Empresa vai manter endereços que já tiveram o tamanho reduzido (Foto: Reprodução/ Facebook)

Fora dos Trilhos

A partir de 13 de abril, não será mais possível encurtar links por meio da plataforma “goo.gl”, gerenciada pelo Google. Em um post em seu blog para desenvolvedores, a empresa explicou que decidiu abandonar o antigo encurtador de links para apostar na tecnologia Firebase Dynamic Links (FDL). Esses links dinâmicos conseguem enviar os usuários a qualquer lugar da web a partir de apps para Android, iOS e mesmo na web.

O fim do “goo.gl” vai ocorrer em etapas. A partir do dia 13 de abril, não vai mais ser possível criar novos links no encurtador. Os usuários vão continuar podendo gerenciar os links encurtados a partir do console do “goo.gl”, que será desativado no dia 30 de março de 2019. Os links encurtados vão continuar redirecionando para o site desejado pelos usuários indefinidamente, garante o Google.

Os encurtadores de links utilizam uma ferramenta para encolher um endereço específico na internet. O FDL, no entanto, pode direcionar um usuário diretamente para dentro de um aplicativo, por exemplo. Se uma pessoa quer indicar um restaurante ou um cinema dentro de um app, pode enviar um FDL para que a outra pessoa tenha acesso, mesmo se não tiver o aplicativo instalado em seu dispositivo.  

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Recrutador pode descobrir eloquência dos candidatos por vídeo (Foto: Divulgação)

Economia

A inteligência artificial agora é uma aliada para quem busca emprego e para quem pretende empregar. A Jobecam é um sistema on-line criado para gerenciar currículos em vídeo que ficam armazenados e, por meio de algoritmos, a inteligência artificial avalia o conteúdo com base nos interesses dos recrutadores e encaminha os perfis com mais proximidade ao que é desejado.

O sistema conta com mais de 17 mil usuários e mais de 90 empresas de médio e grande porte. Segundo a fundadora Camila Yochabell, a ideia surgiu há dois anos, quando ela percebeu não existir algo que reunisse currículos no formato de vídeo. “O currículo tradicional não mostra a essência do candidato”, explicou.

Segundo ela, a Jobecam elimina gastos como o transporte e alimentação para uma entrevista de emprego.
O interessado pode acessar o site https://jobecam.com/login e fazer seu vídeo currículo de 30 segundos gratuitamente. Se houver interesse de alguma empresa, ele será notificado e gravará um novo vídeo com respostas a questões dos recrutadores.

Criador da rede social admite desafio de combater fake news (Foto: APEC PERU 2016)

Mundo

 O Facebook decidiu encerrar, na quinta-feira passada, 1º, uma experiência chamada Explorer, no qual tentava combater a ampliação das fake news em seis países que apresentavam índices elevados deste tipo falcatrua. A experiência começou em 19 de outubro, no ano passado, em Sri Lanka, Bolívia, Guatemala, Camboja, Sérvia e Eslováquia. 

A experiência consistia em criar duas abas do feed de notícias dos usuários nas quais uma ficava voltada apenas para postagem dos amigos e publicidade, enquanto a outra seria destinada para notícias. A ideia era evitar a propagação de conteúdo falso na internet, algo que tem sido levado em discussão de forma mais séria por conta de informações mentirosas fortemente propagadas por russos durante as eleições presidenciais dos Estados Unidos, em 2016.

A medida desagradou empresas de comunicação, que alegaram que a mudança dificultou que fontes verdadeiras de informação chegassem ao público. Editora do jornal on-line Los Tiempos, Fabíola Chambi afirmou que o fluxo do site caiu até 60%. No Brasil, a Folha de S.Paulo decidiu deixar a rede social.

O diretor Adam Mosseri, responsável pelo feed de notícias da rede social, afirmou que “as pessoas nos disseram que (...) ter dois murais separados realmente não as ajudavam a se conectar mais com familiares e amigos”

Publicações pessoais viram prioridade

No dia 11 de janeiro deste ano, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou que irá fomentar mais as publicações pessoais e reduzir o fluxo de notícias, vídeos e outros links na linha do tempo de seus usuários. “Isso reforça a tendência do usuário a consumir cada vez mais conteúdo com o qual tem afinidade, favorecendo a criação de bolhas de opiniões e convicções, e a propagação das fake news”, informou a Folha de S.Paulo, em um comunicado aberto, após deixar o Facebook.

O Internet para Todos, lançado na segunda-feira, 6, visa a cumprir o mesmo que o Programa Nacional de Banda Larga, criado em 2010 e encerrado em 2016 e que foi um tremendo fracasso (Foto: Reprodução/Facebook)

Opinião

O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, como tantos outros integrantes do atual governo federal, deve deixar, até 7 de abril, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), de olho no seu futuro político. Sua meta é ocupar a cadeira de vice-governador do Estado de São Paulo, tendo João Doria como majoritário.

Mas, antes disso, planeja deixar sua marca no MCTIC. Sob seu comando, se poderá dizer que foi modernizado o setor de radiofusão brasileiro, com a migração de todas as rádios da faixa AM para FM ou que houve o desligamento do sistema analógico de televisão, que passou para o modelo digital.


Mas, a aposta do ministro recai sobre o programa Internet para Todos, que foi lançado ontem pelo governo federal e que deve conectar quase 3 mil cidades à internet com velocidade “algo 40 vezes superior ao que existe hoje” – segundo o próprio Kassab – a um custo abaixo do mercado. Tudo isso foi possível com o lançamento do Satélite Geostacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), que exigiu investimento de R$ 3 bilhões. A operação do serviço ficará por conta da Viasat, empresa norte-americana contratada pela estatal Telebras.


Evidentemente, o programa tem relevância e atende principalmente um grupo de brasileiros que fica alijado dos processos tecnológicos. Mas, como é tradição no Brasil, uma coisa é o lançamento e outra é o funcionamento. Kassab vai deixar tudo isso para trás em breve, e, logo depois, também o próprio Temer. E assim, as iniciativas vão ficando pelo caminho, pois, aqui se aposta mais nas políticas de governo (transitórias) e não nas políticas de Estado (perenes). Por isso, de tempos em tempos, boas ideias saem de cena, junto com os governos que as conceberam.

Enquanto não há continuidade, o País se mantém preso a uma ciranda de avanços, retrocessos e eternos recomeços. Qual será o destino do Internet para Todos? Talvez o mesmo do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), lançado em 2010 com propósito idêntico, mas que foi finalizado em 2016 como um tremendo fracasso. Afinal, não cumpriu o que foi prometido e manteve milhões de pessoas no mesmo hiato digital, cuja lacuna o programa de Kassab agora se compromete a resolver.

Konami atende fãs ao estender versão para plataformas mais importantes (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

Inicialmente projetado apenas para o Switch, da Nintendo, o jogo “Super Bomberman R” deve ter versões para PS4, Xbox One e PC em junho. O anúncio foi feito pela produtora Konami, na última quinta-feira, 15.

Cada plataforma irá contar ainda com um personagem especial. A Sony vai oferecer o personagem Ratchet, de “Ratchet & Clank”, enquanto a Microsoft deve liberar Master Chief Bomber, da série “Halo”, e no PC o personagem exclusivo deve ser P-body Bomb, do game “Portal”.

No modo história é possível jogar com outro jogador e desbravar 50 fases, mas, no modo competitivo, é permitido juntar oito pessoas com a intenção detonar bombas uns nos outros. O gameplay segue o padrão feito para aparelhos anteriores, com uma tela bidimensional

A chegada dos games aos demais consoles ocorre no dia 12 de junho, no de PS4 e Xbox One, e um dia depois para PC. O lançamento para o Switch ocorreu no dia 3 de março do ano passado.

Alguns modelos de drones até parecem brinquedos. Os veículos aéreos não tripulados foram desenvolvidos originalmente para funções militares, mas hoje são usados principalmente por fotógrafos e cinegrafistas para, graças às câmeras acopladas a estas máquinas, conseguirem imagens aéreas. Em São Paulo, existem 4.500 destes aparelhos, sendo 24 mil em todo País. No entanto, embora possam ser confundidos com as peças de aeromodelismo, que tanto atraem as crianças, os drones são coisa séria, como demostrou o incidente de domingo no aeroporto de Congonhas, na Capital. O ato resultou em 34 voos cancelados e desviados, superlotação e impactos sentidos até ontem de manhã.

Se foi o primeiro incidente do tipo em um grande aeroporto brasileiro, pode-se esperar que não será o último. No Reino Unido, foram reportados 70 casos de drones sobrevoando a região do aeroporto de Heathrow em situação de quase-acidente, em 2016. Nos EUA, os números são mais assombrosos. Segundo a Federal Aviation Administration (FAA) foram avistados 1.274 destes aparelhos próximo às instalações de tráfego aéreo, apenas entre fevereiro e setembro do ano passado. Portanto, é preciso se precaver e buscar medidas que se interponham a práticas irresponsáveis ou mal-intencionadas.

Legislação já existe desde maio deste ano, quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou o regulamento para o uso de drones, que sujeita aqueles que o desrespeitam a processo administrativo, civil e penal. Nos Estados Unidos e Reino Unido também têm leis sobre a questão e lá, apesar da seriedade do Judiciário e da dureza das punições, não faltam infratores, como os números demonstram. Portanto, lei não é o problema. O que falta é investir em um sistema de defesa antidrone, que permita eliminar estes aparelhos, que, quando usados irresponsavelmente, podem colocar em risco centenas de vidas. Lá fora, já vêm sendo testados faz algum tempo aparelhos que enviam sinais de interferência evitando a aproximação de drones aos aeroportos. Portanto, que nossas autoridades competentes não esperem o pior para se mexerem.

Ação atrai pessoas apaixonadas por moda e tecnologia (Foto: Divulgação)

Cidade

A segunda edição do evento Galeria Pagé Brás Experience, que começou nesta segunda-feira, 5, no Shopping Galeria Pagé Brás, vai reunir grandes lançamentos e nomes famosos das redes sociais e dos blogs para dar dicas de moda.

Neste ano, a ação terá dois espaços diferentes: um showroom focado nas principais novidades do setor de moda, e o espaço tecnologia, onde os clientes e visitantes poderão interagir e conhecer de perto cada lançamento.

Estão confirmados os nomes das influenciadoras digitais Amanda Djehdian, Dai Macedo, Fenny Calipy, entre outras. Todas as blogueiras vão dar sugestões de looks para a próxima estação com as novidades trazidas pelo evento. Os visitantes ainda terão a oportunidade de ganhar uma maquiagem feita pelos convidados. Além disso, os clientes ainda terão acesso a um fashion bar com drinks performáticos.

Já os apaixonados por tecnologia encontrarão um espaço todo dedicado ao tema. Com foco nas novidades do mercado, ilhas serão montadas para demonstração de produtos como multimídia, games, iluminação e muito mais.

Durante os dois dias de evento, das 7h às 15h, todos os consumidores serão recebidos por robôs de led com mais de 2,5 metros de altura.  Sorteios e brindes agitarão os dois dias de evento.

Serviço

Galeria Pagé Brás Experience

Data: 5 e 6 de Março

Horário: das 7h às 15h

Shopping Galeria Pagé Brás

Rua Hannemann, 415 – Brás – São Paulo – SP

Mais informações: www.galeriapagebras.com.br

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Plataforma da Justiça Eleitoral garante o anonimato de denunciantes (Foto: Ivo Lindbergh)

Cidade

Desde a disponibilização do aplicativo Pardal pela Justiça Eleitoral em agosto, o sistema recebeu, no Estado de São Paulo, 953 comunicações. Desse total, 69% referem-se à propaganda eleitoral e as demais denúncias se relacionam a crimes eleitorais, uso da máquina pública, compra de votos, entre outras. As informações foram divulgadas pela Assessoria de Comunicação Social do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). Além da opção de download do Pardal para uso em dispositivos móveis, eleitores podem acessá-lo também em sua versão web no site do TRE paulista, que atua no maior colégio do País, com 33 milhões de eleitores. O sistema Pardal, ferramenta de fiscalização e denúncia, possibilita ao eleitor denunciar diferentes irregularidades durante as eleições de 2018, como propagandas eleitorais, compra de votos, uso da máquina pública, crimes eleitorais, doações e gastos de campanha. Infrações nas propagandas veiculadas em emissoras de TV e rádio e na internet não serão processadas pelo sistema. Para realizar a denúncia, o autor deve inserir elementos que indiquem a existência do fato, como vídeos, fotos ou áudios, além do nome e CPF. As denúncias são encaminhadas ao Ministério Público Eleitoral, que é uma das partes legítimas para ajuizar representações perante o TRE-SP contra supostas infrações eleitorais. Além do Pardal, o eleitor pode denunciar irregularidades no sistema de Denúncia online. Entretanto, por meio desse sistema, é possível denunciar somente propagandas de rua consideradas fixas, ou seja, veiculadas por meio de outdoors, balões, bonecos, cavaletes, pichações e de inscrições a tinta em muros e fachadas. A denúncia enviada por esse sistema é encaminhada diretamente ao juiz eleitoral que, caso constate a irregularidade, notificará o responsável para retirar a propaganda irregular no prazo de 48 horas. Se a ordem for cumprida, o procedimento será arquivado, mas se persistir a irregularidade, o expediente será encaminhado ao Ministério Público Eleitoral. O sistema recebeu, desde a sua implementação em junho, 461 denúncias.

Fala do General Mourão, vice na chapa de Bolsonaro, causou polêmica (Foto: Henrique Barreto/AE)

Opinião

Nesta semana, a polêmica da vez foi a declaração de um militar acerca dos malefícios de uma criança crescer longe da figura do pai ou do avô. De acordo com ele, jovens nesta condição ficam mais vulneráveis à criminalidade, principalmente se viverem em áreas dominadas pelo tráfico. Sinceramente, não entendi o porquê de tanta celeuma para uma afirmação tão óbvia. Ao contrário do que a grande mídia propagou por aí, a assertiva do tal general não constitui qualquer ofensa às mulheres e às mães em geral. Trata-se, apenas e tão somente, de uma constatação empírica. Crescer em uma família desestruturada (sem pai ou mãe) contribui, sim, para que o jovem venha a trilhar no mundo do crime, bastando para tanto analisar os estudos e pesquisas sobre o tema. O fato de o militar ter feito referência somente à ausência da figura masculina não significa que o contrário não seja também verdadeiro. Isso só não foi explicitado porque a grande maioria dos jovens com famílias cindidas vive na companhia da mãe e da avó, e não do pai ou do avô. E, na ausência destes últimos, surge então a necessidade de um referencial paterno, de uma figura masculina, que, infelizmente, pode vir a ser o traficante do morro, vez que dotado de autoridade, poder e dinheiro. Alguma incoerência em tal discurso? Creio que não! No ano de 2007, inclusive, um grande jornal do país divulgou um trabalho com esta mesma conclusão. No entanto, ninguém reclamou de nada. Já em 2008, foi a vez de Barack Obama dizer que crianças sem pai têm 20 vezes mais chances de acabarem na prisão. Todavia, mais uma vez o silêncio foi sepulcral. Por fim, em 2016, um estudo de minha instituição revelou não só que dois em cada três jovens infratores vêm de lares sem pai, como também que 60% deles não professam nenhuma religião. Em outras palavras, Deus e família (pai e mãe) são sim inibidores do crime, não havendo como se negar o óbvio. Na realidade, o problema não foi o conteúdo do que foi dito, mas sim por quem foi dito. E isso já bastou para se dar início a um verdadeiro assassinato de reputações. Lamentável! Hoje em dia, creio que tão ou mais grave que a corrupção material e financeira, é a corrupção espiritual, intelectual e de personalidade de alguns. Definitivamente, o maior problema do Brasil é a corrupção da inteligência! Rodrigo Merli Antunes é Promotor de Justiça do Tribunal do Júri de Guarulhos e pós-graduado em Direito Processual Penal*

157 candidatos já foram barrados pela Justiça com base na Ficha Limpa, incluindo Lula (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não é o único barrado pela Lei da Ficha Limpa para as eleições deste ano. Até agora, foram 157 candidatos impedidos de prosseguirem na disputa com base em dados ainda parciais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número representa 6% de todas as 2.599 candidaturas rejeitadas pela Justiça Federal. Restam 27.402 consideradas aptas, entre presidenciáveis, governadores, senadores e deputados federais e estaduais. Em 2014, foram 250 nomes tirados da lista, cerca de 60% a mais do que neste pleito. Ainda assim, não conseguiu barrar Paulo Maluf como deputado federal, que, em 2013, fora condenado em segunda instância por improbidade administrativa. Já se vão mais de oito anos desde que a Lei Complementar 135/10, mais conhecida como Ficha Limpa, entrou em vigor, em 4 de junho de 2010. Passou a valer já nas eleições de 2012, proibindo candidaturas de condenados em segunda instância e sentenciando a oito anos de inelegibilidades aqueles que renunciassem ao cargo para evitar processo de cassação. O texto, que revolucionou a história eleitoral brasileira, é de uma clareza singular, embora ainda não falte quem ouse questioná-lo. Mas esta lei segue viva e atual, cumprindo o seu papel de depuração e ajudando a separar o joio do trigo. Pode até parecer pouco que apenas 6% do total de candidatos seja retido. Mas, sem a Lei da Ficha Limpa, o número de fichas sujas seria certamente bem maior. Cientes das restrições legais, os próprios partidos já fazem sua triagem, impedindo inscrições daqueles que seriam enquadrados pela legislação. Assim, a lei de iniciativa popular, nascida a partir da assinatura de mais de 1,6 milhão de cidadãos, vai mostrando sua importância no processo eleitoral. Seus efeitos são limitados no que diz respeito aos resultados finais, mas é um sopro de esperança para que os eleitores tenham opções de mais qualidade na disputa.

Candidato do PT foi atacado em debate da TV Aparecida (Foto: Reprodução/TV Aparecida)

Nacional

Com a ausência de Jair Bolsonaro (PSL), o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, foi o alvo principal dos adversários durante o debate realizado na noite desta quinta-feira, 20, pela TV Aparecida, na cidade do interior paulista. Estreante num encontro entre os presidenciáveis, Haddad foi questionado sobre denúncias de corrupção envolvendo petistas e a crise econômica originada no governo da presidente cassada Dilma Rousseff. Haddad assumiu a candidatura presidencial do PT somente no dia 11 deste mês, em substituição a Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato e barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conforme as mais recentes pesquisas, ele está em segundo lugar nas intenções de voto, atrás do líder Bolsonaro - o candidato do PSL permanece internado se recuperando de uma facada. O debate desta quinta-feira foi promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no Santuário Nacional de Aparecida. O Ibope, em sua mais recente pesquisa, mediu as intenções de voto entre os católicos. Jair Bolsonaro lidera e, no dia 18, tinha 25%. Fernando Haddad estava com 21%, mas tinha 9% na pesquisa anterior. A transferência dos votos do ex-presidente Lula lhe deu 12 pontos entre os católicos. Ciro Gomes oscilou para cima, com 13% do eleitorado desta religião. 
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Fala do General Mourão, vice na chapa de Bolsonaro, causou polêmica (Foto: Henrique Barreto/AE)

Opinião

157 candidatos já foram barrados pela Justiça com base na Ficha Limpa, incluindo Lula (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Luiza Trajano, do Magazine Luiza, é uma das maiores representantes do empoderamento feminino no Brasil (Foto: Reprodução/Instagram)

Opinião

Mesmo no hospital, presidenciável mantém declarações em tom de campanha (Foto: Reprodução/Twitter)

Opinião