Atriz se livra de timidez para cena de novo filme (Foto: Reprodução/ Facebook)

Fora dos Trilhos

Conversando com a imprensa no tapete vermelho da estreia do filme "Operação Red Sparrow", a atriz Jennifer Lawrence, protagonista da produção, disse ter superado o medo de pegar papéis mais arriscados que envolvem nudez ou assuntos mais delicados.

"Eu não tenho mais o medo ou a insegurança que me afetavam ao escolher papéis que envolviam nudez", disse a atriz para o site "Entertainment Tonight". "O meu método de escolha de papéis não mudou, ainda escolho personagens, diretores e roteiros com os quais eu me identifico, mas a nudez já não é mais um fator nisso", continuou.

Em um painel sobre o filme, realizado na semana passada, a atriz comentou a sua primeira cena de nudez explícita que acontece no filme, e disse que os outros membros do elenco e o diretor Francis Lawrence a deixaram tranquila. "Todo mundo me deixou tão confortável que, em certo ponto, eu estava deixando as pessoas desconfortáveis", falou a atriz. "Eu ficava andando pelada pelo set e todo mundo me olhava e dizia que eu deveria me vestir", brincou.

Francis Lawrence, que dirigiu Jennifer Lawrence em três filmes da saga "Jogos Vorazes", afirmou que o fato de eles já se conhecerem pode ter ajudado nessa superação do medo de nudez em filmes. "Eu confio nela e tenho quase certeza que ela confia em mim. Acho que seria difícil ela topar fazer um filme como esse com outra pessoa que ela não conhecesse. Foi tranquilo discutir pontos do roteiro do filme porque nós nos conhecemos bem e isso foi positivo para a produção", falou. Operação Red Sparrow estreia no Brasil no dia 1º de março.

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Divulgação

Mundo

Mais uma vez, o presidente norte-americano encontra-se envolvido em polêmica. O advogado pessoal de Donald Trump, Michael Cohen, afirmou ao jornal The New York Times na terça-feira, 13, que pagou US$ 130 mil à atriz de filmes pornográficos Stephanie Clifford, conhecida como Stormy Daniels, após ela ter dito que manteve um caso com Donald Trump em 2006, quando este já era casado com a atual mulher, Melania. Cohen disse que usou dinheiro próprio para fazer isso e que não obteve reembolso da campanha de Trump à presidência nem da Trump Organization.

Stephanie Clifford conhecida como Stormy Daniels

"O pagamento para a sra. Clifford foi legal e não foi uma contribuição de campanha nem um gasto de campanha para qualquer um", afirmou o advogado em comunicado ao jornal americano. O Wall Street Journal revelou primeiro sobre a transação financeira secreta em janeiro. Cohen se posicionou com a nota após a entidade que monitora o governo chamada Common Cause entrar na Justiça com a alegação de que o pagamento poderia ser enquadrado como uma contribuição ilegal à campanha de Trump.

Atriz foi um dos principais nomes do humor da Globo nos anos 90 e 2000 (Foto: Reprodução/Facebook)

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Convivendo há anos com esclerose múltipla, a atriz e comediante Claudia Rodrigues voltou a ser internada, ontem, no centro médico Cevisa, em Engenheiro Coelho (SP) após complicações da doença. Ela teve falta de audição e visão e ainda falou algumas coisas desconexas e precisou ser internada às pressas.


Em entrevista ao portal UOL, a empresária da artista, Adriane Bonatto, informou que Claudia sofreu um surto e não conseguia nem caminhar. De acordo com ela, não há previsão de alta para a atriz. Em junho, ela foi internada para tratamento de reabilitação de células-tronco e só foi liberada em janeiro.


A carreira de Claudia é bastante conhecida, já que ela foi um dos principais nomes dos programas de comédia da Globo. Ela passou, por exemplo, por “Sai de Baixo”, “Escolinha do Professor Raimundo” e “Zorra Total”. Além desses, ela foi protagonista na série “A Diarista”, entre 2004 e 2007.

Cantora não será a única do universo musical no elenco. Preta Gil também estará no filme (Foto: Reprodução/Instagram)

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Após ter conquistado sucesso nacional na música em 2017, Pabllo Vittar decidiu apostar também em outras áreas neste ano: o cinema. Ela fará uma participação especial no filme "Crô em Família", que deve ser lançado até o final deste ano, continuação de "Crô: O Filme".

A comédia é sobre o mordomo Crodoaldo Valério, famoso pelo personagem de Marcelo Serrado na novela Fina Estampa.

Pabllo não é o único nome da música a atuar no longa, que terá também a participação de Preta Gil. O filme é o segundo sobre o mordomo interpretado por Serrado na novela televisionada entre agosto de 2011 e março de 2012. Os atores Marcos Caruso, Marcus Majella, Arlete Salles, Fabiana Karla e Tonico Pereira também vão integrar o elenco.

"Quero conhecer o Silvio Santos", disse a atriz nas redes sociais

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A equipe de comunicação da Rede Globo confirmou ao E+ que Marina Ruy Barbosa não foi liberada para participar da premiação Troféu Imprensa, do SBT. O motivo seria o fato dela estar atualmente no ar como protagonista na novela Deus Salve o Rei.

A comunicação da emissora de Silvio Santos disse que "o SBT não vai se pronunciar por respeitar a decisão da direção da TV Globo, a qual sempre libera artistas para o Teleton e Troféu Imprensa".

Marina Ruy Barbosa gostaria de comparecer ao evento e recorreu aos seus seguidores do Twitter para tentar a liberação da emissora. "Globo, libera eu! Quero conhecer o Silvio Santos", escreveu em uma postagem com mais de 24 mil curtidas.

Seu pedido, porém, foi negado. Por outro lado, a comunicação da Globo disse que Cleo Pires, Sergio Chapelin e Vanessa Giácomo estão liberados a participar da premiação.

Ainda assim, a presença deles na cerimônia ainda não pode ser confirmada pelo SBT, uma vez que ainda é preciso verificar a disponibilidade das personalidades.

Atriz global ostenta com vestimenta brilhante (Foto: Reprodução/Instagram)

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Encerrando as comemorações de carnaval, Bruna Marquezine compareceu ao Desfile das Campeãs, na Sapucaí, no Rio de Janeiro, no último sábado, 17. A atriz curtiu a noite no "Nosso Camarote", a convite da Rosa Chá. Ela apostou em um body transparente da marca para a festa, customizado exclusivamente.

Bruna também optou por uma calça legging de paetês, da grife Gucci, para compor a sua produção. 

A peça custa cerca de R$ 7 mil no Brasil. 

Para finalizar, argolas grandes e o penteado de cabelo meio preso deram um toque divertido no visual. 

Bruna Marquezine calça Insta

Marquezine aparece sorridente no sambódromo carioca (Foto: Reprodução/Instagram)

Presença da atriz Daisy Ridley, que interpreta Rey, como protagonista em Star Wars, incomoda alguns fãs da franquia (Foto: Reprodução/Facebook)

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Em entrevista para o site IndieWire, o diretor e produtor J J. Abrams comentou as críticas feitas ao filme "Star Wars: Os Últimos Jedi", que estreou nos cinemas em dezembro de 2017. Logo após a estreia, um grupo de fãs começou a reclamar nas redes sociais que o filme, dirigido e escrito por Rian Johnson, tinha sido feito para "agradar feministas e justiceiros sociais" e que "transformava homens e brancos em vilões". 
 

Segundo o diretor, quem criticou o filme se sentiu ameaçado pelo aumento da representação feminina na saga. "O problema deles não é com 'Star Wars'. O problema deles é que eles se sentem ameaçados. A galáxia de 'Star Wars' é bem grande e é possível encontrar qualquer coisa que você queira por lá", disse Abrams, que dirigiu "Star Wars: O Despertar da Força".

"Se você é alguém que se sente ameaçado por mulheres e precisa descontar sua raiva nelas, então você encontrará um inimigo em 'Star Wars'. Essas pessoas podem assistir ao primeiro filme, "Uma Nova Esperança", e dizer que a Leia era muito respondona ou que era muito durona. Alguém que quer encontrar um problema em algo vai encontrar. Parece que a internet foi feita para isso", concluiu.

O Episódio IX, ainda sem nome definido, será dirigido por J.J. Abrams e está com estreia prevista para o dia 19 de dezembro de 2019. Antes disso, em 24 de maio de 2018, chega aos cinemas o spin-off "Han Solo: Uma História Star Wars".

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Alckmin é o candidato que mais tem batido na polarização (Foto: José Cruz/ABR/Fotos Públicas)

Nacional

A polarização da disputa presidencial entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) nas eleições 2018, indicada pelas recentes pesquisas de intenção de voto Ibope e Datafolha, tem feito adversários subirem o tom contra os candidatos que lideram a corrida em seus programas de TV e rádio. Nos programas que foram ao ar nesta quinta-feira, 20, os presidenciáveis Geraldo Alckmin (PSDB) e Henrique Meirelles (MDB) fizeram ataques diretos a Bolsonaro e Haddad. "De um lado, a turma de vermelho, que quer o fim da Lava Jato para encobrir o maior caso de corrupção da história; do outro, a turma do preconceito, da intolerância e do ódio a tudo e todos", diz o tucano no programa. Alckmin ainda disse que o Brasil já elegeu "um poste vermelho", em referência a Dilma Rousseff (PT), sucessora indicada por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e que não pode entrar "de novo em uma aventura, de um candidato que se diz o novo", em referência a Fernando Collor (hoje no PTC, que foi presidente pelo PRN). Já Meirelles apostou no discurso de que o Brasil precisa de um governo que imponha confiança. Com recortes de jornais em que mostra notícias relacionadas a Bolsonaro e ao PT, disse que ninguém confia em gente "desequilibrada" ou "corrupta". "Confiança é a chave que abre todas as portas", diz Meirelles. "Quando você pede uma indicação para cuidar dos seus filhos, você pergunta se a pessoa é de confiança. A mesma coisa acontece com o País. As empresas precisam confiar no governo para fazer investimentos, criar empregos. Ou você acha que vão confiar num governo de alguém despreparado, desequilibrado ou corrupto? Claro que não." Terceiro colocado nas pesquisas, Ciro Gomes (PDT) mostrou seu currículo e da proposta de limpar o nome de pessoas negativadas no SPC e Serasa. Atual quinta colocada nos levantamentos, Marina Silva (Rede) falou sobre fazer investimentos na saúde e na educação, ao lado de seu vice Eduardo Jorge (PV).

Mesmo no hospital, presidenciável mantém declarações em tom de campanha (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião

Há exatos 13 dias Jair Bolsonaro foi transferido da Santa Casa de Juiz de Fora (MG) para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Mas, apesar de um susto aqui e outro ali, o presidenciável está bem ativo, como demonstram os boletins médicos e sua assídua presença nas redes sociais. Ontem, o candidato do PSL agiu rápido e buscou contornar uma declaração de Paulo Guedes, seu conselheiro econômico e nome escolhido para ocupar o Ministério da Fazenda, em caso de vitória do ex-militar. Guedes propôs a criação de um tipo de CPMF, a partir da qual o cidadão pagaria uma taxa sobre qualquer movimentação bancária, que seria destinada ao financiamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Mas, via Twitter, Bolsonaro destacou que sua equipe “trabalha para a redução de carga tributária, desburocratização e desregulamentações. Chega de impostos é nosso lema! Somos e faremos diferente. Esse é o Brasil que queremos”. O posicionamento do candidato vai ao encontro do que pede a sociedade brasileira, que sente o peso de viver no país com a maior carga tributária de toda a América Latina e Caribe. Em 2016, por exemplo, tudo que as três esferas de governo arrecadaram equivaleram a 32,38% do PIB, depois de subir por dois anos consecutivos. Mas, de fato, o novo presidente terá de encarar a questão fiscal do País, que todos comentam, mas que ninguém até agora conseguiu resolver. E o sucessor de Temer não estará imune a isso, pois herdará uma casa desorganizada. Portanto, a ele caberá construir acordos visando a, entre outras coisas, alcançar a estabilidade fiscal. Aumentar impostos pode ser um caminho necessário e o mais fácil. No entanto, não será possível fechar os olhos a temas espinhosos, como previdência, funcionalismo, salário mínimo e, claro, reforma tributária, que certamente, fazem parte da solução.

Ciro Gomes diz rejeitar estratégia e que o “voto útil é um insulto à experiência popular” (Foto: Leo Canabarro/Fotos Públicas)

Opinião

Em muitas eleições há o candidato ideal e o útil. E, nesta, muitos apostam que, no final, o eleitor que ainda não tem o voto consolidado ou que teme um segundo turno polarizado entre PT e Jair Bolsonaro abra mão da paixão, ideologia, apreço ou preferência por determinado candidato (que não tem chance de vencer) e faça uma escolha estratégica e tática na tentativa de evitar a vitória daquele a quem rejeita. Ciro Gomes disse abrir mão desta possibilidade. Segundo ele, “voto útil é insulto à experiência popular”, e disse querer ser eleito por aqueles que o consideram uma saída para o Brasil e não por quem “não queria votar em outro”. Mas esse não é pensamento do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tenta atrair o eleitorado de João Amoêdo (Novo), Henrique Meirelles (MDB), Álvaro Dias (Podemos) e também de Marina Silva (Rede), ao mesmo tempo que faz um chamamento ao voto anti-PT e fustiga a candidatura de Bolsonaro. “A nossa percepção é que Haddad vai para o segundo turno. Já o voto em Bolsonaro não está cristalizado”, disse João Carlos Meirelles, conselheiro próximo de Alckmin, aparentemente alheio às pesquisas, que mostram que os eleitores de Bolsonaro são os mais convictos. Cerca de 70% deles dizem que não mudará sua decisão ou que a escolha é “firme”, segundo o penúltimo Ibope (11 de setembro), número levemente superior ao de Haddad. Mas a estratégia de atacar pesadamente o ex-capitão do Exército e líder nas pesquisas não é consenso nem entre aqueles que conduzem a campanha de Alckmin. Uma ala da coligação quer que os ataques mirem apenas o PT, e não no candidato do PSL. E mesmo Marina briga por seu lugar ao sol. Depois de perder terreno, a acreana vem se colocando como aquela capaz de fazer um governo de transição, com duração de apenas quatro anos e sem direito a reeleição. Se estes discursos vão funcionar é o que se verá nos próximos dias. O certo é que ainda existe um amplo segmento insatisfeito com mais uma eleição marcada pela radicalização e polarização, que sonha com um nome de consenso e capaz de trazer normalidade ao País. Isso seria bastante útil, mas, aparentemente, está cada vez mais difícil.

Candidatos com ideias opostas crescem em pesquisa (Fotos: Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação e Paulo Lopes/AE)

Nacional

O crescimento de Fernando Haddad (PT) na semana que foi oficializado como candidato do PT à Presidência aumentou as chances de um segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e o petista, afirma a diretora executiva do Ibope Inteligência, Marcia Cavallari. Na pesquisa divulgada pelo instituto nesta noite de terça-feira, 18, Haddad cresceu 11 pontos em relação ao levantamento apresentado no último dia 11, indo de 8% para 19% das intenções de voto e se isolando em segundo lugar. Bolsonaro continua liderando o cenário, com 28% - ele tinha 26% há uma semana. "Com esse crescimento de Haddad, a probabilidade de haver segundo turno entre ele e Bolsonaro aumentou significativamente, embora não se possa descartar totalmente outros cenários", disse Marcia Cavallari ao Estadão/Broadcast Político. No cenário em que os dois se enfrentam na segunda etapa da eleição, há um empate: 40% a 40%. O Ibope ouviu 2.506 eleitores de 16 a 18 de setembro em 177 municípios. A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09678/2018.
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