Brasileira brinca com amiga americana (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

Depois do sucesso da parceria para o vídeo de "Swish Swish", Katy Perry e Gretchen finalmente puderam conversar e se conhecer melhor. O encontro foi por meio de uma chamada em vídeo exibida durante o programa Fantástico deste domingo, 11, da TV Globo. As cantoras conversaram com a ajuda da repórter Ana Carolina Raimundi, que traduziu as falas de cada uma.

Katy Perry disse a Gretchen que adoraria conhecer Thammy, seu filho. "Yes! Thammy é apaixonado por ela!", respondeu a brasileira. "Eu vou gostar muito de repente se ela for minha nora", brincou.

Gretchen convidou Katy para conhecer sua casa no Recife, tomar sol e dançar frevo. A americana, por sua vez, disse que quer aprender a rebolar com a brasileira.

Katy Perry virá ao País nesta semana para shows em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. A assessoria de imprensa de Gretchen confirmou à reportagem que ela deve participar da apresentação de Katy em São Paulo, no dia 17 de março.

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Fontenelle diz que Gretchen não perdeu a doçura apesar dos pesares (Foto: Divulgação/TV Globo)

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A cantora Gretchen usou seu Instagram para anunciar, neste último sábado, 24, que a atriz e apresentadora Antonia Fontenelle irá dirigir um filme sobre a sua vida. “Em 2018, a verdadeira história, contada por uma mulher forte e guerreira, @ladyfontenelle. Aguardem!”, escreveu Gretchen.

Esta será a primeira experiência de Antonia como diretora de uma produção. Ela confirmou a novidade também com um post no Instagram. “Vou tentar em poucas palavras dizer o porque gosto tanto de você @mariagretchen. Porque mesmo depois de tudo que você passou nessa vida, você nunca perdeu a sua doçura, uma certa inocência e alegria de viver”, disse.

“Você me surpreendeu com esse vídeo idealizado por você, para dizer ao seu público que a real história da sua vida será contada no cinema. Já faz um tempo que você me fez o convite”, disse.

Ladrões desistiram quando souberam o teor da carga (Foto: Reprodução/Facebook)

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Um caminhão que levava figurinos da cantora norte-americana Katy Perry sofreu uma tentativa de assalto na madrugada desta segunda-feira, 19, no Rio. Os bandidos chegaram a render o motorista, mas teriam desistido do roubo quando descobriram o teor da carga.

A assessoria de imprensa da cantora confirmou que nada foi levado pelos criminosos. O caminhão foi interceptado no trajeto da Praça da Apoteose, onde Katy se apresentou no último domingo, 18, para o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão.

Segundo o comando do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE), os policiais da unidade não foram acionados para a ocorrência. O show no Rio de Janeiro foi o último desta passagem da cantora pelo Brasil. Ela já havia passado por São Paulo e Porto Alegre em apresentações da turnê "Witness Tour".

Mensagens de condolências tomam conta das redes sociais (Foto: Reprodução/Facebook)

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O astrofísico Stephen Hawking criticava teses de teóricos considerados revolucionários, como Albert Einstein Einstein. O britânico desafiou a teoria do alemão, defendidas por milhões de físicos, afirmando que o buraco negro não pode engolir toda a matéria terrestre. Polêmicas à parte, coincidência ou não, Hawking morreu neste 14 de março, data em que o nascimento de Einstein completa 139 anos.

Alguns ícones deram seu testemunho sobre a genialidade do cientista. Confira.

 

Eddie RedMayne

 

(Foto: Reprodução/Twitter)

"Infelizmente, Eddie não herdou minha boa aparência", brincava o cosmólogo.

Eddie RedMayne pôde interpretar Stephen Hawking no filme "A Teoria de Tudo" - trama sobre a vida do escritor, físico e teorico.

 

Homenagem Katy Perry

(Foto: Divulgação/Twitter)

A cantora norte-americana Katy Perry, que está em turnê no Brasil, deixou sua lástima por meio de sua conta pessoal no twitter: "Há um grande buraco negro no meu coração antes do Dia de Pi. Descanse em paz, Stephen Hawking".

Dia do Pi é uma referência ao número Pi (3,14).  Ou seja, o dia 14/03 ou 3/14 - como é grafado nos Estados Unidos -, é conhecido como o Dia do Pi. 

 

Al Jean homenagem

(Foto: Divulgação/Twitter)

Criador de "Os Simpsons", Al Jean postou no Twitter uma foto da miniatura do boneco de Stephen Hawking que participou do episódio 22 da 10ª temporada. O argumentista de seriés de comédia ainda deixou algumas palavras: "Um senso de humor tão vasto quanto o universo". 

Rajesh homenagem

(Foto: Divulgação/Twitter)

Intérprete do hindu Rajesh, em The Big Bang Theory, o ator Kumail Nanjiani deixou sua homenagem a Stephen por meio de sua conta no Twitter: "RIP (Rest in Peace - em português Descanse em paz) Stephen Hawking. Realmente muito triste saber disso. Se não leu, leia 'A Breve História do Tempo'. Isso fará com que o mundo se sinta mais incrível, bonito e estranho. Isso também o tornará inteligente e estúpido de uma só vez". O perfil da série também deixou uma mensagem em sua página: "Obrigado por inspirar nós e o mundo". Hawking chegou a participar da atração em um episódio. 

 

Thammy posta foto da época em que ainda era mulher (Foto: Reprodução/Instagram)

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Thammy Miranda, que é homem trans, publicou uma mensagem em sua conta no Instagram respondendo às pessoas que lhe desejaram "feliz dia das mulheres" em tom depreciativo.

O filho de Gretchen postou uma foto de um momento anterior à mudança, e escreveu: "Essa mulher que está aqui na foto mostra exatamente a força que a mulher tem! Você, mulher, pode ser até homem se você quiser!"

"E pra vocês homens que vêm aqui me desejar 'feliz dia das mulheres', agradeço de coração, pois foi essa mulher aí da foto que me fez o homem que sou hoje. Bem, mas infinitamente bem mais evoluído que vocês!", concluiu.

Turnê é a primeira de Katy desde Prismatic Word Tour (Foto: Divulgação)

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A cantora norte-americana Katy Perry se apresenta em São Paulo, no dia 17 de março, no Allianz Parque, e promete agitar sua legião de fãs. O show faz parte da turnê “Witness: The Tour”, que antes passa por Porto Alegre, na Arena Grêmio, no dia 14, e depois vai para o Rio de Janeiro, um dia após o espetáculo na capital paulista, na Praça da Apoteose.

A crítica especializada aplaudiu a apresentação como uma das melhores da artista de 33 anos. “Um estouro”, segundo o USA Today. “Perry estava mais confiante do que nunca no palco”, escreveu o The New York Times. “Cenários enormes e repletos de cores, com adereços incríveis, vocais fortes que a colocam no topo de artistas ao vivo e uma presença de palco refinada”, enalteceu o Los Angeles Times.

A venda está disponível pelo site livepass.com.br e existem três opções para quem pretende acompanhar o espetáculo: pista (R$ 280), cadeira nível 1 (R$ 360), e pista premium (R$ 580).

Todas as opções de meia-entrada estão esgotadas, mas quem é cliente do Banco do Brasil ainda pode conseguir desconto e parcelamento exclusivo.

Katy Perry fará turnê no Brasil em breve (Foto: Reprodução/ Facebook)

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Em pleno carnaval, a cantora norte-americana Katy Perry revelou em seu Instagram que havia batido um papo, por meio de uma ligação em vídeo, com a brasileira Gretchen, estrela de um dos seus vídeos - o que apresenta a letra da música "Swish Swish", parceria com a rapper Nicki Minaj.

"Curtindo com minha rainha", escreveu Katy Perry na imagem, acompanhada das clássicas palavras em português que ela aprendeu com os fãs brasileiros: "morta" e "linda". 

Procurada pela reportagem, Gretchen nega que o papo tenha sido para combinar uma participação nos shows de Katy Perry no Brasil, como começou a ser especulado por fãs logo após a publicação da imagem. No dia 17 de março, a cantora americana se apresenta do Allianz Parque, em São Paulo, com a turnê do seu mais recente álbum, "Witness". Katy Perry realiza ainda shows em Porto Alegre, no dia 14, e no Rio de Janeiro, no dia 18. 

"Foi uma conversa informal, muito alegre e tranquila. Conversamos sobre nossa admiração uma pela outra", revelou Gretchen sobre o papo. Ainda segundo a brasileira, as duas, porém, deixaram, "previamente acertado", que vão se encontrar no Brasil. 

De acordo com Gretchen, o papo entre as duas foi gravado pelo programa Fantástico, da Rede Globo, e deverá ser exibido em breve.

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Manter o voto em sigilo é garantia de paz (Foto: Antônio Cruz/ABR/Fotos Públicas)

Opinião

Na década de 1950, a teoria da “unanimidade burra”, de Solomon Asch, comprovou a tese de que  algumas pessoas, quando em grupo, acreditam nas coisas mais absurdas e patéticas, ignorando a lógica e a verdade. A experiência colocava um inocente voluntário dentro de um grupo formado por atores, todos dispostos a um teste que consistia em examinar uma placa com uma linha vertical à direita e três linhas verticais díspares à esquerda, onde apenas uma delas era igual à da direita. O examinador perguntava qual das alternativas era a idêntica e, por mais óbvia que fosse a resposta, os atores, cúmplices e combinados, respondiam a alternativa errada. A cobaia, mesmo tendo absoluta certeza do correto, duvidada da própria razão e concordava com a maioria, escolhendo a alternativa falsa, confirmando a tendência humana da maioria seguir a opinião dos outros. O poder da mídia sobre a opinião pública é um bom exemplo disto, pois desvia a atenção para a verdade, dando foco a inverdades tendenciosas. A propaganda induz o estúpido, mas não convence a mente atenta. Quanto mais se promove opiniões medíocres e ignorantes, mais as pessoas abandonam por convicção a racionalidade e o senso crítico, transformando-se em massa de manobra a ser conduzida por um caminho pavimentado por mentiras rumo ao final de um arco-íris, onde não há pote de ouro, mas sim uma ratoeira à espera. Em tempos de eleições isto fica muito mais evidente quando o grupo dominante ignora os desejos da população e cria, em conluio com que há de mais nefasto, uma tendência a se seguir. Talvez você não se recorde, mas, na eleição passada, a tendência era “mulher votar em mulher”, afinal, sem a força da militância, a presidente, que afundou o País, jamais seria reeleita. Hoje, a única mulher candidata não recebe este apelo, talvez por não fazer parte do grupo de interesse, que aliás contém uma candidata que se diz empoderada e independente, mas se rendeu às ordens de um presidiário, macho opressor, aceitando abandonar sua própria candidatura para ser vice decorativa numa chapa confusa na qual sequer aparece em algumas propagandas oficiais da campanha. O candidato líder nas pesquisas, mesmo sem apelo algum de publicidade, vai na contramão do establishment e recebe adjetivos depreciativos até quando atacado violentamente num atentado à sua própria vida. O trinômio “machista-racista-homofóbico” foi tatuado a contragosto em suas costas, já que a população nada questiona e tudo aceita. Ironicamente, seu mais forte adversário é publicamente conhecido por ser autoritário, arrogante, violento e representar o que há de pior e mais retrógrado na política brasileira. Mas, apesar das diversas provas de seu real machismo, racismo, homofobia, coronelismo, e suas constantes declarações polêmicas, estúpidas e discrepantes, é blindado pela mídia e acariciado pela bolha asquerosa e egoísta de uma medíocre parte da classe artística e “intelectual” brasileira. Tudo é um jogo sujo e inescrupuloso de interesses que em nada compartilham com os da população. Não se deixe levar pela minoria que se finge maioria. Não acredite no que lê, no que ouve. Esteja atento, não tema a discordância e vote sabiamente. Para se viver em paz, vote calado, vote em segredo, pois esta é a única arma que você possui.

Não devemos temer uma ideologia radical no próximo governo (Foto: Reprodução/Flickr)

Opinião

Esta eleição se apresenta como uma das mais importantes de nossa historia. De um lado, trata-se da oportunidade de escolher a pessoa mais capaz de comandar o País, governantes dos Estados que o compõem e representantes na esfera parlamentar. De outro, trata-se de eleger os núcleos ideológicos que definirão políticas de Estado.   Portanto, no caso da eleição para a Presidência, o pleito leva em consideração uma visão de mundo, o modo como os protagonistas  enxergam as tarefas do Estado, o mercado e a economia (cunho mais estatal e/ou mais privado), programas sociais, infraestrutura, potenciais e riquezas naturais etc. Numa tentativa de sumarizar tais visões,  chega-se às três principais correntes políticas que governam os Estados modernos: o socialismo, a social-democracia e o capitalismo.   O primeiro tem seu eixo fincado na transformação social por meio da distribuição de riquezas e da propriedade, abarcando a luta de classes, a extinção da propriedade privada, a igualdade de todos. Na teoria marxista, o socialismo encarna a fase intermediária entre o fim do capitalismo e a implantação do comunismo. O capitalismo se ancora na propriedade privada e na acumulação do capital, tendo como motivação a busca pelo lucro. Portanto, constitui o contraponto do socialismo. Já a social-democracia abriga a intervenção do Estado na economia (distribuição de renda mais igualitária) e nos programas sociais, sob o escopo do bem-estar social e, no território político, dá guarida à democracia representativa. Emerge como sistema que combina aspectos do socialismo e do capitalismo. O fato é que a derrocada do socialismo clássico, a partir do desmantelamento da URSS e a queda do Muro de Berlim, em 1989, estendeu o território da social-democracia, sendo este o modelo de nações democráticas, principalmente no continente europeu.Seja qual for o vencedor dessa eleição, a real política brasileira imporá barreiras intransponíveis para a instalação de uma ideologia radical. Disso não devemos ter receio. *Gaudêncio Torquato é jornalista, professor titular da USP e consultor político e de comunicação

Num possível segundo turno contra Haddad, Bolsonaro deve ganhar apoio de outros partidos (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR/Fotos Públicas)

Opinião

A cada pesquisa divulgada mais se revela um cenário polarizado entre o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Assim, quem pode ficar de fora já começa a pensar nas alternativas após 7 de outubro. Um deles é o bloco de partidos que apostou no ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Formados por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade, essa aliança garantiu ao tucano um gordo tempo na TV, mas que, pelos menos até agora, não se reverteu em intenção de votos. O deputado federal gaúcho Onyx Lorenzoni (DEM) é um dos que nunca escondeu sua preferência pelo ex-capitão do Exército. Foi ele, por exemplo, quem idealizou a viagem de Bolsonaro à Asia, em fevereiro deste ano, e esteve lá, ao lado do colega de Câmara. Outro que já disse que não tem como apoiar Haddad em um ainda hipotético segundo turno foi o ex-ministro da Educação de Michel Temer e atual candidato ao Senado Mendonça Filho, de Pernambuco. Ele foi um dos primeiros do DEM a sugerir o caminho em direção a Alckmin, sendo, inclusive, apontado com alternativa a vice na chapa. Ontem, foi a vez de Major Olímpio, um dos coordenadores da campanha bolsonarista em São Paulo, declarar que “muitos quadros” do Centrão devem se debandar da campanha de Alckmin e declarar apoio ao candidato do PSL. “Já estão fazendo missa de corpo presente há alguns dias”, ironizou. Dentro do governo Temer, que oficialmente apoia Henrique Meirelles, também já tem gente olhando para depois do primeiro turno. Carlos Marun, ministro da Secretaria de Governo, segundo o blog Radar, da Veja, defende que, em havendo o confronto PSL-PT, que o MDB e o presidente declarem apoio a Bolsonaro. Duílio Malfatti, secretário de Publicidade e Promoção do Planalto foi mais específico em sua página no Facebook, ao se referir ao pesselista logo após o atentado: “Tomara [que] ganhe no 1º turno”. E assim, os organizadores da campanha de Bolsonaro vão reiterando a confiança. E o reforço natural de sua base de apoiadores revela que esta percepção extravasou o núcleo mais leal, podendo desta forma fazer o fiel da balança pender para o lado deles. Assim, aquilo que estava tão distante até alguns meses, já parece bem factível a essa altura da disputa.

Vice de presidenciável do PSL acredita que lar com presença paterna seria diferente (Foto: Reprodução/Facebook)

Politica

Vice na chapa de Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência, o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB) disse na segunda-feira, 17, em São Paulo, que famílias pobres "onde não há pai e avô, mas, sim, mãe e avó" são "fábricas de desajustados" que fornecem mão de obra ao narcotráfico. "A partir do momento em que a família é dissociada, surgem os problemas sociais. Atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai e avô, mas, sim, mãe e avó, por isso é fábrica de elementos desajustados que tendem a ingressar nessas narcoquadrilhas", disse ele, durante palestra a empresários, fazendo um paralelo entre formação da família e ação de bandidos em áreas carentes. Mourão também criticou a política externa adotada nos governos petistas de aproximação com outras economistas emergentes. Ele se referiu a esses países como "mulambada". "E aí nos ligamos com toda a mulambada, me perdoem o termo, existente do outro lado do oceano, do lado de cá, que não resultou em nada, só em dívidas que foram contraídas e que nós estamos tomando calote disso aí." Na semana passada, Mourão já havia feito declarações consideradas polêmicas. Ele disse que o País precisaria de uma nova Constituição, mais enxuta e focada em "princípios e valores imutáveis", mas não necessariamente por meio de uma Assembleia Constituinte. Para ele, o processo ideal envolveria uma comissão de notáveis, que depois submeteria o texto a um plebiscito, para aprovação popular - o que, hoje, não se enquadra nas hipóteses previstas em lei. Nesta segunda, ele voltou a citar o tema da Constituição. Segundo o candidato a vice, a reforma da Carta representaria a "mãe de todas as reformas", uma vez que ela está desatualizada, apesar das emendas que sofreu. Bolsonaro Adotando um tom presidencial, o candidato a vice discursou por cerca de uma hora no evento promovido pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) com outras 21 entidades, que se reuniram num grupo chamado Reformar Para Mudar. Em sua fala, Mourão citou apenas uma vez Bolsonaro, que continua internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, se recuperando do atentado que sofreu em Juiz de Fora (MG). "Bolsonaro é um estadista, não pensa apenas nesta eleição, mas nas próximas gerações", afirmou ele. Mourão reclamou também da forma como as forças policiais são criticadas quando atuam, na sua definição, "como polícia". "Temos de lembrar que direitos humanos são para humanos direitos", disse o general. "Se a polícia age como polícia, é duramente criticada: é o genocídio, o martírio da população brasileira. É trabalho enfrentar isso daí", disse ele, que foi aplaudido pela plateia. O militar foi aplaudido outras duas vezes enquanto discursava, ambas ao defender o livre mercado e a iniciativa privada. Ele defendeu, por exemplo, a privatização das áreas de refino e distribuição da Petrobras.
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Manter o voto em sigilo é garantia de paz (Foto: Antônio Cruz/ABR/Fotos Públicas)

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Legislação deve ser mudada, pois a violência cresce a cada dia no Brasil (Foto: Wilson Dias/ABR/Fotos Públicas)

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