O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas", resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos. O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. "Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte", afirmou.

Presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a decisão pelo Twitter (Foto: Divulgação)

Mundo

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.” Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

"Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares", disse o presidente eleito (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Saúde

O governo cubano informou nesta quarta-feira, 14, que está se retirando do programa social Mais Médicos do Brasil após declarações "ameaçadores e depreciativas" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças "inaceitáveis" no projeto do governo. O convênio com o governo cubano é feito entre Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", anunciou a entidade em um comunicado. Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham hoje no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas e condicionou a permanência no programa "à revalidação do diploma", além de ter imposto "como via única a contratação individual". O programa Mais Médicos tem 18.240 vagas em 4.058 municípios, cobrindo 73% das cidades brasileiras. Quando são abertos chamamentos de médicos para o programa, a seleção segue uma ordem de preferência: médicos com registro no Brasil (formados em território nacional ou no exterior, com revalidação do diploma no País); médicos brasileiros formados no exterior; e médicos estrangeiros formados fora do Brasil. Após as primeiras chamadas, caso sobrem vagas, os médicos cubanos são convocados. "Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países", declarou o governo. "As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis e violam as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificados em 2016 com a renegociação da cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil e de Cooperação entre a Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde Pública de Cuba. Essas condições inadmissíveis impossibilitam a manutenção da presença de profissionais cubanos no Programa", informou em nota o Ministério da Saúde. De acordo com o governo cubano, em cinco anos de trabalho no programa brasileiro, cerca de 20 mil médicos atenderam a 113.539 milhões de pacientes em mais de 3,6 mil municípios. "Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história", disse o governo. Segundo o governo de Cuba, mais de 20 mil médicos cubanos passaram pelo Brasil e chegaram a compor 80% do contingente do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Cuba anunciou que manteria o programa depois do impeachment da ex-presidente petista, apesar de considerar o afastamento um "golpe de Estado". Bolsonaro critica Cuba O presidente eleito Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do governo cubano.  Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018 Atualmente, Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares. Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 14 de novembro de 2018

e temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", questionou Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Nacional

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira, 14, que quer preservar o meio ambiente, mas "não dessa forma que está aí". Ele culpou políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do País e disse que "o índio quer ser o que nós somos". Bolsonaro citou como exemplo a situação de Roraima, que disse ter potencial para ser "o Estado mais rico do Brasil". "Se não tivesse problemas ambientais e indigenistas, tinha tudo para ser Estado mais rico do Brasil. Esse é um problema que temos que resolver. O índio quer ser o que nós somos, o índio quer o que nós queremos. Se temos na Bolívia um presidente índio, por que aqui o índio tem que ficar confinado numa reserva?", declarou Bolsonaro . Durante reunião com governadores, em Brasília, Bolsonaro contou que está na iminência de anunciar o nome do seu ministro do Meio Ambiente e afirmou que "não será o que dizem". Lembrou, ainda, que desistiu de fundir a pasta com a Agricultura por orientações do setor produtivo.
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Articulistas

Colunistas

Sucesso do agronegócio é fundamental para a economia brasileira e a geração de empregos (Foto: Antonio Costa/Fotos Públicas)

Opinião

Doria é um dos governadores eleitos que já declararam apoio a Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Tentaram boicotar até um programa que visa a ajudar crianças com deficiência física, o Teleton, apenas por que Sílvio Santos agradeceu e enalteceu o presidente eleito (Foto: Reprodução/SBT)

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O uso de bicicletas reduz problemas na Mobilidade e na Saúde, como a diminuição da poluição (Foto: Rovena Rosa/Ag Brasil/Fotos Públicas)

Opinião