Empresário ficou muito próximo de Jéssica na casa

Fora dos Trilhos

Eliminado do "Big Brother Brasil 18", na terça-feira, 27, o empresário Lucas viveu duas situações constrangedoras após o anúncio de sua saída da casa. Primeiro, logo após ver que sua noiva, Ana Lúcia, não estava na plateia o esperando, o apresentador Tiago Leifert revelou os motivos da sua rejeição junto ao público. “O pessoal não gostou do seu relacionamento com a Jéssica”, disse.

“Eu só quero abraçar a minha mulher”, comentou o ex-participante. Depois, em entrevista à vice-campeã do ano passado, Vivian Amorim, ele recebeu um “bem-casado”, diretamente de Taubaté. Acontece que ele foi comparado à “grávida de Taubaté”, sendo apelidado de “noivo de Taubaté” nas redes sociais. Isso por conta de uma suposta infidelidade do rapaz dentro da casa.

“Você recebeu esse apelido aqui fora”, disse a moça. “Por causa da grávida de Taubaté? Uma coisa falsa, né?”, respondeu ele, cabisbaixo. Enquanto declarava seu amor por Ana Lúcia, ele quase viveu um romance com a loira Jéssica no BBB. Eles não se beijaram na boca, mas trocaram carícias em baixo do edredom.

Diego e Caruso, mentores do “Grupo dos Sete”, ficaram no reality após a disputa contra o Lucas no Paredão.

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Huck era considerado uma alternativa a Alckmin no PSDB (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

Política

O apresentador Luciano Huck manteve a decisão de não se candidatar à Presidência da República na eleição deste ano. Huck optou pela carreira de sucesso na televisão à aventura de uma disputa presidencial. Ele vinha sendo cobrado pela TV Globo a se definir sobre o assunto, o que fez nesta quinta-feira (15).

"Não serei candidato, mas não quero falar mais sobre o assunto agora. Preciso digerir a decisão", disse Huck à coluna Direto da Fonte, do jornal O Estado de S. Paulo.

O apresentador chegou a anunciar que não seria candidato em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, em novembro do ano passado, mas voltou a se movimentar em janeiro, se reunindo com líderes políticos, entre eles o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), e representantes do setor econômico. 

A informação sobre a desistência de Huck foi revelada pelo site O Antagonista.

Huck passou a circular novamente justamente após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) confirmar a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que tende a impedir sua candidatura a mais um mandado no Planalto.

O apresentador, com o discurso da renovação na política, já começava a ser tratado como uma alternativa na disputa presidencial por líderes partidários e legendas que veem a pré-candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) com reticências - a principal desconfiança é em relação ao potencial eleitoral do governador paulista, que ainda não atingiu dois dígitos nas pesquisas de intenção de voto.

A acolhida de FHC ao apresentador gerava constrangimento no entorno de Alckmin, mas o tucano costumava elogiar publicamente Huck. Segundo pessoas próximas ao governador, ele considera que o apresentador e seu movimento, o RenovaBR, deixaram um "legado" para a eleição de 2018. Alckmin vai tentar se aproximar do grupo

'Decisão solitária'

"A decisão de entrar para a política é difícil e solitária. No Brasil, ela só é uma decisão fácil pra quem já tem família na política. Para alguém como ele, sem nenhuma clã política, é uma decisão muito difícil", disse deputado Roberto Freire, presidente do PPS, partido que negociava a filiação de Huck.

Além da questão profissional, que envolvia não apenas o próprio contrato com a Globo - Huck é dono de um dos maiores salários da televisão brasileira e sua saída da emissora obrigaria provavelmente à suspensão também do programa de sua mulher, Angélica -, mas também a exposição que uma candidatura ao Planalto provocaria.

Familiares não endossaram o projeto político do apresentador global, mas era um desejo que ele alimentava. Com quem conversou nesta quinta-feira, 15, Huck se mostrou abatido com a decisão. Entre profissionais que discutiam a hipótese de candidatura do apresentador, a avaliação é que o projeto era viável eleitoralmente, mas exigia uma preparação prévia para enfrentar a arena política, o que não ocorreu.

A decisão de Huck foi recebida com desalento por participantes dos movimentos que pregam a renovação na política. Até quarta-feira, 14, os grupos ainda fechavam o texto final de uma carta-convite para Huck participar de um debate.

Integrantes do Agora! e do RenovaBR avaliam que, sem Huck, os grupos perdem o que consideravam um trunfo: "a mola propulsora" de candidatos ao Legislativo oriundos do movimento.

Procurada pela reportagem, a assessoria da TV Globo afirmou que não tinha informações sobre eventual reunião de Huck com a direção da emissora. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Nayara foi a última eliminada do programa (Foto: Paulo Belote/TV Globo)

Fora dos Trilhos

Que o Big Brother Brasil é um grande fenômeno de audiência, não é novidade. Mas a edição deste ano do reality show tem causado um entusiasmo excessivo no público votante do programa: o BBB 18 tem os dois maiores recordes de rejeição em um Paredão triplo da história.

Ontem foi a vez de Nayara sofrer a reprovação dos espectadores. Ela teve pouco mais de 92% dos votos, contra apenas 4% de Mahmoud e 3% de Gleici. O apresentador Tiago Leifert foi enfático. “Cuidado ao falar que você representa alguma coisa, porque você pode esquecer de se defender aí dentro”, disse. A participante dizia que era representante do movimento negro dentro da casa.

Uma semana antes, foi a vez da “bruxinha” Ana Paula sofrer com a escolha do público. Ela foi eliminada com 89% dos votos, em disputa contra a família Lima (formada por Ana Clara e Ayrton) e Paula. O terceiro e o quarto lugar desse ranking ingrato são do ano passado: respectivamente, Elis e Roberta foram rejeitadas por 80 e 79% do público na edição.

É fácil explicar a maior reprovação da história do BBB para Nayara. Apesar de votar com o “Grupo dos sete”, encabeçado por Diego e Patrícia, ela criou duas intrigas relevantes ao fofocar, para Lucas, sobre conversas reservadas com Caruso e Wagner. Isso gerou descontentamento não só na casa, mas o público mostrou que também não gostou do falatório.

"Quero conhecer o Silvio Santos", disse a atriz nas redes sociais

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A equipe de comunicação da Rede Globo confirmou ao E+ que Marina Ruy Barbosa não foi liberada para participar da premiação Troféu Imprensa, do SBT. O motivo seria o fato dela estar atualmente no ar como protagonista na novela Deus Salve o Rei.

A comunicação da emissora de Silvio Santos disse que "o SBT não vai se pronunciar por respeitar a decisão da direção da TV Globo, a qual sempre libera artistas para o Teleton e Troféu Imprensa".

Marina Ruy Barbosa gostaria de comparecer ao evento e recorreu aos seus seguidores do Twitter para tentar a liberação da emissora. "Globo, libera eu! Quero conhecer o Silvio Santos", escreveu em uma postagem com mais de 24 mil curtidas.

Seu pedido, porém, foi negado. Por outro lado, a comunicação da Globo disse que Cleo Pires, Sergio Chapelin e Vanessa Giácomo estão liberados a participar da premiação.

Ainda assim, a presença deles na cerimônia ainda não pode ser confirmada pelo SBT, uma vez que ainda é preciso verificar a disponibilidade das personalidades.

Atração seria exibida no horário do almoço (Foto: Reprodução/Facebook)

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Hoje eu inicio a minha coluna comentando a supersérie Onde Nascem os Fortes, de Geoge Moura e Sérgio Goldenberg, que estreia em abril, na faixa das 23h, na Globo. A emissora não  poupará gastos para realizar uma grande produção e atingir uma boa audiência nesse horário.

Para se ter uma ideia, o Departamento de Arte encomendou, junto ao Museu Histórico Nacional e ao Museu de História Nacional de Ingá, na Paraíba, réplicas de alguns fósseis de animais presentes nas unidades. A ideia, segundo Patrícia Kogut, é usar as peças nas cenas do paleontólogo Hermano, protagonista masculino da saga. A Globo pretende investir muito na produção.

Conforme a coluna já havia informado, já começaram  as mudanças na novela Deus Salve o Rei (Globo). O elenco recebeu, na semana passada, 15 novas cenas, que estão sendo filmadas e deverão começar a ir para o ar nos próximos dias. A emissora vai mudar totalmente a origem da história.

Entre os ajustes ordenados está a antecipação do triângulo amoroso entre Catarina (Bruna Marquezine), Amália (Marina Ruy Barbosa) e Afonso (Rômulo Estrela), medida que o autor da trama, Daniel Adjafre, já começou a trabalhar. A história não vinha causando expectativa nos telespectadores e a audiência começou a cair.

A época de vacas magras nas emissoras de televisão está atingindo até mesmo as antenas de transmissão. Um dos cartões postais da Avenida Paulista, principal corredor de São Paulo, a torre da Band perdeu a iluminação especial que tinha. A ordem da direção é economizar.

O programa humorístico Encrenca, da Rede TV!, vem se consolidando em terceiro lugar na faixa das 18h aos domingos, batendo inclusive a Record. A atração, muito bem produzida, mostra um humor diferente, sem cansar os telespectadores e apresentando textos inteligentes. O programa tem uma equipe pequena, mas de qualidade.

O cantor Fábio Júnior poderá comandar na Globo um programa musical aos domingos, ao meio-dia. A coluna apurou que as conversas já estão bem adiantadas com a diretoria da emissora. O impasse está sendo o acerto de salário entre o cantor e a Globo. A estreia está prevista para maio deste ano.

Frase final: “Os maiores inimigos declarados não fazem tanto mal quanto os pequenos ocultos.”

Katy Perry fará turnê no Brasil em breve (Foto: Reprodução/ Facebook)

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Em pleno carnaval, a cantora norte-americana Katy Perry revelou em seu Instagram que havia batido um papo, por meio de uma ligação em vídeo, com a brasileira Gretchen, estrela de um dos seus vídeos - o que apresenta a letra da música "Swish Swish", parceria com a rapper Nicki Minaj.

"Curtindo com minha rainha", escreveu Katy Perry na imagem, acompanhada das clássicas palavras em português que ela aprendeu com os fãs brasileiros: "morta" e "linda". 

Procurada pela reportagem, Gretchen nega que o papo tenha sido para combinar uma participação nos shows de Katy Perry no Brasil, como começou a ser especulado por fãs logo após a publicação da imagem. No dia 17 de março, a cantora americana se apresenta do Allianz Parque, em São Paulo, com a turnê do seu mais recente álbum, "Witness". Katy Perry realiza ainda shows em Porto Alegre, no dia 14, e no Rio de Janeiro, no dia 18. 

"Foi uma conversa informal, muito alegre e tranquila. Conversamos sobre nossa admiração uma pela outra", revelou Gretchen sobre o papo. Ainda segundo a brasileira, as duas, porém, deixaram, "previamente acertado", que vão se encontrar no Brasil. 

De acordo com Gretchen, o papo entre as duas foi gravado pelo programa Fantástico, da Rede Globo, e deverá ser exibido em breve.

Clima esquenta em reality show da Globo

Fora dos Trilhos

Depois da saída de Ana Paula do Big Brother Brasil 18, Mahmoud, seu principal desafeto, novamente causou polêmica na casa. Ele ajudou Ana Clara a cozinhar, mas ambos estão em grupos separados e isso é proibido pelas regras do programa. Exaltado, Caruso foi tirar satisfação com o sexólogo e a noite foi agitada.

“Eu nem encostei na panela”, justificou Mahmoud. “Da outra vez, você comeu um negócio e não falou nada. Você é um moleque”, disparou o publicitário. “Foi sem querer, porque se fosse por querer, eu ia comer um brigadeiro, uma banana”, retrucou o sexólogo. A partir daí, a discussão ficou mais acalorada. “Você é um bunda mole. Seja homem”, gritou Caruso.

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Bolsonaro atraiu filiações ao PSL (Foto:Fernando Frazão/ABR/Fotos Públicas)

Nacional

Apenas partidos pequenos aumentaram o número de candidatos nas eleições deste ano em relação a 2014. Enquanto siglas tradicionais como PT, PSDB, MDB, PDT e PSB reduziram a quantidade total de registrados, houve um aumento expressivo entre as siglas de menor porte. O partido de Jair Bolsonaro, o PSL, é o que mais apresentou candidatos - 1.451, um aumento de 74,4% em relação a 2014. Das 35 siglas existentes, 12 vão ter mais postulantes neste ano do que nas últimas eleições gerais - PSL, PROS, Avante, Podemos, PRB, Solidariedade, PMN, PCO, PSOL, Patriota, PRTB e PPL. Há ainda três partidos que vão estrear nas urnas em âmbito nacional: Rede, Novo e PMB, que, juntos, somam 1.606 candidaturas. Os números têm como base os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É possível que haja pequenas alterações até o dia 20, quando as informações estarão 100% atualizadas. A legenda que registrou a maior variação porcentual no número de candidaturas foi o PCO (142,8%). A sigla, no entanto, é um ponto fora da curva - tinha apresentado somente 49 candidatos em 2014 e, agora, lançou 119. Em seguida, vem o PROS, com 1.018 candidatos, ante 485 em 2014 (aumento de 109,9%, mais que o dobro de um pleito para o outro). Entre os que mais reduziram candidatos, estão PCB (diminuição de 45,2%), PTB (-33,4%) e PSTU (-31,9%). Entre as siglas maiores, PSB (-31,4%), PSDB (-18,3%) e PDT (-16,4%) tiveram os maiores índices de diminuição de candidatos. O PT registrou queda de 6,8% e o DEM, de 5,5%. Segundo o cientista político Marco Antônio Teixeira, da FGV-SP, uma das explicações para este cenário pode ser a cláusula de barreira, que, a partir de 2018, impõe aos partidos desempenho mínimo para que sejam autorizados a ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de TV no horário eleitoral. "Os pequenos estão em busca de capilaridade", disse Teixeira. A nova regra exige, para este ano, que as legendas tenham 1,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação e com 1% em cada uma dessas unidades. A cláusula aumenta gradativamente até 2030 e busca afunilar o sistema partidário brasileiro, altamente fragmentado. Para a cientista política Luciana Veiga, professora da UNI-Rio, a estratégia faz sentido e pode servir à sobrevivência. "Mesmo que não elejam muitos nomes, os partidos com várias candidaturas têm chance de alcançar a cláusula com uma votação mais pulverizada." Um caso mais específico é o do nanico PSL, que, com a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, atraiu deputados na janela partidária e, agora, busca se consolidar com a ampliação da bancada no próximo pleito. "O PSL não tinha nada, arranjou meia dúzia de deputados e agora precisa crescer (para se manter vivo)", afirmou Teixeira. Conforme o Estado mostrou na quarta-feira, a nova casa de Bolsonaro registrou mais de 13,6 mil filiações em 2018, impulsionadas pela figura do presidenciável. Trata-se de número quatro vezes maior que o dos partidos adversários na disputa pelo Palácio do Planalto. Concentração Quanto aos partidos tradicionais, o motivo da diminuição de candidaturas passa por um uso mais direcionado dos recursos do fundo eleitoral. Com as regras inéditas de financiamento de campanha, as siglas apostam mais em candidaturas viáveis, com pouca abertura à renovação. É o caso do PSB, a legenda tradicional que mais reduziu o número de postulantes. A estratégia, segundo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, é concentrar os recursos em campanhas com grandes chances de vitória. "O novo fundo não facilita a renovação", afirmou ele. O PSB não tem candidatura própria à Presidência da República e não compõe nenhuma coligação, mas conta com nomes fortes em eleições regionais. "O fundo eleitoral concentra muitos recursos nos grandes. O problema dos maiores não é dinheiro, não é sobrevivência. É otimizar os cargos que já têm", afirmou Luciana Veiga. 

Candidatos ao governo fizeram questão de mencionar presidenciáveis (Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO)

Cidade

Os candidatos ao governo de São Paulo presentes no primeiro debate televisionado, na Band, aproveitaram o último bloco do programa para nacionalizar a discussão. Houve menções ao nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), bem como contra a polarização política no País. O ex-prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho (PT) disse ser, com orgulho, amigo de Lula e candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes. No fim do bloco anterior, Marinho havia feito a primeira menção dele a Lula no debate. Em embate com Rodrigo Tavares (PRTB), ele disse que os governos petistas combateram a corrupção e afirmou que o PT "é a grande esperança" do povo brasileiro. Tavares citou a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), cujo vice, general Hamilton Mourão, é do PRTB. Marinho citou ainda acusações de corrupção contra o PSDB. O tucano João Doria o rebateu nas considerações finais e falou que o petista não pode comparar Alckmin a Lula. "Alckmin tem mais de 40 anos de vida pública ilibada. Lula está preso em Curitiba", afirmou. Ele cobrou ainda "respeito" do petista, que no final do bloco anterior havia mencionado o nome da esposa do ex-prefeito paulistano, Bia Doria. "Ela não é ré como o senhor", disse. Na despedida do público, Rodrigo Tavares também atacou Alckmin. "Ele fez bom trabalho sim no Estado de São Paulo, mas como anestesista. Ele anestesiou o Estado de São Paulo", afirmou. Nos apontamentos finais, Márcio França (PSB) levou novamente a discussão para o nível nacional. Ele disse que a população de São Paulo vê os exemplos do PT, do PSDB e do MDB e que só ele representa a mudança. O governador paulista lembrou também a mediação dele na greve dos caminhoneiros. Paulo Skaf (MDB) encerrou o debate exaltando as escola do Sesi, que ele usou para criticar ensino estadual de São Paulo. Antes disso, coube ao empresário a primeira das duas únicas menções a Deus no debate. A segunda foi de Lisete Arelalo (PSOL), que disse que o povo "deu graças a Deus" pela renúncia de alguns candidatos. Ela afirmou ainda que vai seguir com o legado da vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 14 de março. Marcelo Cândido (PDT) ressaltou a experiência como prefeito de Suzano (SP).

Para a maioria dos eleitores, Bolsonaro e Alckmin são os favoritos para avançarem na disputa (Foto: Daniel Teixeira e Adriana Spaca/AE)

Nacional

Uma nova pesquisa sobre as intenções de voto à Presidência da República, divulgada na quarta-feira, 15, pelo Instituto Paraná, mostra que o deputado Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) devem se enfrentar no 2º turno, caso o ex-presidente Lula (PT) tenha sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral. Questionados sobre percepção de quais candidatos vão para a segunda fase das eleições, 43,3% apostam em Bolsonaro e 26,7% no tucano. Neste quesito, Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com a expectativa de 21% dos eleitores. Em seguida aparece Marina Silva, com 20,7%, e Fernando Haddad (PT), provável substituto de Lula, tem 10,1% das apostas.  Mas nas intenções de voto, Lula, mesmo preso, ainda lidera com 30,8%, um crescimento de quase 2% na comparação com a pesquisa anterior feita pelo mesmo instituto. No cenário com Lula, Bolsonaro é o segundo colocado, com 22%, e Alckmin, que na pesquisa anterior tinha uma desvantagem de 3% para Marina Silva (Rede), viu a diferença para ela cair pela metade. Marina tem 8,1% das intenções de voto e ele 6,6%. No cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 23,9% das intenções de voto. Com a saída do ex-presidente da disputa, Marina Silva e Ciro Gomes (PDT) parecem receber parte de seu eleitorado, e ficam à frente do tucano. Marina chega a 13,2%, Ciro fica com 10,2% e Alckmin  8,5%. Esta é a primeira pesquisa divulgada após o debate realizado pela Rede Bandeirantes, na semana passada, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o no BR-02891/2018. O levantamento foi feito com 2.002 eleitores, em 168 municípios brasileiros, entre os dias 9 e 13 de agosto de 2018. A margem de erro, para mais ou para menos, é de 2%.  

Alckmin e França possuem semelhanças em suas carreiras políticas (Foto: Arquivo/MN)

Opinião

Depois que alguns presidenciáveis apresentaram suas propostas para o País, no debate da semana passada, hoje é a vez de sete candidatos ao Governo do Estado de São Paulo fazerem o mesmo na Band, a partir da 22h. É uma grande chance para alguns deles saírem da obscuridade e mostrarem seus programas de gestão e, principalmente, seus rostos, para um eleitorado que não tem dado tanta atenção a eles. É uma brecha aberta inclusive para o governador Márcio França, que, embora no cargo desde abril –, quando Alckmin deixou o posto para concorrer à Presidência –, ainda luta para se fazer mais conhecido entre os eleitores, que podem dar a ele a chance de continuar ocupando o Palácio dos Bandeirantes, como chefe do Executivo. E o que não falta na história política paulista é a figura de vice que conseguiu alçar voo solo e ganhou o papel de protagonista. O próprio Alckmin é um destes, que, com o agravamento da doença de Mario Covas, em janeiro de 2001, assumiu interinamente o governo e, depois, ratificou nas urnas sua permanência. Há semelhanças entre os dois, como o fato de eles terem iniciado na política longe da Capital, sendo vereador e prefeito de suas respectivas cidades natais, depois deputado federal, até serem convidados para comporem a chapa que venceria o governo paulista. Mas, certamente, o desafio de França é bem maior do que aquele encarado por Alckmin, 16 anos atrás. A começar pelo enfrentamento com dois fortes concorrentes, que até outro dia era também seus aliados: Paulo Skaf e João Doria. O emedebista e o tucano lideram com folga a corrida ao Bandeirantes e, se nada mudar até 7 de outubro, estarão no segundo turno. E o problema do atual governador é justamente se interpor entre seus concorrentes. Terá a primeira chance hoje. Para isso precisa mostrar à audiência que é diferente de ambos, e dos demais, e que tem mais a oferecer. Só que do outro lado estarão dois experientes debatedores, já testados em eleições anteriores. Já França faz sua estreia em um programa deste nível. É mais um obstáculo para o político de São Vicente superar, se quiser seguir adiante na disputa.
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