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Ter, Out

Músicos do KLB largaram compromisso em Curitiba por causa do ocorrido (Foto: Reprodução/ Instagram)

Fora dos Trilhos


O músico, produtor e empresário Franco Scornavacca morreu no sábado, 15, por causa de uma parada cardíaca. Ele tinha 70 anos de idade. O velório aconteceu na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Os filhos de Scornavacca, Kiko, Leandro e Bruno, estavam em Curitiba, no Paraná, quando souberam da notícia. Eles fariam uma apresentação do KLB na região e cancelaram o evento para retornar à capital paulista.

No perfil oficial no Instagram, Bruno lamentou a morte do pai. "Meu herói! Guerreiro. Virou um anjo! Foi pro lado do Pai. E o que fica é a saudade que está me matando. Amor infinito", escreveu na legenda da foto em que ele e o pai dão as mãos.

Kiko também não conteve a emoção e postou uma homenagem ao pai no perfil no Instagram e agradeceu as mensagens de carinho dos seguidores e amigos. "Talvez eu não consiga agradecer a cada gesto de amor, carinho e solidariedade com minha família! Meu pai entregou a vida a Cristo antes de adormecer e para quem crê, entende que hoje já está nos céus sem nenhum problema, enfermidade, saudade, dor", desabafou.

Além de agenciar a carreira dos filhos no início dos anos 2000, Scornavacca era empresário de cantores e grupos musicais. Impulsionou a trajetória dos sertanejos Zezé di Camargo e Luciano e Leandro e Leonardo. Também cuidou das carreiras de Lulu Santos e Roberta Miranda.

O corpo do empresário foi enterrado no cemitério Horto da Paz, em São Paulo.

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Marun se irritou com o ministro Luís Roberto Barroso, pois ele tomou decisões contra o Governo (Foto: Reprodução/Facebook)

Opinião

O ministro Carlos Marun, da Secretaria do Governo, sim, aquele mesmo que defendeu com unhas e dentes o ex-deputado federal Eduardo Cunha e levou o seu caixão até o final do seu calvário na Câmara Federal, vem, novamente, chamando os holofotes da imprensa, visando a sustentar outra defesa apaixonada e inglória.

Agora, a do presidente da República, só pelo fato de seu indulto natalino, que está mais para um insulto à população, e a quebra de seu sigilo bancário, serem questionados pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal. O articulador político de Michel Temer defende o impeachment de um ministro da mais alta corte da Justiça brasileira, notadamente por ter decidido contra os interesses do Governo.

Trata-se de uma verdadeira ameaça ou intimidação despropositada e sem sentido, típica de alguém que está acuado e não sabe mais o que fazer para proteger os amigos. Na prática, busca-se considerar o ministro Barroso responsável por um suposto ato infame, quando, na verdade, apenas executou o seu dever de ofício, limitando-se a prestar a jurisdição, que é de sua competência, com a interpretação da lei que melhor lhe pareceu para solucionar o caso.

Tal hipérbole do absurdo quer responsabilizá-lo pela rebeldia de sua consciência ao padrão oficial do Governo na interpretação dos textos legais. Em linhas gerais, querem criar o crime de hermenêutica e, se passar, fará da toga a mais humilde das profissões servis, estabelecendo uma subalternidade dos julgadores a interesses de poderosos.


Tal mecanismo de pressão tem o condão de transformar o juiz em escravo, afastando a sua independência e destruindo a sua consciência pessoal. Equívocos de interpretação de leis ou fatos pelos magistrados são combatidos por meio de recursos e não por ação cominatória do terror. Se um juiz decide combater a criminalidade no país, principalmente a do colarinho branco, é considerado um fascista. Pura inversão de valores. Por isso, nada melhor do que findar esse texto com a célebre frase do monarca espanhol Juan Carlos ao ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez, que bem expressa o sentimento de indignação contra alguém que deveria respeitar o Estado Democrático de Direito: “Por qué no te callas”.

*Leandro Jorge Bittencourt Cano é juiz de Direito e titular da Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, de Guarulhos

Doria deve se candidatar ao Governo de São Paulo (Foto: Divulgação/Prefeitura de São Paulo)

Opinião

O prefeito João Doria, embora ainda mantenha silêncio sobre a questão, está de partida precocemente da prefeitura de São Paulo. O caminho que pavimentou lentamente, e de forma muito bem pensada, pode – se tudo sair como planejou – levá-lo do Palácio Anhangabaú, sede do poder Executivo paulistano, para o Palácio dos Bandeirantes, residência oficial do governador deste Estado. Desta forma, em se confirmando, a Capital deve se preparar para mudanças, ainda que sutis, nos rumos da sua administração pública.


Doria terá até 7 de abril, conforme prescreve o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para abrir mão do seu cargo atual, para o qual foi eleito em primeiro turno com 3.085.187 votos. Passará a batuta para seu vice, Bruno Covas. Assim, o neto do ex-governador Mário Covas poderá vir a ter dois anos e oito meses à frente da Prefeitura da maior cidade do País. Já o futuro do atual mandatário dependerá do resultado das urnas. Se for bem-sucedido no pleito estadual, sentará na cadeira que hoje é ocupada pelo seu padrinho político, Geraldo Alckmin. Se não for, não poderá reaver a Prefeitura, conforme a reza a lei eleitoral, e terá de repensar sua trajetória política.


A pergunta que parte da população deve fazer é se a esperada troca de cadeiras no Executivo municipal é boa ou não para a cidade. Teoricamente, pelo fato de o partido de prefeito e vice ser o mesmo – o PSDB – não deve haver descontinuidade das políticas públicas. Afinal, boa parte dos cidadãos se sentiria traída se, a esta altura do “campeonato”, fossem colocadas em prática mudanças que fogem ao programa de governo escolhido por ela durante a eleição de 2016. Mas, inteligente que é, o jovem Covas sabe muito bem disso e já conta os dias para herdar aquilo que lhe é de direito. A julgar por sua bem-sucedida trajetória, tem potencial para tirar proveito de sua nova posição, trabalhando duramente para valorizar seu passe e projetar seu nome. Quem sabe, na hora certa e com a sensação de dever cumprido, deixará o prédio ao lado do Viaduto do Chá para voos ainda mais altos.

Atleta foi um dos destaques do Palmeiras na estreia da Libertadores (Foto: Reprodução/Facebook)

Futebol

O volante Bruno Henrique, do Palmeiras, marcou dois gols na vitória por 3 a 0 sobre o Junior de Barranquilla, pela estreia da Libertadores-2018, na Colômbia, na noite desta quinta-feira, 1º.

Apesar de se destacar na partida diante do time colombiano, o atleta não é titular absoluto na equipe de Roger Machado. Depois do jogo em Barranquilla, ele afirmou que encara a situação com naturalidade.

“Fico feliz por este momento tão importante meu no Palmeiras. Estou encarando o banco de reservas com muita tranquilidade, pois sei que o elenco é realmente muito forte e disputado, e todos que estão lá dentre os titulares têm plenas condições de entrar e resolver. E hoje foi meu dia”, disse o jogador.

Roger Machado também falou sobre a vitória que dá a liderança do Grupo 8 ao Verdão. O time, inclusive, foi o único brasileiro a ganhar na primeira rodada da Libertadores até agora. Apenas o Vasco ainda não estreou.

Para o treinador, a expulsão de Germán Gutiérrez, aos 8 minutos de partida, facilitou as coisas para o Palmeiras.

“Temos de falar de dois jogos distintos. O Palmeiras atuou bem, mas atuou bem principalmente a partir da expulsão. Pela pressão do time local, os primeiros minutos foram difíceis para a gente, mas depois da expulsão tomamos conta do jogo e fizemos o placar de 3 a 0. Vencer fora é sempre importante, mas a confirmação desses três pontos como visitante temos de fazer em casa, não desperdiçando oportunidades de fazer três pontos no Brasil”, avaliou o técnico, que questionou a acomodação de sua equipe no final do confronto.

“O maior respeito que você pode ter pelo adversário é de fazer mais gols se tiver a possibilidade. Mesmo com o placar estando decidido por 3 a 0, percebi a minha equipe tocando a bola sem objetividade”, finalizou.

O Verdão volta a campo na próxima segunda-feira, 5, às 20h30, quando recebe o São Caetano no Allianz Parque. Pela Libertadores, a equipe pega o Alianza Lima, dia 3 de abril, às 21h30, também em casa.

Atriz superou timidez para obter sucesso na carreira (Foto: Pedro Curi/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Em vídeo no seu canal no YouTube, a atriz Giovanna Ewbank contou como se tornou atriz e apresentadora, além de revelar que quando criança seu desejo nunca foi ter seguido nessa carreira: ela queria ter sido veterinária.

“Nunca pensei em ser atriz, em ser apresentadora, modelo, em ser conhecida. Meu sonho sempre foi ser veterinária. Sempre amei animais, peguei na rua, cuidava deles. Em certo momento, eu percebi que não ia conseguir ser veterinária. O meu amor por eles era tão grande que eu não conseguia vê-los sofrer. Quando o animal não sobrevivia, ficava muito mal, eu sofria muito. Decidi que não seria veterinária e iria ajudar todos os bichos que passassem pela minha vida”, contou Giovanna.

A mulher de Bruno Gagliasso disse que só depois decidiu fazer moda para seguir os passos da mãe, a estilista Deborah Ewbank. Ela também falou que, apesar de fazer comerciais desde criança, a vontade de virar atriz só veio após fazer escola de teatro, para vencer a timidez. 

"Até parece que foi você que se separou", disse Giovanna para mãe quando rompeu com Bruno Gagliasso (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

Giovanna Ewbank e sua mãe, Deborah, falaram sobre como a sogra de Bruno Gagliasso reagiu à separação temporária do casal há alguns anos.

Ao responder à pergunta "Qual outro genro que ela teria?", Deborah foi incisiva: "Nenhum! Só Bruno, Bruno e Bruno! Sou louca e apaixonada pelo meu genro!"

"Na época em que eu e o Bruno ficamos separados, essa daqui chorava que eu falava: 'Gente, pelo amor de Deus, parece que você que se separou!'", contou Giovanna.

Em outro momento, foi questionada sobre como era ter uma filha tão conhecida pelo público: "Pra ser sincera, eu nem sinto isso. Não parece que é famosa pra mim. Só agora, depois da Titi, que ficou mais difícil ir aos lugares. Agora que eu sinto um pouco. Às vezes falo pra ela: 'Vamo em tal lugar?', e ela não pode ir. Aí fico chateada."

Em seguida, Giovanna contou um exemplo de lugar que não pode mais frequentar: o Parque do Ibirapuera, onde costumava andar de bicicleta e passear com seus cães. "[A gente] não consegue dar um passo", complementou sua mãe.

Bruno Covas disse que só não aumentará impostos se a reforma da Previdência for aprovada (Foto: Alex Silva/AE)

Cidade

Chamado de “prefeito” e “futuro prefeito” por João Doria (PSDB) e por secretários, o vice-prefeito e secretário da Casa Civil, Bruno Covas (PSDB), disse que, se a reforma da Previdência não passar, a Prefeitura deixará de investir em outras áreas e precisará aumentar impostos.

Segundo ele, 90% do IPTU arrecadado será destinado à Previdência pública em 2018, valor que deverá ser de 100% no ano que vem. “Ou a gente faz a reforma da Previdência ou vai ter que aumentar os impostos na cidade de São Paulo. A Prefeitura acha mais justo fazer a reforma da Previdência”, declarou Bruno.

Nesta segunda-feira, Doria criticou a decisão da Câmara Municipal de adiar, por 120 dias, a votação do projeto de reforma da Previdência. “Estamos com a consciência tranquila de que cumprimos com a nossa obrigação: alertar o Legislativo sobre os riscos da falência da maior cidade brasileira”, afirmou.

Segundo Doria, se a reforma não for aprovada, o Município terá um rombo orçamentário de R$ 5,8 bilhões, o que impactaria serviços municipais de áreas diversas. “Cumprimos com o nosso dever. O Executivo cumpriu o seu papel, de mostrar a gravidade desse tema”, disse. “Durmo com a consciência tranquila, resta saber se outros dormirão com a consciência tranquila também.”

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Bolsonaro é visto como um candidato "teflon", pois nada gruda nele (Fotos: Tãnia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Especialistas em Ciência Política acreditam que muito dificilmente a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) poderá ser revertida nos próximos dias, que precedem a eleição presidencial. De acordo com o cientista político Eduardo Grin, professor da FGV EAESP, nada “cola” no candidato preferido dos eleitores – segundo pesquisa do BTF/FSB, ele tem 60% dos votos válidos, contra 40% de Fernando Haddad (PT). “Já teve declaração desastrosa de companheiros políticos, aquela denúncia do pacote do Whatsapp, mas nada parece abalar a candidatura do Bolsonaro”, disse. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro, segundo o levantamento. A margem de erro segue sendo de dois pontos percentuais. O mestre em Ciência Política e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP), Philippe Franco Scerb, analisou que a imagem “antissistema” do ex-capitão o favorece muito nesta corrida presidencial. “A denúncia de um possível Caixa 2, por exemplo, se tornou motivo de ironia entre o eleitorado”. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. Na intenção de voto estimulada, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois.Votação expressiva pode gerar capital político maior Segundo Grin, a ideia da campanha de Bolsonaro, agora, é de vencer com maior número de votos do que os últimos presidentes eleitos no Brasil. Luís Inácio Lula da Silva (PT) obteve 52,7 milhões de votos (61,27%) em 2002 e 58,2 (60,83%) em 2006. Já Dilma Rousseff (PT) ganhou com 55,7 milhões (56,05%) em 2010 e 54,5 milhões (51,64%) em 2014. “Se obtiver maior percentagem do que Lula em 2002, por exemplo, ele terá um poder político maior para negociar com o Congresso no início do mandato”, explicou o especialista. “Sem dúvidas, uma votação bastante expressiva pode levar Bolsonaro a aprovar sua pauta junto a partidos que nem o apoiaram formalmente”, disse Scerb. “Candidatos com uma base semelhante entendem que seus eleitores querem que aquela agenda seja aprovada e isso gera mais força ao governo”. Ibope e Datafolha também divulgarão pesquisas Hoje será a vez do Ibope divulgar sua segunda pesquisa deste turno das eleições. Em 15 de outubro, Bolsonaro tinha 59% dos votos válidos, contra 41% de Haddad. O Datafolha vai publicar levantamento na quinta-feira, 25. No último estudo, os candidatos contavam com o mesmo percentual levantado pelo Ibope.

Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução (Foto: Tânia Rêgo/ABR)

Opinião

No último domingo, apesar de boa parte da mídia ignorar, por questões de interesse, milhões de pessoas foram às ruas, por vontade própria, num admirável gesto de democracia, apoiar o candidato que, de forma extremamente inovadora, com praticamente custo zero perto do que se gastam com campanhas políticas, lidera as pesquisas. Ao que parece, o povo se desprendeu das garras do quarto poder e democraticamente exige mudança. Se esta será boa ou não, o tempo vai dizer, mas uma coisa é fato: a alternância de poder é saudável em qualquer democracia e por aqui já se passou da hora de mudar. A dita esquerda no Brasil tentou a todo custo um projeto criminoso de poder que, graças à Operação Lava Jato, resultou na prisão de diversos políticos poderosos e apresentou ao Brasil os bastidores sujos e asquerosos da política que desviou trilhões da educação, segurança, saúde, etc... A todo custo tentam ainda agarrar-se ao poder com mentiras, ataques e o velho jogo sujo da política sifilítica. Culpar o aplicativo de mensagem WhatsApp pelas atrocidades que o próprio partido cometeu é tão estúpido e absurdo quanto tentar comparar Bolsonaro com Trump. O norte-americano venceu apenas no colégio eleitoral, mas Bolsonaro pode vir a vencer na maioria absoluta de votos, o que numa democracia é literalmente a voz e o desejo do povo. Se você não enxerga isto, precisa urgente sair da bolha, e se não respeita, está muito próximo do palavrão que costuma xingar os colegas que discordam de você. Trump é bilionário e teve total apoio da máquina do Partido Republicano na campanha. Bolsonaro está em um partido anão e possuía oito segundos na TV. Trump tem as nuances e vícios de todo gênio comunicador, pois por anos liderou a audiência na TV americana. Bolsonaro é um sujeito simples com discurso coloquial, por vezes até rasteiro, mas que vai ao encontro das massas, sem esforço para tal.Goste você ou não, é um fenômeno popular maior ainda até do que Lula, que diferentemente do “capitão” foi programado e produzido por esquemas publicitários, a custo de ouro do dinheiro público, para transformá-lo num “mito”. Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução, como comprovou a manifestação gigantesca no domingo. Isto chama-se democracia, senhores. Aprendam com isto e deixem o País seguir. Bolsonaro foi o primeiro brasileiro, em campanha, a sofrer um atentado político; o primeiro a não fazer os velhos acordos; o primeiro a ter um nome (até aqui) limpo, algo que nem sonharíamos existir na política; e pode vir a ser o primeiro presidente a vencer uma eleição com o menor investimento já feito em campanha, comprovando que o tal fundo partidário é desnecessário e deveria ser direcionado para o que importa à população. O sujeito com uma caneta Bic nas mãos, um relógio Cassio e roupas simples, sozinho, sem verba, peitou a maior emissora do País, desafiou a imprensa e toda turma arrogante que se diz intelectual sem nunca ter produzido nada que valha o adjetivo. Amigos, se isto não é, no mínimo, uma expressiva revolução política e total quebra de paradigmas do status quo, você realmente precisa sair do jardim da infância e viver no mundo real.

Na capital, tucano tem rejeição de quase 40% (Fotos: Reprodução/Twitter e Carlos Bassan/Fotos Públicas)

Cidade

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda, 22,  pelo Instituto Paraná Pesquisas, o candidato tucano ao governo do Estado, João Doria, cresceu quase dois pontos percentuais na disputa contra Márcio França (PSB). O ex-prefeito da Capital tem 54,1% das intenções de voto (antes, eram 52,3%). Já o atual governador caiu de 47,7% para 45,9%. Dentre o eleitorado paulistano, 37,6% afirmaram que votariam com certeza em Doria, enquanto 21,7% poderiam votar nele. O índice de rejeição do tucano é de 38,9%. No caso de Márcio França, 31,7% contaram que têm convicção na escolha por ele, 25,8% disseram que poderiam votar e 40% não votariam de jeito nenhum. Ainda segundo a pesquisa, a grande maioria dos paulistas acredita que João Doria será o próximo governador do Estado: 58,5% dos entrevistados têm essa percepção. Apenas 31,6% imaginam que França pode ganhar a eleição.No caso da opção de voto para presidente, Jair Bolsonaro (PSL) tem 69,1% do eleitorado paulista, enquanto Fernando Haddad (PT) te, 30,9%. Foram entrevistados 2.010 eleitores, entre os dias 18 e 21 de outubro, em 88 municípios do Estado.

Ex-capitão lidera em todas as pesquisas (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Nacional

Nova pesquisa do BTG/FSB, divulgada nesta segunda-feira, 22,  mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aumentou sua vantagem dentro da margem de erro contra Fernando Haddad (PT). Segundo o levantamento, o ex-capitão conta com 60% dos votos válidos, contra 40% do adversário. A margem de erro continua sendo de dois pontos percentuais. No último estudo, publicado em 14 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% das intenções de voto, contra 41% do petista. No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é dito ao entrevistado, o ex-militar caiu um ponto percentual, ficando com 48%, enquanto Haddad cresceu um ponto, chegando a 31%. Os votos brancos e nulos atingem 6%, enquanto 5% responderam “nenhum” e 11% não souberam opinar. Na intenção de voto estimulada, porém, o candidato do PSL cresceu um ponto percentual, de 51 para 52%. Haddad permaneceu com 35%. Votos brancos e nulos somaram 4%, não souberam 4% e 5% responderam que não escolheriam nenhum dos dois. A pesquisa também abordou a decisão definitiva de votos de cada eleitor. Neste momento, 94% dos que votariam em Bolsonaro afirmaram que estão convictos da decisão. Nos eleitores do petista, o índice é de 90%. A rejeição dos candidatos ficou em 52% para Fernando Haddad e 38% para Bolsonaro. Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre 20 e 21 de outubro.
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Bolsonaro é um fenômeno que boa parte da imprensa insiste em ignorar, mas que a população tem como única solução (Foto: Tânia Rêgo/ABR)

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Profissionais consagram suas vidas ao serviço da humanidade (Foto: ASCOM SUSIPE/Fotos Públicas)

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O último bastião do PT ainda é o Nordeste, mas este já não é tão inexpugnável (Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/ Fotos Públicas)

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Apesar de constar no ordenamento jurídico pátrio, o Princípio da Isonomia quase não é observado e aplicado (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )

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