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Seg, Out

Gaúcha causou frisson nas redes sociais (Foto: Reprodução/Instagram)

Fora dos Trilhos

Gisele Bündchen surpreendeu ao aparecer com os fios mais curtos em uma imagem publicada no Instagram do cabeleireiro Daniel Hernandez. Depois de muita especulação nas redes sociais, os motivos por trás da mudança no visual da modelo foram reveladas: trata-se, na verdade, de uma peruca, usada para fotografar a nova campanha da joalheria Vivara.

A ideia era prestar homenagem à Bossa Nova, movimento artístico dos anos 1960 que inspira a mais recente coleção da marca. Nas imagens, Gisele está com um corte mais moderno, repicado, na altura dos ombros e com uma franja lateral - bem diferente do estilo que a top usa há anos.

Parte importante da identidade da famosa modelo brasileira, o cabelo longo e ondulado de Gisele permanece intacto.

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Infância da gaúcha não foi nada glamurosa (Foto: Reprodução/Facebook)

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Depois de algum mistério, em um post no Instagram, Gisele Bündchen  revelou mais informações sobre seu livro de memórias. Lessons - My Path to a Meaningful Life (Lições - Meu Caminho Para Uma Vida Cheia de Sentido, em tradução livre) tem lançamento nos EUA marcado para 2 de outubro e já está em pré-venda na Amazon. Sem título em português, Lessons também sai no Brasil em outubro, conforme antecipou o Estadão. 

A sinopse do livro indica o que os leitores devem encontrar em suas 256 páginas: um retrato íntimo da "Gisele real". "Lessons revela a vida intimidade de uma mulher muito pública - uma que vai inspirar mulheres de todas as idades a descobrir seu próprio poder, significado e proposta", promete.

Entre as novidades da narrativa, a infância nada glamurosa da übermodel, desde que "começou sua jornada no sul do Brasil, onde cresceu dividindo um quarto com as cinco irmãs e sofria bullying dos colegas de classe".

O começo da carreira, seu estouro no mundo e a vida familiar de hoje também entram na pauta, claro, tendo como pontos destacados seu primeiro desfile com o estilista inglês Alexander McQueen, que a projetou no mundo, encerrando a era da modelos de looks excessivamente esquálidos e pálidos, além do conhecido sucesso - "mais de 600 campanhas, 2 mil capas de revistas e 800 desfiles"

"Animada para dividir com vocês o meu livro. Resgatar algumas histórias que vivi, o que aprendi nestes meus 37 anos, assim como os valores e as ferramentas que me guiaram para chegar onde cheguei tem sido uma experiência profunda e transformadora. Fico feliz em poder compartilhar um pouco desta jornada de altos e baixos que me trouxeram até aqui", comemora a modelo no Instagram.


Neta da lenda do reggae já desfilou para a Calvin Klein (Foto: Reprodução/Instagram)

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O nome de Selah Marley pode soar desconhecido em um primeiro momento, mas seu sobrenome logo entrega a linhagem estrelada da qual faz parte. Neta de Bob Marley, filha da cantora Lauryn Hill e do ex-jogador de futebol americano Rohan Marley, a modelo e cantora, de 19 anos, faz parte da nova geração de queridinhos da moda.

O cenário, aliás, tem sido recorrente: filhos de personalidades despontando como modelos, embaixadores de grifes e favoritos dos grandes estilistas. Pense em nomes como Lily-Rose Depp, filha dos atores Johnny Depp e Vanessa Paradis; Kaia Gerber, filha da supermodelo Cindy Crawford; e Sofia Richie, filha do cantor Lionel Richie.

Selah, por sua vez, é dona de uma carreira curta, mas notável: já estrelou campanhas de marcas como Calvin Klein e Ivy Park (a etiqueta de roupas esportivas criada por Beyoncé), desfilou para a Chanel e também já fez parte do casting da Yeezy, marca do rapper Kanye West.

Nas redes sociais, a menina faz sucesso com suas fotos glamorosas: somente no Instagram, conta com 106 mil seguidores.

Estilista morreu enquanto dormia (Foto: Reprodução/Facebook)

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O estilista Hubert de Givenchy, lenda da alta-costura, morreu aos 91 anos, enquanto dormia. O francês, que fundou a casa Givenchy na década de 1950, ficou famoso ao vestir nomes como Jacqueline Kennedy Onassis, Grace Kelly e Elizabeth Taylor. Givenchy nasceu em Beauvais no dia 21 de fevereiro de 1927.

O estilista desenhou o famoso tubinho preto utilizado por Audrey Hepburn no filme "Breakfast at Tiffany's" ("Bonequinha de Luxo"), de 1961. Ele fazia parte do grupo de elite de designers sediados em Paris, ao lado de nomes como Christian Dior e Yves Saint Laurent, que redefiniram a moda após a 2ª Guerra Mundial

A diretora artística de Givenchy, Clare Waight Keller, disse nesta segunda-feira, 12, em sua conta no Instagram, estar "profundamente entristecida pela perda de um grande homem e artista que teve a honra de conhecer"

Mulheres têm gama de opções para o Outono, com destaque especial ao xadrez (Foto: Reprodução)

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O xadrez deve ser o destaque nas roupas no Outono deste ano, principalmente no figurino das mulheres. A designer de moda Camila Toledo Simões e a professora do Senac São Paulo Jô Souza, especialista em estilo, concordaram que essa é a principal tendência. “Ele deve aparecer tanto em casacos alongados, como nas clássicas camisas”, explicou Camila.


Para Jô, na questão das cores, haverá bastante uso de vermelho, amarelo, verde limão e laranja nas peças. “A cor da estação, no entanto, é a ultravioleta”, disse. “Ela é apontada como a principal, que será evidenciada no uso de celebridades em eventos de luxo”, explicou Camila.


Os materiais em destaque são vinil e a fake furr, uma pele falsa, aplicada em casacos inteiros. Além deles, as plumas também aparecerão nos sapatos, segundo a designer. “Nessa época, o sutiã à mostra e o corpete também devem ser bastante utilizados”, afirmou a professora.


De acordo com Jô, as pochetes retornam com tudo para a estação. “Elas voltam de forma criativa, substituindo as bolsas em algumas ocasiões”, disse. “As ombreiras também são uma tendência bastante grande”, disse. Os laços, de todos os tamanhos, que trazem um visual mais romântico, serão muito usados no cotidiano. “Isso dá muita diferença visual”, explicou Jô.


Para quem deseja um look mais casual, a escolha do jeans escuro é essencial. “Pode combinar com uma botinha branca e um casaco colorido, vai ficar bem legal”, disse a especialista.

Vestidos pretos se adequam aos climas (Foto: MyBasic/Divulgação)

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O vestido básico é, sem dúvidas, uma opção versátil e prática para se usar nas viagens ao campo. O modelo oferece conforto, beleza e frescor para o clima em meio à natureza. 

Afinal, passar um fim de semana longe da correria das cidades é sempre bem-vindo, mas antes de escolher quais peças tirar do closet, um lembrete: o tempo no campo é imprevisível. 

Nos locais com mata fechada, a temperatura costuma ser mais gelada à noite e mais fresca durante o dia. Se o local for próximo à mata, considere levar roupas com mangas compridas, por causa dos insetos. Ao fazer a sua mala, não se esqueça de levar repelentes e protetores solares, mesmo para os dias nublados. 

Para fazer trilhas, invista em um par de botas com solado antiderrapante que proteja seu pé, leve um chapéu e mochila. Se o objetivo é relaxar e curtir o clima da natureza, confira sugestões de looks com peças versáteis para compor seu estilo na viagem. O conjunto calça, blusa básica, casaco e tênis compõem um look interessante e muito confortável para os passeios ao ar livre. 

Vestido preto se adequa aos climas

O vestido básico Reggio é versátil. Seu comprimento longo protege contra as temperaturas do clima do campo e fica bom em todos os corpos. O modelo Lituânia possui tecido premium, com qualidade superior. Seu design com manga ¾ e caimento que se ajusta no quadril, criando o efeito blusê, fazem desse modelo uma opção leve e sofisticada.

Atriz global ostenta com vestimenta brilhante (Foto: Reprodução/Instagram)

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Encerrando as comemorações de carnaval, Bruna Marquezine compareceu ao Desfile das Campeãs, na Sapucaí, no Rio de Janeiro, no último sábado, 17. A atriz curtiu a noite no "Nosso Camarote", a convite da Rosa Chá. Ela apostou em um body transparente da marca para a festa, customizado exclusivamente.

Bruna também optou por uma calça legging de paetês, da grife Gucci, para compor a sua produção. 

A peça custa cerca de R$ 7 mil no Brasil. 

Para finalizar, argolas grandes e o penteado de cabelo meio preso deram um toque divertido no visual. 

Bruna Marquezine calça Insta

Marquezine aparece sorridente no sambódromo carioca (Foto: Reprodução/Instagram)

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Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião

Desde 2013, o Ibope realiza a Pesquisa Brasileira de Mídia, a pedido do governo federal. O objetivo é saber por quais meios os brasileiros se informam. Desde o início, o estudo – que é feito nacionalmente e com uma amostra de cerca de 15 mil pessoas, distribuídas por todas as Unidades da Federação – revela a prevalência da TV sobre os demais meios. Mas, desde 2016 (último ano da análise, publicada em 2017) há evidências do avanço da Internet, que se consolidou como o segundo meio de comunicação mais usado (49% da amostragem), ameaçando inclusive a soberania televisiva (89%). A soma é superior a 100% porque se pode indicar mais de uma opção. E as eleições deste ano reforçam o poder da internet e dos meios digitais. Para o bem ou para o mal, estas formas se cristalizaram como o caminho preferido de muitos brasileiros para o consumo de notícias. E não são poucos aqueles que fazem isso de modo exclusivo, bebendo apenas na fonte de sites, blogues, aplicativos e redes sociais. E, ainda que estes não sejam maioria, dedicam mais tempo nestes acessos. Enquanto o tempo médio em frente à TV é de três horas e 21 minutos, entre aqueles que utilizam a web (segundo a mesma pesquisa Ibope) é de quatro horas e 40 minutos, superando seis horas entre o público de 16 a 24 anos. Mais importante que a quantidade de informação disponível na web e redes sociais são a relevância e qualidade do conteúdo oferecido. Evidentemente, no universo digital há muitas empresas e grupos sérios, que primam pela credibilidade do que oferta. No entanto, há um sem número de virulentos guetos, que servem de fábrica para as fake news. Assim, nunca é demais ressaltar que estar na internet, Facebook ou WhatsApp não representa selo de veracidade. Ainda são os meios tradicionais que têm o compromisso com a verdade, por não sair noticiando o que não foi confirmado. Falta isso nos rincões digitais. E até que se separe o joio do trigo, esta revolução representará não um avanço, mas um retrocesso. Nesta nova era, a verdade já não basta para a formação da opinião pública, nem é antídoto à manipulação. Agora se consome aquilo em que se quer acreditar, acriticamente e ainda que falso, desprezando o que vai contra as próprias convicções. A isso se convencionou chamar de “pós-verdade”.

Mais uma pesquisa dá empate técnico entre os dois oponentes (Fotos: Klaus Silva /TJSP/ Fotos Públicas e Reprodução/Twitter)

Cidade

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) estão tecnicamente empatados na disputa para o segundo turno, aponta a mais recente pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada nesta quarta-feira, 17. Doria tem 52% dos votos válidos - quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos - e Márcio França, 48%. A margem de erro é de três pontos porcentuais. É a primeira pesquisa Ibope para o governo de São Paulo neste segundo turno das eleições 2018. Se considerados os votos totais, Doria tem 46% das menções e França, 42%. Eleitores que declaram a intenção de votar em branco ou nulo são 10%; 2% não sabem ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 17 de outubro. Na intenção de voto espontânea, na qual os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista de candidatos, Doria aparece com 28% das intenções de voto, também empatado tecnicamente com França, que tem 26%. Neste caso, os indecisos são um quarto dos entrevistados. Outros 15% manifestam a intenção de votar branco ou nulo, e 6% disseram nomes diferentes, que não estão na disputa. A rejeição de Doria é a maior - 32% apontaram que não votariam nele de jeito nenhum. A de França, que vinha se mantendo baixa no primeiro turno - subiu e agora está em 20%. No dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, era de 9%. Também chama a atenção a quantidade de eleitores que não os conhecem - 18% disseram não conhecer Doria o suficiente para opinar. No caso de França, o número é de 28%. A pesquisa ouviu 1.512 votantes e a margem de erro estimada é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95% - esta é a chance de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo Nº SP-07777/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-BR-07265/2018.
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Apesar de constar no ordenamento jurídico pátrio, o Princípio da Isonomia quase não é observado e aplicado (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )

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Crescimento do número de suicídios revela que sociedade brasileira está doente. Campanha Setembro Amarelo alertou para os riscos (Foto: Leonardo Sá/Agência Senado)

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Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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