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Sáb, Out

Dicas de shows musicais gratuitos em São Paulo. Destaque para a apresentação de Lô Borges no Sesc Itaquera.

Dicas culturais desta semana têm peça de teatro infantil, exposição e muita tradição japonesa.Tudo com entrada gratuita. Confira!

Teatro, música e exposição de graça em São Paulo. Saiba onde e quando nas nossas dicas culturais.

Praia Clube conquistou título da Superliga pela primeira vez na história (Foto: Wander Roberto/Inovafoto/CBV)

Esporte

O Praia Clube conquistou na manhã deste domingo, no ginásio Sabiazinho, em Uberlândia (MG), o primeiro título da Superliga Feminina de Vôlei de sua história ao vencer o Sesc-RJ por 3 sets a 0, com parciais de 25/19, 25/23 e 25/17, e depois ainda ao triunfar por 25 a 18 no chamado Super Set que foi criado como novidade para a decisão deste ano da competição.

Antes decidida em partida única, a Superliga desta vez teve dois jogos para definir o clube campeão, sendo que no confronto de ida da final, realizado no Rio, o time comandado pelo técnico Bernardinho havia vencido por 3 sets a 1, no domingo passado.

Pelo novo regulamento, uma vitória do Praia Clube por qualquer placar forçaria a realização do denominado Super Set de desempate, o que acabou acontecendo. E o time de Minas Gerais manteve neste set extra o seu domínio, imposto principalmente na primeira e na terceira parcial, para voltar a superar o Sesc-RJ, maior ganhador da história da Superliga e que buscava o seu 12º título.

O confronto deste domingo, por sinal, marcou a aposentadoria da líbero Fabi, do Sesc, bicampeã olímpica pela seleção brasileira com os ouros conquistados nos Jogos de Pequim-2008 e Londres-2018. Em 20 anos de dedicação ao vôlei, ela também defendeu a equipe carioca durante 13 temporadas.



E o Praia Clube triunfou neste domingo após uma grande atuação de uma equipe que conta com Fabiana, Fernanda Garay e Walewska, três nomes da seleção brasileira. E Garay encerrou o confronto como grande nome desta decisão de domingo e levou ao delírio os cerca de 5.500 torcedores que lotaram o ginásio em Uberlândia.

Outro grande destaque da equipe comandada pelo técnico Paulo Coco foi Amanda, que jogou por boa parte do confronto lesionada após se chocar com uma placa de publicidade. Ela lesionou o braço ao tentar buscar uma bola, mas seguiu em quadra até o fim para ajudar a sua equipe a faturar o título inédito, selado por meio de um ponto marcado por Fawcett.

No confronto, o Sesc contou com uma formação titular com Claudinha, Walewska, Fernanda Garay, Amanda, Fabiana e Fawcett, além da líbero Suelen, enquanto Andréia, Ellen, Laís, Carla, Ananda e Bruna Pavan figuraram entre as opções na reserva.

No time carioca, Bernardinho escalou Roberta, Juciely, Monique, Gabi, Drussyla e Mayhara, além da líbero Fabi. Natiele, Carol Leite, Vivian, Vitória, Peña, Mikaella e Linda Jéssica foram as reservas que o treinador tinha como opção no banco.

Antes de correr, é recomendado passar por exames médicos (Foto: Divulgação)

Saúde

Na hora de escolher qual exercício praticar, a maioria das pessoas se baseia nos níveis de queima de calorias, visando à eliminação dos indesejáveis quilinhos extras. Para esse objetivo, corrida e spinning (conhecido também como pedalada indoor) são ótimas opções.

Atividades aeróbicas rítmicas envolvem grande volume muscular. Segundo os cálculos gerais do American College of Sports Medicine, uma pessoa de 80 quilos queima cerca de mil calorias em uma hora de corrida. Já pedalando em uma velocidade constante de 18 a 25 km/h queima cerca de 850 calorias. “É claro que os dados são relativos. Apesar de existir um valor médio para a perda de peso, a intensidade é fator determinante”, comenta a Dra. Karina Hatano, médica do exercício e do esporte.

Entretanto, a corrida apresenta alguns aspectos negativos, pois oferece mais riscos de lesões que podem se tornar crônicas, principalmente no joelho, quadril e tornozelo. Já o spinning é mais suave por ser de baixo impacto, traz enormes benefícios ao sistema cardiovascular e ajuda a fortalecer pernas e coxas. Para produzirem resultados significativos, é fundamental a orientação de um especialista. A melhor atividade será aquela que a pessoa mais gosta e o recomendado pelo médico após avaliação. E, se liberado pelo especialista, pode, inclusive, associar as duas modalidades.  

Fernanda Coimba vai interpretar grandes sucessos de Clara Nunes (Foto: Divulgação)

Fora dos Trilhos

O Armazém da Cidade, na Vila Madalena, será palco de dois shows imperdíveis. Primeiro, a cantora Fernanda Coimbra faz uma homenagem à Clara Nunes. Em seguida, é a vez da banda Prece Cósmica comemorar os 60 anos de nascimento do roqueiro e poeta Cazuza. As duas apresentações são gratuitas.


A primeira canta das 14h às 17h. Fernanda estreou seu show no Teatro Sérgio Cardoso, em julho de 2017 e agora leva para o Armazém da Cidade seu repertório, que conta com clássicos como “A Deusa dos Orixás”, “O que que a baiana tem/ê baiana”, “Morena de Angola”, entre outras.


Já às 17h é a vez do rock, com o Prece Cósmica cantando Cazuza. O show é uma homenagem aos 60 anos de nascimento do cantor e compositor e conta com suas músicas de todas as épocas, parcerias e estilos. A banda Prece Cósmica é formada por Leonardo Thulin (voz e bateria), Gustavo Lamounier (voz e guitarra) e Stefano Moliner (baixo).


O Armazém da Cidade possui acessibilidade para cadeirantes, três banheiros (sendo um com acessibilidade) e Wi-Fi gratuito. Há estacionamento conveniado no E-Park, pelo valor de R$20 o dia.


Serviço
Homenagem a Clara Nunes, com Fernanda Coimbra
Das 14h às 17h
Homenagem a Cazuza, com Prece Cósmica
Das 17h às 19h30
Armazém da Cidade
Rua Medeiros de Albuquerque, 270, Vila Madalena
Entrada Gratuita

O rapper e apresentador Thaíde se deslumbra com o cenário do Mirante (Foto: Reprodução; Facebook Sesc Avenida Paulista)

Cidade

"Meu, olha a foto de Instagram que vem aí", garantia um rapaz espremido entre os visitantes do mais novo (e disputado) mirante da cidade de São Paulo: o do Sesc Avenida Paulista, reinaugurado ontem, no centro expandido, após oito anos de obras. No sentido contrário do rapaz, rumo ao 17º andar, uma mulher exclamava que a vista estava uma "delícia" e outra dizia estar preparada para a "briga do mirante", para disputar os melhores ângulos do espaço com outras dezenas de pessoas sorridentes com celulares em punho.

O entusiasmo tem motivo. Afinal, a principal vista da avenida disponível para o público em geral ficava no lado oposto da avenida - no Instituto Moreira Salles (IMS). Agora, do Sesc, é possível avistar praticamente toda a extensão da Paulista e parte do skyline do centro, com o icônico Edifício Altino Arantes, o antigo Banespão, ao fundo.

Dentre os visitantes, a professora Sueli Biasetti, de 62 anos, e sua mãe, a aposentada Vilma Scott, de 82 anos, contam que já tinham programado o passeio havia um mês. "Viemos para ver o Sesc. Vamos descendo para ver todos os andares", conta Sueli, que não costuma passear na avenida aos domingos.

Já os estudantes de Mecânica Salifou Elhassan, de 25 anos, e Omar Toure, de 31 anos, adicionaram a reinauguração aos seus tradicionais passeios dominicais na Paulista. Um dos motivos é a facilidade para chegar de metrô (moram no Brás, no centro). Elhassa é natural de Togo, enquanto Toure é de Gana. "A gente gosta de caminhar por aqui, ouvir os músicos", diz.

Também no mirante, a professora Débora Soares Brandão, de 50 anos, afirma ter ficado quase duas horas esperando para entrar. Mais cedo, por volta das 12 horas, o Estado contou mais de 300 pessoas na fila, que se estendia até o fim da Avenida Paulista, no sentido Paraíso. "Só subimos depois de reclamar", conta. Mais tarde, por volta das 14 horas, a fila já estava menor, na altura da Casa das Rosas.

Na fila, o gestor cultural Alexandre Molina, de 39 anos, aguardava junto do marido, o performer Marcelo Camargo, de 32 anos, e o sobrinho, o vendedor Arthur Nunes, de 22 anos. "Deixamos o domingo para o Sesc, por conta da inauguração", explicou ele, que estava interessado especialmente na programação de shows. "Queremos ver o Emicida lá de cima, do mirante", conta Camargo.

Moradores de Uberlândia, em Minas Gerais, eles já tinham visitado o IMS, a Casa das Rosas e o Japan House, todos na Avenida Paulista, nos demais dias, além dos Sescs Ipiranga, na zona sul, e 24 de Maio, no centro. "Sempre fazemos essas visitas mais culturais", comentou.

A geógrafa Elsone Ferigolo, de 54 anos, também estava de olho na programação cultural. Junto da filha, a estudante de Arquitetura e Urbanismo Raíra Ferigolo, de 18 anos, estava ansiosa para o show da cantora Fafá de Belém. Juntas, mãe e filha fizeram um "circuito" pela Avenida, passando pela Casa das Rosas e a Japan House. "A Paulista é mais humanizada no domingo, sem a presença dos carros. Nos outros dias ela é mais fria", conta.

A programação especial de reabertura do Sesc segue na segunda, 30, das 10 às 19 horas, com atividades esportivas e culturais gratuitas. Também há um café nos últimos andares.

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Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de toda a riqueza produzida no País, foi de 1%. O avanço parece pequeno, mas foi muito comemorado depois de dois anos seguidos de queda. Talvez isso tenha contaminado os especialistas, que começaram 2018 otimistas, apostando que este importante marcador da economia chegaria a 2,7%. Essa percepção foi se atenuando ao longo dos meses e, atualmente, a previsão é de que, ao fechar dezembro, alcance 1,5%, o que não seria desprezível. Até lá, isso é um problema para a equipe econômica de Michel Temer. Mas, e para 2019, com qual margem de crescimento trabalham o estafe dos dois presidenciáveis? O leitor já perguntou isso para o seu candidato? Em meio a campanhas empobrecidas, até aqui os postulantes à Presidência da República não têm dado muita importância à difícil tarefa de oferecer soluções factíveis para os problemas reais da Nação. Certamente um tópico que interessa diretamente a pelo menos 13 milhões de brasileiros é saber qual a meta de criação de emprego para o ano que vem ou para os próximos quatro? Henrique Meirelles, por exemplo, saiu da disputa, mas tornou célebre a promessa de abrir 10 milhões de postos de trabalho durante seu mandato, se fosse eleito. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, por enquanto, não externaram um número, mas devem saber que esta é uma questão central. Se o tema preocupa a eles, então deveriam responder qual é a receita deles para combater o desemprego. Para isso, não é segredo, vão precisar movimentar a economia novamente. Mas não em marcha lenta, que é o estado em que se encontra atualmente. O País precisa de um motor de crescimento poderoso, e alguém precisará vir a público e explicar se este será o próprio governo, por intermédio de investimento público, principalmente em infraestrutura; o setor privado, apostando no agronegócio ou na indústria nacional; ou simplesmente as famílias, que com uma injeção de otimismo se sentiriam mais confiantes em consumir e, assim, dariam início a um círculo virtuoso, de mais compra, mais fabricação, mais necessidade de mão de obra. E se o assunto é trabalho formal, porque não falar em salário mínimo. A previsão inicial para 2019 é de aumento dos atuais R$ 954 para R$ 1.006. Será confirmada? Tantas perguntas mais importantes para discutir e por enquanto ficamos na sessão de perfumaria.

Candidato do PSL mantém grande vantagem sobre adversário (Fotos: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR e Ricardo Stucket/Fotos Públicas)

Nacional

A segunda pesquisa Datafolha do segundo turno da eleição presidencial mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) se manteve à frente de Fernando Haddad (PT). O capitão reformado do Exército passou de 58% para 59% das intenções de voto válidas em relação ao levantamento da semana passada, enquanto o petista foi de 42% para 41%. Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 50%, contra 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 10% e indecisos, 5%. A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. Rejeição A rejeição ao candidato Fernando Haddad (PT) superou a de Jair Bolsonaro (PSL) no último levantamento realizado pelo Datafolha para o segundo turno das eleições deste ano. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados não votaria de jeito nenhum no petista, contra 41% para o capitão do Exército.Considerando os votos por região, Bolsonaro continua vencendo em todas, exceção feita ao Nordeste, onde Haddad tem 53% das intenções de voto, contra 31% do capitão reformado do Exército. No Sudeste, região mais populosa do País, o presidenciável do PSL bate o petista por 55% a 29%. No sul, a diferença chega a 61% contra 27%.A pesquisa Datafolha foi realizada a pedido da TV Globo e do jornal Folha de São Paulo. Ela tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios entre ontem e hoje. O levantamento foi registrado no TSE com o código BR-07528/2018. 

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião

Desde 2013, o Ibope realiza a Pesquisa Brasileira de Mídia, a pedido do governo federal. O objetivo é saber por quais meios os brasileiros se informam. Desde o início, o estudo – que é feito nacionalmente e com uma amostra de cerca de 15 mil pessoas, distribuídas por todas as Unidades da Federação – revela a prevalência da TV sobre os demais meios. Mas, desde 2016 (último ano da análise, publicada em 2017) há evidências do avanço da Internet, que se consolidou como o segundo meio de comunicação mais usado (49% da amostragem), ameaçando inclusive a soberania televisiva (89%). A soma é superior a 100% porque se pode indicar mais de uma opção. E as eleições deste ano reforçam o poder da internet e dos meios digitais. Para o bem ou para o mal, estas formas se cristalizaram como o caminho preferido de muitos brasileiros para o consumo de notícias. E não são poucos aqueles que fazem isso de modo exclusivo, bebendo apenas na fonte de sites, blogues, aplicativos e redes sociais. E, ainda que estes não sejam maioria, dedicam mais tempo nestes acessos. Enquanto o tempo médio em frente à TV é de três horas e 21 minutos, entre aqueles que utilizam a web (segundo a mesma pesquisa Ibope) é de quatro horas e 40 minutos, superando seis horas entre o público de 16 a 24 anos. Mais importante que a quantidade de informação disponível na web e redes sociais são a relevância e qualidade do conteúdo oferecido. Evidentemente, no universo digital há muitas empresas e grupos sérios, que primam pela credibilidade do que oferta. No entanto, há um sem número de virulentos guetos, que servem de fábrica para as fake news. Assim, nunca é demais ressaltar que estar na internet, Facebook ou WhatsApp não representa selo de veracidade. Ainda são os meios tradicionais que têm o compromisso com a verdade, por não sair noticiando o que não foi confirmado. Falta isso nos rincões digitais. E até que se separe o joio do trigo, esta revolução representará não um avanço, mas um retrocesso. Nesta nova era, a verdade já não basta para a formação da opinião pública, nem é antídoto à manipulação. Agora se consome aquilo em que se quer acreditar, acriticamente e ainda que falso, desprezando o que vai contra as próprias convicções. A isso se convencionou chamar de “pós-verdade”.

Mais uma pesquisa dá empate técnico entre os dois oponentes (Fotos: Klaus Silva /TJSP/ Fotos Públicas e Reprodução/Twitter)

Cidade

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) estão tecnicamente empatados na disputa para o segundo turno, aponta a mais recente pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada nesta quarta-feira, 17. Doria tem 52% dos votos válidos - quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos - e Márcio França, 48%. A margem de erro é de três pontos porcentuais. É a primeira pesquisa Ibope para o governo de São Paulo neste segundo turno das eleições 2018. Se considerados os votos totais, Doria tem 46% das menções e França, 42%. Eleitores que declaram a intenção de votar em branco ou nulo são 10%; 2% não sabem ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 17 de outubro. Na intenção de voto espontânea, na qual os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista de candidatos, Doria aparece com 28% das intenções de voto, também empatado tecnicamente com França, que tem 26%. Neste caso, os indecisos são um quarto dos entrevistados. Outros 15% manifestam a intenção de votar branco ou nulo, e 6% disseram nomes diferentes, que não estão na disputa. A rejeição de Doria é a maior - 32% apontaram que não votariam nele de jeito nenhum. A de França, que vinha se mantendo baixa no primeiro turno - subiu e agora está em 20%. No dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, era de 9%. Também chama a atenção a quantidade de eleitores que não os conhecem - 18% disseram não conhecer Doria o suficiente para opinar. No caso de França, o número é de 28%. A pesquisa ouviu 1.512 votantes e a margem de erro estimada é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95% - esta é a chance de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo Nº SP-07777/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-BR-07265/2018.
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Articulistas

Colunistas

Nem o diabo, que é o pai da mentira (Jo 8:44), deve acreditar que existam socialistas cristãos (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

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Há propostas para reduzir o desemprego? Ao menos 13 milhões de pessoas querem saber (Fotos: Tânia Rêgo/ABR e Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)

Opinião

Decisão do STF preserva direito de trabalho à grávida, mesmo se ela desconhecer a gestação (Foto: André Borges/Agência Brasília/Fotos Públicas)

Opinião

Verdade já não basta para formar a opinião pública, nem é antídoto à desinformação (Foto: Allan White/ Fotos Públicas)

Opinião